Mostrando postagens com marcador tecnologia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador tecnologia. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 30 de junho de 2014

1º smartphone antiespionagem começa a chegar aos consumidores

Divulgação
Consumidores que encomendaram seus Blackphones no começo do ano começaram a receber seus dispositivos. Segundo a PEC Tecnologies, empresa responsável pelo desenvolvimento e construção do produto, o primeiro lote de celulares já está sendo entregue.

O aparelho roda uma versão modificada do Android chamada PrivatOS e promete total privacidade ao usuário. À venda por US$ 629, ele tem tela de 4,7 polegadas, processador quad-core de 2 GHz, câmera traseira de 8 MP e frontal de 5 MP, 16 GB de memória interna e 1GB de memória RAM. Seu sistema blindado possibilita a realização de chamadas de voz e vídeo criptografadas, navegação na web anônima e armazenamento dos arquivos em uma nuvem privada.

O smartphone foi lançado oficialmente no Mobile World Congress no início do ano. Nos meses seguintes, a quantidade de produtos disponibilizados para pré-venda se esgotou. Quem estiver interessado em adquirir um Blackphone deve esperar até 14 de julho, quando as vendas serão reabertas.

A novidade agora é que consumidores de outros países poderão encomendar seus celulares, graças a parcerias com empresas de transporte internacionais.

sexta-feira, 13 de junho de 2014

O chute mais importante do dia foi visto por poucas pessoas

Cercada de críticas, a primeira demonstração pública do projeto Andar de Novo, do neurocientista Miguel Nicolelis, foi feita na abertura da Copa do Mundo

Getty Images
No dia da abertura da Copa do Mundo, o chute mais importante do dia não foi dado por nenhum dos jogadores que passaram pelo campo. Juliano Pinto, de 29 anos, foi o responsável por ele.

Ele foi o voluntário paraplégico que usou o exoesqueleto desenvolvido pelo neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis. O chute, no entanto, passou quase sem ser percebido na transmissão do evento.

Em dado momento na celebração de abertura da Copa do Mundo, Pinto foi levado até uma bola em uma das laterais do campo e deu um leve chute (veja vídeo no final deste texto). Em seu Twitter, Nicolelis comemorou. “We did it!!!!” (nós conseguimos, em português).

O chute foi a demonstração pública do projeto Andar de Novo, de Nicolelis. Ele é resultado de um investimento de 33 milhões de reais do governo federal. Mesmo sendo um avanço científico exemplar, o fato é cercado de desconfiança.

O plano inicial era que o voluntário desse alguns espaços dentro do campo para dar o chute. No momento, no entanto, ele deu apenas um passo fora do campo.

De acordo com o Comitê Organizador, o chute foi dado fora do gramado para que ele não fosse prejudicado. O exoesqueleto que sustentava o corpo de Pinto pesa 70 quilos.

O peso do esqueleto é exatamente uma das críticas de pesquisadores da área. Alguns apontam estrutura como algo pesada e pouco prática, que traria benefício a poucos paraplégicos.

Outra crítica constante ao trabalho de Nicolelis é devido à falta de publicação de trabalhos científicos mostrando os resultados de suas pesquisas. O neurocientista publicou trabalhos detalhando os testes da “interface cérebro-máquina” que foram feitos com macacos ou ratos.

De acordo com a equipe do trabalho (que envolve 156 pesquisadores de vários países) os resultados dos testes com humanos serão publicados nos próximos meses.

Em entrevistas, Nicolelis afirmou que esse é apenas o começo. A tecnologia deve continuar em desenvolvimento para que os exoesqueletos se tornem em uma solução viável.

Andar de Novo

O exoesqueleto é uma estrutura de 70 quilos que permite que paraplégicos possam andar. Com uma touca, o equipamento é capaz de ler impulsos cerebrais.

Os impulsos são processados por um computador que fica localizado na parte traseira da veste. Depois, são transmitidas ordens para que a estrutura faça os movimentos.

