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quarta-feira, 23 de abril de 2014

WhatsApp alcança 500 milhões de usuários no mundo

O WhatsApp alcançou 500 milhões de usuários de seu serviço no mundo, anunciou a empresa

Gabriel Bouys/AFP
O WhatsApp alcançou 500 milhões de usuários de seu serviço no mundo, anunciou o aplicativo de mensagens instantâneas comprado recentemente pelo Facebook.

"Graças a todos vocês, 500 milhões de pessoas no mundo agora são usuárias regulares, ativas no WhatsApp", escreveu a empresa em seu blog oficial na terça-feira.

O WhatsApp se expandiu rapidamente nos últimos meses em países como Brasil, Rússia, Índia e México.

Segundo o serviço, os usuários compartilham diariamente mais de 700 milhões de fotos e 100 milhões de vídeos.

Mark Zuckerberg, fundador e presidente do Facebook, rede social com a maior quantidade de usuários no mundo (1,2 bilhão de membros ativos), anunciou em fevereiro a compra do WhatsApp por 19 bilhões de dólares.

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Zuckerberg revela plano de dividir (o Facebook) para dominar

Em entrevista ao New York Times, Zuckerberg diz que o aplicativo móvel da rede social vai ser desmembrado em vários apps mais simples

Justin Sullivan/Getty Images
As declarações de Zuckerberg trazem uma explicação sobre por que o Facebook resolveu remover o recurso de bate-papo de seu aplicativo móvel. A notícia, divulgada na semana passada, provocou muitas reações negativas.

Dentro da estratégia apresentada por Zuckerberg, o fim das mensagens no app até faz sentido. O fundador do Facebook diz que, na tela do computador, a rede social pode ser vista como uma plataforma onde o usuário tem acesso a fotos, vídeos, jogos, aplicativos, bate-papo, notícias e diversos outros tipos de conteúdo.

Mas isso não funciona bem na telinha do smartphone. Nela, os usuários tendem a preferir aplicativos mais simples, com finalidade mais específica. Quando pensam em fotos, eles vão ao Instagram; não ao Facebook. Para bate-papo, preferem o WhatsApp.

Zuckerberg parece ter percebido isso há alguns anos. Afinal, o Facebook comprou tanto o Instagram como o WhatsApp, além de lançar seus próprios apps com funções específicas. 

É o caso do Facebook Messenger e do Paper. Este último é um app de notícias liberado no início deste ano. Ele não está, por enquanto, disponível no Brasil.

As iniciativas em aplicativos móveis do Facebook estão, agora, a cargo do chamado Creative Labs. Esse laboratório de desenvolvimento de ideias foi anunciado em janeiro, junto com o Paper. 

“O que estamos fazendo no Creative Labs é desmembrar aquele grande aplicativo azul”, diz Zuckerberg.

A menos que ele esteja blefando, o Facebook Messenger vai continuar coexistindo com o WhatsApp. Ele diz que o Messenger é um app muito bem sucedido, e que 10 bilhões de mensagens são trocadas diariamente pelos apps da empresa (ele não deixa claro se esse número inclui ou não o WhatsApp).

“O Messenger é mais para trocar frases ocasionais com os amigos. Já o WhatsApp é um substituto para o SMS”, diz ele, em referência ao serviço de torpedos das operadoras de celular.

Zuckerberg admite que pelo menos um dos apps da empresa não trouxe o resultado esperado. O Facebook Home – que assume a tela inicial do Android, transformando o smartphone num “Facephone” – não foi bem aceito pelos usuários.

“No caso do Home, a aceitação foi muito menor do que esperávamos. Era uma coisa arriscada. É muito diferente de outros apps, como Paper e Messenger. Nesses casos, você instala e, se gostar, volta a usá-los”, diz Zuckerberg.

“Já o Home é sua tela de desbloqueio. Quando você o instala, ele fica realmente ativo. Se ele faz alguma coisa de que você não gosta, você desinstala.”, completa ele.

Zuckerberg também diz que essa estratégia de desmembrar o Facebook em muitos apps vai demorar de três a cinco anos para trazer resultados financeiros para a empresa:

“A maioria dessas novas coisas que estamos fazendo não vão alterar os indicadores do nosso negócio durante muito tempo. A parte principal do Facebook é tão grande. As pessoas passam no Facebook 20% do tempo em que estão usando seus smartphones.”

“Considerando isso, apps como Messenger e Paper podem ser extremamente bem sucedidos e, ainda assim, não vão trazer impacto imediato nos negócios.”

sexta-feira, 28 de março de 2014

Facebook usará laser e drones para conectar o mundo todo

Facebook mostrou seu novo time de desenvolvimento, o Connectivity Lab, que desenvolve maneiras de levar internet ao mundo todo

Reprodução
Mark Zuckerberg apresentou em um texto em seu perfil do Facebook o Connectivity Lab. Ele é uma divisão do Facebook que está desenvolvendo novas tecnologias, como drones e lasers, para levar internet ao mundo todo. O laboratório é fruto da organização criada pela rede social com outras empresas de tecnologia, a Internet.org.

