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segunda-feira, 21 de julho de 2014

Facebook pode incluir botão comprar em seus anúncios

Em fase de testes nos Estados Unidos, novidade vai permitir que usuário do Facebook faça compras com cartão de crédito e débito sem precisar sair da rede social

Reprodução
O Facebook pode ganhar, em breve, um novo recurso que vai permitir que o usuário faça compras sem sair da rede social. A novidade foi anunciada no blog do serviço online.

Hoje, quando o usuário do Facebook clica num anúncio, é encaminhado para o site que oferece a oferta. Com o novo botão comprar (buy, em inglês), isso mudaria.

Numa foto divulgada pelo Facebook, o novo recurso aparece abaixo da imagem de um anúncio de relógio. Ao lado do botão, há a identificação do produto e seu preço. 

Privacidade e segurança

Segundo o Facebook, privacidade e segurança foram as principais preocupações no desenvolvimento do novo recurso.

"Nenhuma informação dos cartões de débito ou crédito que as pessoas compartilhem com o Facebook durante a transação será compartilhada com outros anunciantes", afirma o Facebook no texto que apresenta a novidade.

A princípio, o botão comprar estará disponível em anúncios de pequenas e médias empresas que atuam nos EUA. De acordo com a evolução da experiência, o Facebook poderá expandi-la ou não para outras partes do mundo.

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Google tira do ar plugins que traziam anúncios irregulares

Add to Feedly e Tweet This Page violavam os termos de serviço da empresa

Getty Images
O Google removeu de sua loja de extensões dois plugins para o navegador Chrome que violavam os termos de serviço da empresa. O Add to Feedly e o Tweet This Page, ambos com uma quantia pequena de usuários, foram apagados da página, segundo o Wall Street Journal – ambos por exibição de anúncios indesejados na tela do usuário.

Os dois plugins passaram a colocar propagandas em todos os sites apenas depois de suas últimas atualizações, que, curiosamente, não foram feitas por seus desenvolvedores originais. Ambos foram comprados por anunciantes anônimos, justamente para a inserção das linhas de código que causaram o problema – como relata o criador do Add to Feedly em seu blog pessoal e afirma o site Ars Technica em relação ao Tweet This Page.

Podem parecer casos isolados, que afetaram dois add-ons pouco utilizados, mas de acordo com o WSJ, desenvolvedores de extensões mais populares afirmaram já ter recebido propostas similares de criadores de adware. O jornal usa como exemplos os da Hover Free, que alteraram o código após uma oferta e causaram a ira de um milhão de usuários, e da Honey, que rejeitaram o dinheiro.

A “funcionalidade” dos anúncios aparece nos apps comprados sem aviso, aproveitando uma “brecha” e surpeendendo as pessoas – o Google permite que as atualizações dos plugins para seu navegador sejam entregues automaticamente nos computadores. Isso não se limita ao Chrome, e o WSJ ainda cita um app para o Firefox que passou a monitorar a os hábitos de navegação dos usuários após uma atualização, sem avisar explicitamente.

Essas inserções “surpresa” de funções nos plugins podem gerar diversos transtornos aos usuários. No caso dos anúncios, um excesso deles compromete todo o desempenho da navegação, por exemplo. O texto completo, em inglês, você confere neste link.

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Conheça o primeiro banner da internet

Mashable
Os banners são uma das formas mais comuns de publicidade online -- para se ter uma noção, só no último ano eles circularam mais de US$ 15 bilhões nos EUA. Acredita-se que o primeiro deles surgiu em 1994, no site HotWired, anunciando a operadora norte-americana AT&T.

O anúncio dizia “Você já clicou o seu mouse bem aqui? VOCÊ VAI”. Ele foi criado por um homem chamado Joe McCambley, que hoje comanda a empresa The WonderFactory.

Mas esse primeiro banner foi eficiente? Quando foi lançado, funcionava muito bem: 44% das pessoas que viam, clicavam. Ele foi testado novamente, e hoje a taxa foi de apenas 0,11%. Ainda assim, o índice é superior à média geral dos banners, que conseguem apenas 0,04% de engajamento.

O relatório completo sobre o sucesso do banner pode ser conferido aqui.

