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segunda-feira, 6 de outubro de 2014

HTC para selfies terá câmera frontal de 13 MP com flash

Algumas fabricantes já se arriscaram a caracterizar um smartphone como perfeito para selfies. A HTC se arrisca mais e faz um com câmera frontal de 13 MP e flash

Reprodução
Algumas fabricantes já lançaram smartphones dizendo que eles são ideais para as selfies. Mas, aparentemente, o celular certo para as selfies está para ser anunciado oficialmente.

Ele deve ser o HTC Desire Eye. As suas especificações de câmera podem convencer o consumidor de que aqui, sim, está o celular ideal para suas fotos.

Isso porque ele tem câmera frontal de 13 MP. Veja bem, eu disse câmera frontal. Além da alta contagem de megapixels, ele traz também um flash na parte da frente do smartphone.

Isso pode aposentar aquele truque de deixar a tela branca para funcionar como um flash precário que alguns apps, como o Camera+, oferecem.

Os rumores apontam que as suas outras especificações também serão boas: tela de 5,2 polegadas com resolução Full HD, um processador quad-core, 2 GB de RAM e 32 GB de armazenamento interno. A câmera traseira traz os mesmos 13 MP da frontal.

Além das especificações, nenhuma outra informação vazou. Isso inclui data potencial de lançamento e preço provável.

Como acontece com qualquer produto da HTC, o provável é que o Desire Eye não chegue oficialmente ao Brasil. A HTC suspendeu suas atividades no país em 2012 e não vende nem distribui seus gadgets por aqui.

quarta-feira, 11 de junho de 2014

terça-feira, 3 de junho de 2014

Celular com holograma pode chegar em 2015

Sam Hodgson for The Wall Street Journal
A empresa americana Ostendo Technologies está desenvolvendo um chip que poderá criar imagens tridimensionais por meio de hologramas saídos diretamente da tela dos dispositivos, como celulares e tablets. E o melhor: sem a necessidade de óculos especiais.

O chip é menor que um grão de feijão e consegue projetar vídeos em uma superfície bidimensional de até 48 polegadas. O protótipo com capacidade para armazenar seis chips e criar um holograma 3D já existe, mas só deverá estar disponível comercialmente no fim de 2015.

Outras tecnologias permitem a holografia, mas exigem equipamentos pesados e demandam estruturas mais amplas. Em 2012, por exemplo, num festival de música alternativa, a holografia "trouxe" de volta aos palcos o rapper americano Tupac, assassinado em 1996.

A promessa da Ostendo é resolver esta limitação e tornar a aplicação da tecnologia prática e acessível, cobrando cerca de US$ 30 (R$ 69) por chip holográfico, que deve ser utilizado em um aparelho por vez.

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Empresa lança celular em braile feito com impressora 3D

Divulgação
A OwnFone, companhia londrina que desenvolve celulares impressos em 3D, lançou o que considera ser o primeiro celular em braile à venda no mundo. O aparelho recebe o mesmo nome da empresa e está disponível apenas no Reino Unido por £ 60, equivalente a R$ 223,00. 

O dispositivo pode ser personalizado com dois ou quatro botões pré-programados com contatos de amigos, familiares, emergência, entre outros. Para quem não lê braile, há um modelo de impressão do texto em relevo no teclado.

Ainda que seja o primeiro aparelho disponível no mercado, o OwnFone em braile não é uma ideia original. Em 2013 uma startup indiana desenvolveu um protótipo de um smartphone com display em braile que apitava ou vibrava quando recebia certos comandos.

O criador do dispositivo, Tom Sunderland, explica que o método escolhido para confeccionar o aparelho ajuda a manter os custos baixos “A impressão 3D é uma alternativa rápida e barata na criação de botões personalizados em braile”, explica.

A empresa é pioneira na criação de telefones impressos em 3D. Em 2012, foi uma das primeiras a criar telefones construídos dessa maneira, com outro OwnFone. Em 2013 surgiu o 1stfone, celular indicado para crianças que traz botões programáveis de contatos como “Mamãe” e “Papai”. Os telefones são pequenos (têm o tamanho de um cartão de crédito) e fáceis de utilizar.

terça-feira, 13 de maio de 2014

Empresa cria adesivos com botões físicos para celular e tablet Android

Divulgação
Nem toda boa ideia precisa ser revolucionária. Algumas se materializam em produtos simples e de pequeno porte, como parece ser o caso do Dimple, desenvolvido por uma startup de Washington, nos EUA.