Outro ponto ressaltado pelos pesquisadores é uma espécie de pele artificial. Com ela, seria possível simular o tato de quando o pé toca o chão.



sexta-feira, 23 de maio de 2014

Google prepara tablet que mapeia os arredores

Reprodução
O Google está prestes a lançar mais uma invenção do Project Tango, de onde saiu um smartphone capaz de mapear os arredores. Desta vez, segundo o Wall Street Journal, a companhia pretende revelar um tablet.

O aparelho seria mostrado em junho, durante a conferência Google I/O, quando desenvolvedores receberiam unidades do tablet para trabalhar em criações para ele.

A mesma coisa foi feita em fevereiro: a companhia distribuiu 200 smartphones, sendo que até a Nasa levou unidades. Só que desta vez a produção foi mais alta, porque o WSJ diz que o Google terá 4 mil protótipos nas mãos.

O tablet de 7 polegadas seria equipado com sensores infravermelhos de profundidade, duas câmeras traseiras e softwares capazes de capturar imagens e objetos em três dimensões precisamente.

Desenvolvidas pelo grupo de Tecnologias e Projetos Avançados da empresa, as criações do Tango poderiam abrir espaço para navegação em ambientes fechados, o que ajudaria pessoas com deficiência física e visual, além de poderem ser usados em jogos imersivos e várias outras funcionalidades.


-------
Por Eric Colombo

Veja Aqui o vídeo divulgado no Youtube sobre o projeto Tango!


segunda-feira, 19 de maio de 2014

Com internet das coisas, mundo será muito diferente em 2025

Pesquisa da Pew Research mostra que 85% dos especialistas do mercado de tecnologia acreditam que a internet das coisas será parte do cotidiano até 2025

Reprodução
Uma pesquisa perguntou a especialistas em tecnologia como será o mundo em 2025. A palavra chave para definir o futuro é: conectado.

Foram entrevistados mais de 1.600 especialistas na área. Na opinião deles, estamos vendo apenas o começo da internet. Até 2025, outra revolução terá acontecido. Para 85% deles, a internet das coisas será então uma realidade.

A internet das coisas é a conexão e comunicação entre objetos (ou máquinas, como se usa no linguajar técnico). Com isso, seria possível que sua casa saiba que você está chegando, já que seu carro está se movimentando. Ela poderá se preparar para a sua chegada (regulando a temperatura, acendendo as luzes, esquentando a comida, entre outras coisas).

De acordo com os especialistas, até 2025 esse tipo de tecnologia fará parte da rotina das pessoas. Em consequência, a vida será mais fácil, diminuindo o gasto de tempo para a realização de certas tarefas. Vint Cerf, vice-presidente e evangelista de internet do Google afirmou na pesquisa que “os benefícios destas ferramentas serão coordenados para melhorar nossas vidas”.

Outro entrevistado, o jornalista e escritor Patrick Tucker, deu números para provar sua opinião de que até 2025 o mundo estará conectado. “Em 2008 o número de objetos conectados superou a população mundial e está crescendo mais rápido do que nós. São 13 bilhões de objetos conectados em 2013, de acordo com a Cisco, e serão 50 bilhões em 2020. Isso inclui telefones, chips, sensores, implantes e dispositivos que nós ainda não desenvolvemos”, explicou.

Outra categoria que vem ganhando força nos últimos anos também foi citada como uma chave para o futuro: a tecnologia vestível. Já podemos ver amostras disso com relógios inteligentes e pulseiras que analisam a movimentação e os exercícios físicos.

Uma professora da Universidade de Utah, Nicole Ellison, acredita que com tempo eles se tornarão mais e mais importantes. “À medida que a coleta de dados por tecnologia vestível ficar menor, mais barata e sofisticada, eles serão capazes de prover mais respostas e informações aos usuários sobre os impactos das ações sobre a sua própria saúde, sobre a economia e sobre o meio ambiente”, escreveu.

A pesquisa foi realizada pela PewResearch e faz parte de uma série em homenagem aos 25 anos da web.

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Operadora japonesa irá iniciar testes com 5G ainda neste ano

A NTT Docomo começará ainda em 2014 a fazer testes com redes 5G, que devem ser dez vezes mais rápidas do que o 4G

Kiyoshi Ota/Bloomberg
Uma operadora de telefonia móvel japonesa, a NTT Docomo, começará a realizar testes com a tecnologia 5G ainda este ano. O 5G deve ser a próxima geração de transmissão de dados de maneira móvel.

