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quinta-feira, 22 de maio de 2014

Foto revela tentativa frustrada de relógio da Apple nos anos 80

Reprodução
Hartmut Esslinger, designer da Apple na década de 1980, publicou esta semana o livro "Keep it Simple", que remete à época em que trabalhava para a maçã. Nele, há fotos e desenhos dos produtos que ajudou a desenvolver, entre eles um relógio com teclas (foto acima) que nunca foi lançado.

A tecnologia de 30 anos atrás não permitia telas sensíveis ao toque, então a ideia foi criar o dispositivo com 12 botões, para números de 0 a 9, asterisco e sustenido (#). O relógio, rejeitado por Steve Jobs, viria acompanhado de um headset que incluía microfone e fone de ouvido.

Outro protótipo revelado no livro é um conceito de computador portátil (para a época) no formato de uma maleta, que se desdobrava em monitor, teclado, telefone e impressora. Tanto o computador quanto o relógio seguiam o design "Branca de Neve", utilizado pela Apple nas décadas de 80 e 90.

Reprodução
Esslinger deixou a Apple para acompanhar Steve Jobs quando este foi demitido da empresa que criou e fundou a NeXT, em 1985. Onze anos depois, no retorno de Jobs à Apple, o designer decidiu montar sua própria empresa, a Frog, à qual se dedica até hoje. Seu livro com imagens e explicações sobre o desenho dos produtos durante o tempo que passou na Apple pode ser comprado neste link.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Aprenda a programar com Bill Gates, Mark Zuckerberg e outros

Por Eric Colombo

Divulgação
"Programar é muito difícil", "programar não é para mim",  "isso é coisa de Nerd", "isso é algo para pessoas que não tem sequer vida social" e "é preciso ser louco para programar". Essas são apenas algumas das inúmeras expressões equivocadas sobre a arte de programar. 

Essa é a sua opinião sobre a programação? Pense novamente sobre isso... Você ainda mantém a sua opinião? Eu mesmo acreditava ser muito dificil programar, porém sempre dizia a mim mesmo, "eu vou aprender", "eu quero aprender". Continue lendo a matéria, e ao fim me diga se sua opinião permanece a mesma.

"Todas as pessoas neste País deveriam aprender a programar computadores, porque isso ensina a pensar." é com essa frase, dita por Steve Jobs, fundador da gigante e revolucionária da tecnologia Apple, que o vídeo de apresentação do projeto Code.org se inicia.

Uma equipe de grandes programadores, incluindo Bill Gates (Microsoft), Jack Dorsey (Twitter), Mark Zuckerberg (Facebook), Drew Houston (DropBox) entre outros, criaram um projeto onde o objetivo principal é, ensinar programação, sim é isso mesmo, ensinar programação. O projeto tem como objetivo não apenas ensinar programação, mas insentivar as escolas a ensinar programação aos seus alunos. No vídeo que vocês podem conferir a seguir, os fundadores e outros programadores das maiores empresas de tecnologia, contam a história de seus primeiros contatos com a programação, para se ter uma ideia, o primeiro programa que Bill Gates escreveu foi um para jogar Jogo da Velha.

Veja o vídeo.


Eu já tinha ouvido falar e comentei por aqui deste projeto, porém nunca me interessei em ler sobre, achava que o conteúdo seria apenas em inglês, mas ontem, encontrei esse mesmo vídeo no meu Feed do Facebook e resolvi ver, após assistir o vídeo, logo acessei o site do projeto, fiquei muito empolgado, resolvi que iria aprender, ao menos uma linha de código, e quando abri o site, vi que várias páginas já estão traduzidas, e outras estão em processo de tradução. Não pensei duas vezes, comecei a realizar os exercícios que vinham sempre na sequência de vídeos explicativos, no qual falava sobre a função de tal código, as possibilidades dele, e também o que deveríamos realizar na prática. É, realmente me apaixonei pelo projeto, ao concluir o primeiro nível de aprendizado, fui contemplado com um certificado simbólico de uma hora de programação, que felicidade. haha.

Ao concluir, eu vi que a programação, não é difícil, programar, é simplesmente dar ordens ao computador, e pronto, ele obedece. Zuckerberg disse no vídeo a razão pela qual aprendeu a programar, ele disse: "Aprender a programar não começou comigo tentando aprender tudo sobre Ciência da Computação ou tentanto dominar tudo sobre aquela disciplina ou qualquer coisa desse tipo. Simplesmente começou porque eu queria fazer uma coisa bem simples. Eu queria fazer uma coisa que fosse divertida para mim e para minhas irmãs. Então eu escrevi esse pequeno programa... E adicionei um pouco mais a ele... E quando precisei aprender algo novo, eu procurei informação em livros ou na internet. E acrescentei um pouco mais ainda ao programa."

Assim como os idealizadores do projeto, sempre achei que a programação deveria ser matéria básica no ensino elementar. Você sabia que 1 milhão das melhores vagas no Estados Unidos vão ficar vazias, porque apenas 10% das escolas ensinam seus estudantes a programar? E se projetarmos esses números para o mundo todo?

Está na hora do mundo aprender a programar, aprenda você também. Saiba mais sobre o mais novo Super-Poder, a programação, no site oficial do projeto code.org.