O Dimple é um conjunto de botões adesivos que podem ser colados em celulares e tablets Android para a configuração de funções comuns. Dá, por exemplo, para ligar a câmera pelo botão físico ou ativar uma função utilizada com frequência, como comandos relacionados ao player de música.

Para funcionar, o Dimple deve ser pareado com o smartphone. Os botões dispensam o uso de bateria, pois utilizam o próprio campo magnético do celular, comunicando-se com aparelho por uma antena NFC.

Tudo ainda não passa de um projeto, no entanto, que deve sair do papel em breve porque já arrecadou US$ 46 mil dos US$ 43 mil requisitados no site de financiamento colaborativo Indiegogo. E olha que ainda falta um mês para o término da campanha.

O Dimple estará disponível em modelos de 2 ou 4 botões e será compatível com quaisquer modelos que não possuam finalização de metal, como o HTC One M8. Caso o financiamento do projeto atinja US$ 70 mil, também será disponibilizado um case com dois botões, para os modelos mais populares de smartphones Android.

Por Eric Colombo

Veja o vídeo do projeto:



segunda-feira, 5 de maio de 2014

Veja o que acontece quando você deixa de dormir com celular

A americana Kim McCormick tomou uma decisão radical. Durante um mês, ela deixou seu iPhone na sala na hora de dormir. Segundo ela, sua vida mudou para melhor

Reprodução
Dormir com o celular por perto é úma verdadeira mania nos dias de hoje. Nos Estados Unidos, a americana Kim McCormick se revoltou contra isso e tomou uma decisão radical.

Durante um mês, a autora do blog Apartment Therapy decidiu deixar seu iPhone na sala na hora de ir dormir.

Segundo Kim, o smartphone estava tomando muito tempo de sua vida.

"Percebi que gastava entre cinco e 45 minutos antes de dormir no Instagram, Facebook e Pinterest", afirmou ela em seu blog.

Recentemente, Kim divulgou os resultados da medida.

Manhã melhor

"A manhã foi a parte do dia que mais mehorou", afirma Kim.

De acordo com ela, não ter o iPhone por perto fez com que ela tivesse de usar um relógio despertador e acordasse mais cedo - sem os cinco minutinhos de soneca programáveis no smartphone.

"Eu usei meu laptop na cama por uma ou duas vezes, mas nunca por tanto tempo quanto eu uso meu celular", afirmou Kim.

Segundo ela, o principal motivo disso é o tamanho do notebook - bem maior que o outro gadget.

A dependência de smartphones é algo tão grave que alguns países já tomaram iniciativas neste sentido.

Na Austrália, um código de conduta foi lançado em setembro para combater o problema.

terça-feira, 8 de abril de 2014

Tecnologia recarrega celular em 30 segundos

Reprodução
Quem tem smartphone já sabe: se precisa muito do aparelho, precisa levar o carregador aonde for; não à toa surgem modelos mais modestos que passam semanas ligados e até mesmo quem prometa bateria infinita. A ideia da empresa israelense StoreDot é mais modesta, mas ainda assim promissora: recarregar o aparelho rapidamente.

O que a StoreDot promete é fazer a energia voltar ao smartphone em apenas 30 segundos. A empresa mostrou a novidade hoje pela primeira vez, usando um Galaxy S4 como exemplo. O aparelho foi modificado para operar com a bateria e o carregador projetados pela empresa. A tecnologia, garante a StoreDot, possibilita milhares de ciclos de carga e descarga, prolongando consideravelmente a expectativa de vida da bateria.

Levando em conta que vários investidores da StoreDot são fabricantes asiáticas, espera-se que a tecnologia apareça no mercado. Só que isso não ocorrerá tão cedo, porque o CEO da empresa, Doron Myersdorf, disse ao The Next Web que em um ano o produto final estará pronto, com a produção em massa prevista só para 2016.


sexta-feira, 21 de março de 2014

Drone Snoopy é capaz de Hackear celulares enquanto voa.

Por Kim Avila

Drone consegue captar senha, logins, e até mesmo seu endereço, quando conectado ao seu celular.
CNN Money
  Quando víamos em diversos filmes, robozinhos que voavam e ao mesmo tempo hackeavam dispositivos ao seu redor, pensávamos: "isso nunca vai acontecer!". Mas agora, com a criação do Snoppy, essa possibilidade esta, e muito, aberta.