O objetivo da Internet.org é levar conexão de internet para o mundo todo. Para isso, é preciso criar novas tecnologias. É exatamente essa a missão do Connectivity Lab.

“Hoje, nós estamos compartilhando alguns detalhes do que o Connectivity Lab do Facebook está fazendo para construir drones, satélites e laser para distribuir internet para todos”, escreve Zuckerberg em seu post.

Em um vídeo explicativo, Yael Maguire, membro do Connectivity Lab, dá mais detalhes sobre as novas formas de conexão que o laboratório está experimentando. Satélites orbitando que sobrevoam de tempos em tempos pontos afastados do globo terrestre seriam a solução para conectar locais longínquos. A ideia é colocar um número suficiente de satélites para que sempre haja um distribuindo rede sobre os pontos necessários.

É preciso que os satélites se comuniquem. A forma mais comum de distribuição de internet hoje é usando fibra ótica. Como é impossível distribuir cabos entre os satélites, o laboratório está desenvolvendo uma forma de comunicação usando lasers.

Para grandes cidades, com grandes demandas de conexão, Maguire fala sobre drones movidos a energia solar. A ideia é que sejam aviões não tripulados capazes de voar a uma altitude de 20.000 metros, já nas camadas mais baixas da estratosfera. A essa altitude, não existe tráfego de aviões e eles poderiam passar meses distribuindo sinal de internet dali.

As ideias soam muito futuristas. Mas o tom de Maguire é extremamente positivo e inspirador.

Veja o vídeo (em inglês):

quarta-feira, 26 de março de 2014

Facebook já tem plano para o Oculus Rift.

Por Kim Avila

Fonte interna, diz que a empresa pretende reformular tanto o hardware, como o software.

Gamespot
Conforme anunciado ontem aqui no blog, o Facebook fez mais uma aquisição. E Zuckerberg já tem alguns planos em mente para seu novo "brinquedinho".

Segundo uma fonte do New York Times, a empresa pretende remodelar o Gadget totalmente, desde seu design até o hardware do equipamento, reinventando o logotipo e a interface do Gadget.

Essa compra e as possíveis mudanças no Gadget, demonstra a confiança do CEO do Facebook no futuro. Assim como apostou fortemente nas plataformas mobile, e foi muito bem sucedido nisso, agora ele aposta na integração vida real/vida virtual.

Palmer Luckey, se pronunciou, apostando bastante nessa nova parceria. Ele disse que esta parceria pode dar a chance que essa tecnologia nunca teve antes: "Essa é a melhor chance que a realidade virtual teve, e nunca terá outra oportunidade igual!"

Mas como nem tudo é um mar de rosas, algumas pessoas não gostaram desse negócio, como por exemplo Markus Person, presidente da Mojang Specifications,(criadora de Minecraft). O estúdio Sueco estava tentando fechar um acordo com a empresa, para desenvolverem uma versão do jogo para os óculos.

Mas com a aquisição da empresa pelo Facebook, esses planos foram cancelados. Em seu Twitter Markus disse: "Nós estávamos conversando sobre, talvés, trazer uma versão de Minecraft para os Oculus. Eu acabei de cancelar esse acordo. O Facebook me assusta" 

     We were in talks about maybe bringing a version of Minecraft to Oculus. I just cancelled that        deal. Facebook creeps me out.

     — Markus Persson (@notch) 25 março 2014


Se essa parceria será um sucesso, só o tempo pode nos dizer. Por enquanto só nos resta aguardar por novas informações sobre o assunto, e torcer para que essa parceria dê bons frutos num futuro(próximo, esperamos).

terça-feira, 25 de março de 2014

URGENTE: Facebook compra empresa do Oculus Rift

Por Leandro Lima

Mais uma surpresa do titio do Facebook, Mark Zuckerberg!

Divulgação
Ja não basta ter comprado o Whatsapp por US$ 16 bilhões, o Facebook anunciou a compra da Oculus VR, empresa responsável pelo desenvolvimento do Oculus Rift. O dispositivo de realidade virtual frequentemente é apontado como o futuro dos games e mostra que a rede social está disposta a entrar no mercado de jogos. 

O preço ? US$ 2 bilhões, divididos entre dinheiro e ações do Facebook. 

São US$ 400 milhões em dinheiro desembolsados pela empresa de Mark Zuckerberg e mais 23,1 milhões de ações da empresa. Como elas estão avaliadas atualmente em US$ 69,35, elas totalizam US$ 1,6 bilhões. 

E mais US$ 300 milhões caso algumas metas pré-estabelecidas sejam alcançadas. 

Então surge a pergunta: o que o Facebook quer com uma tecnologia que é, geralmente, associada a jogos ? 

A primeira possibilidade são, realmente os games, mas Zuckerberg não quer parar aí. 