Reprodução

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

YouTube sem publicidade pode ser lançado neste ano

Reprodução
Até o final do ano o YouTube terá estreado uma opção de acesso pago que tirará as publicidades do site e dará ao usuário a opção de selecionar vídeos de músicas para acompanhar quando estiver desconectado da internet.

A novidade, contada à Billboard por "várias fontes", também conta com dispositivos móveis como smartphones e tablets, pelos quais o usuário terá acesso ilimitado a um catálogo de faixas musicais. E no futuro outros produtos do Google devem ser integrados ao esquema, incluindo os óculos inteligentes.

De acordo com as fontes, o YouTube ainda pretende manter a publicidade como principal fonte de renda; o serviço premium será apenas uma alternativa livre de anúncios.

Google testa mídia display gigante nos resultados de busca

Por enquanto é apenas um pequeno teste, diz a empresa

Google testa mídia display gigante nos resultados de busca
Reprodução
O Google está testando um banner gigante na página com resultados das buscas, certamente o espaço mais valioso da companhia.

É uma veiculação específica para pesquisas diretamente relacionadas a marca em questão, e o Google diz que por enquanto é apenas um experimento que está sendo feito somente nos Estados Unidos.

Trata-se de uma exibição inédita de mídia display nos resultados de busca, que até então contava apenas com anúncios em texto. Ainda não há perspectiva da continuidade do formato, e nem se um dia ele será oferecido amplamente para as marcas.

Mais publicidade sempre gera reclamações por parte dos usuários, mas em situações específicas, como essa diretamente relacionada ao termo buscado, não deve causar tanta polêmica.

Veremos.

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Primeiro iPhone é vendido por até US$ 5,5 mil

Reprodução

Você acha que o iPhone 5S, que custa a partir de US$ 650 nos EUA, está caro? Que tal comparar com o preço de um iPhone 2G, o primeiro celular lançado pela Apple, que chegam a ser vendidos por até US$ 2 mil.

Sim, os primeiros modelos do iPhone viraram item de colecionador, mesmo se tornando inúteis, já que a própria Apple já deixou de oferecer suporte.

Se, por algum milagre, você possui um dos primeiros iPhones, você pode tentar a sorte no eBay. Obviamente não é qualquer celular que vale a fortuna, só aqueles que ainda estão lacrados na caixa, o que é extremamente raro.

De acordo com o Business Insider, há oito iPhones 2G sendo vendidos no eBay atualmente. Resta saber se seus donos conseguirão despachar o produto. 

Confira alguns dos anúncios: 



quinta-feira, 17 de outubro de 2013

MEMS Cam: a tecnologia de câmera que pode revolucionar fotos pelo celular

MEMS Cam: a tecnologia de câmera que pode revolucionar fotos pelo celular
Divulgação

O Nexus 5, próximo smartphone da parceria entre Google e LG, tem previsão de anúncio para 28 de outubro de 2013. Mas o aparelho em si não deve ser o único centro das atenções: os amantes da fotografia, especialmente de retratos feitos por dispositivos móveis, aguardam a demonstração de uma tecnologia que vai estrear em celulares e deve aumentar bastante a qualidade das imagens capturadas.

Trata-se de um sistema de movimento baseado em MEMS (Micro Electro Mechanical Systems) de silício. Esse mecanismo de resposta a comandos eletrônicos é veloz e preciso, garantindo que a pessoa ou o objeto que você pretende focalizar seja rapidamente colocado em primeiro plano. Componentes como microfones, giroscópios e outros sensores de gadgets já são baseados em outros MEMS.

A tecnologia já existe em câmeras digitais compactas, mas diminuir o tamanho dos componentes e adequá-los a um smartphone é o desafio que acaba de ser superado. Abaixo, você conhece o funcionamento dessa técnica e como ela vai deixar suas fotos ainda mais profissionais.

Foco automático pré-MEMS

Segundo a Digital Optics, que desenvolve a tecnologia do MEMS para a fotografia, apenas 40% das câmeras de smartphones usam o recurso do autofoco. Mas essa técnica já atingiu seu limite – e, quando isso acontece, um novo método deve ser empregado. Para você ter uma ideia, a tecnologia atual de foco existe desde 1874, quando o primeiro modelo desse sistema foi patenteado.