  Mas não se apavorem por enquanto, Glenn Wilkinson, especialista em segurança e criador do Snoopy, em uma entrevista ao site CNN Money, disse que seu projeto(Snoopy) não visa sair por ai roubando senhas, mas sim demonstrar a vulnerabilidade dos equipamentos modernos e criar novos métodos de defesas!

  Segundo Glenn, o Snoopy, se aproveita do seu adaptador de WiFi, para acessar seus dados: "O seu telefone, fica 'gritando' o  nome da sua rede, para cada rede que ele tenta se conectar, então, basta o hacker 'fingir' que é essa rede que você quer se conectar, e rotear o seu acesso a essa rede"

  Mas ao mesmo tempo que Glenn, não quer utilizar a tecnologia para o mal, há quem queira, e é nessa hora, que devemos nos preocupar, pois, como afirmou o desenvolvedor do projeto, esse software, rouba todo tipo de informação do seu dispositivo, seus dados bancários, seus dados de webstore, enfim, tudo!

  Ai você se pergunta: "Como me proteger disso?" o próprio Glenn nos responde, segundo ele, o método mais eficaz, não é instalar aplicativos, criptografar seu telefone, mas apenas desligar o seu adaptador WiFi, simples assim.

Fonte: CNN Money

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Celular vira chave de quarto em hotéis dos EUA

Natalie Keyssar for The Wall Street Journal
Os hóspedes que chegam ao hotel Aloft em Nova York ou no Vale do Silício logo poderão fazer algo que hotéis vêm há anos sonhando oferecer: passar direto pela recepção e entrar em seus quartos usando seus smartphones como chave.

A rede de hotéis, que pertence à Starwood Hotels & Resorts Worlwide Inc., planeja proporcionar essa facilidade até março em dois hotéis, um no bairro do Harlem, em Manhattan, e outro na cidade de Cupertino, na Califórnia.

Os hóspedes desses hotéis vão receber uma mensagem num aplicativo da Starwood contendo uma chave virtual que, através da tecnologia bluetooth, abrirá a porta do quarto com um toque ou giro do celular. A empresa afirma que o iPhone 4 ou modelos mais novos e os celulares que rodam a versão 4.3 ou mais recente do sistema Android serão compatíveis com a chave virtual.

Executivos da Starwood esperam que isso seja uma das maiores mudanças tecnológicas no setor hoteleiro desde a introdução das redes gratuitas de internet sem fio. "Acreditamos que se tornará o novo padrão de como as pessoas vão querer entrar num hotel", diz Frits van Paasschen, diretor-presidente da Starwood. "Pode ser uma novidade no começo, mas achamos que vai virar algo básico na administração de um hotel."

Nem todo mundo tem tanta certeza. Tentativas passadas de empregar a tecnologia para agilizar o processo de check-in tiveram resultados conflitantes.

Robert Habeeb, diretor-superintendente da First Hospitality Group, dona de 55 hotéis nos Estados Unidos, diz que retirou os quiosques de check-in de dois de seus hotéis da marca Holiday Inn porque eles quase não eram usados pelos clientes. Ele concluiu que muitos viajantes estão dispostos a sacrificar rapidez pela conveniência de falar com um funcionário e garantir que o quarto tem a vista e a localização que querem, ou tentar obter um melhor. Outros hóspedes podem querer ainda serem cumprimentados ao chegar.

A recepção de um hotel, diz Habeeb, "pode ser uma interação que as pessoas apreciam".

Hotéis nunca foram conhecidos por liderarem inovações tecnológicas. A indústria muitas vezes fica para trás, em parte porque muitos hotéis pertencem a uma empresa e são administrados por outra, complicando investimentos em tecnologia.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Malware observa toques na tela do celular para descobrir senhas

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Foi descoberto um jeito de invadir smartphones e tablets para observar os toques dados na tela e descobrir as senhas do usuário. O consultor de segurança Neal Hindocha, da Trustwase, construiu o conceito de um malware capaz de fazer isso e pretende apresentá-lo durante uma conferência sobre segurança em breve.

