Mostrando postagens com marcador Jack Dorsey. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Jack Dorsey. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Aprenda a programar com Bill Gates, Mark Zuckerberg e outros

Por Eric Colombo

Divulgação
"Programar é muito difícil", "programar não é para mim",  "isso é coisa de Nerd", "isso é algo para pessoas que não tem sequer vida social" e "é preciso ser louco para programar". Essas são apenas algumas das inúmeras expressões equivocadas sobre a arte de programar. 

Essa é a sua opinião sobre a programação? Pense novamente sobre isso... Você ainda mantém a sua opinião? Eu mesmo acreditava ser muito dificil programar, porém sempre dizia a mim mesmo, "eu vou aprender", "eu quero aprender". Continue lendo a matéria, e ao fim me diga se sua opinião permanece a mesma.

"Todas as pessoas neste País deveriam aprender a programar computadores, porque isso ensina a pensar." é com essa frase, dita por Steve Jobs, fundador da gigante e revolucionária da tecnologia Apple, que o vídeo de apresentação do projeto Code.org se inicia.

Uma equipe de grandes programadores, incluindo Bill Gates (Microsoft), Jack Dorsey (Twitter), Mark Zuckerberg (Facebook), Drew Houston (DropBox) entre outros, criaram um projeto onde o objetivo principal é, ensinar programação, sim é isso mesmo, ensinar programação. O projeto tem como objetivo não apenas ensinar programação, mas insentivar as escolas a ensinar programação aos seus alunos. No vídeo que vocês podem conferir a seguir, os fundadores e outros programadores das maiores empresas de tecnologia, contam a história de seus primeiros contatos com a programação, para se ter uma ideia, o primeiro programa que Bill Gates escreveu foi um para jogar Jogo da Velha.

Veja o vídeo.


Eu já tinha ouvido falar e comentei por aqui deste projeto, porém nunca me interessei em ler sobre, achava que o conteúdo seria apenas em inglês, mas ontem, encontrei esse mesmo vídeo no meu Feed do Facebook e resolvi ver, após assistir o vídeo, logo acessei o site do projeto, fiquei muito empolgado, resolvi que iria aprender, ao menos uma linha de código, e quando abri o site, vi que várias páginas já estão traduzidas, e outras estão em processo de tradução. Não pensei duas vezes, comecei a realizar os exercícios que vinham sempre na sequência de vídeos explicativos, no qual falava sobre a função de tal código, as possibilidades dele, e também o que deveríamos realizar na prática. É, realmente me apaixonei pelo projeto, ao concluir o primeiro nível de aprendizado, fui contemplado com um certificado simbólico de uma hora de programação, que felicidade. haha.

Ao concluir, eu vi que a programação, não é difícil, programar, é simplesmente dar ordens ao computador, e pronto, ele obedece. Zuckerberg disse no vídeo a razão pela qual aprendeu a programar, ele disse: "Aprender a programar não começou comigo tentando aprender tudo sobre Ciência da Computação ou tentanto dominar tudo sobre aquela disciplina ou qualquer coisa desse tipo. Simplesmente começou porque eu queria fazer uma coisa bem simples. Eu queria fazer uma coisa que fosse divertida para mim e para minhas irmãs. Então eu escrevi esse pequeno programa... E adicionei um pouco mais a ele... E quando precisei aprender algo novo, eu procurei informação em livros ou na internet. E acrescentei um pouco mais ainda ao programa."

Assim como os idealizadores do projeto, sempre achei que a programação deveria ser matéria básica no ensino elementar. Você sabia que 1 milhão das melhores vagas no Estados Unidos vão ficar vazias, porque apenas 10% das escolas ensinam seus estudantes a programar? E se projetarmos esses números para o mundo todo?

Está na hora do mundo aprender a programar, aprenda você também. Saiba mais sobre o mais novo Super-Poder, a programação, no site oficial do projeto code.org.

Bom, agora se você ja testou o site, me diga, ainda acredita ser impossível ou dificil muito programar? Eu mudei um pouco meu conceito, e estou amando aprender.