Bom, agora se você ja testou o site, me diga, ainda acredita ser impossível ou dificil muito programar? Eu mudei um pouco meu conceito, e estou amando aprender.


Fonte: Code.org

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Casa de Steve Jobs é declarada "monumento histórico"

Na casa, localizada na cidade de Los Altos, na Califórnia, Jobs criou os primeiros computadores da Apple

Biografia de Steve Jobs em livraria de Nova York
Emmanuel Dunand/AFP
A cidade de Los Altos, no Vale do Silício, Califórnia, declarou a casa onde Steve Jobs viveu e criou - com Steve Wozniak - os primeiros computadores da Apple um "monumento histórico"

Os membros da Comissão Histórica de Los Altos, na região de San Franscico, aprovaram por unanimidade conceder este status à propriedade, que atualmente pertence à irmã de Steve Jobs, falecido em outubro de 2011.

"Trata-se do local onde a Apple foi fundada e onde os 50 ou 100 primeiros computadores da Apple foram montados. Onde ocorreram uma série de eventos que representam uma importante contribuição à história e à herança cultural da Califórnia e dos Estados Unidos", explicou a Comissão.

A famosa garagem onde Steve Jobs e Steve Wozniak criaram a Apple não sofreu qualquer reforma desde esta época, exceto pela porta, que foi substituída.

A casa, construída em 1951, pertencia aos pais adotivos de Jobs.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Ex-CEO da Apple pode comprar a BlackBerry, diz jornal

Sculley
Alexandre Carvalho
O ex-CEO da Apple, John Sculley, parece considerar comprar a fabricante BlackBerry, segundo informações do jornal The Globe and Mail. 

Em entrevista ao jornal, Sculley afirmou ser um antigo usuário da BlackBerry e disse acreditar que há um futuro para a empresa.

“Mas sem pessoas experientes que já passaram por este tipo de negócio, e sem um plano estratégico, seria realmente desafiador”, disse Sculley. 

A BlackBerry, que tem base na cidade de Waterloo, no Canadá, chegou a dominar o mercado de smartphones, mas acabou sucumbindo aos avanços da Apple e dispositivos Android e foi colocada à venda. 

Além de Scully, as empresas SAP, Cisco, Google, Lenovo e os cofundadores da BlackBerry, Mike Lazaridis e Doug Fregin, também chegaram a fazer ofertas para comprar a companhia. 

Sculley foi presidente da PepsiCo até se tornar CEO da Apple em 1983, cargo que assumiu até 1993. Neste período ficou conhecido por demitir Steve Jobs da empresa durante uma reestruturação.

Steve Wozniak se diz decepcionado com os novos iPads

Para o cofundador da Apple Steve Wozniak, o iPad Air tem pouca capacidade e o iPad mini não é pequeno o bastante

Steve Wozniak no lançamento da sua autobiografia, em 2006
David Paul Morris / Getty Images
Muitos anos depois de ter se afastado da Apple, Steve Wozniak continua sendo fã da empresa que fundou com Steve Jobs. Mais de uma vez ele foi visto na fila esperando alguma loja da Apple abrir para comprar um novo produto. Mas ele não vai fazer isso com os novos iPad Air e iPad mini Retina.

“Mandei um e-mail à minha esposa e disse: não quero um desses”, disse Wozniak na conferência Apps World, em Londres, como relata o site TechRadar. Ele contou que não havia visto a apresentação da Apple porque estava voando a caminho da Inglaterra.

Quando soube o que a Tim Cook e sua equipe haviam anunciado, ficou decepcionado. Para Woz, o fato de o novo iPad Air ser fininho e pesar apenas 470 gramas parece ter pouca importância.

O que ele gostaria de ter, mesmo, é um tablet com pelo menos 256 GB de capacidade. O iPad só chega até a metade disso. Woz explica por que precisa de tanta memória: “Não tenho banda larga em minha casa. Então, carrego todos os meus filmes e músicas no iPad”.

E por que um bilionário e pioneiro da tecnologia pessoal não teria banda larga em casa? “É por causa da incompetência da companhia telefônica”, diz. "Mas é a vida", conforma-se.

Woz ainda deu seu veredito sobre o novo iPad mini com tela Retina, também anunciado anteontem. Para ele, o tablet de 7,9 polegadas da Apple é “um pouquinho grande demais”. Talvez ele prefira um Nexus 7 ou um Galaxy Tab.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Filme retrata Bill Gates aos 20 anos

Freaking News
A genialidade e o pioneirismo de Bill Gates enquanto jovem são relembrados no filme “First”, que conta a história do criador da Microsoft aos 20 anos, em 1976. O longa-metragem já estreou nos Estados Unidos e retoma os bastidores das ações do executivo antes da revolução dos computadores.

A história começa com Gates discursando na feira de computadores Altair, onde ele conheceria o cofundador da Microsoft Paul Allen. Gates é pintado como um gênio idealista e estressado – principalmente com disputas de patentes. O filme foi escrito por Evelyn Jean Pine, dirigido por Michael French e incubado pela produtora PlayGround.

A tecnologia tem rendido boas histórias nos cinemas. O filme JOBS estreou em agosto e, como o nome indica, traça a história do fundador da Apple e eterno rival de Bill Gates. Ainda há outro longa em produção sobre o falecido Steve Jobs, e inspirado na biografia de Walter Isaacson.