O software malicioso é capaz de monitorar coordenadas X e Y a cada toque ou deslizada de dedo, além de tirar capturas da tela. Assim, se o criminoso estiver acompanhando o aparelho e perceber que após um longo período de inatividade o usuário deu quatro toques, ele sabe que aquela é a senha de desbloqueio.

O interessante, disse Hindocha à Forbes, é que se combinar coordenadas com capturas de tela o criminoso consegue ter uma imagem clara dos números sendo digitados.

Segundo ele, não há dificuldades em se instalar o malware em aparelhos com iOS em jailbreak ou com Android em root. É possível passá-lo para um smartphone que rode o sistema do Google quando ele for plugado ao computador pelo cabo USB.

O foco de um ataque desse tipo dificilmente seria o usuário comum, pois o golpe demanda tempo e dedicação - seria contraproducente analisar coordenadas colhidas em massa. O método poderia ser usado contra alvos específicos.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Moinhos de vento anexados ao celular recarregam bateria

Reprodução
Dois pesquisadores da Universidade do Texas em Arlington (UTA) desenvolveram uma solução diferente que, entre outros usos, serviria para recarregar baterias. A invenção consiste em diversos moinhos de vento minúsculos, que podem ser “anexados” a uma capa de smartphone para gerar energia eólica, da mesma forma que fazem as usinas do tipo.

Obra da dupla Smitha Rao e J.C. Chiao, o grande diferencial dela está, obviamente, no tamanho. Uma unidade do gerador em miniatura chega a no máximo 1,8 mm em sua parte mais larga, o que, segundo a UTA, permite que até dez deles sejam agrupados em um único grão de arroz. A ideia é que centenas delas sejam usadas para encher a bateria de um gadget, seja balançando-o para criar uma brisa ou colocando-o para fora de um carro em movimento, por exemplo.

O trabalho já chamou a atenção de um empresa taiwanesa, a WinMEMS Technologies, que inclusive otimizou a técnica usada para criar os moinhos. As pequenas usinas eólicas são compostas por peças bidimensionais que, explicando de forma simplificada, são capazes de se montar sozinhas para criar uma estrutura em 3D.

Em testes realizados no laboratório de Chiao, essas pequeninas composições resistiram a ventos fortes gerados artificialmente. Segundo o engenheiro, isso se deve ao fato de o corpo do moinho ser composto de uma mistura com níquel, bem durável, e ainda contar com boa aerodinâmica.

Preço e produção – Mas talvez o mais interessante disso tudo esteja na facilidade para produzir essas pequenas usinas. De acordo com a UTA, elas podem ser feitas em lotes de milhares, e tudo por um preço baixo. Essa eventual produção em massa ainda abriria um leque de outros usos, como acoplar os moinhos à parede de uma casa para gerar energia elétrica.

A WinMEMS chegou a firmar uma parceria com a universidade americana, e atualmente mostra o projeto em seu próprio site e em algumas apresentações. A UTA ainda manterá as propriedades intelectuais da invenção, mas deu à empresa a chance de explorá-la comercialmente. Ainda assim, não se sabe quando ou se esses moinhos chegarão ao mercado, mas espera-se que não demorem. Veja abaixo um vídeo do pequeno aparelho em funcionamento e aqui uma foto em maior resolução.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Empresas de Japão e EUA impulsionam nova geração de memórias para celulares

sxc.hu
Fabricantes japoneses e americanos de semicondutores se uniram para desenvolver uma nova geração de chips de memória que melhorará o rendimento dos dispositivos móveis, informou nesta segunda-feira o jornal "Nikkei".

O projeto, no qual participam cerca de 20 empresas, quer padronizar os chips de armazenamento magnético (MRAM), capazes de oferecer até dez vezes mais velocidade e capacidade que os atuais de armazenamento dinâmico (DRAM).

Pelo lado japonês, participarão as principais empresas do setor, tais como Hitachi, Renesas Electronics e Tokyo Electron, terceiro maior fabricante mundial, enquanto por parte dos EUA figurarão também algumas de suas maiores firmas, entre elas Micron Technology, o segundo maior produtor de chips DRAM do mundo.

Segundo o jornal, cada empresa enviará em breve pessoal de suas equipes de pesquisa à universidade de Tohoku, a nordeste do Japão, onde se espera comecem o desenvolvimento destes novos modelos de memória a partir de fevereiro.

