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segunda-feira, 8 de setembro de 2014

iWatch pode estrear já com app para acesso ao Facebook

O relógio inteligente da Apple iWatch pode chegar às lojas com app do Facebook desenvolvido especialmente para ele

MacUser
O relógio inteligente iWatch pode contar com uma versão do Facebook feita sob medida para ele, segundo informações do site 9to5Mac.

De acordo com o site, o app do Facebook para iWatch seria mostrado já na apresentação do relógio - que deve acontecer amanhã. Além da versão para iWatch, a rede social também estaria trabalhando num novo formato para iOS 8, sistema operacional do próximo iPhone.

A Apple também teria fornecido a outras empresas kits de desenvolvimento de aplicativos para o relógio. Assim, o gadget já chegaria ao mercado com alguns aplicativos criados especialmente para ele. 

Outro rumor afirma que o iWatch poderia contar com sua própria App Store. Ainda não está claro se essa loja de aplicativos seria totalmente à parte ou formaria uma sessão especial dentro da App Store que já existe. Nas últimas semanas, circularam informações relativas a possíveis configurações do iWatch.

Segundo o analista da KGI Securities Ming-Chi Kuo, o relógio inteligente da Apple deve contar com versões de 1,5 e 1,3 polegada. Com capacidade de armazenamento de 8 gigabytes, o gadget teria formato retangular e chegaria às lojas no ano que vem. Kuo é conhecido por ser uma fonte confiável sobre produtos da Apple.

Matéria publicada em http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/facebook-pode-estar-desenvolvendo-app-especial-para-iwatch
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Por Eric Colombo

Fiquem ligados que amanhã, a partir das 14h, faremos a cobertura em tempo real do evento realizado pela Apple.

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Algoritmo ajuda a prever popularidade de fotos no Instagram

O algoritmo considera tanto fatores sociais quanto a medição de conteúdos como texturas, cores, graduação e objetos presentes na foto

Justin Sullivan/Getty Images
Todo assíduo usuário do Instagram quer se destacar e alcançar o máximo de curtidas que puder. Mas saiba que seguir algumas regras podem ajudar essa busca.

Um algoritmo que vem sendo desenvolvido pelo pesquisador de pós-doutorado no MIT, Aditya Khosla, ajuda a tornar sua foto mais memorável ao prever qual será a popularidade de uma imagem publicada no Instagram.

Para criar o algoritmo, Khosla usou como base 2,3 milhões de fotos do Flickr para conseguir isolar e analisar os fatores que faziam de uma imagem popular.

Segundo Khosla, seu algoritmo permite antecipar quantas visualizações suas fotos receberão antes mesmo de carregá-las no programa de imagens.

Para isto, o algoritmo considera fatores sociais como quantos seguidores um usuário tem, a quantidade de tags na foto e o tamanho do título da mesma.

Além disso, também faz a medição de conteúdos como texturas, cores, graduação e objetos presentes na foto.

Por exemplo, para o algoritmo imagens com pessoas e não cenários e cores brilhantes tem grandes chances de se tornarem populares.

Quem quiser pode avaliar fotos ainda não publicadas por meio de uma ferramenta rudimentar de Khosla em seu website. A funcionalidade mede o potencial de popularidade em uma escala relativa que vai de 1 a 10.

O algoritmo funciona melhor quando fatores sociais são incluídos, mas ainda deve melhorar.

Khosla também pretende criar uma ferramenta que pode automaticamente editar suas fotos para deixá-las mais populares.

quarta-feira, 23 de abril de 2014

WhatsApp alcança 500 milhões de usuários no mundo

O WhatsApp alcançou 500 milhões de usuários de seu serviço no mundo, anunciou a empresa

Gabriel Bouys/AFP
O WhatsApp alcançou 500 milhões de usuários de seu serviço no mundo, anunciou o aplicativo de mensagens instantâneas comprado recentemente pelo Facebook.

"Graças a todos vocês, 500 milhões de pessoas no mundo agora são usuárias regulares, ativas no WhatsApp", escreveu a empresa em seu blog oficial na terça-feira.

O WhatsApp se expandiu rapidamente nos últimos meses em países como Brasil, Rússia, Índia e México.

Segundo o serviço, os usuários compartilham diariamente mais de 700 milhões de fotos e 100 milhões de vídeos.

Mark Zuckerberg, fundador e presidente do Facebook, rede social com a maior quantidade de usuários no mundo (1,2 bilhão de membros ativos), anunciou em fevereiro a compra do WhatsApp por 19 bilhões de dólares.

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Facebook vai esconder posts que pedem curtidas

O Facebook anunciou que irá penalizar páginas que peçam por curtidas e compartilhamentos em seus posts, a alternativa, como sempre, é pagar por posts promovidos

Jonathan Leibson/Stringer
O Facebook anunciou que irá penalizar páginas da rede social que usem truques para que o usuário curta ou compartilhe o conteúdo. O anúncio foi feito oficialmente pela empresa em um texto colocado dentro de seu site.