A tal tecnologia jurássica é a de motores de bobina de voz (voice coil motor, ou VCM, na sigla original). Esse método usa atração e repulsão entre ímãs para gerar som a partir de eletricidade. O campo magnético gerado por esse processo movimenta a lente para uma posição na vertical diferente do sensor, enquanto molas fazem o papel de força compensadora.

Divulgação
De forma geral, esses motores movimentam o módulo da lente junto com o eixo óptico da câmera, garantindo que o equipamento mexa-se para os lados e acompanhe o “alvo” do retrato. Além disso, um algoritmo de foco automático calcula a posição do objeto que será colocado em primeiro plano (isso nas máquinas digitais).

Divulgação

Apesar de integrar os smartphones atuais e garantir certa qualidade, esse componente é caro, maior e de menor desempenho, além de consumir mais energia e ter uma taxa relativamente alta de erros por conta da demora no processo de autofoco. O MEMS supera todos esses obstáculos, garantindo que o protagonista da sua fotografia, mesmo longe ou em um cenário cheio de outros elementos, fique sempre em destaque.

Por dentro do MEMS Cam

Basicamente, no autofoco, o sensor da câmera captura a imagem e o processador analisa o retrato para avaliar a estrutura da foto. Para que isso aconteça, os algoritmos do autofoco comandam os circuitos do motor atuador (VCM ou MEMS) de forma que eles movam a lente para outra posição.

Esse ciclo é repetido até que a posição mais adequada seja determinada – e, depois que isso acontece, as peças devem voltar à posição original. Em captura de vídeo, esse algoritmo fica "ligado" o tempo inteiro.

Divulgação

Enquanto o atuador VCM é formado por uma série de partes, algumas mecânicas e outras elétricas, todas separadas umas das outras, o componente de autofoco em MEMS une apenas dois componentes: um motor atuador de silício com tudo integrado e o revestimento da peça.

Esse motor atuador MEMS é formado por três peças. Uma plataforma de silício; condutores em forma de pente que ficam entrelaçados, mas sem tocarem um no outro; e molas para compensar a força. A lente fica no centro da primeira peça e move-se pelo eixo óptico quando cargas eletroestáticas produzem movimentos verticais nos “pentes”.

Divulgação
Por ser tão compacto e preciso, o MEMS move apenas uma das lentes da câmera no processo de autofoco, enquanto as demais permanecem em uma posição otimizada. Desse modo, a qualidade do retrato não se perde, e o resultado final é tão bom quanto uma imagem tirada com o foco manual.

Divulgação

Além disso, os movimentos mecânicos são definidos por litografia, usando modernas técnicas de gravação em wafer, assim como em semicondutores. Ao todo, a peça tem medidas de 7 x 7 x 0,15 milímetros, e faz com que a câmera inteira seja a menor possível (8,5 x 8,5 x 6 mm para um sensor de 5 MP).

Por que mudar?

Divulgação
Smartphones mais modernos possuem profundidade de campo rasa e distância hiperfocal mais longa, exigindo um autofoco mais preciso e cada vez mais necessário. Levando isso em conta, a Digital Optics aponta uma série de vantagens ao substituir um módulo VCM por uma câmera com autofoco por MEMS. Confira um resumo:

  • O algoritmo é mais complexo e usa a detecção de rosto para imediatamente calcular a distância necessária para o autofoco;
  • O autofoco ocorre duas vezes mais rápido e com um taxa menor de erro;
  • Uma máquina com MEMS Cam permite a captura rápida de retratos em sequência com diferentes focalizações;
  • As câmeras de tecnologia MEMS são muito menores e ocupam pouco espaço interno possível dentro do aparelho;
  • O uso do silício faz com que o equipamento suporte até 10 milhões de ciclos, quase quatro vezes mais que a durabilidade do metal que compõe o VCM;
  • A temperatura do smartphone sobe muito menos do que durante o uso de uma câmera com VCM. A economia de bateria é maior.
Com a popularização da MEMS Cam em smartphones, assim como melhores sensores, lentes e aplicativos, cada vez mais os celulares e tablets ganham espaço na fotografia, que hoje não é só composta de máquinas profissionais imensas e digitais compactas.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Foursquare lança plataforma de anúncios voltada para comércios locais

Formato publicitário da rede social será exibido nos resultados de busca

Divulgação
Quem deixou de usar o Foursquare por uma questão de privacidade ou porque sempre afirmou que “é uma bobagem compartilhar onde estou”, está perdendo uma valiosa ferramenta para explorar cidades. Nos últimos anos, com a queda da moda do check-in, foi para isso que a própria rede social se voltou: se transformar em um guia crowdsourcing, indo muito além do mero compartilhamento de localização.