À margem de dotar de maior velocidade e armazenamento, as memórias MRAM consomem um terço menos de memória que as atuais DRAM, algo que se espera sirva para melhorar significativamente o rendimento em telefones celulares e tablets.

Com este projeto, as empresas esperam acelerar a comercialização destas memórias MRAM, em desenvolvimento desde os anos 90, e perante o desafio de que possam ser produzidas em massa até 2018.

À margem desta sinergia de empresas, outras firmas como a japonesa Toshiba estão atualmente trabalhando em seu desenvolvimento com a sul-coreana SK Hynix, em uma corrida tecnológica na qual também compete o gigante Samsung Electronics.

Matéria publicada em http://www.efe.com/efe/noticias/brasil/tecnologia/empresas-jap-eua-impulsionam-nova-gera-memorias-para-celulares/3/2018/2182514

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Teste compara velocidade de Galaxy S4 e Nokia 3310

Por Eric Colombo
Reprodução
Já vimos pela internet, vários vídeos que comparam a velocidade dos melhores smartphones do mercado.

Recentemente postamos um vídeo que comparava a velocidade de todas as gerações de iPhones da Apple, e mais recentemente um que comparava a velocidade das gerações do Nexus do Google.

Porém, um usuário do Youtube, adrianisen, postou em seu canal, um vídeo que traz um comparativo de velocidades de aparelhos um tanto diferentes.

No vídeo, o usuário colocou lado a lado um smartphone Samsung Galaxy S4 e um clássico dos celulares, o Nokia 3310 (que saudades do meu, haha). Os testes realizados foram o de ligar e desligar os aparelhos simultaneamente, e com uma grandiosa diferença de tempo o já aposentado da Nokia, se saiu vencedor.

O teste tem como objetivo fazer apenas refletir, sobre a evolução da tecnologia. É óbvio que os smartphones de hoje são poderosamente potentes, brigando de frente com computadores, algo muito superior ao antigo Nokia, porém, o velho celular, ainda executa de forma excelente tarefas básicas como, ligar e desligar, que vieram se tornando, cada vez mais demoradas nos novos aparelhos.

Confira o vídeo:


Fonte: Tecmundo

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quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Samsung lidera venda de celulares em todos os continentes

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No terceiro trimestre de 2013, a Samsung conquistou o mundo ao se tornar a maior vendedora de celulares em todos os seis continentes. O feito foi divulgado pela empresa de pesquisa Strategy Analytics nesta quarta-feira, 13.

A sul-coreana dominou 28,6% do mercado ao vender 120,1 milhões de celulares pelo globo entre julho e setembro. O número é reflexo da popularização do Android, que também continua a crescer e já representa 81% dos sistemas instalados nos celulares.

Esta é a primeira vez que a Samsung ultrapassa a Nokia na África. A soma das vendas anotadas no continente e no Oriente Médio representou 15,8 milhões, enquanto a Nokia registrou 14,7 milhões de unidades nas duas regiões.

Para os africanos, os smartphones ainda soam como novidade. Enquanto, em 2012, a média da penetração de celulares inteligentes no mundo era de 17%, na África subsaariana o índice era de apenas 4%.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Motorola lança celular de baixo custo no Brasil na quarta

Detalhes sobre o novo aparelho vazaram no final de semana, quando uma versão do modelo apareceu em um site da Amazon.com no Reino Unido ao preço de 160 libras

Novo logo da Motorola, que destaca que a fabricante de celular agora é uma empresa do Google
Reprodução
A Motorola, unidade do Google, fará no Brasil na quarta-feira o lançamento mundial de celular de baixo custo, diante de fracas vendas do modelo Moto X, publicou o Wall Street Journal, citando fontes.

Detalhes sobre o novo aparelho, Moto G, vazaram no final de semana, quando uma versão do modelo apareceu em um site da Amazon.com no Reino Unido ao preço de 160 libras (260 dólares), sem contrato com operadora de telefonia. Nos Estados Unidos, o aparelho será mais barato, segundo o jornal.

O Moto G será revelado pelo presidente-executivo da Motorola Mobility, Dennis Woodside, segundo convite enviado pela companhia à imprensa no Brasil.

Na segunda-feira, a Motorola cortou o preço nos Estados Unidos do sofisticado Moto X de 200 para 100 dólares, na modalidade de contrato de serviço de operadora, depois que as vendas do modelo se mostraram decepcionantes, segundo o jornal.