Fonte: Code.org

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Traição e brigas marcaram a criação do Twitter, revela livro

Jack Dorsey, fundador do Twitter, traiu seu sócio Noah Glass e depois foi posto para fora por Evan Williams, outro sócio, relata Nick Bilton, do New York Times

Jack Dorsey fala no evento TechCrunch Disrupt SF 2012
C. Flanigan / Getty Images
Um novo livro do jornalista Nick Bilton, do New York Times, traz revelações inéditas sobre os primórdios do Twitter. Bilton conta, por exemplo, que Jack Dorsey, fundador do Twitter, traiu seu sócio Noah Glass e depois foi posto para fora por Evan Williams, outro sócio. 

O livro, chamado “Hatching Twitter: A True Story of Money, Power, Friendship, and Betrayal” (“Criando o Twitter: uma história real de dinheiro, poder, amizade e traição”, em tradução livre) começa a ser vendido nos Estados Unidos em 5 de novembro.

Um resumo do livro foi publicado pela New York Times Magazine. Bilton traça a trajetória do Twitter desde seu início em 2006. A empresa foi fundada por quatro empreendedores: Jack Dorsey, Noah Glass, Evan Williams e Biz Stone. 

Glass, que Bilton descreve como um nerd tímido mas energético, já havia fundado antes a Odeo, startup que estava em sérias dificuldades na época. Dorsey trabalhava nela. Willians tinha criado o Blogger e ficado milionário com a venda do site para o Google. Foi ele quem financiou o Twitter em seu primeiro ano.

Dorsey requisita para si a ideia original do Twitter. Ele conta que estava reunido com os colegas numa praça em São Francisco, na Califórnia, comendo burritos. Sentou-se no escorregador de um parquinho infantil e começou a descrever o projeto. 

Mas Bilton diz que essa é só a história oficial; não a verdadeira. Segundo ele, a ideia não foi só de Dorsey e nem nasceu num parquinho infantil.

Noah Glass teve papel fundamental na fundação da rede social. Mas, depois, foi afastado da empresa por Dorsey, que também o apagou da história da empresa num gesto de estalinismo corporativo. 

O retrato de Dorsey feito por Bilton é inclemente. Ele diz que, durante anos, Dorsey se dividiu entre o empreendedorismo e sua atividade paralela como estilista de moda. Em 2006, chegou a dizer a Glass que largaria a área de tecnologia para se dedicar à moda.

Quando se tornou CEO do Twitter, Dorsey foi, muitas vezes, mais um estorvo que um líder. Pessoas que trabalharam com ele dizem que ele não tinha planos consistentes para a empresa. O Twitter falhava o tempo todo, exibindo aos usuários a famosa baleia apelidada “fail whale”. E ele parecia incapaz de apresentar soluções.

Além disso, era comum Dorsey sair da empresa e momentos críticos para ir a aulas de desenho, ioga ou moda. Em 2008, Williams deu um ultimato a ele: “Você pode ser um estilista ou o CEO do Twitter. Mas não pode ser as duas coisas”, disse.

Williams acabou forçando a saída de Dorsey da empresa. Ao sair, o fundador levou ações, 200 mil dólares em dinheiro e a promessa de que ninguém saberia que fora demitido.

Dorsey ainda considerou ir para o principal rival do Twitter, o Facebook. A possibilidade foi negociada com Mark Zuckerberg. Na verdade, diz Bilton, Zuckerberg queria comprar o Twitter. Microsoft e Google também tentaram comprar a empresa, que permaneceu independente.

Dorsey, diz Bilton, passou a construir um mito em torno de si. Reivindicava todo o crédito pela fundação da empresa. Ele nunca mencionava que o nome Twitter (originalmente “twttr”), por exemplo, fora ideia de Glass. 

Dorsey acabou voltando à empresa em 2011 como chairman executivo. Bilton diz que ele deve ganhar 500 milhões de dólares com o IPO, marcado para 15 de novembro. Já Noah Glass não receberá um único centavo.