“’Isca de curtidas’ é quando um post explicitamente pede para que os leitores curtam, comentem ou compartilhem para que ele tenha distribuição adicional do que teria normalmente”, explica o texto assinado por Erich Owens, engenheiro de software e Chris Turitzin, gerente de produtos da empresa.

De acordo com eles, isso acaba com o foco do feed de notícias para a empresa de Mark Zuckerberg. “O seu objetivo é entregar o conteúdo correto para as pessoas certas, no momento certo para que elas não percam histórias que são importantes e relevantes para elas”, diz o texto.

O exemplo usado pelo texto é clássico. Uma montagem com quatro animais e dicas de como prosseguir para mostrar qual o seu favorito. O coelho é curtir, o gatinho é compartilhar e o golfinho é só comentar. Por último, um mosquito que é o preferido de quem ignorar.

O Facebook quer diminuir a relevância desse tipo de conteúdo na rede social. “Nós estamos melhorando o feed de notícias para tirar a ênfase dessas páginas e nossos testes têm mostrado que isso faz com que pessoas ocultem 10% a menos de coisas de seus feed”, diz o texto.

O Facebook vem fazendo mudanças em seu feed de notícias há algum tempo. Essas mudanças estão impactando negativamente no alcance do conteúdo colocado por empresas e marcas na rede social.

Uma análise da social@Ogilvy comparou o alcance dos posts de páginas de outubro de 2013 a fevereiro deste ano. Em outubro, em média 12% dos fãs de uma página viam o conteúdo publicado por ela. Depois de quatro meses, o número havia despencado para 6,15%. Os números são ainda piores para empresas com mais de 500 mil fãs. Hoje, o conteúdo aparece em apenas 2,11% dos feeds de notícias.

A alternativa que o Facebook oferece para que o conteúdo apareça para mais usuários é pagar. Com os posts promovidos, o alcance é muito maior. Consequentemente, os lucros do Facebook seriam muito mais altos com alta adesão de empresas na promoção de conteúdo na rede social.

Algumas páginas recorrem a truques para que seus posts cheguem a mais usuários. Isso incluiu incentivar seus fãs a curtir e compartilhar páginas. O Facebook, em seu movimento dessa semana, quer acabar com isso. Novamente, a opção para disseminar o conteúdo será pagar à empresa.

Achou a atitude do Facebook correta? Se sim, curte, se não, compartilha.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Rede social StayFilm transforma suas fotos e vídeos em filme

Lançada em dezembro, rede social Stayfilm permite criação e compartilhamento de vídeos e já conta com 65 mil usuários cadastrados em mais de 130 países

Reprodução
Na internet, qualquer site focado no relacionamento entre os usuários nele cadastrados é uma rede social, certo? O Stayfilm é assim, mas ele não quer competir pela sua atenção com o Facebook. A meta dos fundadores é que ele se torne o seu serviço online favorito para edição de vídeo.

Quem acessa o Stayfilm logo se sente numa rede social. Há os filmates (amigos) e um botão YES! para curtir os vídeos que eles postam. Criado para que os usuários troquem filmes de sua autoria, o site tem sua própria ferramenta de edição.

Nela, criar um vídeo é simples. Para isso, basta o mínimo de 20 fotos de até 40 MB cada. É possível aproveitar aquelas já postadas no Facebook.

Escolhido um dos 7 estilos de vídeo disponíveis e a configuração mais adequada (casamento, minha nova casa e minha viagem são algumas das opções), é só esperar a renderização de dois minutos e apreciar o resultado final.

Diferenciais

De acordo com o fundador Douglas Almeida, no Stayfilm, nenhum vídeo é igual a outro - mesmo que eles sejam feitos a partir do mesmo conteúdo. "Do mesmo modo que o Twitter criou uma nova forma de se expressar, a gente tem a pretensão de criar uma nova forma de contar histórias", afirmou ele em entrevista.

Segundo Almeida, um dos diferenciais do Stayfilm é sua tecnologia própria de renderização. Matrizes pré-renderizadas, linguagens específicas e outros detalhes deixam o processo mais rápido e tornam o site uma ferramenta interessante para diversos públicos - como mostra a audiência do site.

Lançado em dezembro, a rede social conta hoje com cerca de 65 mil usuários cadastrados em mais de 130 países. É certo que 80% do público é brasileiro, mas tem gente usando o site nos locais mais inusitados. "Há 68 pessoas no Alaska que usam Stayfilm", afirma Almeida.

Ele revela que a maior parte dos usuários tem entre 16 e 35 anos - mas pessoas mais velhas também estariam se interessado em função da facilidade de se editar vídeos no site. Num programa de computador ou mesmo outros serviços online, a tarefa nem sempre é das mais simples.