Isso resolveu um problema conceitual, mas por outro lado fez a grana minguar. O Foursquare conseguiu diversos anunciantes quando a onda era fazer check-in para ganhar badges. Os mimos virtuais caíram em desuso, ainda existem, claro, mas o formato foi descontinuado para empresas. Mesmo avaliada em 760 milhões de dólares, a companhia faturou apenas 2 milhões no ano passado.

Dessa forma, a rede social lançou hoje um novo formato para fazer receita: propaganda entre os resultados de busca, baseada também na localização do usuário. Ao procurar por determina palavra-chave – provavelmente atrás de indicação de um restaurante, loja ou afins – um anúncio contextualizado é exibido no topo.

Foursquare

Funciona de maneira similar aos Promoted Tweets do Twitter, mas o Foursquare tem outro foco: os pequenos e médios negócios. A intenção da ferramenta é que comércios locais, não tão conhecidos pelo público, possam se destacar em meio as opções de sempre.

É por isso que já começa aberta, com uma plataforma automatizada, não sendo apenas para “empresas selecionadas” como é prática de outras redes sociais. Os anunciantes poderão monitorar os resultados, e além de visualizações e cliques, saberão também quem viu o anúncio e de fato foi até a loja. Se a pessoa fizer check-in, é claro.

Foursquare
O vídeo abaixo apresenta o formato:


sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Instagram pensa nos anunciantes e agora carrega os vídeos automaticamente

Opção de desabilitar o auto-play foi eliminada na versão 4.2.2 do app


Silenciosamente, o Instagram eliminou do aplicativo – apenas iOS, por enquanto – a opção de desabilitar o auto carregamento de vídeos. Isso significa que, a partir de agora, os filmes de até 15 segundos iniciarão automaticamente.

Você pode escolher para que aconteça apenas se estiver conectado em Wi-Fi, economizando assim os dados 3G, mas não existe mais a opção de evitar o auto-play indefinidamente. A última atualização do app é a 4.2.2, que diz ser apenas “correção de bugs e melhorias de performance”.

Instagram
Reprodução
Essa medida tem um objetivo claro: garantir o máximo de visibilidade aos futuros anunciantes do Instagram.

Como a empresa recentemente anunciou, o início das primeiras veiculações publicitárias deve acontecer nos próximos meses, com fotos e vídeos“bonitos e de alta qualidade” publicados por marcas selecionadas.

Apesar do carregamento automático de vídeos, agora compulsório, a publicidade no Instagram poderá ser fechada pelo usuário e marcada como irrelevante, de maneira similar ao que faz o Facebook.

Samsung deve anunciar Galaxy S5 em janeiro

Mashable
A Samsung pode anunciar o Galaxy S5, seu possível próximo top de linha, em janeiro de 2014 para ser vendido em fevereiro. A informação é de um site coreano chamado Naver, segundo o qual o lançamento foi adiantado porque o S4 não vendeu tanto quanto o esperado.

Em julho havia boatos de que a Samsung teria vendido 20 milhões de unidades. No entanto, segundo a imprensa asiática, as vendas desaceleraram com o passar do tempo. O Galaxy S4 foi anunciado em março de 2013 e o S3 em maio de 2012.

Os primeiros rumores sobre o novo smartphone já começaram a circular. O aparelho deve vir com processador Exynos 5430 64-bits, com oito núcleos, câmera de 16 megapixels com melhorias na performance de baixa luz e estabilizador ótico de imagem, usando o sensor ISOCELL.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Público pequeno, o desafio do Twitter

Para alguns anunciantes, um público de 218 milhões de pessoas ainda não é grande o suficiente. Essa é a mensagem deles para o Twitter Inc., que na semana passada detalhou planos para uma abertura de capital.