"Depois dos jogos, faremos do Oculus uma plataforma para muitas outras experiências. Imagine-se sentar ao lado de uma quadra para assistir esportes, estudar em uma classe cheia de alunos e professores de todos os lugares do mundo ou consultar um médico rosto a rosto, apenas colocando óculos em seu rosto", diz Mark Zuckerberg, em post em seu perfil na rede social. 

Para Zuckerberg, o investimento é uma chance de "se preparar para as plataformas de amanhã". "A Oculus tem a chance de criar a plataforma mais social de todos os tempos, mudando a forma como trabalhamos, nos divertimos e comunicamos", afirma ele em comunicado. 

Mas o que é o Oculus Rift ? 

Divulgação
O Oculus Rift, é uma espécie de óculos onde o usuário entra em um ambiente 3D, e tem, por assim dizer, a visão do personagem do jogo, aumentando o nível de jogabilidade, por isso é apontado como o futuro dos games. 

Nos resta esperar para ver o que Mark Zuckerberg fará com tal tecnologia. 

Mark Zuckerberg lidera um investimento em inteligência Artificial

Por Eric Colombo

Projeto da Vicarious planeja um futuro onde máquinas inteligentes possam tomar decisões de forma independente e sem a necessidade de comer, ou dormir.

jdlasica/Flickr.com
O investimento realizado na empresa, foi de US$ 40 milhões, e já foi considerado o segundo maior investimento da história da Vicarious. Alguns dos investidores que participaram deste investimento foi, Elon Musk, CEO da Tesla Motors, Ashton Kutcher, ator e investidor, Peter Thiel, um dos primeiros investidores do Facebook e conselheiro do site, Dustin Moskovitz, co-fundador do Facebook, e Mark Zuckerberg, CEO e fundador do Facebook. No total, o grupo contou com 17 investidores, tendo Zuckerberg como principal investidor do grupo.

O objetivo do projeto, é reproduzir o cérebro humano, principalmente a região do neocortex, parte do cérebro onde se controla o corpo, compreende-se linguagens, e realiza-se cálculos matemáticos, além de fazer com que os computadores, consigam compreender, formas, objetos e texturas. Scott Phoenix, co-fundador da empresa, disse ao Wall Street Journal: "Nós dissemos aos investidores que, agora, os seres humanos estão fazendo um monte de coisas que computadores devem ser capazes de fazer”. Disse mais, “Você tem um computador que pensa como uma pessoa”, se for possível reproduzir o neocortex, teremos computadores pensando como pessoas e sem a necessidade de comer ou dormir.

O que resta para nós é aguardar ansiosamente por esse futuro promissor, em que as máquinas contribuirão para o conhecimento e as descobertas do homem, ou decadente, em que as máquinas irão escravizar os seres humanos.

Fonte: Olhar Digital e G1

sexta-feira, 21 de março de 2014

Facebook anuncia Hack, sua própria linguagem de programação

Paul Morris/Bloomberg
O Facebook quer tornar o trabalho dos desenvolvedores um pouco mais fácil. Pelo menos este é um dos argumentos que a empresa utilizou para liberar, nesta quinta-feira, a primeira versão oficial da Hack, uma nova linguagem de programação criada por seus engenheiros.

Quer dizer, nova em termos. Primeiro, porque a linguagem já vem sendo utilizada pelos principais programadores do Facebook há alguns meses. Segundo porque a Hack é baseada e compatível com o PHP. O que está acontecendo agora é a liberação pública da linguagem após um período de “amadurecimento”.

No blog do Facebook Code, seção da rede social dedicada a desenvolvedores, os engenheiros de software Julien Verlaguet e Alok Menghrajani explicam que, no início, o Facebook foi codificado prioritariamente com PHP. O problema é que, à medida que os meses passavam e a empresa se tornava maior, os códigos na linguagem tornaram-se cada vez mais difíceis de serem gerenciados.

Foi isso o que motivou a dupla a se juntar ao líder de equipe e também engenheiro Bryan O’Sullivan para criar uma linguagem capaz de combinar o ciclo de desenvolvimento rápido do PHP com o rigor de linguagens mais “formais”, por assim dizer.

O objetivo principal sempre foi o de atacar os erros. No comunicado oficial, os desenvolvedores explicam que linguagens dinâmicas, como o PHP, facilitam o desenvolvimento rápido, mas geralmente tornam a detecção de erros mais difícil, uma vez que as falhas só são percebidas quando o programa está em execução, o que é particularmente preocupante em projetos muito grandes.

Por sua vez, usando linguagens do tipo estática, como C, os desenvolvedores podem encontrar erros antes da efetiva execução do código, com a possível desvantagem de linguagens como esta não serem tão práticas quanto às mais atuais. Como consequência, o Hack foi criado para unir o melhor dos mundos.

