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quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Shiller sugere que Google Glass tenha reconhecimento facial

Sugestão após primeiro contato de Nobel de Economia com gadget foi publicada no Twitter

Divulgação Forum Econômico Mundial/Wikimedia Commons
Robert Shiller, prêmio Nobel de Economia em 2013, sugeriu a inclusão de reconhecimento facial no Google Glass, o óculos inteligente do Google. A sugestão foi feita após o primeiro contato do economista com o gadget.

A experiência aconteceu ontem no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça. Após o teste, Schiller aprovou o Glass e postou no Twitter sua impressão. "Eu gostaria de usá-los, especialmente se tivessem reconhecimento facial, o que realmente mudaria eventos como esse", afirmou o economista.

Em tese, poder identificar pessoas por meio do gadget seria uma funcionalidade útil para eventos com grande número de participantes - como o Fórum Econômico Mundial. Mas, até o momento, isso não é possível.




Não é novidade

Essa não é a primeira vez que se discute a ideia de incluir o reconhecimento facial no Google Glass. Em maio do ano passado, o app MedRef oferecia essa possibilidade aos usuários do óculos inteligente.

Voltada para médicos, a ferramenta visava facilitar o acesso a informações relativas a pacientes. Em junho, porém, o Google barrou a novidade.

Em comunicado postado no Google+, a empresa informou que não iria "aprovar qualquer aplicativo ou serviço com reconhecimento facial no Glass" naquele momento. Existia então o temor que uma ferramenta com essas características configurasse invasão de privacidade.

Shiller

Estudioso da área de finanças comportamentais, Robert Schiller foi um dos primeiros a identificar a formação da chamada bolha da internet no ano 2000 e da bolha imobiliária que gerou a crise internacional em 2008.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Facebook ajudará no código de reconhecimento facial dos EUA

Companhias que usam a tecnologia ajudarão a escrever as regras de como podem ser usadas as imagens e perfis online

Reprodução
A Facebook Inc., a Walmart Stores Inc. e outras companhias que planejam utilizar escâneres de reconhecimento facial para segurança ou para passos adaptados de vendas especializadas ajudarão a escrever as regras de como podem ser usadas as imagens e perfis online.

O Departamento Americano de Comércio começará a reunir-se com a indústria e com defensores da privacidade em fevereiro para esboçar um código voluntário de conduta para usar os produtos de reconhecimento facial, segundo um aviso público. O esboço estará pronto até junho.

“Somos muito céticos em relação a esmagar a tecnologia ainda no berço”, disse Mallory Duncan, vice-presidente sênior da National Retail Federation Inc. (NRF), sediada em Washington, em entrevista por telefone. “Não é uma boa ideia desenvolver códigos ou leis que congelam a tecnologia antes de podermos determinar o que ela pode conseguir”.

No Reino Unido, a Tesco Plc instalará tecnologia de escâneres de rosto nos seus postos de gasolina para determinar a idade e o gênero dos consumidores e poder transmitir-lhes anúncios especializados nas telas dos caixas. Os varejistas poderiam comparar as imagens dos clientes tomadas por câmeras de segurança com bancos de dados fotográficos da polícia.