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Alison Yin para o The Wall Street Journal
Os publicitários que compram espaços na mídia dizem que o serviço de mensagens curtas precisa ter um número consideravelmente maior de usuários, e uma equipe de vendas mais ampla, para conquistar mais campanhas e uma maior fatia dos gastos dos seus clientes que vendem bens para o mercado de massa.

"A escala continua sendo importante", diz Adam Shlachter, vice-presidente sênior de mídia da DigitasLBi, empresa de anúncios digitais de propriedade da Publicis Groupe SA. "A maneira como os consumidores adotam [o Twitter] e o utilizam, ou acessam o site, ou deixam de acessá-lo, vai ser um ponto crítico."

Desde que a primeira mensagem de 140 caracteres foi enviada, em março de 2006, o Twitter explodiu, tornando-se uma ferramenta de comunicação que representou um divisor de águas, onde as notícias acontecem e são anunciadas em primeira mão por figuras públicas e também cidadãos comuns.

Mas eis o problema: parece que há mais gente falando sobre o Twitter do que usando o site.

O Twitter se orgulha de ter 218 milhões de usuários ativos mensais, de acordo com seu pedido de oferta inicial de ações, apresentado à SEC, a comissão de valores mobiliários dos Estados Unidos. Isso é menos de um quinto do total do rival Facebook Inc., que tem 1,15 bilhão de usuários.

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Cerca de 22% dos usuários da internet nos EUA estão no Twitter, segundo a Forrester Research Inc. Em comparação, 72% acessam o Facebook pelo menos uma vez por mês.

É uma questão problemática para o Twitter, que depende muito dos anunciantes para ganhar dinheiro, agora que pretende captar US$ 1 bilhão com a abertura de capital. A publicidade representou uns 85% da receita do Twitter em 2012, de US$ 317 milhões, segundo o informe apresentado à SEC. O Facebook registrou US$ 4,3 bilhões em receitas de publicidade no ano passado.

Além disso, a taxa de crescimento de usuários do Twitter está diminuindo. No segundo trimestre, o ritmo de crescimento de usuários mensais ativos caiu para 7% em relação a três meses antes, em comparação com 10% a 11% de crescimento nos três trimestres anteriores.

A seguradora Progressive Corp. compra anúncios com tweets de "Flo", a estrela meio maluca e sempre alegre dos seus anúncios de televisão, que tem mais de 20.000 seguidores no Twitter. Mas a empresa americana de Ohio prefere o Facebook para publicidade na mídia social.

"A 'Nação Twitter', com seus mais de 200 milhões [de pessoas] é uma força poderosa e influente à qual precisamos dar atenção", diz Jeff Charney, diretor de marketing da Progressive. Ele diz que a seguradora vai considerar gastar mais à medida que o Twitter cresça. Mas o Facebook tem "mais peso", diz ele. "Simplesmente, já não podemos ignorar o Facebook."

O próprio Twitter reconheceu, em sua solicitação à SEC na quinta-feira, o risco de não conseguir aumentar sua base de usuários e o nível de engajamento desse público, afirmando que isso "poderia resultar na perda de anunciantes e de receita". Um porta-voz do Twitter não quis comentar.

Brian Wieser, analista do Grupo Pivotal Research, diz que os anunciantes hoje estão gastando muito mais no Facebook do que no Twitter. Mas ele é otimista quanto ao futuro do Twitter, pois acha que a empresa está "sintonizada" com as preocupações dos anunciantes.

Alguns anunciantes dizem que o Twitter compensa na qualidade o que lhe falta em quantidade. As muitas celebridades e figuras famosas na mídia que usam o serviço podem ser muito influentes, dizem eles.

"É um público importante, e quero que a nossa marca faça parte da conversa que está acontecendo ali", diz Lisa Cochrane, diretora de marketing da seguradora Allstate Corp.

Cochrane diz que não está preocupada com a desaceleração do crescimento de usuários do Twitter. "As pessoas estão aprendendo a usá-lo, e ele vai encontrar o seu lugar", diz ela.

Parte do problema do Twitter, dizem os analistas, é que o serviço é difícil de usar. Pode ser difícil identificar as informações relevantes em meio à torrente de tweets. Os novos usuários precisam dedicar tempo e energia para ganhar "seguidores" e elaborar uma lista de contas que desejam "seguir".