Receita

Hoje, a receita do Stayfilm vem principalmente dos anúncios. Quando se navega no site, há quase sempre três banners do lado direito da tela.

Mas, segundo Almeida, a meta é que a maior parte do dinheiro passe a vir dos chamados estilos patrocinados no futuro. Neles, o usuário poderia optar por criar um vídeo a partir da estética oferecida por uma determinada marca.

"Temos três ou quatro empresas grandes prestes a fechar contratos desse tipo e estamos bem empolgados", afirma o fundador do Stayfilm.

Futuro

Até junho, ele pretende ter no ar o app mobile do site - que vai potencializar o uso do Stayfilm. Tendo isso em mãos, Almeida deve partir para o marketing pesado - divulgando o site em línguas como o espanhol e abrindo escritórios ao redor do mundo.

"A gente já nasceu pensando global", resume ele - adiantando o teor de seus planos para o futuro. Clique aqui para assistir a vídeo editado no Stayfilm e feito a partir de fotos publicadas aqui na Fanáticos Por Gadgets.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Criador do Megaupload lança prévia de seu serviço de música

Inspirada no MySpace, plataforma Baboom combina características de tradicionais serviços de música com ferramentas presentes em redes sociais

Reprodução
Kim Dotcom, fundador do site Megaupload, faz aniversário hoje. Para comemorar, ele lançou na internet uma prévia do Baboom, seu serviço online de streaming de música.

Em sua primeira hora de funcionamento, o Baboom bateu a marca de quase 80 mil reproduções musicais - de acordo com dados divulgados por Dotcom no Twitter.

Quem visitar o site vai perceber grandes semelhanças com o MySpace - que parece ter inspirado os criadores. Entretanto, a plataforma conta apenas com Good Times, álbum de música eletrônica do próprio Dotcom, até o momento.

Além de músicas, o Baboom conta com espaços voltados para a publicação de fotos e vídeos de artistas - entre outras informações.

Em resumo, a plataforma combina aspectos de serviços de música e rede social num mesmo ambiente.

Não é a primeira vez que Dotcom ocupa as manchetes em 2014. Na última terça, ele anunciou a criação do Megaparty, seu partido político, na Nova Zelândia.



quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Facebook apresenta redesign do botão de “Like”

Adeus ao joinha

Reprodução
Um dos mais onipresentes ícones da internet vai mudar. O Facebook revelou o redesign do botão de“Like” e, com isso, o fim do famoso joinha.

Bem, de alguma forma a mãozinha vai continuar, mas apenas no contador. O novo botão mostra o “F” de Facebook, com um azul mais marcante. O botão“Send” também foi eliminado, já que a mesma função será feita pelo “Share”.

Segundo o Facebook, o novo botão está preparado para telas de alta resolução, e deve começar a aparecer nos sites – cerca de 7.5 milhões deles – nas próximas semanas. Atualmente, o ícone de “Like” é visto mais de 22 bilhões de vezes diariamente.


sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Facebook revela redução de interesse de adolescentes pelo serviço

Reprodução
A maioria dos números do Facebook não para de crescer, mas há uma estatística que incomoda executivos e acionistas: o engajamento dos adolescentes. Pela primeira vez, o Facebook admitiu que há, sim, uma leve queda no interesse dos jovens pela rede social.

Segundo o diretor financeiro da empresa, David Ebersman, respondendo a questionamentos de acionistas, o acesso diário ao site tem diminuído.

"Nossas análises mostram que o engajamento entre adolescentes nos Estados Unidos se manteve estável no último trimestre, mas vimos uma diminuição de usuários diários, principalmente entre adolescentes mais novos", declarou ele.

Contudo, ele também notou que a rede social não possui métricas exatas para medir a atividade dos membros mais jovens da rede, já que eles costumam mentir sobre suas próprias idades. Contudo, a empresa tenta oferecer os dados mais precisos com as estatísticas que já possui.

A informação desmente as declarações de Mark Zuckerberg de que o apelo da rede social com jovens não havia se perdido. A impressão que fica é de que cada vez mais os jovens consideram o Facebook uma rede para pessoas mais velhas.

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Hackers sírios atacaram contas de Obama nas redes sociais

Grupo simpático ao presidente Bashar al-Assad apropriou-se de contas do Facebook e do Twitter que redistribuem mensagens do presidente americano

Barack Obama após cerimônia na Casa Branca, em Washington
Jason Reed/Reuters
O Exército Eletrônico Sírio, grupo hacker simpático ao presidente Bashar al Assad, apropriou-se na segunda-feira de contas do Facebook e do Twitter que redistribuem mensagens do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.

O abreviador de links usado pelo grupo Organizing for Action, criado a partir da campanha de Obama à reeleição, logo foi devolvido aos usuários legítimos, segundo um funcionário da organização. Os abreviadores diminuem endereços de email para facilitar seu uso no Twitter, onde cada mensagem pode ter no máximo 140 caracteres.