Neste primeiro ano, os testes serão realizados apenas em ambientes fechados. Eles acontecerão no centro de pesquisa e desenvolvimento da operadora, em Yokosuka, no Japão. Somente em 2015 devem começar os testes em locais abertos.

Para a pesquisa, a NTT Docomo fechou parceria com outras empresas que atuam no mercado móvel. Elas são: Alcatel-Lucent, Ericsson, Fujitsu, NEC, Nokia e Samsung.

De acordo com a operadora, o 5G deve ser capaz de atingir velocidade de transmissão de dados máxima de 10 Gbps. Esse valor é o equivalente a dez vezes a velocidade do 4G (a velocidade máxima teórica do 4G é de 1 Gbps).

Evolução

Tradicionalmente, as tecnologias de transmissão de dados móveis mudam de geração a cada década. A primeira geração (ainda de maneira analógica) começou comercialmente nos anos 80. A chegada do 2G marcou a mudança dos padrões analógicos para os digitais, nos anos 90.

Com o 3G, houve um grande aumento na velocidade de transmissão. Estamos atualmente com a tecnologia do 4G, com velocidades ainda maiores, que começou a ser implementada em dois padrões — o WiMax (pouco adotado) em 2010 e LTE em 2011.

A NTT Docomo prevê que o 5G deva ser usado comercialmente apenas em 2020. Antes disso, será preciso estabelecer padrões para o 5G.

A operadora afirma que isso deve acontecer em uma conferência internacional de telecomunicações em 2016. Descobertas importantes feitas até lá serão cruciais no processo de padronização da tecnologia.

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Sony cria tecnologia de fita cassete de 185TB

Divulgação
A Sony anunciou nesta semana uma fita cassete de alta densidade com capacidade de 185TB, superando em cinco vezes o recorde de armazenamento atingido pela IBM em 2010. As fitas magnéticas são unidades de registro de informações analógicas ou digitais que funcionam de forma semelhante à de um HD. É possível gravar arquivos de computadores, bem como áudio e vídeo.

Apesar de ser uma tecnologia já antiga (ela foi criada há mais de 60 anos), a fita magnética ainda é muito utilizada por empresas e departamentos governamentais por ser um produto barato e mais resistente do que o HD tradicional. A nova tecnologia de fita cassete de alta densidade da Sony permite armazenar 148GB por polegada quadrada, o que representa 74 vezes mais do que uma fita comum (que ilustra a reportagem acima).

Entretanto, a novidade ainda não anunciou quando o produto estará disponível ao mercado ou sequer o seu preço.

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Xiaomi deve começar a vender seus celulares no Brasil neste ano

Hugo Barra
Em breve será mais fácil comprar um celular da Xiaomi aqui no Brasil. A empresa oficializou nesta quinta-feira, 24, seu intuito de expandir suas atividades para além da China ainda em 2014. O processo começará em 10 países, começando pelos emergentes, como Índia, Rússia e, como já citado, o Brasil.

Atualmente, a Xiaomi é um sucesso na China, e chega a superar a Apple em venda de smartphones. Seu diferencial é vender seus aparelhos pela internet, diretamente para os clientes, sem depender de intermediários, o que também permite um corte de preços em aparelhos de alto desempenho. A margem de lucro é pequena, mas a empresa compensa com a venda de acessórios para personalização. 

“É nossa missão e crença que esse modelo de negócios deva ter algum nível de sucesso fora da China também”, diz Lei Jun, fundador e CEO da Xiaomi. “Você certamente pode chamar isso de uma aceleração”, completa.

A chegada da Xiaomi ao Brasil deve ter muito a ver com Hugo Barra. O brasileiro, que ocupava um cargo alto na divisão de Android, no Google, deixou a empresa para comandar esta expansão na China.

A empresa ainda é nova, com quatro anos de existência, mas tem surpreendido com seu plano arrojado de negócios. No dia 8 de abril, a empresa vendeu arrecadou US$ 240 milhões em vendas de celulares com uma oferta pela internet. Com isso, o site já se tornou a terceira maior página de e-commerce do país.