Reprodução
Para tanto, os desenvolvedores se basearam em outra solução do Facebook, o HHVM (HipHop Virtual Machine), para compatibilizar código em PHP já existente com Hack. Não é por menos que boa parte dos arquivos em PHP que o Facebook possui já foi validada para a nova linguagem, com exceção para os códigos que possuem funções não suportadas na abordagem estática.

Ficou interessado? Você pode saber mais no site oficial da Hack. Ali é possível não só baixar os pacotes da linguagem (tudo de graça!) como também acessar tutoriais e a documentação oficial.

sexta-feira, 14 de março de 2014

#Xatiado, Zuckerberg liga para Obama e expressa sua frustração com a espionagem!

Por Kim Avila
Reprodução/Business Insider
Quando Edward Snowden vazou informações de que a NSA estava espionado tudo e todos, a grande maioria das pessoas, senão todas, que utilizam a internet, ficaram extremamente preocupadas, e irritadas com tal atitude! Se fosse possível, essas pessoas, ligariam pessoalmente para o presidente dos Estados Unidos e reclamaria diretamente a fonte! Mas como isso não é possível, muitas reclamam via Facebook!

Mark Zuckerberg, criador do Facebook, talvez representando todos seus usuários, fez isso! Ligou diretamente para Barack Obama, e fez um "desabafo" que muitos gostariam de fazer!

Em seu perfil do Facebook, Zuckerberg, postou uma explicação de como ele se sente a respeito da espionagem!

Nessa postagem, Zuckerberg, diz: "Para manter a internet forte, precisamos mante-la segura. Por isso, que no Facebook, gastamos uma boa parte de nossas energias, para fazer nossos serviços e a internet toda, cada vez mais segura. ... A internet funciona, porque, a maioria das pessoas e empresas, fazem o mesmo! Trabalhamos juntos, para criar um ambiente mais seguro, e transformar nosso espaço de compartilhamento melhor para o mundo"

Ele não revelou o conteúdo completo da conversa, mas disse “Eu liguei para o presidente Obama para expressar minha frustração sobre o dano que o governo está criando para todo o nosso futuro. Infelizmente, parece que vai levar bastante tempo para uma reforma completa e verdadeira acontecer”!

E para terminar o post, Zuckerberg, passou uma menssagem motivacional: "Cabe a nós -todos nós- contruir a internet que queremos! juntos podemos construir um espaço maior e melhor do que nós temos hoje. Estou comprometido em ver isso acontecer, e você pode contar com o Facebook para fazer sua parte!"

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Facebook compra WhatsApp por US$ 16 bilhões

Divulgação
O Facebook anunciou nesta quarta-feira uma bomba: a empresa comprou o WhatsApp, responsável pelo popular aplicativo de bate-papo em celulares, pelo valor de US$ 16 bilhões. O pagamento será dividido entre ações e dinheiro.

Os donos do WhatsApp receberão US$ 4 bilhões em dinheiro pela aquisição, além de outros US$ 12 bilhões em ações do Facebook.

Jam Koum, cofundador do WhatsApp e CEO da empresa, se tornará um executivo do Facebook. Ele também se tornará membro do quadro de diretores de seu novo empregador.

A compra é, disparada, a maior já feita pelo Facebook. Em 2012, a empresa adquiriu o Instagram por US$ 1 bilhão, mas desde então pouco fez com o serviço e até hoje não conseguiu rentabilizá-lo.

A impressão que fica sobre a fusão é que a rede social comprou o serviço para tirá-lo do mercado. O WhatsApp tem 400 milhões de usuários, competindo diretamente com o Facebook Messenger.

Inclusive, os últimos esforços da rede social foram no sentido de tornar seu app de mensagens mais competitivos com o WhatsApp, tornando-o mais agradável visualmente e adicionando a possibilidade de adicionar contatos pelo número de telefone, sem necessidade de tê-lo em sua lista de amigos da rede social.

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Zuckerberg, o criador do Facebook, postou em seu perfil na rede social a seguinte declaração:




sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Saiba como editar sua retrospectiva no Facebook

Por Eric Colombo
Reprodução
Conforme prometido ontem, o Facebook disponibilizou um editor, para que você possa modificar as fotos que serão exibidas em sua retrospectiva na rede social. 

A Look Back (Recorde Momentos) foi criada para comemorar, os 10 anos da criação da rede, fundada por Mark Zuckerberg.

Com esse recurso, é possível editar, qualquer uma das fotos de sua retrospectiva, de um modo simples, e fácil.  O editor é separado por categorias, "seus primeiros momentos", suas publicações mais curtidas", "fotos enviadas" e "grade de fotos".

Mesmo a maioria tendo se agradado do resultado final, algumas pessoas não gostaram das fotos que foram exibidas em seu vídeo, motivo esse pelo qual o titio Mark resolveu disponibilizar este recurso.