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Samsung vende mais celulares que Apple, Nokia e LG juntas no trimestre

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Entre julho e setembro, a Samsung vendeu 120,1 milhões de celulares -- não só smartphones -- e agora domina 29% do mercado. Além de estabelecer novo recorde, a coreana comercializou mais unidades que Nokia, Apple e LG juntas, segundo dados divulgados nesta terça-feira pela consultoria Strategy Analytics.

A Samsung melhorou seu desempenho em 17% na comparação com o mesmo período do ano passado. A vice-líder Nokia caiu drasticamente e passou de 82,9 milhões de unidades em 2012 para 64,6 milhões. A Apple pulou de 26,9 milhões de iPhones para 33,8 milhões este ano, e a LG avançou de 14,4 milhões para 18,3 milhões. No total, foram vendidos 417, 8 milhões de aparelhos no mundo todo durante o período, crescimento de 7%.

A chinesa Huawei, que vendeu 14,6 milhões de telefones, se tornou a quinta maior fabricante e se aproxima da LG. No gráfico abaixo, você confere a quantidade de celulares vendidos por cada uma na comparação com o ano passado e depois a participação de mercado.


quinta-feira, 17 de outubro de 2013

MEMS Cam: a tecnologia de câmera que pode revolucionar fotos pelo celular

MEMS Cam: a tecnologia de câmera que pode revolucionar fotos pelo celular
Divulgação

O Nexus 5, próximo smartphone da parceria entre Google e LG, tem previsão de anúncio para 28 de outubro de 2013. Mas o aparelho em si não deve ser o único centro das atenções: os amantes da fotografia, especialmente de retratos feitos por dispositivos móveis, aguardam a demonstração de uma tecnologia que vai estrear em celulares e deve aumentar bastante a qualidade das imagens capturadas.

Trata-se de um sistema de movimento baseado em MEMS (Micro Electro Mechanical Systems) de silício. Esse mecanismo de resposta a comandos eletrônicos é veloz e preciso, garantindo que a pessoa ou o objeto que você pretende focalizar seja rapidamente colocado em primeiro plano. Componentes como microfones, giroscópios e outros sensores de gadgets já são baseados em outros MEMS.

A tecnologia já existe em câmeras digitais compactas, mas diminuir o tamanho dos componentes e adequá-los a um smartphone é o desafio que acaba de ser superado. Abaixo, você conhece o funcionamento dessa técnica e como ela vai deixar suas fotos ainda mais profissionais.

Foco automático pré-MEMS

Segundo a Digital Optics, que desenvolve a tecnologia do MEMS para a fotografia, apenas 40% das câmeras de smartphones usam o recurso do autofoco. Mas essa técnica já atingiu seu limite – e, quando isso acontece, um novo método deve ser empregado. Para você ter uma ideia, a tecnologia atual de foco existe desde 1874, quando o primeiro modelo desse sistema foi patenteado.

A tal tecnologia jurássica é a de motores de bobina de voz (voice coil motor, ou VCM, na sigla original). Esse método usa atração e repulsão entre ímãs para gerar som a partir de eletricidade. O campo magnético gerado por esse processo movimenta a lente para uma posição na vertical diferente do sensor, enquanto molas fazem o papel de força compensadora.

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De forma geral, esses motores movimentam o módulo da lente junto com o eixo óptico da câmera, garantindo que o equipamento mexa-se para os lados e acompanhe o “alvo” do retrato. Além disso, um algoritmo de foco automático calcula a posição do objeto que será colocado em primeiro plano (isso nas máquinas digitais).

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Apesar de integrar os smartphones atuais e garantir certa qualidade, esse componente é caro, maior e de menor desempenho, além de consumir mais energia e ter uma taxa relativamente alta de erros por conta da demora no processo de autofoco. O MEMS supera todos esses obstáculos, garantindo que o protagonista da sua fotografia, mesmo longe ou em um cenário cheio de outros elementos, fique sempre em destaque.

Por dentro do MEMS Cam

Basicamente, no autofoco, o sensor da câmera captura a imagem e o processador analisa o retrato para avaliar a estrutura da foto. Para que isso aconteça, os algoritmos do autofoco comandam os circuitos do motor atuador (VCM ou MEMS) de forma que eles movam a lente para outra posição.