Veja o trailer de “First”:



domingo, 20 de outubro de 2013

Homem processa Tim Cook por causa de atualização do iOS 7

"O desrespeito da Apple pelas preferências do consumidor em relação ao iOS7 é criminoso", escreve a acusação

Tim Cook acena durante apresentação da Apple
 Kevork Djansezian/Getty Images

Muita gente não gostou do novo iOS7, mas um homem na Califórnia levou esse desgosto às últimas consequências. Ele deu entrada em um processo na justiça americana contra o CEO da Apple, Tim Cook, por causa do sistema de update automático do sistema operacional.

Criado para facilitar o processo de atualização, o mecanismo não agradou Mark David Menacher, que aparentemente gostava mais do design e das funcionalidades antigas do iOS. Ele entrou com uma ação no tribunal de pequenas causas, de acordo com informações da CNET.

No processo, Menacher pede a eliminação do sistema de atualização automática, além de uma reparação de 50 dólares.

"O desrespeito da Apple pelas preferências do consumidor em relação ao iOS7 é criminoso", escreve a acusação. "Steve Jobs era conhecido por ser duro com funcionários da companhia em busca da felicidade dos consumidores, mas Tim Cook aparentemente cultiva uma cultura que ignora a satisfação dos usuários na procura de lucros."

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Jobs pensava ter sido piloto na 2ª Guerra, diz ex-namorada

A revelação “bombástica” é apenas uma das que estarão na obra ainda não lançada, que teve um trecho publicado no site do "The New York Post"

Steve Jobs, cofundador da Apple
Justin Sullivan/Getty Images
Steve Jobs não fugia à regra de gênios loucos, ou pelo menos é isso que diz uma ex-namorada do cofundador da Apple.

Em seu novo livro “The Bite in the Apple: a Memoir of My Life with Steve Jobs” (“A Mordida na Maçã: Memória da Minha Vida com Steve Jobs”, em tradução livre), Chrisann Brennan afirma que Jobs “às vezes dizia sentir como se tivesse sido um piloto da Segunda Guerra em uma vida passada”.

A revelação “bombástica” é apenas uma das que estarão na obra ainda não lançada, que teve um trecho publicado no site do "The New York Post". Mãe da primeira filha do cofundador da Apple, Lisa, e namorada de Jobs entre 1972 e 1977 – período de criação da companhia –, Chrisann ainda mostra como era difícil lidar com o homem por trás do iPhone, do iPad e de tantos produtos da empresa.

Um exemplo envolve a mudança de ambos para uma nova casa em Cupertino. “Steve quis que seu amigo Daniel morasse conosco, porque acreditava que quebraria a intensidade de tudo que não estava funcionando entre nós dois”, escreveu Chrisann. Tudo porque o relacionamento entre ela e Jobs era instável – “estávamos completamente loucos um pelo outro às vezes, mas tínhamos alguns momentos tediosos”.

Afora a relação difícil, o trecho divulgado do livro trata também do ego e da personalidade do finado cofundador da Apple – competitiva e com sede de poder. “Ele jogava apenas para ganhar – e ganhar a qualquer custo”, diz a ex-namorada.

Em um dos casos relatados por ela, Jobs humilhou John Draper em uma conversa por telefone, colocada no viva-voz para que todos ao redor pudessem ouvir.

Aliás, o crescimento inicial da Apple tornou as coisas ainda piores, segundo Chrisann – o ego de Jobs inflou ao ponto de torná-lo ainda mais arrogante do que nos tempos “pré-Apple”. “Ele estava sempre procurando excelência, e, quando não a encontrava, se comportava mal e ‘atingia’ as outras pessoas.”

Chrisann Brennan e Jobs

As declarações de Chrisann no livro “The Bite in the Apple: a Memoir of My Life with Steve Jobs” não são as primeiras da ex-namorada sobre Jobs. Em 2011, a moça contou à revista norte-americana Rolling Stone diversos detalhes sobre a vida do casal.

No artigo, apesar de tê-lo classificado como um “adolescente romântico”, ela tratou pela primeira vez do caráter explosivo e problemático do inventor – que “renegou” a própria filha, Lisa, por pelo menos dois anos, por exemplo.

Como dá para ver pelo trecho divulgado nesta terça, o novo livro – que fora anunciado em 2012 – deve expandir consideravelmente essas primeiras declarações da agora escritora e pintora.

“The Bite in the Apple: a Memoir of My Life with Steve Jobs” chega às lojas nos Estados Unidos no dia 29 de outubro, quase um mês após a morte de Jobs completar dois anos. Não há informações sobre o lançamento de uma versão em português.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Apple faz maquete detalhada do que será seu futuro campus em forma de nave espacial

Campus Apple
Reprodução
Não é novidade que a Apple planeja a construção de um novo campus em Cupertino; o próprio Steve Jobs apresentou o projeto para os órgãos da cidade, em junho de 2011. Até hoje, só tínhamos visto imagens de computador e ilustrações do projeto, mas como a empresa ainda precisa convencer o conselho municipal a autorizar a construção (a votação final será amanhã, dia 15 de outubro), foi feito uma réplica em miniatura de como será a construção depois de acabada.

Confira agora algumas fotos desta maquete.

Campus da Apple







Pode-se perceber muita área verde e até uma certa preocupação com o meio ambiente, pois o teto parece ser coberto por células fotovoltaicas, para captação dos raios solares e transformação em energia elétrica limpa.