Para editar a sua retrospectiva, basta acessar esse link

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Facebook completa 10 anos; veja trajetória da empresa

Brasil atingiu um total de 76 milhões de usuários ativos mensais em 2013
Reprodução
Nesta terça-feira (4), o Facebook, uma das maiores redes sociais do mundo, comemora 10 anos de existência. 

Fundado em 2004 por Mark Zuckerberg, Eduardo Saverin, Dustin Moskovitz e Chris Hughes, o site, que antes se chamava “The Facebook”, era destinado, inicialmente, aos estudantes da Universidade de Harvard.

Poucos meses depois do lançamento, a rede social foi expandida às universidades de Stanford, Columbia e Yale. No final do ano letivo, Zuckerberg  e Moskovitz se mudaram para Palo Alto, na Califórnia, onde se juntaram a Adam D'Angelo, Sean Parker e Andrew McCollum para se dedicarem ao desenvolvimento do Facebook.

Pouco tempo depois os proprietários do site HarvardConnection, Divya Narendra, Cameron Winklevoss e Tyler Winklevoss, posteriormente chamado ConnectU, entraram com uma ação judicial contra o Facebook alegando que Zuckerberg teria utilizado ilegalmente informações pertencentes ao HarvardConnection. No entanto, a ação não procedeu e o Facebook ainda recebeu US$ 500 mil do investidor anjo e co-fundador do PayPal, Peter Thiel. No final de 2004, o site já contava com uma base de mais de 1 milhão de usuários.

No ano seguinte, o Facebook recebeu mais investimentos e comprou o domínio “facebook.com” da AboutFace por US$ 200 mil. A rede social foi repaginada e expandida para mais de 2 mil colégios e 25 mil universidades no Canadá, Reino Unido, México, Porto Rico, Ilhas Virgens Americanas, Austrália, Nova Zelândia e Irlanda.

Em 2006, o site atingiu o valor estimado de US$ 2 bilhões, novos recursos foram adicionados à plataforma e se expandiu para a Índia, Alemanha e Israel. Em setembro desde mesmo ano, Facebook deixou de ser exclusivo do mundo acadêmico e foi aberto o cadastro para todo o público.

Na metade de 2007, a rede social anunciou um plano para adicionar classificados grátis em seu website, que hoje é a fonte de renda do Facebook. Meses depois, a Microsoft comprou 1,6% da companhia por US$ 240 milhões. No ano seguinte, em uma tentativa de eliminar concorrentes, Zuckerberg fez uma oferta milionária para comprar o Twitter, que foi rejeitada pelos fundadores do microblog.

No início de 2012, o Facebook se tornou a maior rede social no Brasil e na America Latina, ultrapassando o Orkut, Tumblr, Twitter. Segundo dados da ComScore, a rede atraiu 36,1 milhões de visitantes durante o mês de dezembro de 2011, superando os 34,4 milhões registrados pela rede social do Google.

Além disso, esse foi um ano importante para o Facebook, pois suas ações foram lançadas na bolsa da Nasdaq, onde registrou 421,2 milhões em ações vendidas, e devido à grande procura, aumentou o valor de uma ação de US$ 34 para US$ 38, atingindo o máximo esperado. Em outubro, Zuckerberg informou que havia já mais de 1 bilhão de usuários ativos no Facebook.

No Brasil

Em setembro do ano passado, a empresa divulgou dados que colocavam o Brasil como o principal mercado latino-americano, com 76 milhões de usuários ativos mensais. Vale lembrar que o País é o terceiro com maior número de usuários, perdendo somente para os Estados Unidos e a Índia, com 179 milhões e 82 milhões de usuários ativos mensais respectivamente.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Mark Zuckerberg doa quase US$ 1 bilhão para caridade

Getty Images
Mark Zuckerberg, cofundador e CEO do Facebook, anunciou hoje (19) que doou 990 milhões dólares para a caridade, segundo a Business Insider. O CEO disse em seu perfil no Facebook que iria doar 18 milhões das ações de sua empresa. Sendo que cada uma vale 55 dólares, o total é de quase 1 bilhão de dólares.

O dinheiro vai para a Silicon Valley Community Foundation e para a The Breakthrough Prize In Life Science, uma premiação similar ao Nobel. Zuckerberg segue a tendência de bilionários da tecnologia que doam parte de sua fortuna regularmente, como é o caso de Bill Gates. 

Dois anos atrás, o CEO do Facebook assinou uma declaração que dizia que ele iria doar 50% de sua fortuna durante sua vida ou em caso de sua morte. Essa doação foi mais um passo em direção a essa promessa, segundo a Forbes.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Aprenda a programar com Bill Gates, Mark Zuckerberg e outros

Por Eric Colombo

Divulgação
"Programar é muito difícil", "programar não é para mim",  "isso é coisa de Nerd", "isso é algo para pessoas que não tem sequer vida social" e "é preciso ser louco para programar". Essas são apenas algumas das inúmeras expressões equivocadas sobre a arte de programar. 

