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quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Ferramentas do Google serão usadas em escolas de SP

Governo lançou parceria para capacitar professores para o uso das ferramentas tecnológicas, como o Docs, o Gmail, o calendário e o Google+

Getty Images
O governo de São Paulo lançou nesta quarta-feira, 27, uma parceria com o Google para capacitar professores de toda a rede estadual para o uso das ferramentas tecnológicas do Google - como o Docs, o Gmail, o calendário, o Google+ (a rede social do Google), as videoconferências via Hangout e a possibilidade de publicação de vídeos online.

A expectativa é atender a todos os 4,3 milhões de alunos e treinar todos os professores da rede. O anúncio foi feito na manhã desta quarta, no Palácio dos Bandeirantes, no Morumbi, na zona sul de São Paulo.

A plataforma é a mesma que existe hoje para os usuários do Google, mas terá um formato fechado para a Secretaria Estadual de Educação, que fará o gerenciamento dos aplicativos e do conteúdo. Todos os professores da rede serão treinados a usar essa tecnologia no próximo ano letivo, em 2014, pela Escola de Formação e Aperfeiçoamento dos Professores (Efap).

"Vamos dar um salto importante para a educação e para os nossos alunos. A plataforma vai criar um ambiente mais colaborativo na rede e as aulas vão sair dos muros das escolas", afirmou Alckmin na coletiva de imprensa. Segundo ele, o governo não terá custos para obter as ferramentas tecnológicas, que foram cedidas gratuitamente pela empresa.

Personalizado

Nesse pacote do Google para as escolas estaduais, os alunos terão e-mails com capacidade de 25 GB e acesso à rede social específica da secretaria - a versão gratuita do e-mail permite 1 GB. Eles também poderão compartilhar arquivos por meio do Google Drive de até 25 GB - na versão grátis, são 10 GB. Eles poderão fazer trabalhos simultaneamente nos mesmos arquivos, ter tutoria dos professores e também vão poder assistir a aulas ao vivo pelos hangouts.

A assessoria da Secretaria Estadual de Educação afirmou que as aulas online não vão substituir as aulas presenciais e não serão obrigatórias - elas funcionarão como um complemento da formação dos alunos.

Microsoft

Essa não é a primeira parceria da secretaria com uma empresa de tecnologia. No dia 31 de outubro, foi fechado um acordo com a Microsoft para fornecimento gratuito de programas do pacote Office para todos os estudantes das escolas estaduais de São Paulo.

Cada um dos estudantes terá direito a cinco licenças do pacote Office, com programas como Word e Power Point, que podem ser usadas na escola ou em casa. A expectativa da secretaria é articular o convênio a outros projetos tecnológicos da pasta, como o Acessa Escola, programa de inclusão digital e de acesso livre à internet nos colégios, e a Escola Virtual do Estado de São Paulo (Evesp), que oferece cursos interativos de idioma e preparatórios ao vestibular.

De acordo com a Microsoft, este é o maior projeto de oferta gratuita de softwares oferecido pela companhia em todo o mundo. Prefeituras e escolas privadas também podem buscar a empresa para firmar o mesmo convênio. A expectativa é que a distribuição dos programas comece no primeiro semestre de 2014.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Holanda inova com modelo de escola em homenagem a Steve Jobs

Pátio de colégio virtual e iPads no lugar de livros e quadros-negros são algumas das ferramentas educativas dos novos colégios holandeses Steve Jobs

Criança com tablet
Getty Images

Um pátio de colégio virtual, avatares personalizados para cada aluno e iPads no lugar de livros e quadros-negros são algumas das ferramentas educativas dos novos colégios holandeses Steve Jobs, que abriram as portas na última segunda-feira e já têm cerca de mil alunos inscritos.

Voltado para crianças entre dois e 12 anos, o modelo "Educação para uma nova era" contempla uma nova forma de ensino, onde os iPads substituem os livros e a escola começa a se redefinir como conjunto entre o edifício físico e o "espaço virtual".

As sete primeiras escolas do projeto, às quais se unirão mais cinco ao longo do próximo ano acadêmico, adaptam a educação infantil às novas necessidades do século XXI e homenageiam o fundador da Apple.

"Queremos preparar as crianças para o mundo pós 2025 com as ferramentas que temos hoje, não como na maioria das escolas, que preparam as crianças com as ferramentas de ontem para o mundo de ontem", declarou à Agência Efe Maurice de Hond, fundador da organização "Educação para uma nova era" (O4NT).

Para Hond, estas escolas permitirão que as crianças desenvolvam seus conhecimentos plenamente, não só "reter conceitos na memória sem processá-los".

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Easy Food recebe aporte de R$ 2,3 mi da Confrapar

A empresa é pioneira em software para educação alimentar em escolas

Crianças comendo

A empresa de software para educação alimentar em escolas Easy Food recebeu um aporte de R$ 2,3 milhões de reais do fundo carioca NascenTI, da gestora Confrapar. Hoje, a startup gerencia a alimentação de 17 mil crianças através do Card One, uma solução de educação nutricional para cantinas escolares.
O sistema da Easy Food é operado em mais de 20 escolas de quatro estados e permite que os pais acompanhem a alimentação dos filhos no colégio, façam restrições e limitem os gastos das crianças. Os pedidos são feitos através de terminais eletrônicos.
A empresa já havia sido selecionada em um fórum da Gavea Angels no começo do ano passado e recebido um investimento liderado pela Lab22.
O novo aporte deve ser usado principalmente para aumentar a equipe comercial e alcançar o objetivo de atender 500 mil alunos em dez estados até 2015. Mais 6 milhões de reais devem ser investidos nos próximos cinco anos, para uma expansão internacional.
O fundo NascenTI, da Confrapar, foi criado para investir em empresas de tecnologia do estado do Rio do Janeiro, possui 35 milhões de reais sob gestão e tem três startups no portfólio.