A beleza da riqueza dos detalhes desta maquete impressiona. Para ver mais fotos dela, confira o site que as divulgou.

A previsão é que as obras terminem em 2015.

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Tim Cook envia comunicado para funcionários da Apple, para relembrar a morte de Steve Jobs

Por Eric Colombo

Amanhã completa dois anos da morte do gênio da tecnologia, Steve Jobs. 

Reprodução
E para lembrar desse dia, Tim Cook enviou um comunicado via e-mail a todos os funcionários da Apple, para incentiva-los a lembrar do memorável Jobs, de sua importância para a companhia e para o mundo. 

O comunicado dizia: 

Equipe, 
Amanhã marca o segundo aniversário da morte de Steve. Espero que todos reflitam sobre o que ele significava para todos nós e para o mundo. Steve era um ser humano incrível e tornou o mundo um lugar melhor. Eu penso nele muitas vezes e encontro uma força enorme em lembrar de sua amizade, visão e liderança. Ele deixou para trás uma companhia que só ele poderia ter construído e seu espírito será para sempre a base da Apple. Vamos continuar a honrar a sua memória dedicando-nos ao trabalho que ele tanto amava. Não há maior tributo à sua memória. Eu sei que ele ficaria orgulhoso de todos vocês.  
Fiquem bem,  
Tim 

No ano passado, a Apple divulgou vídeo para relembrar Steve no aniversário de sua morte.

 

Por mais que exista uma guerra constante entre a Apple e seus concorrentes, como Samsung e LG, guerra essa que se estende a usuários de dispositivos de ambas as marcas, todos concordam que Jobs tinha uma mente visionária. Jobs via o inexistente, ele cria no impossível e o tornava possível. Jobs soube ligar os pontos em sua vida, e como ele mesmo disse em seu discurso aos formandos de Stanford, "você não pode conectar os pontos olhando adiante, você só pode conectá-los olhando pra trás". Ao fazer isso, o criador do iPhone, mudou a forma em que vemos o nosso mundo, em como agimos no dia-a-dia, do que fazemos e como interagimos com as coisas. 

Jobs fundou uma empresa em sua garagem, e a levou para o mundo, e fez com que seu império reinasse por anos, e hoje posso dizer, com plena convicção, que se não fosse por Steve Jobs, a Apple estaria com suas portas fechadas e a tecnologia não seria o que é hoje. 

Steve Jobs deixou um ideal em sua companhia a ser seguido por todas as próximas gerações de funcionários da Apple, deixou também um ideal para todos no mundo seguirem. 
Veja abaixo um vídeo, do comercial "Think Different", lançada em 1997, quando Jobs retornou a empresa que ele havia fundado.

 

A morte de Steve Jobs foi muito triste para os amantes da tecnologia, e como tudo em sua vida, foi algo repercutido por todo mundo. Não sabemos o que estava nos planos de Jobs, nem que produtos estariam sendo lançados hoje por ele, mas podemos ter certeza, que seriam, como todos os outros já foram, revolucionários.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Maravilhoso Discurso realizado por Steve Jobs em Stanford 2005

Por Eric Colombo


Reprodução


Em 2005, Steven Paul Jobs, o grandioso visionário, Steve Jobs, fundador de uma das maiores empresas de tecnologia, e hoje a marca mais valiosa do mundo, realizou um discurso aos formando de Stanford, extremamente motivador e emocionante.



Eu particularmente, já havia lido, a aproximadamente 1 ano atrás em uma de suas biografias, porém hoje, pela primeira vez, resolvi buscar um vídeo desse discurso, e a forma em que Jobs usa de suas palavras, é incrível, assim como sua vida foi.

Um grande conselho que Jobs deixa ao mundo nesse discurso é "O seu tempo é limitado, então não o gaste vivendo a vida de um outro alguém. Não fique preso pelos dogmas, que é viver com os resultados da vida de outras pessoas." 

Leia e veja abaixo o vídeo do discurso na íntegra e “Continue com fome, continue bobo.” 