As páginas de Obama no Twitter e Facebook continham links para uma reportagem do Washington Post sobre imigração, mas os hackers direcionaram o tráfego para um vídeo do conflito sírio.

A conta do próprio Obama não chegou a ser hackeada, segundo Jim Prosser, porta-voz do Twitter.

Obama raramente escreve seus próprios tuítes na conta @BarackObama Twitter, que é mantida pela Organizing for Action. Quando isso ocorre, as mensagens levam suas iniciais.

O Exército Eletrônico Sírio tuitou que "acessamos muitas contas de email (sic) da campanha de Obama para avaliar suas capacidades terroristas. Elas são bastante elevadas". O grupo mostrou o que parecia ser uma conta de email do Google em nome de um funcionário da Organizing for Action.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Facebook enfrenta problemas na atualização de status

Atualizações de status no Facebook enfrentam instabilidade nesta segunda-feira (21). O problema não permite que os usuários publiquem conteúdos na rede social

Silhueta de um homem contra o logo do Facebook
Dado Ruvic/Reuters
Ao tentar enviar uma atualização, o Facebook apenas emite uma mensagem dizendo haver um problema e pedindo para o usuário tentar novamente mais tarde.

A instabilidade na rede social parece afetar o mundo inteiro. Além das publicações, há relatos também de que não é possível curtir publicações ou publicar fotos no Facebook.

Segundo o serviço de status web, Downrightnow, o Facebook enfrenta instabilidade há 24 horas.

INFO contatou o Facebook, que confirmou a instabilidade no serviço e diz investigar o problema.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Conheça a F!rst, rede social para gamers

Reprodução
Desde os primórdios da internet, os gamers se encontram em fóruns. Para muitos deles, as páginas de discussão funcionam melhor do que muitas redes sociais. Pensando neste conceito, criaram a F!rst, uma rede social gamer, que é uma espécie de fórum mobile.

Só é possível acessar a F!rst via aplicativo para Android. Após entrar na rede é possível criar conversas sobre games específicos, notícias, vídeos ou qualquer coisa – como se fosse um tópico de fórum.

A graça do serviço, por enquanto, é que o público é bem engajado e as discussões que aparecem por lá são bem bacanas. Infelizmente, ainda é tudo em inglês, mas vale ficar de olho.

Foursquare lança plataforma de anúncios voltada para comércios locais

Formato publicitário da rede social será exibido nos resultados de busca

Divulgação
Quem deixou de usar o Foursquare por uma questão de privacidade ou porque sempre afirmou que “é uma bobagem compartilhar onde estou”, está perdendo uma valiosa ferramenta para explorar cidades. Nos últimos anos, com a queda da moda do check-in, foi para isso que a própria rede social se voltou: se transformar em um guia crowdsourcing, indo muito além do mero compartilhamento de localização.

Isso resolveu um problema conceitual, mas por outro lado fez a grana minguar. O Foursquare conseguiu diversos anunciantes quando a onda era fazer check-in para ganhar badges. Os mimos virtuais caíram em desuso, ainda existem, claro, mas o formato foi descontinuado para empresas. Mesmo avaliada em 760 milhões de dólares, a companhia faturou apenas 2 milhões no ano passado.

Dessa forma, a rede social lançou hoje um novo formato para fazer receita: propaganda entre os resultados de busca, baseada também na localização do usuário. Ao procurar por determina palavra-chave – provavelmente atrás de indicação de um restaurante, loja ou afins – um anúncio contextualizado é exibido no topo.

Foursquare

Funciona de maneira similar aos Promoted Tweets do Twitter, mas o Foursquare tem outro foco: os pequenos e médios negócios. A intenção da ferramenta é que comércios locais, não tão conhecidos pelo público, possam se destacar em meio as opções de sempre.

É por isso que já começa aberta, com uma plataforma automatizada, não sendo apenas para “empresas selecionadas” como é prática de outras redes sociais. Os anunciantes poderão monitorar os resultados, e além de visualizações e cliques, saberão também quem viu o anúncio e de fato foi até a loja. Se a pessoa fizer check-in, é claro.

Foursquare
O vídeo abaixo apresenta o formato:


segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Traição e brigas marcaram a criação do Twitter, revela livro

Jack Dorsey, fundador do Twitter, traiu seu sócio Noah Glass e depois foi posto para fora por Evan Williams, outro sócio, relata Nick Bilton, do New York Times

Jack Dorsey fala no evento TechCrunch Disrupt SF 2012
C. Flanigan / Getty Images
Um novo livro do jornalista Nick Bilton, do New York Times, traz revelações inéditas sobre os primórdios do Twitter. Bilton conta, por exemplo, que Jack Dorsey, fundador do Twitter, traiu seu sócio Noah Glass e depois foi posto para fora por Evan Williams, outro sócio. 