A Xiaomi tem a meta ambiciosa de vender 100 milhões de celulares em 2015. Seu aparelho top de linha, o Mi3, é vendido por 2 mil yuans, contra 4,5 mil yuans do iPhone 5c da Apple, mesmo sem deixar a desejar em especificações. Rodando uma versão modificada do Android, o aparelho tem uma boa câmera, tela Full HD e processadores de última geração da Qualcomm e da Nvidia.

terça-feira, 22 de abril de 2014

Samsung inaugura museu com historia da inovação tecnológica

Por Leandro de Lima

The Verge
Nesta segunda-feira, dia 21 de abril, a Samsung inaugurou o "Museu de Inovação da Samsung", na Coréia do Sul, onde apresenta tecnologias que são consideradas inovadoras, como as primeiras criações elétricas de Michael Faraday, Thomas Edison e o telefone criado por Graham Bell, e apresenta também o que esta por vir no futuro da tecnologia.

A samsung é uma grande empresa, porem, devemos concordar que não é nada inovadora.

Apple II/ Reprodução
Um fato interessante sobre esse museu, é que o único produto da Apple apresentado, é o Apple II, lendário computador dos anos 1970, conhecido por alavancar a computação pessoal, o iPhone nem da as caras, e o smartphone considerado revolucionário, segundo o museu, é o Galaxy S2, fabricado pela própria Samsung.

E mais, a LG, sua concorrente direta, em momento algum é citada.

A visita ao museu é gratuita, e muito interessante para quem quer conhecer a 'historia' da tecnologia.

Fonte: Olhar Digital

terça-feira, 8 de abril de 2014

Tecnologia recarrega celular em 30 segundos

Reprodução
Quem tem smartphone já sabe: se precisa muito do aparelho, precisa levar o carregador aonde for; não à toa surgem modelos mais modestos que passam semanas ligados e até mesmo quem prometa bateria infinita. A ideia da empresa israelense StoreDot é mais modesta, mas ainda assim promissora: recarregar o aparelho rapidamente.

O que a StoreDot promete é fazer a energia voltar ao smartphone em apenas 30 segundos. A empresa mostrou a novidade hoje pela primeira vez, usando um Galaxy S4 como exemplo. O aparelho foi modificado para operar com a bateria e o carregador projetados pela empresa. A tecnologia, garante a StoreDot, possibilita milhares de ciclos de carga e descarga, prolongando consideravelmente a expectativa de vida da bateria.

Levando em conta que vários investidores da StoreDot são fabricantes asiáticas, espera-se que a tecnologia apareça no mercado. Só que isso não ocorrerá tão cedo, porque o CEO da empresa, Doron Myersdorf, disse ao The Next Web que em um ano o produto final estará pronto, com a produção em massa prevista só para 2016.


quinta-feira, 20 de março de 2014

Tecnologia promete acabar com os fios de eletricidade em casa

Divulgação
Imagine não ser obrigado a ficar parado junto à tomada esperando o celular carregar enquanto conversa com alguém, ou ter a liberdade de levar seu abajur a qualquer canto da casa sem se preocupar com a tomada. É o propõe a startup WiTricity, criadora de uma tecnologia capaz de garantir esse tipo de facilidade.

O produto em questão desenvolve um campo magnético no ambiente, espalhando a eletricidade que está ligada a uma fonte ressonadora: uma bobina de fio elétrico.

Quando outra bobina é colocada próxima àquela, cria-se o campo magnético e os aparelhos eletrônicos que entrarem nesse espaço passam a ser alimentados. Não há riscos às pessoas porque o campo é o mesmo utilizado por roteadores Wi-Fi.

Seria possível usar a tecnologia em celulares, laptops, tablets, controles de televisão (e na própria TV) e uma série de outras coisas comuns, como lâmpadas. Para isso, basta anexar uma bobina às baterias.