Estou honrado de estar aqui, na formatura de uma das melhores universidades do mundo. Eu nunca me formei na universidade. Que a verdade seja dita, isso é o mais perto que eu já cheguei de uma cerimônia de formatura. Hoje, eu gostaria de contar a vocês três histórias da minha vida. E é isso. Nada demais. Apenas três histórias. 
A primeira história é sobre ligar os pontos. 
Eu abandonei o Reed College depois de seis meses, mas fiquei enrolando por mais 18 meses antes de realmente abandonar a escola. E por que eu a abandonei? Tudo começou antes de eu nascer. Minha mãe biológica era uma jovem universitária solteira que decidiu me dar para a adoção. Ela queria muito que eu fosse adotado por pessoas com curso superior. Tudo estava armado para que eu fosse adotado no nascimento por um advogado e sua esposa. Mas, quando eu apareci, eles decidiram que queriam mesmo uma menina. 
Então meus pais, que estavam em uma lista de espera, receberam uma ligação no meio da noite com uma pergunta: “Apareceu um garoto. Vocês o querem?” Eles disseram: “É claro.” 
Minha mãe biológica descobriu mais tarde que a minha mãe nunca tinha se formado na faculdade e que o meu pai nunca tinha completado o ensino médio. Ela se recusou a assinar os papéis da adoção. Ela só aceitou meses mais tarde quando os meus pais prometeram que algum dia eu iria para a faculdade. E, 17 anos mais tarde, eu fui para a faculdade. Mas, inocentemente escolhi uma faculdade que era quase tão cara quanto Stanford. E todas as economias dos meus pais, que eram da classe trabalhadora, estavam sendo usados para pagar as mensalidades. Depois de seis meses, eu não podia ver valor naquilo. 
Eu não tinha idéia do que queria fazer na minha vida e menos idéia ainda de como a universidade poderia me ajudar naquela escolha. E lá estava eu, gastando todo o dinheiro que meus pais tinham juntado durante toda a vida. E então decidi largar e acreditar que tudo ficaria ok. 
Foi muito assustador naquela época, mas olhando para trás foi uma das melhores decisões que já fiz. No minuto em que larguei, eu pude parar de assistir às matérias obrigatórias que não me interessavam e comecei a frequentar aquelas que pareciam interessantes. Não foi tudo assim romântico. Eu não tinha um quarto no dormitório e por isso eu dormia no chão do quarto de amigos. Eu recolhia garrafas de Coca-Cola para ganhar 5 centavos, com os quais eu comprava comida. Eu andava 11 quilômetros pela cidade todo domingo à noite para ter uma boa refeição no templo hare-krishna. Eu amava aquilo. 
Muito do que descobri naquela época, guiado pela minha curiosidade e intuição, mostrou-se mais tarde ser de uma importância sem preço. Vou dar um exemplo: o Reed College oferecia naquela época a melhor formação de caligrafia do país. Em todo o campus, cada poster e cada etiqueta de gaveta eram escritas com uma bela letra de mão. Como eu tinha largado o curso e não precisava frequentar as aulas normais, decidi assistir as aulas de caligrafia. Aprendi sobre fontes com serifa e sem serifa, sobre variar a quantidade de espaço entre diferentes combinações de letras, sobre o que torna uma tipografia boa. Aquilo era bonito, histórico e artisticamente sutil de uma maneira que a ciência não pode entender. E eu achei aquilo tudo fascinante. 
Nada daquilo tinha qualquer aplicação prática para a minha vida. Mas 10 anos mais tarde, quando estávamos criando o primeiro computador Macintosh, tudo voltou. E nós colocamos tudo aquilo no Mac. Foi o primeiro computador com tipografia bonita. Se eu nunca tivesse deixado aquele curso na faculdade, o Mac nunca teria tido as fontes múltiplas ou proporcionalmente espaçadas. E considerando que o Windows simplesmente copiou o Mac, é bem provável que nenhum computador as tivesse. 
Se eu nunca tivesse largado o curso, nunca teria frequentado essas aulas de caligrafia e os computadores poderiam não ter a maravilhosa caligrafia que eles têm. É claro que era impossível conectar esses fatos olhando para frente quando eu estava na faculdade. Mas aquilo ficou muito, muito claro olhando para trás 10 anos depois. 
De novo, você não consegue conectar os fatos olhando para frente. Você só os conecta quando olha para trás. Então tem que acreditar que, de alguma forma, eles vão se conectar no futuro. Você tem que acreditar em alguma coisa – sua garra, destino, vida, karma ou o que quer que seja. Essa maneira de encarar a vida nunca me decepcionou e tem feito toda a diferença para mim. 
Minha segunda história é sobre amor e perda. 
Eu tive sorte porque descobri bem cedo o que queria fazer na minha vida. Woz e eu começamos a Apple na garagem dos meus pais quando eu tinha 20 anos. Trabalhamos duro e, em 10 anos, a Apple se transformou em uma empresa de 2 bilhões de dólares e mais de 4 mil empregados. Um ano antes, tínhamos acabado de lançar nossa maior criação — o Macintosh — e eu tinha 30 anos. 
E aí fui demitido. Como é possível ser demitido da empresa que você criou? Bem, quando a Apple cresceu, contratamos alguém para dirigir a companhia. No primeiro ano, tudo deu certo, mas com o tempo nossas visões de futuro começaram a divergir. Quando isso aconteceu, o conselho de diretores ficou do lado dele. O que tinha sido o foco de toda a minha vida adulta tinha ido embora e isso foi devastador. Fiquei sem saber o que fazer por alguns meses. 
Senti que tinha decepcionado a geração anterior de empreendedores. Que tinha deixado cair o bastão no momento em que ele estava sendo passado para mim. Eu encontrei David Peckard e Bob Noyce e tentei me desculpar por ter estragado tudo daquela maneira. Foi um fracasso público e eu até mesmo pensei em deixar o Vale [do Silício]. 
Mas, lentamente, eu comecei a me dar conta de que eu ainda amava o que fazia. Foi quando decidi começar de novo. Não enxerguei isso na época, mas ser demitido da Apple foi a melhor coisa que podia ter acontecido para mim. O peso de ser bem sucedido foi substituído pela leveza de ser de novo um iniciante, com menos certezas sobre tudo. Isso me deu liberdade para começar um dos períodos mais criativos da minha vida. Durante os cinco anos seguintes, criei uma companhia chamada NeXT, outra companhia chamada Pixar e me apaixonei por uma mulher maravilhosa que se tornou minha esposa. 