O livro, chamado “Hatching Twitter: A True Story of Money, Power, Friendship, and Betrayal” (“Criando o Twitter: uma história real de dinheiro, poder, amizade e traição”, em tradução livre) começa a ser vendido nos Estados Unidos em 5 de novembro.

Um resumo do livro foi publicado pela New York Times Magazine. Bilton traça a trajetória do Twitter desde seu início em 2006. A empresa foi fundada por quatro empreendedores: Jack Dorsey, Noah Glass, Evan Williams e Biz Stone. 

Glass, que Bilton descreve como um nerd tímido mas energético, já havia fundado antes a Odeo, startup que estava em sérias dificuldades na época. Dorsey trabalhava nela. Willians tinha criado o Blogger e ficado milionário com a venda do site para o Google. Foi ele quem financiou o Twitter em seu primeiro ano.

Dorsey requisita para si a ideia original do Twitter. Ele conta que estava reunido com os colegas numa praça em São Francisco, na Califórnia, comendo burritos. Sentou-se no escorregador de um parquinho infantil e começou a descrever o projeto. 

Mas Bilton diz que essa é só a história oficial; não a verdadeira. Segundo ele, a ideia não foi só de Dorsey e nem nasceu num parquinho infantil.

Noah Glass teve papel fundamental na fundação da rede social. Mas, depois, foi afastado da empresa por Dorsey, que também o apagou da história da empresa num gesto de estalinismo corporativo. 

O retrato de Dorsey feito por Bilton é inclemente. Ele diz que, durante anos, Dorsey se dividiu entre o empreendedorismo e sua atividade paralela como estilista de moda. Em 2006, chegou a dizer a Glass que largaria a área de tecnologia para se dedicar à moda.

Quando se tornou CEO do Twitter, Dorsey foi, muitas vezes, mais um estorvo que um líder. Pessoas que trabalharam com ele dizem que ele não tinha planos consistentes para a empresa. O Twitter falhava o tempo todo, exibindo aos usuários a famosa baleia apelidada “fail whale”. E ele parecia incapaz de apresentar soluções.

Além disso, era comum Dorsey sair da empresa e momentos críticos para ir a aulas de desenho, ioga ou moda. Em 2008, Williams deu um ultimato a ele: “Você pode ser um estilista ou o CEO do Twitter. Mas não pode ser as duas coisas”, disse.

Williams acabou forçando a saída de Dorsey da empresa. Ao sair, o fundador levou ações, 200 mil dólares em dinheiro e a promessa de que ninguém saberia que fora demitido.

Dorsey ainda considerou ir para o principal rival do Twitter, o Facebook. A possibilidade foi negociada com Mark Zuckerberg. Na verdade, diz Bilton, Zuckerberg queria comprar o Twitter. Microsoft e Google também tentaram comprar a empresa, que permaneceu independente.

Dorsey, diz Bilton, passou a construir um mito em torno de si. Reivindicava todo o crédito pela fundação da empresa. Ele nunca mencionava que o nome Twitter (originalmente “twttr”), por exemplo, fora ideia de Glass. 

Dorsey acabou voltando à empresa em 2011 como chairman executivo. Bilton diz que ele deve ganhar 500 milhões de dólares com o IPO, marcado para 15 de novembro. Já Noah Glass não receberá um único centavo.

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Instagram pensa nos anunciantes e agora carrega os vídeos automaticamente

Opção de desabilitar o auto-play foi eliminada na versão 4.2.2 do app


Silenciosamente, o Instagram eliminou do aplicativo – apenas iOS, por enquanto – a opção de desabilitar o auto carregamento de vídeos. Isso significa que, a partir de agora, os filmes de até 15 segundos iniciarão automaticamente.

Você pode escolher para que aconteça apenas se estiver conectado em Wi-Fi, economizando assim os dados 3G, mas não existe mais a opção de evitar o auto-play indefinidamente. A última atualização do app é a 4.2.2, que diz ser apenas “correção de bugs e melhorias de performance”.

Instagram
Reprodução
Essa medida tem um objetivo claro: garantir o máximo de visibilidade aos futuros anunciantes do Instagram.

Como a empresa recentemente anunciou, o início das primeiras veiculações publicitárias deve acontecer nos próximos meses, com fotos e vídeos“bonitos e de alta qualidade” publicados por marcas selecionadas.

Apesar do carregamento automático de vídeos, agora compulsório, a publicidade no Instagram poderá ser fechada pelo usuário e marcada como irrelevante, de maneira similar ao que faz o Facebook.

Facebook elimina função que escondia perfil na busca

Rede social disse que eliminará definitivamente de seu sistema a opção que permitia aos usuários bloquear seu perfil para que não pudessem ser localizados

Silhueta de um homem contra o logo do Facebook
Dado Ruvic/Reuters
O Facebook anunciou nesta quinta-feira que nas próximas semanas eliminará definitivamente de seu sistema a opção que permitia aos usuários bloquear seu perfil para que não pudessem ser localizados por qualquer um que fizesse uma busca por nome na rede social.