Esse ciclo é repetido até que a posição mais adequada seja determinada – e, depois que isso acontece, as peças devem voltar à posição original. Em captura de vídeo, esse algoritmo fica "ligado" o tempo inteiro.

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Enquanto o atuador VCM é formado por uma série de partes, algumas mecânicas e outras elétricas, todas separadas umas das outras, o componente de autofoco em MEMS une apenas dois componentes: um motor atuador de silício com tudo integrado e o revestimento da peça.

Esse motor atuador MEMS é formado por três peças. Uma plataforma de silício; condutores em forma de pente que ficam entrelaçados, mas sem tocarem um no outro; e molas para compensar a força. A lente fica no centro da primeira peça e move-se pelo eixo óptico quando cargas eletroestáticas produzem movimentos verticais nos “pentes”.

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Por ser tão compacto e preciso, o MEMS move apenas uma das lentes da câmera no processo de autofoco, enquanto as demais permanecem em uma posição otimizada. Desse modo, a qualidade do retrato não se perde, e o resultado final é tão bom quanto uma imagem tirada com o foco manual.

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Além disso, os movimentos mecânicos são definidos por litografia, usando modernas técnicas de gravação em wafer, assim como em semicondutores. Ao todo, a peça tem medidas de 7 x 7 x 0,15 milímetros, e faz com que a câmera inteira seja a menor possível (8,5 x 8,5 x 6 mm para um sensor de 5 MP).

Por que mudar?

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Smartphones mais modernos possuem profundidade de campo rasa e distância hiperfocal mais longa, exigindo um autofoco mais preciso e cada vez mais necessário. Levando isso em conta, a Digital Optics aponta uma série de vantagens ao substituir um módulo VCM por uma câmera com autofoco por MEMS. Confira um resumo:

  • O algoritmo é mais complexo e usa a detecção de rosto para imediatamente calcular a distância necessária para o autofoco;
  • O autofoco ocorre duas vezes mais rápido e com um taxa menor de erro;
  • Uma máquina com MEMS Cam permite a captura rápida de retratos em sequência com diferentes focalizações;
  • As câmeras de tecnologia MEMS são muito menores e ocupam pouco espaço interno possível dentro do aparelho;
  • O uso do silício faz com que o equipamento suporte até 10 milhões de ciclos, quase quatro vezes mais que a durabilidade do metal que compõe o VCM;
  • A temperatura do smartphone sobe muito menos do que durante o uso de uma câmera com VCM. A economia de bateria é maior.
Com a popularização da MEMS Cam em smartphones, assim como melhores sensores, lentes e aplicativos, cada vez mais os celulares e tablets ganham espaço na fotografia, que hoje não é só composta de máquinas profissionais imensas e digitais compactas.

Angry Birds Go: passáros e porcos unidos em game estilo Mário Kart

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Divulgação
Produzida pela Rovio, a franquia Angry Birds já teve um pouco de tudo: jogo simples, jogo multiplayer, versão espacial, homenagem a Star Wars, jogo com os vilões porcos como personagens principais e até um projeto de playground para crianças aprenderem física inspirado em seu sucesso. Pois em dezembro de 2013, os passarinhos e porcos terão um outro tipo de batalha pela frente. No novo lançamento da turma, o jogo de corrida Angry Birds Go!, os personagens tentam superar uns ao outros em um game inspirado em Mario Kart.


Empurrados ladeira abaixo por um estilingue que arremessa geringonças feitas por objetos comuns a outros jogos da franquia, pássaros e porcos poderão atualizar seus carros entre uma corrida e outra, e vão batalhar em corridas com direito a itens explosivos, aumento de velocidade e outros “poderes” especiais.

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De acordo com a Rovio, o game Angry Birds Go! chega simultaneamente aos celulares iOS, Android, Windows Phone e Blackberry no próximo dia 11 de dezembro.

Matéria publicada em http://super.abril.com.br/blogs/tendencias/angry-birds-go-passaros-e-porcos-unidos-em-game-estilo-mario-kart/

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Google pode oferecer recompensa para saber o que você faz no celular

Mashable
O Google quer começar a entender melhor o que seus usuários fazem com seus smartphones e, principalmente, como utilizam os apps. Para isso, está desenvolvendo um recurso chamado internamente de "Mobile Meter", que monitora a atividade das pessoas e as envia para o Google.