A Pixar fez o primeiro filme animado por computador, Toy Story, e é o estúdio de animação mais bem sucedido do mundo. Em uma inacreditável guinada de eventos, a Apple comprou a NeXT, eu voltei para a empresa e a tecnologia que desenvolvemos nela está no coração do atual renascimento da Apple. 
E Lorene e eu temos uma família maravilhosa. Tenho certeza de que nada disso teria acontecido se eu não tivesse sido demitido da Apple. 
Foi um remédio horrível, mas eu entendo que o paciente precisava. Às vezes, a vida bate com um tijolo na sua cabeça. Não perca a fé. Estou convencido de que a única coisa que me permitiu seguir adiante foi o meu amor pelo que fazia. Você tem que descobrir o que você ama. Isso é verdadeiro tanto para o seu trabalho quanto para com as pessoas que você ama. 
Seu trabalho vai preencher uma parte grande da sua vida, e a única maneira de ficar realmente satisfeito é fazer o que você acredita ser um ótimo trabalho. E a única maneira de fazer um excelente trabalho é amar o que você faz. 
Se você ainda não encontrou o que é, continue procurando. Não sossegue. Assim como todos os assuntos do coração, você saberá quando encontrar. E, como em qualquer grande relacionamento, só fica melhor e melhor à medida que os anos passam. Então continue procurando até você achar. Não sossegue. 
Minha terceira história é sobre morte. 
Quando eu tinha 17 anos, li uma frase que era algo assim: “Se você viver cada dia como se fosse o último, um dia ele realmente será o último.” Aquilo me impressionou, e desde então, nos últimos 33 anos, eu olho para mim mesmo no espelho toda manhã e pergunto: “Se hoje fosse o meu último dia, eu gostaria de fazer o que farei hoje?” E se a resposta é “não” por muitos dias seguidos, sei que preciso mudar alguma coisa. 
Lembrar que estarei morto em breve é a ferramenta mais importante que já encontrei para me ajudar a tomar grandes decisões. Porque quase tudo — expectativas externas, orgulho, medo de passar vergonha ou falhar — caem diante da morte, deixando apenas o que é apenas importante. Não há razão para não seguir o seu coração. 
Lembrar que você vai morrer é a melhor maneira que eu conheço para evitar a armadilha de pensar que você tem algo a perder. Você já está nu. Não há razão para não seguir seu coração. 
Há um ano, eu fui diagnosticado com câncer. Era 7h30 da manhã e eu tinha uma imagem que mostrava claramente um tumor no pâncreas. Eu nem sabia o que era um pâncreas. 
Os médicos me disseram que aquilo era certamente um tipo de câncer incurável, e que eu não deveria esperar viver mais de três a seis semanas. Meu médico me aconselhou a ir para casa e arrumar minhas coisas — que é o código dos médicos para “preparar para morrer”. Significa tentar dizer às suas crianças em alguns meses tudo aquilo que você pensou ter os próximos 10 anos para dizer. Significa dizer seu adeus. 
Eu vivi com aquele diagnóstico o dia inteiro. Depois, à tarde, eu fiz uma biópsia, em que eles enfiaram um endoscópio pela minha garganta abaixo, através do meu estômago e pelos intestinos. Colocaram uma agulha no meu pâncreas e tiraram algumas células do tumor. Eu estava sedado, mas minha mulher, que estava lá, contou que quando os médicos viram as células em um microscópio, começaram a chorar. Era uma forma muito rara de câncer pancreático que podia ser curada com cirurgia. Eu operei e estou bem. 
Isso foi o mais perto que eu estive de encarar a morte e eu espero que seja o mais perto que vou ficar pelas próximas décadas. Tendo passado por isso, posso agora dizer a vocês, com um pouco mais de certeza do que quando a morte era um conceito apenas abstrato: ninguém quer morrer. Até mesmo as pessoas que querem ir para o céu não querem morrer para chegar lá. 
Ainda assim, a morte é o destino que todos nós compartilhamos. Ninguém nunca conseguiu escapar. E assim é como deve ser, porque a morte é muito provavelmente a principal invenção da vida. É o agente de mudança da vida. Ela limpa o velho para abrir caminho para o novo. Nesse momento, o novo é você. Mas algum dia, não muito distante, você gradualmente se tornará um velho e será varrido. Desculpa ser tão dramático, mas isso é a verdade. 
O seu tempo é limitado, então não o gaste vivendo a vida de um outro alguém. 
Não fique preso pelos dogmas, que é viver com os resultados da vida de outras pessoas. 
Não deixe que o barulho da opinião dos outros cale a sua própria voz interior.
E o mais importante: tenha coragem de seguir o seu próprio coração e a sua intuição. Eles de alguma maneira já sabem o que você realmente quer se tornar. 
Todo o resto é secundário. 
Quando eu era pequeno, uma das bíblias da minha geração era o Whole Earth Catalog. Foi criado por um sujeito chamado Stewart Brand em Menlo Park, não muito longe daqui. Ele o trouxe à vida com seu toque poético. Isso foi no final dos anos 60, antes dos computadores e dos programas de paginação. Então tudo era feito com máquinas de escrever, tesouras e câmeras Polaroid. 
Era como o Google em forma de livro, 35 anos antes de o Google aparecer. Era idealista e cheio de boas ferramentas e noções. Stewart e sua equipe publicaram várias edições deWhole Earth Catalog e, quando ele já tinha cumprido sua missão, eles lançaram uma edição final. Isso foi em meados de 70 e eu tinha a idade de vocês. 
Na contracapa havia uma fotografia de uma estrada de interior ensolarada, daquele tipo onde você poderia se achar pedindo carona se fosse aventureiro.
Abaixo, estavam as palavras:
“Continue com fome, continue bobo.” 
Foi a mensagem de despedida deles. Continue com fome. Continue bobo. E eu sempre desejei isso para mim mesmo. E agora, quando vocês se formam e começam de novo, eu desejo isso para vocês. Continuem com fome. Continuem bobos. 
Obrigado.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Mouse de Steve Jobs é encontrado em cápsula do tempo perdida