A mudança afetará unicamente os que ainda seguem usando essa função, chamada 'Quem pode procurar sua linha do tempo pelo nome?' e que o Facebook já erradicou em dezembro de 2012 das contas de que a tinham inativa.

Nas palavras do chefe de privacidade da rede social, Michael Richter, se trata de 'uma pequena porcentagem de pessoas' que receberão avisos de que essa alternativa de proteção deixará de funcionar por estar obsoleta.

'Esteja você usando ou não essa configuração, a melhor forma de controlar o que as pessoas podem descobrir sobre você no Facebook é escolher quem pode ver os itens que você compartilha', comentou Richter.

A empresa californiana esclareceu que embora essa opção protegesse os perfis de aparecer em buscas, não era sinônimo de privacidade total, já que outros usuários (não amigos) podiam acessar essas contas após clicarem em seu nome no feed de notícias ou a partir da timeline de algum amigo em comum.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Público pequeno, o desafio do Twitter

Para alguns anunciantes, um público de 218 milhões de pessoas ainda não é grande o suficiente. Essa é a mensagem deles para o Twitter Inc., que na semana passada detalhou planos para uma abertura de capital.

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Alison Yin para o The Wall Street Journal
Os publicitários que compram espaços na mídia dizem que o serviço de mensagens curtas precisa ter um número consideravelmente maior de usuários, e uma equipe de vendas mais ampla, para conquistar mais campanhas e uma maior fatia dos gastos dos seus clientes que vendem bens para o mercado de massa.

"A escala continua sendo importante", diz Adam Shlachter, vice-presidente sênior de mídia da DigitasLBi, empresa de anúncios digitais de propriedade da Publicis Groupe SA. "A maneira como os consumidores adotam [o Twitter] e o utilizam, ou acessam o site, ou deixam de acessá-lo, vai ser um ponto crítico."

Desde que a primeira mensagem de 140 caracteres foi enviada, em março de 2006, o Twitter explodiu, tornando-se uma ferramenta de comunicação que representou um divisor de águas, onde as notícias acontecem e são anunciadas em primeira mão por figuras públicas e também cidadãos comuns.

Mas eis o problema: parece que há mais gente falando sobre o Twitter do que usando o site.

O Twitter se orgulha de ter 218 milhões de usuários ativos mensais, de acordo com seu pedido de oferta inicial de ações, apresentado à SEC, a comissão de valores mobiliários dos Estados Unidos. Isso é menos de um quinto do total do rival Facebook Inc., que tem 1,15 bilhão de usuários.

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Cerca de 22% dos usuários da internet nos EUA estão no Twitter, segundo a Forrester Research Inc. Em comparação, 72% acessam o Facebook pelo menos uma vez por mês.

É uma questão problemática para o Twitter, que depende muito dos anunciantes para ganhar dinheiro, agora que pretende captar US$ 1 bilhão com a abertura de capital. A publicidade representou uns 85% da receita do Twitter em 2012, de US$ 317 milhões, segundo o informe apresentado à SEC. O Facebook registrou US$ 4,3 bilhões em receitas de publicidade no ano passado.

Além disso, a taxa de crescimento de usuários do Twitter está diminuindo. No segundo trimestre, o ritmo de crescimento de usuários mensais ativos caiu para 7% em relação a três meses antes, em comparação com 10% a 11% de crescimento nos três trimestres anteriores.

A seguradora Progressive Corp. compra anúncios com tweets de "Flo", a estrela meio maluca e sempre alegre dos seus anúncios de televisão, que tem mais de 20.000 seguidores no Twitter. Mas a empresa americana de Ohio prefere o Facebook para publicidade na mídia social.

"A 'Nação Twitter', com seus mais de 200 milhões [de pessoas] é uma força poderosa e influente à qual precisamos dar atenção", diz Jeff Charney, diretor de marketing da Progressive. Ele diz que a seguradora vai considerar gastar mais à medida que o Twitter cresça. Mas o Facebook tem "mais peso", diz ele. "Simplesmente, já não podemos ignorar o Facebook."

O próprio Twitter reconheceu, em sua solicitação à SEC na quinta-feira, o risco de não conseguir aumentar sua base de usuários e o nível de engajamento desse público, afirmando que isso "poderia resultar na perda de anunciantes e de receita". Um porta-voz do Twitter não quis comentar.

Brian Wieser, analista do Grupo Pivotal Research, diz que os anunciantes hoje estão gastando muito mais no Facebook do que no Twitter. Mas ele é otimista quanto ao futuro do Twitter, pois acha que a empresa está "sintonizada" com as preocupações dos anunciantes.