O "foco deve ser tornar o serviço útil e relevante para as massas", disse Vik Kathuria, sócio-gerente da MediaCom, firma de compra de anúncios na mídia de propriedade da WPP PLC. "Eles precisam encontrar maneiras de se conectar com as massas de modo a aumentar o envolvimento, de modo que não haja uma pequena minoria que continue sendo os usuários mais 'poderosos'", acrescentou.

Outro ponto fraco, segundo os anunciantes, é que o Twitter ainda não se tornou um hábito diário para muitas pessoas. O uso tende a aumentar durante grandes eventos como a final de um torneio esportivo ou desastres naturais.

Os anunciantes querem saber se o Twitter tem um "público consistente para acessar, e não um público que apenas entra e sai", diz Shlachter, da DigitasLBi.

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

É oficial: Instagram irá exibir anúncios em breve

Usuários começarão a ver fotos e vídeos de marcas que não seguem, explicou aplicativo em comunicado

Instagram
Reprodução
O Instagram confirmou oficialmente os rumores de que o aplicativo passará a exibir anúncios aos seus usuários. A declaração foi feita em post do blog oficial do app, na noite de quinta-feira. A mudança será implantada dentro dos “próximos dois meses”, segundo o comunicado.

A rede social de compartilhamento de fotos e vídeos irá primeiro exibir anúncios para usuários nos Estados Unidos. Mas, gradativamente, as peças publicitárias serão ampliadas para toda a base de perfis.

A plataforma, que pertence ao Facebook, explicou que no início os usuários visualizarão propaganda de marcas que eles não seguem. "Nosso objetivo é fazer com que os anúncios sejam tão naturais quanto as fotos e vídeos das marcas que você já segue no Instagram", diz uma postagem no blog do aplicativo.

Numa segunda fase, o Instagram prometeu disponbilizar as ferramentas necessárias que um anúncio seja ocultado, e o usuário possa dizer por que não quis vê-lo. Por fim, o app esclareceu que as mudanças não afetarão os direitos dos cadastrados sobre seus arquivos. “Como sempre, você possui suas próprias fotos e vídeos. A introdução de publicidade não vai mudar isso”.

Em setembro, a diretora de operações de negócios do Instagram, Emily White, afirmou ao The Wall Street Journal que o aplicativo estaria pronto para exibir anúncios em 2014. "Nós queremos fazer dinheiro a longo prazo", afirmou na entrevista.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

iPad 5 e iPad mini 2 também deverão ter sensor biométrico

O sensor de impressões digitais do iPhone 5s se encaixa perfeitamente num suposto painel frontal do iPad 5, que a Apple deve anunciar neste mês

iPad 4 e iPad mini, da Apple
Divulgação
Surgem indícios de que o sensor de impressões digitais Touch ID, que estreou no iPhone 5s, estará presente também no iPad 5 e no iPad mini 2, que a Apple deve anunciar neste mês.

Lewis Hilsenteger, do programa Unbox Therapy, demonstrou que o sensor de impressões digitais do iPhone 5s se encaixa perfeitamente num suposto painel frontal do iPad 5. E mais: o botão Home dos modelos atuais do iPad não serve nesse painel.

Não há garantia de que o painel obtido por Hilsenteger seja mesmo do iPad 5. Mas várias peças como aquela têm aparecido. E não há discrepância entre elas. Se não forem do iPad 5, ao menos são do mesmo tablet.

A certeza virá, é claro, com o anúncio oficial da Apple, que deve acontecer neste mês. O iPad 5 deve ser menor e mais leve que o iPad 4. Com moldura mais estreita em torno da tela, ele deve ter desenho mais parecido com o do atual iPad mini. 

A dúvida maior é sobre o iPad mini 2. Há grande expectativa de que o tablet de 7,9 polegadas da Apple ganhe tela Retina, de alta resolução. Mas informações vindas da Ásia indicam que a Apple pode ter dificuldade para obter essas telas em quantidade suficiente. 