Essa é a sua opinião sobre a programação? Pense novamente sobre isso... Você ainda mantém a sua opinião? Eu mesmo acreditava ser muito dificil programar, porém sempre dizia a mim mesmo, "eu vou aprender", "eu quero aprender". Continue lendo a matéria, e ao fim me diga se sua opinião permanece a mesma.

"Todas as pessoas neste País deveriam aprender a programar computadores, porque isso ensina a pensar." é com essa frase, dita por Steve Jobs, fundador da gigante e revolucionária da tecnologia Apple, que o vídeo de apresentação do projeto Code.org se inicia.

Uma equipe de grandes programadores, incluindo Bill Gates (Microsoft), Jack Dorsey (Twitter), Mark Zuckerberg (Facebook), Drew Houston (DropBox) entre outros, criaram um projeto onde o objetivo principal é, ensinar programação, sim é isso mesmo, ensinar programação. O projeto tem como objetivo não apenas ensinar programação, mas insentivar as escolas a ensinar programação aos seus alunos. No vídeo que vocês podem conferir a seguir, os fundadores e outros programadores das maiores empresas de tecnologia, contam a história de seus primeiros contatos com a programação, para se ter uma ideia, o primeiro programa que Bill Gates escreveu foi um para jogar Jogo da Velha.

Veja o vídeo.


Eu já tinha ouvido falar e comentei por aqui deste projeto, porém nunca me interessei em ler sobre, achava que o conteúdo seria apenas em inglês, mas ontem, encontrei esse mesmo vídeo no meu Feed do Facebook e resolvi ver, após assistir o vídeo, logo acessei o site do projeto, fiquei muito empolgado, resolvi que iria aprender, ao menos uma linha de código, e quando abri o site, vi que várias páginas já estão traduzidas, e outras estão em processo de tradução. Não pensei duas vezes, comecei a realizar os exercícios que vinham sempre na sequência de vídeos explicativos, no qual falava sobre a função de tal código, as possibilidades dele, e também o que deveríamos realizar na prática. É, realmente me apaixonei pelo projeto, ao concluir o primeiro nível de aprendizado, fui contemplado com um certificado simbólico de uma hora de programação, que felicidade. haha.

Ao concluir, eu vi que a programação, não é difícil, programar, é simplesmente dar ordens ao computador, e pronto, ele obedece. Zuckerberg disse no vídeo a razão pela qual aprendeu a programar, ele disse: "Aprender a programar não começou comigo tentando aprender tudo sobre Ciência da Computação ou tentanto dominar tudo sobre aquela disciplina ou qualquer coisa desse tipo. Simplesmente começou porque eu queria fazer uma coisa bem simples. Eu queria fazer uma coisa que fosse divertida para mim e para minhas irmãs. Então eu escrevi esse pequeno programa... E adicionei um pouco mais a ele... E quando precisei aprender algo novo, eu procurei informação em livros ou na internet. E acrescentei um pouco mais ainda ao programa."

Assim como os idealizadores do projeto, sempre achei que a programação deveria ser matéria básica no ensino elementar. Você sabia que 1 milhão das melhores vagas no Estados Unidos vão ficar vazias, porque apenas 10% das escolas ensinam seus estudantes a programar? E se projetarmos esses números para o mundo todo?

Está na hora do mundo aprender a programar, aprenda você também. Saiba mais sobre o mais novo Super-Poder, a programação, no site oficial do projeto code.org.

Bom, agora se você ja testou o site, me diga, ainda acredita ser impossível ou dificil muito programar? Eu mudei um pouco meu conceito, e estou amando aprender.


Fonte: Code.org

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Zuckerberg diz que EUA estragaram tudo com espionagem

O presidente do Facebook disse esperar que o governo americano torne suas decisões mais transparentes

David Paul Morris/Bloomberg
O governo dos Estados Unidos “realmente estragou tudo” realizando programas de vigilância que aborreceram líderes estrangeiros e céticos locais, disse o presidente da Facebook, Mark Zuckerberg, em uma entrevista à TV.

“Eles continuam estragando tudo de certa forma. Eu espero que se tornem mais transparentes”, disse Zuckerberg, de 29 anos, em uma entrevista ao programa “This Week” da ABC, transmitida em 23 de novembro.

“Essas coisas sempre estão em equilíbrio, sobre fazer as coisas certas e também ser claro e contar às pessoas sobre o que se está fazendo”.

A Agência Nacional de Segurança (NSA) está enfrentando questionamentos no Congresso e no exterior devido às revelações de que espionou líderes estrangeiros, grampeou cabos de fibra ótica no exterior e reuniu e-mails e registros telefônicos de americanos inocentes.

A maioria das revelações foi exposta por Edward Snowden, o ex-contratado da NSA que continua na Rússia sob asilo temporário.

Zuckerberg, cuja companhia de redes sociais sediada em Menlo Park, Califórnia, realizou sua abertura de capital em maio de 2012, investiu boa parte dos últimos doze meses envolvendo-se em questões políticas, desde a educação em Nova Jersey até o desenvolvimento de infraestrutura na África.