Alguns anunciantes dizem que o Twitter compensa na qualidade o que lhe falta em quantidade. As muitas celebridades e figuras famosas na mídia que usam o serviço podem ser muito influentes, dizem eles.

"É um público importante, e quero que a nossa marca faça parte da conversa que está acontecendo ali", diz Lisa Cochrane, diretora de marketing da seguradora Allstate Corp.

Cochrane diz que não está preocupada com a desaceleração do crescimento de usuários do Twitter. "As pessoas estão aprendendo a usá-lo, e ele vai encontrar o seu lugar", diz ela.

Parte do problema do Twitter, dizem os analistas, é que o serviço é difícil de usar. Pode ser difícil identificar as informações relevantes em meio à torrente de tweets. Os novos usuários precisam dedicar tempo e energia para ganhar "seguidores" e elaborar uma lista de contas que desejam "seguir".

O "foco deve ser tornar o serviço útil e relevante para as massas", disse Vik Kathuria, sócio-gerente da MediaCom, firma de compra de anúncios na mídia de propriedade da WPP PLC. "Eles precisam encontrar maneiras de se conectar com as massas de modo a aumentar o envolvimento, de modo que não haja uma pequena minoria que continue sendo os usuários mais 'poderosos'", acrescentou.

Outro ponto fraco, segundo os anunciantes, é que o Twitter ainda não se tornou um hábito diário para muitas pessoas. O uso tende a aumentar durante grandes eventos como a final de um torneio esportivo ou desastres naturais.

Os anunciantes querem saber se o Twitter tem um "público consistente para acessar, e não um público que apenas entra e sai", diz Shlachter, da DigitasLBi.

Usuários de redes sociais debatem liberdade de expressão no Brasil

O Brasil está no meio de um debate sobre a liberdade de expressão, e no centro estão a vasta comunidade de usuários de redes sociais do país, incluindo um homem que se autodenomina "Otário Anonymous".

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Canal do Otário
O personagem, que já se tornou popular na internet, investiga propagandas enganosas e as satiriza no YouTube com um saco de papel na cabeça. Em um vídeo que teve grande circulação, ele alerta os consumidores sobre impostos embutidos num fundo de investimento mútuo do banco Bradesco SA. "Isso é o que eles estão fazendo", diz ele no vídeo, imitando um ladrão armado, disparando um tiro com os dedos e enfiando um maço de dinheiro no bolso.

O Bradesco alegou que o vídeo era ofensivo e ganhou o caso contra o Google Inc. para retirá-lo do site do YouTube no ano passado. O Google entrou com recurso.

O caso do Otário é apenas um entre centenas que o Google enfrenta a cada ano no Brasil, onde o gigante de internet diz receber o maior número de pedidos do governo e de tribunais para remover vídeos em todo o mundo.

Embora a constituição brasileira proteja a liberdade de expressão, as leis do país contra o anonimato e difamação têm sido cada vez mais usadas por celebridades, empresas e autoridades do governo para censurar seus críticos. O Brasil não isenta os provedores de serviços de internet da responsabilidade sobre o conteúdo gerado por usuários, o que é uma prática comum em outros países.

Essa tensão entre a liberdade de expressão e proteções legais também tem consequências fora da internet. Um exemplo disso é o caso do cantor Roberto Carlos que conseguiu barrar a venda de uma biografia não autorizada em 2007, sob uma lei que exige que pessoas famosas autorizem antecipadamente a venda de livros biográficos.

Os especialistas do setor dizem que é uma questão de tempo antes que um caso chegue à Suprema Corte brasileira, o que poderia determinar de uma vez por todas se os indivíduos têm o direito constitucional de fazer declarações públicas não autorizadas sobre empresas e figuras públicas.

Os parlamentares estão tentando corrigir as deficiências com um projeto de lei para reforçar os direitos de usuários à liberdade de expressão na internet e impor limites em quanto tempo empresas podem armazenar dados de usuários. A votação está prevista para este mês.

Enquanto isso, grandes volumes de conteúdo gerado diariamente nas redes sociais estão gerando uma enorme pilha de novos casos para os tribunais brasileiros.

Muitas pessoas do país, incluindo os defensores da liberdade de expressão e mesmo alguns juízes, dizem que as leis devem ser alteradas para que se tenha uma democracia funcional.

Em 2012, o mesmo ano que o Brasil se tornou um dos maiores usuários do mundo do YouTube, Facebook  e Twitter, o Google informou que recebeu 756 solicitações para remover conteúdo relacionado às eleições. O Brasil também liderou a lista de países pouco transparentes no relatório de transparência do Twitter no primeiro semestre de 2013, com dez ordens judiciais e pedidos de agências governamentais para a remoção de conteúdo.