Contudo, antes de achar que o Google vai lhe espionar sem o seu consentimento, o Engadget relata que o programa será totalmente voluntário. Os interessados deverão dar seu consentimento e o projeto deverá recompensar os usuários que permitirem o envio destas informações, tanto no iOS e no Android.

Ao Engadget, o Google afirmar preferir não se manifestar sobre o assunto, já que não comenta rumores e especulações, embora as fontes do site confirmem o desenvolvimento do Mobile Meter, que funcionaria de forma semelhante à Nielsen, empresa de pesquisas de mercado, que possui um app que coleta dados dos usuários, mas oferece um retorno de US$ 50 em troca.

A publicação relata que o Google pretende anonimizar as informações coletadas pelo serviço, de forma a garantir a privacidade dos usuários.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Entenda a diferença que um processador de 64 bits faz no celular

Reprodução
Há cerca de um mês, a Apple apresentou ao mundo o chip A7, que fará funcionar seu novo iPhone e, provavelmente, novos iPads. O grande diferencial do novo processador é ostentar a arquitetura 64 bits, que, segundo a empresa anunciou durante evento de apresentação da versão 5s de seu smartphone, que permitiria até duas vezes mais velocidade. Mas o que isso realmente significa?

A princípio, não muda muita coisa em relação às versões anteriores. Sim, o chip A7 será mais rápido que seu predecessor, mas não devido à arquitetura. Por exemplo, a Epic Games mostrou o Infinity Blade 3 com grande qualidade gráfica, mas esta capacidade provavelmente se deve à melhoria no suporte à OpenGL e novos recursos de aceleração gráfica.

Mas se o processador de 64 bits não torna o aparelho mais rápido, para que ele serve? A resposta ainda é bastante abstrata: o futuro. O poder de processamento pode até aumentar, mas não necessariamente da mudança de arquitetura, embora ela possa, sim, colaborar. Mas, a princípio, este aumento será pouco. Assim como acontece com o mercado de PCs, esta é uma transição que devemos ver ao longo dos anos, mesmo que o resultado passe despercebido pelo consumidor.

Para o usuário final, a principal mudança que isso gerou no mercado de computadores pessoais foi a ampliação da memória. Os processadores de 32 bits limitavam a memória RAM a até 4 GB; o advento dos 64 bits removeu essa barreira, mas não representou um avanço de velocidade imediato e alguns softwares adaptados para processadores com a nova arquitetura chegam a ficar até mais pesados.

Já nos celulares e tablets, este limite ainda está longe de ser alcançado, quanto mais superado. O próprio iPhone tem apenas 1 GB de memória RAM. O número mais alto que o mercado oferece é o do Galaxy Note 3, que ostenta 3 GB de memória. O limite, por enquanto, é apenas teórico, mas não será para sempre, e outras empresas também precisarão seguir este caminho. O aumento da memória também ocasiona um aumento do consumo de bateria, e este é um dos maiores gargalos da tecnologia móvel.

E a transição não será rápida. No próprio ecossistema da Apple, o processo será gradual. O hardware muda, mas o software ainda tem um longo caminho pela frente. O iOS 7 já tem sua versão 64 bits, usada no 5s, mas os aparelhos antigos também precisaram receber uma versão de 32 bits.

O ARMv8, conjunto de instruções usado pelo A7, precisa suportar aplicações em 32 bits, já que a maioria dos apps para iOS ainda usam esta arquitetura antiga e alguns dos aplicativos nunca farão a transição. Os desenvolvedores também continuarão lançando seus apps para 32 bits, para alcançar o público que possui modelos antigos do iPhone, assim como modelos novos, mas que usem a arquitetura velha, como o 5c.

E o mesmo efeito acontecerá com outras fabricantes, assim que passarem a adotar os 64 bits em seus processadores. A tendência é que a tecnologia comece a se espalhar pelo mercado, como a Samsung já afirmou que seus próximos aparelhos de topo também usarão a arquitetura.

O que se pode afirmar com certeza é que embora os 64 bits não sejam mágicos, eles chegam para ser o futuro da tecnologia. Não são apenas uma "jogada de marketing", como executivos da Qualcomm chegaram a afirmar, mas depois voltaram atrás na declaração. Eles podem não ser tão potentes a princípio, mas abrem possibilidades para o que está por vir, não apenas em dispositivos móveis.