É até possível que ela anuncie o iPad mini Retina mas comece a vendê-lo só daqui a algumas semanas, ou que o tablet apareça nas lojas em quantidades limitadas. Confira, abaixo, o vídeo (em inglês) do Unbox Therapy demonstrando o encaixe do sensor:

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Facebook mostrará menos anúncios indesejados em feeds

Maior rede social do mundo, que gera cerca de 85% de sua receita com publicidade, hoje coloca um anúncio pago a cada 20 "histórias"

Facebook
Getty Images
Os feeds de notícias do Facebook conterão menos anúncios que não interessam aos usuários, disse o Facebook na sexta ao divulgar mudanças na política de publicidade.

Este é o esforço mais recente da companhia de refinar os anúncios no feed principal, que se tornaram mais importante aos seus negócios.

"Para decidir que anúncio mostrar a quais grupos de pessoas, estamos colocando mais ênfase nos comentários que recebemos das pessoas sobre os anúncios, incluindo a frequência com que as pessoas ocultam ou denunciam um anúncio," disse a empresa.

"Se alguém sempre oculta anúncios de eletrônicos, reduziremos o número deste tipo de anúncios que mostramos a esta pessoa", continuou. O Facebook tem tentado tornar os anúncios mais proeminentes sem causar uma reação hostil entre seus 1,15 bilhão de usuários.

A maior rede social do mundo, que gera cerca de 85 por cento de sua receita com publicidade, hoje coloca um anúncio pago a cada 20 "histórias" que os usuários veem em seus feeds de notícias, segundo disse a empresa em julho.

A empresa disse que alguns profissionais de marketing "podem perceber uma variação na distribuição de seus anúncios" nas próximas semanas, porém não quis elaborar o comentário.

As ações do Facebook encerraram o pregão da sexta-feira no nível mais alto desde o IPO em maio de 2012 com alta de 1,7 por cento, a 51,24 dólares.

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

iPad 5 terá design similar ao iPad mini, sugere novo vídeo

Em vídeo, chineses comparam as dimensões e o peso do suposto iPad 5 com a geração atual do tablet. Expectativa é que Apple anuncie novos iPads no próximo dia 15


Suposto iPad 5 aparece em imagens publicadas pelo blogueiro Sonny Dickson
Sonny Dickson

Rumores voltam a apontar que o próximo iPad virá com um design reformulado e que terá formato similar ao do iPad mini atual. Pelo menos é o que indica mais um vídeo que começou a circular pena internet no início desta semana. Feito por uma empresa chinesa fornecedora de peças e que se chama Sw-box.com, e divulgado primeiro pelo site MacRumors, o vídeo mostra a comparação entre o suposto iPad 5 com um iPad 4 e iPad mini.

A primeira comparação é feita em relação à altura dos tablets. Enquanto o iPad 4 conta com 24,1 centímetros (cm), o suposto iPad 5 tem 23,9 cm. Em termos de largura, a geração atual do tablet tem 18,5 cm e o próximo dispositivo apenas 16,9 cm.

Depois, a apresentadora do vídeo observa a diferença entre os aparelhos quanto às suas espessuras e mostra que o iPad 5 será mais fino que o iPad 4: 7,2 milímetros (mm) contra 9,4 mm.

Após comparar as dimensões dos dois iPads, o vídeo mostra que o iPad 5 poderá ser, além de menor e mais fino, também mais leve. Ao colocar as partes traseiras de cada um dos aparelhos em uma balança, foi possível notar que esta parte do iPad 5 pesa apenas 92 gramas. Já a parte de trás do iPad 4 pesa 146 gramas.

O vídeo mostra ainda outras diferenças entre os dois modelos de 9,7 polegadas e que reforçam as similaridades entre o iPad 5 e o iPad mini. A primeira delas é em relação à posição entre os alto-falantes. No iPad 5, o componente está centralizado na parte inferior do tablet. Nota-se também a inclusão de um microfone extra também centralizado, porém na parte traseira do dispositivo.

Por fim, a apresentadora disse que, por conta das modificações no design que, em tese, a Apple teria realizado no seu iPad maior, está mais fácil e confortável segurá-lo com apenas uma mão. Além disso, ela mostrou que as curvas do iPad 5 de fato o tornam muito parecido com o iPad mini atual.