Outra possibilidade está no carros, que podem ser carregados dessa forma. Indo mais longe, dá para construir uma estrada cheia de ressonadores e assim os carros elétricos sequer precisariam de baterias, pois seriam alimentados conforme trafegam.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Em vídeo, Netflix tira sarro de tecnologia da Amazon

Serviço de streaming de vídeos brincou com o sistema de entrega por drones feito pela Amazon. Veja o vídeo

Reprodução
A Netflix, serviço de streaming de vídeos, divulgou recentemente filme tirando sarro da tecnologia de entrega por drones da Amazon.

Intitulado por “Drone 2 home”, o vídeo conta com Hank Breeggemann, gerente-geral da divisão de DVDs da Netflix, apresentando um sistema de entrega à domicílio similar ao que a Amazon está testando.

No entanto, em um tom humorístico, os pequenos “drones” – veículos aéreos controlados remotamente – aparecem, na verdade, perseguindo os clientes da empresa. 

O filme foi realizado menos de um mês após a Amazon anunciar que está desenvolvendo um serviço de streaming de TV, o qual contará, também, com programações ao vivo. A ideia da empresa é oferecer programas de televisão e filmes gratuitamente aos clientes associados ao serviço premium de envio da Amazon Prime.

Com mais de um minuto de duração, o vídeo do site chega a explodir uma encomenda, além de aparecer em momentos inusitados, como, por exemplo, enquanto um homem utiliza o banheiro.

O sistema de entrega por drones da Amazon passa por fase de testes e a expectativa é que seja lançada em 2015. O objetivo da companhia é realizar as entregas em trinta minutos. Essa, também, é uma das brincadeiras que a Netflix faz com a concorrente.

Assista, a seguir, o vídeo:



Matéria publicada em http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/em-video-netflix-tira-sarro-de-tecnologia-da-amazon

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Nova tecnologia permite envio de dados por "assobio"

Novidade facilita troca de informações entre dispositivos com diferentes sistemas operacionais - como Android e iOS

Reprodução
A startup carioca NearBytes desenvolveu uma tecnologia com uma propriedade inusitada: a transmissão de dados por "assobio".

Com velocidade de 800 bits por segundo, a transmissão pode ser feita entre dispositivos com sistema operacional Android e iOs, uma das grandes vantagens em relação a tecnologias com a mesma finalidade - como a NFC (Near Field Comunication), que permite a troca de dados entre gadgets (mas não está disponível para iPhones, por exemplo). 

No caso da ferramenta, o "assobio" é uma onda sonora de alta frequência emitida pelo alto-falante de um aparelho e reinterpretada por outro dispositivo receptor habilitado.

No site da NearBytes, é possível baixar o app e plugin que habilitam smartphones e PCs, respectivamente, a interpretar "assobios". Patenteada, a nova tecnologia funciona entre aparelhos que estão a até 10 centímetros de distância. Segundo os desenvolvedores, o curto espaço é uma medida de segurança.

Capacidade

Filmes, músicas e outros arquivos de grande porte não são enviáveis pela tecnologia. Mas ela é útil para troca de dados menores - como comandos e arquivos de texto.

"Já é possível, por exemplo, enviar os dados de um cartão de visitas por som em um segundo", afirma Marcelo Ramos, chefe de tecnologia da NearBytes.

Aplicações

Segundo Ramos, cerca de 600 desenvolvedores na Austrália, Canadá, Taiwan e outros países trabalham criando aplicações para a nova tecnologia. Entre elas, estão a capacidade de acender uma lâmpada ou abrir uma porta por meio do som.

Além disso, a NearBytes aposta que sua criação pode ser útil também em setores como pagamentos móveis e codificação de senhas. Assim, a empresa trabalha para a popularização da tecnologia.

De acordo com Ramos, a NearBytes não pretende desenvolver aplicações com sua criação, mas apoiar iniciativas que façam uso licenciado da novidade. Atualmente, a empresa desenvolve uma versão para Windows Phone da nova tecnologia .

Assista aqui a vídeo da NearBytes sobre sua criação:

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Apple trabalha em tecnologia capaz de analisar sangue dos usuários

Reprodução
Não é só o Google que tenta entrar na área da tecnologia vestível para monitoramento da saúde, com suas lentes de contato inteligentes. Uma rival de peso também estaria prestes a concorrer nesta área e o nome desta empresa é Apple, que está contratando especialistas em tecnologia médica para supostamente aplicar seus conhecimentos no tão especulado "iWatch", o relógio de pulso inteligente.

