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segunda-feira, 2 de junho de 2014

Google quer rede de satélites para ampliar acesso à internet

O grupo planeja gastar mais de 1 bilhão de dólares em sua frota de satélites para levar acesso à internet a locais isolados do planeta, segundo jornal

Francois Lenoir/Reuters
O grupo americano Google planeja gastar mais de 1 bilhão de dólares em sua frota de satélites para levar acesso à internet a locais isolados do planeta, informou neste domingo o The Wall Street Journal.

O projeto, cujos detalhes ainda precisam ser fechados, começará com 180 pequenos satélites em órbita a altitudes mais baixas que os satélites comuns e pode ser ampliado mais tarde, indicaram fontes ligadas à empresa.

Em função da rede mobilizada, o custo oscilará entre 1 bilhão e mais de 3 bilhões de dólares.

O Google já realizou testes no passado para um projeto chamado "Loon", no qual a internet era levada a zonas remotas mediante balões, que serviam como transmissores.

O gigante da internet anunciou em abril a compra, por um valor que não foi divulgado, da Titan Aerospac, fabricante de Drones (aeronaves controladas à distância).

Ela fabricou protótipos que funcionam com energia solar e podem permanecer durante cinco anos a 20 quilômetros de altitude. Além disso, podem cumprir com a maioria das tarefas que até agora ficam a cargo dos satélites geoestacionários, mas são menos onerosos.

"Ainda é cedo, mas os satélites atmosféricos podem ajudar a levar acesso à internet a milhões de pessoas", havia comentado um porta-voz do Google.

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Sistema do Google dá inteligência a drone

Reprodução
O Google pode estar perto de apresentar um tablet baseado no Project Tango, mas quem já tem um smartphone com a tecnologia está trabalhando para expandi-la.

É o caso de um grupo de pesquisadores da Universidade da Pensilvânia que acoplou o aparelho a um drone, tornando-o mais inteligente.

O Tango consiste em um esquema de mapeamento de interiores que faz com que o smartphone (e, em breve, um tablet) consiga se localizar dentro de uma sala, quarto etc. Isso, no drone, ajudou o aparelho voador a saber exatamente em que ponto estava.



No vídeo acima, divulgado pelo TechCrunch, é possível ver primeiro o drone usando os dados do Tango, sem sensores externos, para manter sua posição no espaço - mesmo quando é forçado a se locomover, ele retorna.

Depois, os pesquisadores usam um laptop para indicar novas localizações, mas sem dizer “vá do ponto A ao ponto B”. Eles simplesmente indicam aonde o drone deveria ir e o aparelho usa seus conhecimentos com base no mapeamento feito com o Tango para descobrir o caminho.

Matéria publicada em http://olhardigital.uol.com.br/noticia/42166/42166

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Google compra fabricante de drones cobiçada pelo Facebook

Divulgação
O Google anunciou nesta segunda-feira a compra da Titan Aerospace, empresa que produz drones capazes de atingir altitudes elevadas. A empresa, capaz de criar aeronaves não-tripuladas movidas a energia solar, deve se juntar aos esforços do Google em captação de imagens aéreas e distribuição de sinal de internet para locais remotos.

Os valores envolvidos na negociação não foram revelados, mas imagina-se que tenha sido uma passada de perna no Facebook. Recentemente foi especulado que a rede social planejava comprar esta mesma empresa para fazer parte de seu projeto de levar internet para locais pobres.

O plano da companhia de Mark Zuckerberg já foi oficializado, mas não deve ter a participação da Titan. O Facebook já adquiriu uma empresa britânica chamada Ascenta, que também cria veículos aéreos não-tripulados movidos por energia solar pelo valor de US$ 20 milhões.

Segundo o Wall Street Journal, os cerca de 20 funcionários da Titan continuarão trabalhando no Novo México sob o comando do CEO Vern Raburn, que ocupou altos cargos na Symantec e Microsoft.

Como já dito, a equipe se unirá ao Project Loon, que desenvolve balões adaptados para altitudes elevadas para distribuição de sinal de internet. Possivelmente com a chegada da Titan, o projeto terá uma tecnologia mais refinada.

A publicação cita também que a Titan pode se envolver com outro projeto do Google chamado Makani, que desenvolve uma turbina de vento aérea que poderá gerar energia de forma mais eficiente. O foco da equipe será o design avançado de matérias para veículos voadores leves e a criação de algoritmos para previsão de vento e planejamento de voo.

Outro salto que a Titan pode dar para o Google é no Maps. A empresa criadora dos drones diz que seus dispositivos são capazes de coletar imagens em tempo real e em alta resolução do solo. Em comunicado, o Google diz que “os veículos também poderiam ajudar em alívios de desastres ou evitar desmatamento”.

Curiosamente, a Titan ainda não possui nenhum produto no mercado. Segundo seu site, o início das operações comerciais aconteceria apenas em 2015. Contudo, a empresa também diz que seus drones são capazes de distribuir sinal de internet com velocidade de 1 Gbps com o equipamento de comunicações adequado.

sexta-feira, 28 de março de 2014

Facebook usará laser e drones para conectar o mundo todo

Facebook mostrou seu novo time de desenvolvimento, o Connectivity Lab, que desenvolve maneiras de levar internet ao mundo todo

Reprodução
Mark Zuckerberg apresentou em um texto em seu perfil do Facebook o Connectivity Lab. Ele é uma divisão do Facebook que está desenvolvendo novas tecnologias, como drones e lasers, para levar internet ao mundo todo. O laboratório é fruto da organização criada pela rede social com outras empresas de tecnologia, a Internet.org.