Mouse deixado por Jobs em uma cápsula do tempo que ficou três décadas perdida foi finalmente retirado de dentro do tubo junto com outros itens

Jovem Steve Jobs
Divulgação
Na semana passada, a equipe do programa “Diggers” (Escavadores), veiculado no canal da National Geographic, conseguiu encontrar a “Cápsula do Tempo de Steve Jobs”, perdida há 30 anos em algum lugar da cidade de Aspen, nos EUA. A boa notícia é que um dos itens mais procurados foi encontrado em bom estado: o mouse que Steve Jobs usava no Lisa, um dos primeiros computadores da Apple.

A cápsula do tempo foi enterrada nos idos de 1983, durante cerimônia de encerramento de uma conferência de design da qual o ex-CEO da Apple participou. Na época, foi solicitado que cada um dos palestrantes escolhesse um objeto para ser colocado dentro do tubo que foi em seguida coberto por terra.

A ideia original era a de desenterrar a tal cápsula em 2000, mas, por motivos desconhecidos, isto não foi feito. Anos depois, quando a organização finalmente decidiu procurá-la, perceberam que não mais sabiam a sua localização exata. Mas aí a equipe do “Diggers” entrou na jogada.

A cápsula foi finalmente encontrada e desenterrada na semana passada. Na ocasião, a equipe notou que não poderia retirar os objetos de dentro do tubo imediatamente, uma vez que, depois de três décadas embaixo da terra, a condição dos itens era desconhecida.

De acordo com o site CNET, que cobriu com afinco o processo de busca e abertura da “Cápsula do Tempo de Steve Jobs”, o mouse de Jobs estava escondido em meio a dezenas de outros objetos. Segundo imagens obtidas pelo site, a peça se encontra em bom estado, mas ainda não se sabe se poderia funcionar.

Além do mouse, foram encontrados ainda um disco com um mapa em 3D da cidade de Aspen, dois cubos de Rubik e várias fitas VHS. Outros itens que também estavam na mira dos escavadores eram as seis latas de cerveja que foram colocadas na cápsula por Harry Tague, presidente da conferência.

Bom, segundo a CNET, as cervejas da marca Ballantine foram encontradas em boas condições. Mas o site não soube informar se algum membro do programa arriscou abrir uma delas para se refrescar. E foi justamente tendo este objetivo em mente que Tague decidiu colocá-las na cápsula: “O cara que desenterrar isso aqui estará suado e irá apreciar uma cerveja.”

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Cápsula do Tempo de Steve Jobs é encontrada 30 anos depois

Enterrado em 1983, tubo recheado com objetos dos participantes de uma conferência de design, incluindo Steve Jobs, ficou três décadas perdido

Steve Jobs e John Sculley, nos anos 80
 Wikimedia Commons

Nos idos de 1983, Steve Jobs e outros participantes da Conferência Internacional de Design, que aconteceu em Aspen naquele ano, aproveitaram o momento para eternizar objetos caros a eles dentro de um grande tubo que ficou conhecido como “Tubo do Tempo de Aspen”.

De acordo com o site CNET, houve quem resolvesse enterrar um cubo de Rubik ou um disco da banda The Moody Blues. Jobs, contudo, resolveu deixar para a eternidade o mouse usado por ele no Lisa, um dos primeiros computadores desenvolvidos pela Apple. E graças a este pequeno acessório é que o tal tubo acabou ficando conhecido como “A Cápsula do Tempo de Steve Jobs”.

A ideia da organização do evento era a de recuperar a cápsula em 2000, mas, segundo relatou o CNET, por alguma razão desconhecida, a escavação não foi realizada. E aí, quando resolveram finalmente encontrá-la, não conseguiram determinar a sua localização exata.

Isso até que a equipe do programa “Diggers” (Escavadores), do canal da National Geographic, resolveu entrar no jogo e ajudar a organização do evento a encontrar a tal cápsula, que há 30 anos estava perdida. Eles finalmente a encontraram ontem.

Ainda não há nenhum sinal do mouse de Steve Jobs e poucas informações do que, de fato, está lá dentro. Isto porque, segundo explicado pela equipe do programa ao site, havia tanta coisa enterrada que o desafio agora será o de catalogar todos os objetos, descartando os que já estão comprometidos e cuidando dos que estão em boas condições.