Para avançar neste campo, foram contratados Nancy Dougherty, de uma startup chamada Sano Intelligente, e Ravi Narasimhan, de uma empresa chamada Vital Connect, que produz dispositivos médicos.

Nancy Dougherty era responsável por um produto ainda não lançado em sua antiga empregadora, capaz de analisar o sangue do seu usuário, sem precisar espetar uma agulha. Trata-se de uma espécie de adesivo áspero, que lê os níveis de glicose nos vasos sangúineos e pode ser muito útil para pessoas com diabetes que não pretendem furar seu dedo múltiplas vezes ao dia.

Comparando com a proposta do Google de implantar uma tecnologia semelhante no olho do usuário com a lente de contato inteligente, a Apple deve sair na frente. Isso porque provavelmente a implantação de um hardware no olho de uma pessoa deve requerer muitas regulamentações, o que não deve sair rápido.

Já Narasimhan gerenciava equipes que desenvolviam biosensores, capazes de contar o número de passos do usuário, medir temperatura da pele e taxa de respiração e seria capaz de detectar quedas. A tecnologia seria útil para alertar familiares de pessoas idosas e também chamar ambulância automaticamente em caso de emergência.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Facebook ajudará no código de reconhecimento facial dos EUA

Companhias que usam a tecnologia ajudarão a escrever as regras de como podem ser usadas as imagens e perfis online

Reprodução
A Facebook Inc., a Walmart Stores Inc. e outras companhias que planejam utilizar escâneres de reconhecimento facial para segurança ou para passos adaptados de vendas especializadas ajudarão a escrever as regras de como podem ser usadas as imagens e perfis online.

O Departamento Americano de Comércio começará a reunir-se com a indústria e com defensores da privacidade em fevereiro para esboçar um código voluntário de conduta para usar os produtos de reconhecimento facial, segundo um aviso público. O esboço estará pronto até junho.

“Somos muito céticos em relação a esmagar a tecnologia ainda no berço”, disse Mallory Duncan, vice-presidente sênior da National Retail Federation Inc. (NRF), sediada em Washington, em entrevista por telefone. “Não é uma boa ideia desenvolver códigos ou leis que congelam a tecnologia antes de podermos determinar o que ela pode conseguir”.

No Reino Unido, a Tesco Plc instalará tecnologia de escâneres de rosto nos seus postos de gasolina para determinar a idade e o gênero dos consumidores e poder transmitir-lhes anúncios especializados nas telas dos caixas. Os varejistas poderiam comparar as imagens dos clientes tomadas por câmeras de segurança com bancos de dados fotográficos da polícia.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Fusão entre Apple e Microsoft pode acontecer em 2018, diz analista

Na opinião de Keith Fitz-Gerald, Apple e Microsoft podem trabalhar juntas ou virar uma só empresa

Reprodução/Wikipedia
Analista da Money Map Press e comentarista eventual do programa Fox Business, Keith Fitz-Gerald gerou risadas e até polêmica por conta de comentários recentes no telejornal. De acordo com ele (e apenas ele, já que nenhuma fonte oficial opinou sobre o caso), as rivais Apple e Microsoft serão uma só empresa em até dez anos, sendo que a união pode começar a partir de 2018.

Segundo ele, a tecnologia atualmente é o lugar certo para investir dinheiro, especialmente por conta de uma operação "impensável, mas absolutamente possível" que acontecerá nos próximos anos: trabalhos em parceria entre as empresas de Bill Gates e do já falecido Steve Jobs que acarretariam em uma fusão entre as companhias.

Nem o âncora parece acreditar na teoria de Fitz-Gerald, citando um argumento matador desde o princípio: o governo norte-americano jamais aprovaria essa megafusão de duas das maiores companhias da área de tecnologia, já que isso seria configurado como monopólio.