Em abril, ele anunciou a formação de um grupo de advocacia chamado FWD.us para fazer lobby por mudanças na política imigratória dos EUA, maiores padrões acadêmicos e investimentos na pesquisa científica.

“O futuro da nossa economia é uma economia de conhecimentos, o que significa que trazer as pessoas mais talentosas para este país é a coisa mais importante que podemos fazer para garantir que as companhias de amanhã sejam fundadas aqui”, disse Zuckerberg, cuja fortuna estimada de US$ 22,6 bilhões o coloca no 32° lugar no Índice de Bilionários da Bloomberg dos indivíduos mais ricos do mundo, na entrevista à ABC.

Concepções erradas sobre os não documentados

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Facebook revela redução de interesse de adolescentes pelo serviço

Reprodução
A maioria dos números do Facebook não para de crescer, mas há uma estatística que incomoda executivos e acionistas: o engajamento dos adolescentes. Pela primeira vez, o Facebook admitiu que há, sim, uma leve queda no interesse dos jovens pela rede social.

Segundo o diretor financeiro da empresa, David Ebersman, respondendo a questionamentos de acionistas, o acesso diário ao site tem diminuído.

"Nossas análises mostram que o engajamento entre adolescentes nos Estados Unidos se manteve estável no último trimestre, mas vimos uma diminuição de usuários diários, principalmente entre adolescentes mais novos", declarou ele.

Contudo, ele também notou que a rede social não possui métricas exatas para medir a atividade dos membros mais jovens da rede, já que eles costumam mentir sobre suas próprias idades. Contudo, a empresa tenta oferecer os dados mais precisos com as estatísticas que já possui.

A informação desmente as declarações de Mark Zuckerberg de que o apelo da rede social com jovens não havia se perdido. A impressão que fica é de que cada vez mais os jovens consideram o Facebook uma rede para pessoas mais velhas.

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Facebook está interessado em comprar BlackBerry, diz jornal

The Wall Street Journal informa que executivos da BlackBerry e do Facebook já estão conversando sobre o assunto

Facebook está interessado em comprar BlackBerry, diz jornal
Target HD
Ao que tudo indica, a disputa pela compra da BlackBerry acaba de ganhar mais um integrante: o Facebook. De acordo com o site do The Wall Street Journal, a empresa de Mark Zuckerberg já está em contato com os executivos da companhia de aparelhos móveis para fazer um lance inicial.

Segundo a página do jornal, representantes de ambas as companhias não foram encontrados para comentar sobre o assunto. Entretanto, a reunião pode dar mais força à ideia de que o Facebook tem planos de desenvolver o seu próprio smartphone.

Com a compra da BlackBerry, o Facebook abriria mão de parcerias para ver esse projeto se tornar realidade, além de levar a sua rede social a um número ainda maior de aparelhos.

Vale lembrar que, além do Facebook, há indícios de que empresas como Samsung e Google também tenham interesse na BlackBerry. A ideia, segundo o The Wall Street Journal, é que a venda seja feita até novembro deste ano.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Zuckerberg é o CEO mais bem pago dos EUA

Pesquisa conduzida pela GMI Ratings afirma que o fundador do Facebook embolsou US$ 2,27 bilhões em 2012; Tim Cook, da Apple, aparece em quinto lugar na lista publicada

Zuckerberg é o CEO mais bem pago dos EUA
Reprodução/Diariodocentrodomundo
Um relatório publicado nesta semana pela companhia GMI Ratings afirma que Mark Zuckerberg é o diretor norte-americano mais bem pago da atualidade. O fundador do Facebook bateu um novo recorde em 2012 – o valor de seu pacote de ações ficou em evidência: US$ 2,27 bilhões entraram para os bolsos do dono da rede social mais popular do momento (o salário de Zuckerberg é de US$ 503 mil e seu bônus fica em US$ 266 mil).

A pesquisa veiculada pela GMI Ratings levou em conta 2.259 empresas de capital aberto da América do Norte e mais de 2.250 diretores foram avaliados pelos pesquisadores. A segunda posição no ranking dos executivos estadunidenses melhores pagos ficou com Richard Kinder, da Kinder Morgan: um salário de US$ 1 milhão, mais ações avaliadas em mais de US$ 1,1 bilhão, entraram para a conta do CEO.

As posições seguintes contam com valores “mais modestos”: Mel Karmazin, CEO da Sirius XM Radio, recebeu uma compensação total de 255 milhões. A quarta posição é de Gregory Maffei, com US$ 254 milhões, da Liberty Media, seguido de Tim Cook (US$ 143 milhões), da Apple.

Você pode consultar a lista dos 10 executivos mais bem pagos da América do Norte clicando aqui (veja, na tabela exibida pelo site da GMI Ratings e da esquerda para a direita, o nome da companhia, o nome do CEO e o total das compensações acumuladas por cada um dos diretores).