É claro que, por enquanto, o suposto iPad 5 que aparece neste vídeo não passa de um protótipo que pode, ou não, ser real. A Apple, como de costume, segue em silêncio sobre o assunto. Contudo, não há como negar que as imagens mostram um dispositivo que há tempos é divulgado internet afora como sendo, de fato, o próximo iPad.

Um exemplo é outro vídeo publicado há algumas semanas pela equipe do programa Unbox Therapy e que mostra um modelo igual a este exibido pelos chineses. Além do design, especula-se que outra novidade será a cor com a qual o iPad 5 chegará aos consumidores. Ao que tudo indica, ele estará disponível na cor “Space Grey”. A expectativa é que as novas gerações do iPad e iPad mini sejam anunciadas no próximo dia 15 de outubro. 

Veja o vídeo dos chineses abaixo, em inglês e sem legendas:


quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Facebook deve mesmo ter anúncios em vídeo no feed de notícias

Reprodução

Grandes poderes, responsabilidades ainda maiores. O incrível patamar de popularidade e penetração do Facebook tem exigido um trabalho cada vez mais árduo de Mark Zuckerberg e seus comandados, não apenas no que tange ao desenvolvimento de tecnologia e operação, como também a criação de espaços inteligentes de inserção de publicidade, uma grande demanda das marcas.

De acordo com a agência de notícias Bloomberg, muito em breve os usuários do Facebook devem começar a ver pequenos anúncios em vídeo, direto em seu feed de notícias, pelo menos essa é a informação de duas fontes envolvidas no projeto de monetização da rede social.

A ideia é que o Facebook comercialize, ainda neste ano, espaço entre os posts e fanpages para comerciais de até 15 segundos. Entretanto, como conhece bem o seu publico e sabe da sua aversão pelo excesso de publicidade, a rede social vai limitar a exibição de anúncio: apenas três propagandas por dia serão visualizadas por cada usuário.

A agência ainda informou que dependendo da audiência, os anunciantes poderão pagar a impressionante quantia entre US$ 1 milhão e US$ 2,5 milhões por dia.

Cabe lembrar que desde 2012 há rumores sobre a inserção de anúncios em vídeos através do Facebook no feed de postagens, mas, que várias vezes, segundo as fontes ouvidas pela Bloomberg, Zuckerberg desistiu da ideia por conta do temor de perder usuários.

Ainda não se sabe como vai funcionar a ação dos vídeos, mas a expectativa é de que eles sejam reproduzidos automaticamente. O maior desafio, no entanto, é conseguir promover as marcas com qualidade, sem que isso apresente uma interrupção brusca na comunicação e provoque rejeição por parte do consumidor. 

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Neolista lança site de classificados online

Por Eric Colombo

Visando a expansão por meio de novos produtos, Neolista lança site de classificados online gratuito. 


De lista telefônica digital à classificados online gratuito, esses são alguns dos produtos oferecidos pela Neolista Digital, fundada por um grupo de amigos da Bahia e do Rio Grande do Sul.

Fundada no último semestre do ano passado, o negócio desses amigos é baseado em um sistema que fornece uma lista telefônica digital e mais recentemente, também um serviço de classificados gratuitos no site da empresa. Inicialmente a empresa pretende oferecer o serviço para as três regiões em que a lista telefônica digital já opera, sendo essas as seguintes: São Paulo - SP, Porto Alegre - RS e Vitoria da Conquista - BA.

Logo Neolista - Lista Telefonica Digital
Seu fundador diz que a ideia de um classificados online partiu ao observar jornais, onde se é publicado anúncios de imóveis, veículos, vagas de empregos, entre outros.

Um dos pontos positivos da página, é a facilidade para o cadastro, afinal não é necessário o preenchimento de diversos campos. Ao todo o site oferece um sistema, rápido, prático e seguro, e o melhor, totalmente gratuito.

Como em outros sites desse segmento, é possível visualizar os anúncios e entrar em contato com o anunciante, também é possível compartilhar nas redes sociais os anúncios publicados.

O site foi inaugurado a algumas semanas, e mesmo sem grande divulgação, já se encontra diversos anúncios, de diversos segmentos, desde prestadores de serviços, passando por seguros e móveis, encontra-se também anúncios de pessoas interessadas em vender seus carros e de empresas com vagas de emprego a serem cobertas.