Mas não é só do mouse que os “escavadores” estão atrás. Ainda de acordo com a CNET, a cápsula pode estar recheada de fotografias da época, além de seis latas de cerveja. “O cara que escavar tudo isso estará suado e irá apreciar uma cerveja”, disse na época o presidente da conferência, Harry Tague. O estado da bebida segue desconhecido.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Holanda inova com modelo de escola em homenagem a Steve Jobs

Pátio de colégio virtual e iPads no lugar de livros e quadros-negros são algumas das ferramentas educativas dos novos colégios holandeses Steve Jobs

Criança com tablet
Getty Images

Um pátio de colégio virtual, avatares personalizados para cada aluno e iPads no lugar de livros e quadros-negros são algumas das ferramentas educativas dos novos colégios holandeses Steve Jobs, que abriram as portas na última segunda-feira e já têm cerca de mil alunos inscritos.

Voltado para crianças entre dois e 12 anos, o modelo "Educação para uma nova era" contempla uma nova forma de ensino, onde os iPads substituem os livros e a escola começa a se redefinir como conjunto entre o edifício físico e o "espaço virtual".

As sete primeiras escolas do projeto, às quais se unirão mais cinco ao longo do próximo ano acadêmico, adaptam a educação infantil às novas necessidades do século XXI e homenageiam o fundador da Apple.

"Queremos preparar as crianças para o mundo pós 2025 com as ferramentas que temos hoje, não como na maioria das escolas, que preparam as crianças com as ferramentas de ontem para o mundo de ontem", declarou à Agência Efe Maurice de Hond, fundador da organização "Educação para uma nova era" (O4NT).

Para Hond, estas escolas permitirão que as crianças desenvolvam seus conhecimentos plenamente, não só "reter conceitos na memória sem processá-los".

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Apple negocia com LG encomenda de telas para o iTV, diz site

Relatos indicam que a Apple se prepara para encomendar as telas para seu televisor enquanto negocia acordos com estúdios de TV

Apple TV

Os rumores sobre o iTV, o mítico televisor que a Apple estaria desenvolvendo, voltaram com força hoje. O noticiário taiwanês Digitimes diz que a Apple pode comprar as telas para o iTV da LG e da Sharp. E o New York times traz mais notícias sobre as negociações da Apple com provedores de conteúdo televisivo.
Segundo o Digitimes, a Apple procura um fornecedor para telas na elevada resolução 4K Ultra HD, de 55 e 65 polegadas. A empresa estaria negociando há algum tempo com LG e Sharp. É uma notícia a ser vista com cautela dado o índice de erros relativamente alto do noticiário.
Se for verdadeira, ela indica que a Apple pretende mesmo lançar um televisor, provavelmente em 2014. Considerando que a empresa ainda está buscando fornecedores, parece não haver tempo suficiente para começar a vender o iTV já neste ano.
Mesmo sem um televisor completo, a Apple tem avançado. O Apple TV, aparelhinho que recebe conteúdo via internet à venda desde 2007, chegou a ser descrito como “um hobby” por Steve Jobs. Mas, com 13 milhões de unidades vendidas, ele se transformou num negócio sério.
New York Times diz que a Apple continua negociando com estúdios de TV como Time Warner e Disney para ampliar a oferta de conteúdo no Apple TV. O objetivo seria oferecer apps que tornem fácil ir diretamente ao conteúdo dessas empresas.
No mês passado, o Apple TV ganhou apps para os programas da HBO e da ESPN. Mas eles só funcionam para quem já tem assinaturas de TV paga que incluem esses canais. Para o New York Times, isso mostra que a Apple desistiu de competir com as empresas de TV paga e passou a cooperar com elas.
Nesta semana, a jornalista americana Jessica Lessin, que acompanha a questão, escreveu em seu blog que a Apple desenvolve um recurso que vai permitir pular os anúncios em programas sob demanda. Seria parte de uma versão “premium” de seu serviço de TV.
O usuário pagaria à Apple para ter esse e outros recursos extras. E a empresa compensaria as emissoras pagando a elas pelos comerciais não exibidos. É algo que certamente agradaria aos consumidores, mas que pode aterrorizar as emissoras. “É uma ideia arriscada”, resume Jessica.O investimento da Apple em televisão - assim como no iWatch, o relógio inteligente que, segundo relatos, a empresa também desenvolve - é uma tentativa de encontrar o próximo produto revolucionário com a marca da maçã. O último deles, o iPad, já está no mercado há mais de três anos.
O mundo espera um televisor da Apple desde 2011, quando foi publicada a biografia autorizada de Steve Jobs, escrita por Walter Isaacson. O biógrafo diz que Jobs “queria fazer pelos televisores o que havia feito pelos computadores, players de música e celulares: torná-los simples e elegantes”.
Isaacson cita o fundador da Apple dizendo: “Eu gostaria de criar um televisor integrado totalmente fácil de usar. Ele trabalharia em sincronismo perfeito com todos os dispositivos eletrônicos do usuário e com o iCloud”.
A ideia de Jobs era que as pessoas não precisassem mais usar meia dúzia de controles remotos cheios de botões para comandar os aparelhos na sala. “Ele terá a mais simples interface com o usuário que você puder imaginar. Eu finalmente resolvi isso”, disse Jobs. 
Esta última frase (“I finally cracked it” no original em inglês) é que deu a entender que o iTV estaria muito perto de virar realidade. Mas um ano e meio se passou e nada aconteceu. Assim, se Jobs achava que havia resolvido a questão do televisor, ao que parece, ele estava enganado.