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Zuckerberg e Kutcher investem em startup de educação

A startup norte-americana Panorama Education recebeu uma rodada de investimento no valor de 4 milhões de dólares

Mark Zuckerberg , do Facebook
David Paul Morris/Bloomberg
A startup norte-americana Panorama Education recebeu hoje um investimento de 4 milhões de dólares de um grupo de investidores, entre eles, Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, por meio da sua fundação Startup:Education.

A SoftTechVC, Google Ventures, a Universidade de Yale e a A-Grade Investments, do ator Ashton Kutcher, também participaram do aporte.

A startup é especializada na administração de pesquisas de qualidade sobre escolas de ensino médio e fundamental. Os dados coletados ajudam professores e diretores a melhorar o sistema educacional. 

Fundada em 2010, pelos empreendedores Aaron Feuer, David Carel e Xan Tanner, a sede da empresa fica em Boston, nos Estados Unidos.

De acordo com matéria do site TechCrunch, a startup conta com cerca de 4 mil escolas e pretende expandir para outros países.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Bill Gates e Zuckerberg ensinam programação de graça na web

Grandes nomes da tecnologia, como os fundadores da Microsoft e Facebook, querem ensinar programação para mais de 10 milhões de pessoas.

Bill Gates
REUTERS/Yuri Gripas
Grandes nomes da tecnologia estão se unindo com o objetivo de levar a programação para o maior número possível de pessoas mundo afora. Sob a chancela da Code.org, organização não governamental, Bill Gates e Mark Zuckerberg, por exemplo, darão aulas sobre o assunto durante a campanha “Hour of Code”, que acontecerá entre os dias 9 e 15 de dezembro.

A iniciativa, que será realizada em âmbito mundial, irá acontecer durante a Semana da Educação da Ciência da Computação e quer atingir até 10 milhões de pessoas. As aulas estarão disponíveis na internet e poderão ser completadas em smartphones ou até mesmo off-line. 

De acordo com a entidade, as aulas foram desenhadas de modo que cada pessoa aprenda no seu ritmo e não exige que se tenha qualquer experiência prévia com o assunto.

Uma das aulas introdutórias, por exemplo, irá ensinar como se desenvolve cartões animados, enquanto outra mostrará os princípios básicos da programação através de quebra-cabeças.

Segundo a Code.org, o número de vagas na área da tecnologia está aumentando num ritmo três vezes maior que a quantidade de alunos formados em Ciência da Computação. Se o passo continuar o mesmo, a expectativa é que existam um milhão de vagas ociosas até 2020 apenas nos Estados Unidos.

Tendo em vista a defasagem na relação entre o crescimento deste mercado e o número de pessoas aptas a atuarem nele, surgiu a Code.org. Hoje, a entidade que quer tornar a programação mais acessível em escolas nos EUA recebe o apoio de praticamente todas as grandes empresas do setor, como Apple, Google, Microsoft, Facebook e Amazon.

Interessados em participar podem se cadastrar no site do evento, que acontece neste período para celebrar o aniversário de uma das pessoas mais importantes da história da tecnologia, Grace Hopper. Oficial da Marinha, Grace foi a responsável pela criação da linguagem Flow-Matic que, anos depois, inspirou a criação da COBOL (Common Business Oriented Language).

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Facebook lança projeto para tornar internet mais barata

Mark Zuckerberg selecionou Samsung, Qualcomm e quatro outras companhias para levar a Internet a pessoas no mundo que não podem pagar por ela

Mark Zuckerberg, CEO do Facebook

O presidente-executivo da rede social Facebook, Mark Zuckerberg, selecionou Samsung, Qualcomm e quatro outras companhias para um projeto que tem como objetivo levar a internet a pessoas no mundo que não podem pagar por ela, refletindo esforços promovidos pelo Google e outros grupos.

O projeto é chamado internet.org e será lançado nesta quarta-feira. Ele tem como objetivo permitir que mais 5 bilhões de pessoas sem acesso atualmente à rede mundial de computadores fiquem online, disse Zuckerberg.

"O objetivo do internet.org é tornar o acesso à internet disponível a dois terços do mundo que hoje não está conectado", disse ele.

Outros participantes do projeto incluem Ericsson, MediaTek, Nokia e Opera Software.

A parceria vai desenvolver celulares inteligentes de baixo custo e de alta qualidade e levar acesso à internet em comunidades ainda não atendidas, disse o Facebook.

O Google anunciou em junho que lançou uma pequena rede de balões sobre o Hemisfério Sul em um experimento que espera levar acesso à internet de forma confiável às regiões mais remotas do mundo.

O piloto, chamado Project Loon, foi lançado em junho na Nova Zelândia. Os equipamentos funcionam com energia solar e são sustentados por balões de alta altitude, 20 quilômetros, ou duas vezes mais alto que rotas percorridas por aviões, disse o Google.