Mostrando postagens com marcador saraiva. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador saraiva. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Pligg substitui telefone fixo e promete economia

Startup brasileira cria produto simples e barato que assume o lugar do telefone fixo e permite economizar na conta

Pligg, adaptador para telefonia via internet
Divulgação
Uma startup gaúcha vem fazendo sucesso com uma solução inovadora para substituir o telefone fixo. Chamado Pligg, o produto combina preço baixo com facilidade de uso. Lançado no início do ano, ele já tem 10 mil usuários, muitos deles em cidades menores, onde outras opções são caras ou inexistentes.

Tecnicamente, o Pligg é similar a outros serviços de VoIP, a telefonia via internet. A inovação está na forma como ele é empacotado e vendido. O produto inclui tanto o serviço como o adaptador para ligação de um telefone comum a um computador (via porta USB).

Ele foi concebido para que o próprio usuário faça a instalação. O pacote custa 119 reais e já inclui 6 meses de ligações ilimitadas para telefones fixos no Brasil e para qualquer número nos Estados Unidos. Depois, o usuário passa a pagar 14,99 reais por mês.

Ligações para celulares brasileiros e para outros países dependem da compra de créditos pré-pagos. Quando faz a ativação do Pligg, o usuário passa a ter um número para receber chamadas.

Para isso, o computador precisa, é claro, ficar ligado e conectado à internet. A Pligg tem um projeto de outro adaptador, que vai se conectar diretamente à rede local de dados, dispensando o computador. Vai ser mais caro que o modelo atual. Por isso, seu lançamento ainda deve demorar um pouco.

Naturalmente, quem tem um smartphone conta com outras opções para fazer ligações baratas ou gratuitas de longa distância, como Skype, Viber e, no caso do iPhone, FaceTime. Paulo Logemann Saraiva, fundador e CEO da Pligg, vê quatro tipos de público para seu serviço.

O primeiro são residências da classe C, que são 60% da clientela. “Meu maior concorrente, nesse segmento, é a NET, mas eles cobram 39,90 por mês pelo NET Fone. E muitos dos nossos clientes estão em cidades do interior aonde a NET não chega”, disse ele a EXAME.com.

O segundo público-alvo são as pequenas empresas como farmácias, pizzarias e lojas. O terceiro são brasileiros que moram no exterior ou viajam muito. “Na semana que vem, vamos começar a vender o Pligg nos free shops dos aeroportos”, diz Saraiva.

Por fim, ele enxerga, como potenciais clientes, 4 milhões de residências na zona rural e em cidades com menos de 20 mil habitantes que não têm telefone. Para as grandes operadoras, esse é um nicho do mercado. Para a Pligg, é um público enorme.

“O serviço exige apenas 28 Kbps de banda. Temos um cliente que é cacique de uma aldeia indígena na Bahia. A aldeia tem acesso à internet via rádio, mas não tem telefone. Então, ele usa o Pligg”, conta Saraiva.

A inspiração para a criação do Pligg veio do magicJack, produto similar que já teve mais de 10 milhões de unidades vendidas nos Estados Unidos. Saraiva conta que levou dois anos para implantar o negócio. Ele tem como sócio investidor João Cox, que já foi presidente da Claro.

“Passei três meses na China e cheguei a falar com 50 fabricantes até encontrar um que pudesse produzir o Pligg. Tivemos a consultoria de uma empresa do Leste Europeu”, diz. Uma das etapas mais demoradas foi obter licenças da Anatel para o adaptador e os serviços de telecom.

Isso levou cerca de um ano. A Pligg também investiu no design do aparelho. “O magicJack tem aparência um pouco tosca. Queríamos algo mais atraente. E até ganhamos um prêmio de design com o Pligg”, diz Saraiva.

Com sede em Porto Alegre, a Pligg tem apenas dez funcionários. “Call center, fabricação, logística -- é tudo terceirizado. O que fazemos é gerenciar as relações com fornecedores. Podemos aumentar nossa base de clientes de 10 mil para 100 mil com os mesmos dez funcionários”, afirma Saraiva.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Aplicativo de filmes e séries para Xbox 360 é lançado pela Saraiva

Por Eric Colombo

Saraiva Player, aplicativo é lançado para o Xbox 360 da Microsoft

Divulgação

Desenvolvido pela Saraiva, o aplicativo é uma loja para compra e locação de vídeos digitais, via streaming.

Por meio do Saraiva Player, o usuário pode gerenciar os vídeos comprados ou locados, usufruindo de uma loja e locadora virtual. O serviço contém um acervo de mais de 7 mil filmes, incluindo lançamentos e clássicos do cinema, além de shows musicais, vídeo aulas, documentários e séries de TV. A Saraiva conta com grandes parcerias com estúdios, como Disney, Fox, MGM, Paramount, Sony Pictures, Universal e Warner. A promessa é de que alguns produtos, sejam lançados na plataforma digital antes mesmo de chegarem às lojas físicas. 

O preço médio para compras é de R$ 16,90, já para o locação é de R$ 4,90 e para compra de episódios de séries de TV, o valor também é de R$ 4,90.

Uma parte dos filmes, estão disponíveis em HD, porém como todo o serviço via streaming, existe uma adequação de imagem, baseada na velocidade da internet que estiver sendo utilizada.

Para as locações, os filmes ficam disponíveis de 24 a 48 horas, em alguns títulos, contadas a partir da primeira exibição apenas. Dentro dessas horas, é possível assisti-los diversas vezes, até que o prazo se expire. Já quando comprado, o filme pode ser assistido quantas vezes o usuário desejar, sem um prazo determinado.

O aplicativo é gratuito. Para utiliza-lo, é necessário fazer um cadastro. Com o cadastro feito, as compras poderão ser feitas tanto por meio do site da Saraiva, como por meio do console e o pagamento é feito através do cartão de crédito.

O Saraiva Player está disponível para dispositivos com Windows Phone, Windows 8, iOS (iPad, iPhone e iPod Touch) e para Smart TVs. É recomendável assistir aos filmes com uma conexão de internet igual, ou superior a 4Mbps.


Fonte: Microsoft Notícias