O argumento de Fitz-Gerald é que elas terão que lutar contra outros rivais poderosos, como Facebook e Google ou Android. Vale ressaltar que isso tudo é pura especulação, mas o rapaz parece convicto ao analisar os lançamentos e metas de ambas as companhias. O comentarista diz que um dos motivos que o levou a pensar nisso é como até os televisores de hoje em dia vêm carregados de aplicativos sociais: tudo está conectado hoje em dia, não importa a marca.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Espionagem: gigantes da internet pressionam Obama por nova legislação

757 Live/Flickr.com
Microsoft, Google, Apple, Facebook, LinkedIn, Yahoo!, AOL, Twitter: oito gigantes da internet pediram nesta segunda-feira ao presidente Barack Obama que limite as práticas de vigilância, depois que revelações do ex-consultor da NSA Edward Snowden abalaram seriamente a confiança dos usuários.

"Nós compreendemos que os governos têm o dever de proteger seus cidadãos. Mas as revelações deste verão (hemisfério norte) demonstram a necessidade urgente de reformar as práticas de vigilância dos governos em escala mundial", afirmam em uma carta aberta ao presidente dos Estados Unidos e aos membros do Congresso publicada em um site 'ad hoc'.

As escandalosas revelações do ex-consultor da Agência de Segurança Nacional (NSA) americana destacaram o alcance do PRISM, programa secreto de vigilância que envolve milhões de comunicações eletrônicas em todo o mundo.

Snowden também divulgou evidências de que a NSA poderia decodificar certos sistemas de comunicação criptografados, um procedimento no qual se baseiam várias soluções de segurança informática.

"Estamos focados na segurança dos dados de nossos usuários, utilizando as últimas tecnologias de criptografia para evitar qualquer vigilância não autorizada de nossas redes" e passando por uma peneira os pedidos do governo de dados dos usuários "para garantir que sejam legais e sensatos a respeito de seu alcance", destacam as empresas.

"O equilíbrio em muitos países oscila de forma excessiva a favor do Estado em detrimento dos direitos individuais, direitos que estão inscritos em nossa Constituição. Isto afeta as liberdades que tanto queremos. É hora de mudar", acrescentam.

Restaurar a confiança

Na semana passada, a Microsoft anunciou que adotaria a criptografia para os dados trocados em suas redes informáticas, motivada por "sérias preocupações" a respeito da vigilância do governo americano, seguindo os passos de Google, Yahoo! e inclusive do Twitter, que aumentou no fim de novembro o nível de segurança para dificultar as tentativas de espionagem.

"As pessoas não querem utilizar uma tecnologia na qual não confiam. Os governos colocaram em perigo esta confiança e os governos devem restaurá-la", afirma Brad Smith, vice-presidente executivo da Microsoft, citado na carta publicada no endereço http://reformgovernmentsurveillance.com.

Os oito signatários "pedem ao Congresso americano que mudem as leis de vigilância, com o objetivo de garantir a transparência e a responsabilidade que envolve as ações do governo", nas palavras de Marissa Mayer, presidente do Yahoo!.

Os grupos exigem do governo americano "autorização para publicar o nome e o tipo de solicitações relacionadas com informações dos usuários", assim como "restringir sua vigilância a usuários específicos, com base em ações legais, e que não obtenham informação a granel de dados de comunicações".

Também acreditam que na busca de informações, as agências de segurança "devem atuar em um marco legal claro" e que devem fazer o possível para evitar os "conflitos" entre países, estabelecendo, por exemplo, um tratado de assistência judicial mútua durante a demanda de informações entre diferentes jurisdições.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Samsung Elec diz que venda de relógio inteligente soma 800 mil em 2 meses

Galaxy Gear, novo relógio inteligente da Samsung
Reuters
A Samsung Electronics Co disse nesta terça-feira que o seu Galaxy Gear tornou-se o relógio inteligente mais popular do mundo, com vendas chegando a 800 mil desde a sua estreia, há dois meses, desafiando algumas preocupações de mercado de que o aparelho pudesse ser um fracasso devido à falta de recursos interessantes.

A empresa sul-coreana disse que as vendas do Gear foram melhores do que as suas próprias expectativas e que iria expandir as promoções para o dispositivo vestível na temporada crucial de férias de fim de ano.