O objetivo da Internet.org é levar conexão de internet para o mundo todo. Para isso, é preciso criar novas tecnologias. É exatamente essa a missão do Connectivity Lab.

“Hoje, nós estamos compartilhando alguns detalhes do que o Connectivity Lab do Facebook está fazendo para construir drones, satélites e laser para distribuir internet para todos”, escreve Zuckerberg em seu post.

Em um vídeo explicativo, Yael Maguire, membro do Connectivity Lab, dá mais detalhes sobre as novas formas de conexão que o laboratório está experimentando. Satélites orbitando que sobrevoam de tempos em tempos pontos afastados do globo terrestre seriam a solução para conectar locais longínquos. A ideia é colocar um número suficiente de satélites para que sempre haja um distribuindo rede sobre os pontos necessários.

É preciso que os satélites se comuniquem. A forma mais comum de distribuição de internet hoje é usando fibra ótica. Como é impossível distribuir cabos entre os satélites, o laboratório está desenvolvendo uma forma de comunicação usando lasers.

Para grandes cidades, com grandes demandas de conexão, Maguire fala sobre drones movidos a energia solar. A ideia é que sejam aviões não tripulados capazes de voar a uma altitude de 20.000 metros, já nas camadas mais baixas da estratosfera. A essa altitude, não existe tráfego de aviões e eles poderiam passar meses distribuindo sinal de internet dali.

As ideias soam muito futuristas. Mas o tom de Maguire é extremamente positivo e inspirador.

Veja o vídeo (em inglês):

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Uso de drones será regulamentado no Brasil

Reprodução
Até o final do ano o uso comercial ou doméstico de drones no Brasil será regulamentado, segundo informou a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil).

O órgão aplicou classificações para cada tipo de aeronave, que foram separadas entre as que pesam de 150kg em diante (classe I), de 25kg a 150kg (classe II) e de 0kg a 25kg (classe III). Também se separou as operações por altitude, voo dentro ou fora do alcance da visão, noturno, em áreas confinadas etc.

A categoria que tem regras mais flexíveis é a III, que prevê a liberação do voo à altura máxima de 120 metros. Qualquer um com treinamento do fabricante poderá operar um drone desses, contanto que as pessoas sob o local do voo sejam avisadas.

Quando a operação ocorrer em ambiente aberto, deve haver sinalização para avisar os presentes de que, estando ali, concordam com os riscos. Isso enquadra situações como manifestações; desde junho passado alguns veículos de comunicação usam drones para cobrir os eventos sem a anuência dos participantes.

Os voos precisam ocorrer a pelo menos 5km dos aeroportos e, para operar um drone longe do alcance de visão, será necessário obter licença e habilitação da Anac. Não será permitido transportar animais, pessoas ou carga perigosa.

A proposta será submetida a consulta popular para ser publicada no Diário Oficial da União ainda neste ano.

Em vídeo, Netflix tira sarro de tecnologia da Amazon

Serviço de streaming de vídeos brincou com o sistema de entrega por drones feito pela Amazon. Veja o vídeo

Reprodução
A Netflix, serviço de streaming de vídeos, divulgou recentemente filme tirando sarro da tecnologia de entrega por drones da Amazon.

Intitulado por “Drone 2 home”, o vídeo conta com Hank Breeggemann, gerente-geral da divisão de DVDs da Netflix, apresentando um sistema de entrega à domicílio similar ao que a Amazon está testando.

No entanto, em um tom humorístico, os pequenos “drones” – veículos aéreos controlados remotamente – aparecem, na verdade, perseguindo os clientes da empresa. 

O filme foi realizado menos de um mês após a Amazon anunciar que está desenvolvendo um serviço de streaming de TV, o qual contará, também, com programações ao vivo. A ideia da empresa é oferecer programas de televisão e filmes gratuitamente aos clientes associados ao serviço premium de envio da Amazon Prime.

Com mais de um minuto de duração, o vídeo do site chega a explodir uma encomenda, além de aparecer em momentos inusitados, como, por exemplo, enquanto um homem utiliza o banheiro.

O sistema de entrega por drones da Amazon passa por fase de testes e a expectativa é que seja lançada em 2015. O objetivo da companhia é realizar as entregas em trinta minutos. Essa, também, é uma das brincadeiras que a Netflix faz com a concorrente.

Assista, a seguir, o vídeo:



Matéria publicada em http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/em-video-netflix-tira-sarro-de-tecnologia-da-amazon

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Além de direção hidráulica e vidros elétricos, seu próximo carro terá um drone copiloto

Reprodução
Preso no trânsito, curioso para ver como está a situação em frente? Ou simplesmente com vontade de fazer imagens aéreas da sua próxima viagem de carro? Este veículo projetado pela montadora francesa Renault pretende resolver esses problemas – com drones copilotos.

O Kwid é um carro conceito projetado para o mercado indiano. Seu desenho conta com uma base de lançamento de drones no exterior, que dispara um quadricóptero controlável por tablet ou guiado por pontos de GPS. O motorista poderia utilizá-lo como um "companheiro de voo", capaz de realizar tarefas de reconhecimento, tirar fotos ou gravar vídeos – como os da câmera aérea de qualquer bom simulador de corrida para videogame.

Segundo os idealizadores do Kwid, a ideia era criar um projeto para um público jovem e conectado. O veículo possui formas inusitadas e cores fortes. No vídeo abaixo é possível ver mais detalhes do projeto.