O Google se defende de muitas ordens judiciais no Brasil, incluindo aquelas que tentam barrar conteúdo que acusa promotores federais e juízes de incompetência e corrupção. Mas em 35 casos, o Google teve que remover conteúdo depois de perder o processo de recurso no segundo semestre de 2012.

Na batalha sobre o vídeo de Otário, o Bradesco finalmente ganhou o processo contra o Google por causa de uma cláusula da Constituição: o artigo 5 garante a liberdade de expressão mas proíbe o anonimato. Esta cláusula tem sido objeto de polêmica, especialmente depois que o governo do Estado do Rio de Janeiro a usou para proibir manifestantes de usar máscaras durante protestos alguns meses atrás.

O Google não removeu o vídeo do Otário e entrou com recurso num tribunal federal em São Paulo. O Bradesco não quis comentar.

Numa entrevista ao The Wall Street Journal, Otário disse que preza seu anonimato, porque protege sua capacidade de falar abertamente e permite que os telespectadores interajam livremente com ele. Além de colocar um saco de papel na cabeça, ele usa um terno com luvas brancas para ocultar a sua raça e idade e prefere não revelar seu nível de educação. A voz dele também é alterada.

O canal do Otário no Youtube tem mais de 300.000 assinantes. Ele diz que apenas seus pais, um tio, a namorada e dois ou três amigos próximos conhecem a sua identidade on-line. Às vezes pode soar estranho, mas "eu quero que as pessoas saibam que qualquer um pode fazer o que eu faço", diz ele.

Descobrir como evitar que seus vídeos sejam removidos tem sido um jogo de adivinhação. "Em algum momento, achei que eles poderiam censurar se eu usasse a logomarca das empresas, então retirei as logos dos vídeos," diz.

Especialistas dizem que tentar remover conteúdo popular muitas vezes pode ser um tiro que sai pela culatra, porque pode torná-lo ainda mais popular, à medida que outros usuários podem copiá-lo e republicá-lo.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Menina de 9 anos cria rede social e impressiona hackers

Alex Jordan é a criadora da Super Fun Kid Time, rede social que quer ajudar as crianças a encontrarem amigos para brincar

Alex Jordan, a pequena hacker de apenas 9 anos
Reprodução/Exame.com

As melhores invenções surgem de tentativas de se solucionar um problema. Pois Alexandra Jordan, de apenas 9 anos, parece ter levado esta máxima a sério. Entediada durante suas longas férias de verão, a menina resolveu desenvolver uma rede social na qual outras crianças podem combinar encontros para brincar, a Super Fun Kid Time.

Apresentada pela própria neste final de semana durante a TechCrunch Disrupt 2013, conferência anual de tecnologia organizada pelo site TechCrunch em São Francisco, a rede social foi completamente elaborada, e programada, por Alex. De acordo com ela, a ideia foi concebida junto com seu pai, Richard Jordan.

Depois de registrados no site, os pequenos usuários podem procurar por outros amigos, filtrando os resultados de acordo com o nome da sua escola, a etapa na qual está matriculado e até o nome do seu professor. Em seguida, é possível então escolher a criança com quem se quer brincar e agendar a data e horário do encontro.

Ao contrário dos outros participantes da conferência, que participam de maratonas intensas de programação, Alex não ficou acordada a noite inteira programando e foi dormir às 23h45. Segundo seu pai, a única ajuda externa recebida pela menina, que está aprendendo a programar em linguagens como Ruby e HTML, foi para o desenvolvimento do design do site, para o qual contou com o auxílio de um designer profissional.

Segundo Alex, sua paixão por tecnologia foi herdada do pai, que se apresenta no Twitter como físico, hacker e empreendedor. Em entrevista ao TechCrunch, ela descreveu como “divertida” a experiência de estar em contato com “outros hackers” e disse que a parte mais legal de programar é o fato de ser uma atividade que a acalma, “além de ser uma ótima forma de desenvolver raciocínios”.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

O que não fazer com um Instagram

Por Eric Colombo

Reprodução/mrpimpgoodgame

O Instagram é uma rede social com milhões de usuários ativos, fotógrafos profissionais e amadores, apreciadores de fotografias, enfim, diversas tipos de pessoas, todos em busca da foto perfeita.

Normalmente para uma boa foto o usuário tira uma, duas, três, enfim quantas fotos forem precisas para ganhar o maior número de curtidas. Alguns perfis já possuem marca registrada, basta olhar um brilho, um filtro e pronto, já sabe-se o usuário. Uma marca registrada, agrega mais seguidores, em busca daquele perfil de fotografias, trazendo assim, mais curtidas.

Esse cara criou o perfil na rede, e desde o início, estampou a sua identidade nas fotografias. Mesmo suas fotos sendo um tanto bizarro, Benny Winfield Jr, responsável pelo perfil, com quase 100 fotos, atingiu a marca de 8.500 seguidores.

E você, acredita ter sido uma boa estratégia para ganhar seguidores e curtidas?