A Samsung tem investido recursos de marketing no smartwatch Gear com propagandas pesadas e colaborações em desfiles de moda para aproveitar a liderança no mercado de computadores vestíveis, depois que o dispositivo teve um começo difícil por ter sido gravemente criticado.

O conhecido crítico de tecnologia David Pogue, que recentemente deixou o New York Times para iniciar um novo website no Yahoo, descreveu seu design como "inconsistente e frustrante" e não recomenda ninguém a comprá-lo.

O produto marca a mais recente tentativa da Samsung para provar que é mais do que apenas um seguidor rápido em inovação atrás da Apple Inc. Analistas e a imprensa especulam que a empresa com sede na Califórnia esteja trabalhando em um dispositivo de tecnologia vestível.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Computador quântico é nova arma secreta do império Google

O Google vem testando um computador quântico em conjunto com a NASA, fazendo-o competir contra máquinas convencionais

Divulgação
Já se sabia, desde maio, que o Google e a NASA compartilham um computador quântico D-Wave instalado no Centro de Pesquisas Ames, na Califórnia. Uma reportagem da revista Wired dá algumas pistas do que se passa nesse laboratório.

Tanto o Google como a NASA ainda estão tentando descobrir que aplicações podem rodar melhor no D-Wave do que nas máquinas convencionais. “Montamos dois times, azul e vermelho, que competem um contra o outro”, disse à Wired Jason Freidenfelds, um dos responsáveis pelo projeto do Google.

“O time azul propõe problemas que se acredita serem mais adequados ao computador quântico. O time vermelho refina os algoritmos clássicos para que resolvam os mesmos problemas mais rapidamente”, prossegue. A ideia é identificar que tipo de aplicação funciona melhor na máquina quântica. Ela poderá, então, ser incorporada ao arsenal de tecnologias usadas pelo Google.

A NASA também está no processo de descobrir usos para o D-Wave. Rupak Biswas, diretor de exploração tecnológica do Ames, disse à Wired que a agência espacial vem rodando simulações na máquina.

As aplicações que a NASA vislumbra incluem distribuir tarefas a supercomputadores numa rede, coordenar dados vindo de múltiplas fontes no espaço e agendar operações em satélites, espaçonaves e veículos robóticos de exploração no estilo do Curiosity.

domingo, 10 de novembro de 2013

Como deixar seu cachorro ocupado o dia todo.

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Leitor de impressão digital cerebral será adotado pela polícia de Cingapura

Reprodução
Vista por céticos como o polígrafo do século 21, a análise de impressão digital cerebral será adotada em Cingapura para ajudar na investigação de crimes cometidos no país. A empresa Government Works firmou contrato para fornecer treinamento e tecnologia à SPF (Força Policial de Cingapura).

A técnica foi criada há mais de dez anos pelo norte-americano Lawrence Farwell e segue a mesma premissa que o detector de mentiras: o suspeito é posto de frente com algo relacionado a um crime e, de acordo com suas reações, é percebido se ele tem algo a ver com aquilo.

A diferença é que, enquanto o polígrafo se apóia em abalos físicos - suor, batimento cardíaco, movimentação dos olhos etc. -, a criação de Farwell analisa alterações neurais. Se um criminoso é exposto a uma cena do crime que só ele conhece, o cérebro emite um alerta curtíssimo que o delataria: algo entre 300 e 500 milésimos de segundo.

A técnica atual identifica abalos à velocidade de 1,2 mil milésimos de segundo. "A Força Policial de Cingapura planeja usar essa tecnologia principalmente em áreas pertinentes para combater o terrorismo", informou Krishna Ika, presidente e CEO da Government Works.

Há algumas críticas em relação à técnica, sendo a principal delas o fato de que o suspeito teria de cooperar: caso não queira, basta fechar os olhos. Além disso, às vezes a evidência de participação pode ser subjetiva demais, pois uma pessoa qualquer pode ter morado no local do crime ou passado por ele e, por isso, não estar envolvida mas sentir abalos neurais. Os investigadores também precisariam ter informações muito específicas para enquadrar o suspeito.

Ainda assim, Ika garante que a impressão digital cerebral obteve 99% de precisão em casos que envolviam extração de informações específicas para fabricação de bombas ou sobre treinamentos de grupos terroristas.