Mostrando postagens com marcador malware. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador malware. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

"Android não foi criado para ser seguro", diz Sundar Pichai

Por Eric Colombo

Durante uma sessão de perguntas e respostas, o chefe da divisão do Android, disse que o sistema, não foi feito para ser seguro.

Flickr.com/voicecommandandro
Não é de hoje, que malwares atacam os nossos eletrônicos, seja para observar nosso comportamento, descobrir nossas senhas ou qualquer outra informações, fazer ligações, ou mesmo para invalidar nossos aparelhos. Isso faz que os desenvolvedores criem uma luta frenética em busca do sistema perfeito, com praticidade, design ,funcionalidade e claro, com total segurança. Esse é o caso de quase todos os sistemas de hoje, menos o Android do Google.

Durante a MWC 2014 (Mobile World Congress 2014), que ocorreu durante os dias 24 e 27 de Fevereiro em Barcelona, Sundar Pichai, chefe da divisão responsável pelo Android, disse durante uma sessão de perguntas e respostas: “Não podemos garantir que o Android foi construído para ser seguro, o formato dele, foi criado, para dar mais liberdade. Quando as pessoas falam sobre 90% dos malwares para Android, elas devem levar em consideração que o Android, é o sistema operacional móvel, mais usado no mundo." Pichai disse mais: " Se eu tivesse uma empresa, dedicada na criação de malwares, eu também estaria direcionando os meus ataques para o Android."

O sistema do Google, tem algumas vantagens sobre o da Apple e o da Microsoft, mas como vimos, segurança não é uma delas.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Malware observa toques na tela do celular para descobrir senhas

Reprodução
Foi descoberto um jeito de invadir smartphones e tablets para observar os toques dados na tela e descobrir as senhas do usuário. O consultor de segurança Neal Hindocha, da Trustwase, construiu o conceito de um malware capaz de fazer isso e pretende apresentá-lo durante uma conferência sobre segurança em breve.

O software malicioso é capaz de monitorar coordenadas X e Y a cada toque ou deslizada de dedo, além de tirar capturas da tela. Assim, se o criminoso estiver acompanhando o aparelho e perceber que após um longo período de inatividade o usuário deu quatro toques, ele sabe que aquela é a senha de desbloqueio.

O interessante, disse Hindocha à Forbes, é que se combinar coordenadas com capturas de tela o criminoso consegue ter uma imagem clara dos números sendo digitados.

Segundo ele, não há dificuldades em se instalar o malware em aparelhos com iOS em jailbreak ou com Android em root. É possível passá-lo para um smartphone que rode o sistema do Google quando ele for plugado ao computador pelo cabo USB.

O foco de um ataque desse tipo dificilmente seria o usuário comum, pois o golpe demanda tempo e dedicação - seria contraproducente analisar coordenadas colhidas em massa. O método poderia ser usado contra alvos específicos.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Descoberto malware que usa Windows para infectar Android

Reprodução
Softwares maliciosos para Android que miram o Windows não são novidade, mas a Symantec descobriu que tem gente fazendo o contrário: usando o sistema operacional da Microsoft para chegar ao do Google.

Tudo começa com a infecção pelo Trojan.Droidpak, que envia um DLL malicioso e o registra como um serviço do sistema. O DLL baixa um arquivo de configuração que é analisado para fazer download de um APK malicioso e também é capaz de baixar ferramentas necessárias para o download do aplicativo, como o Android Debug Bridge (ADB).

A partir de então, sempre que um dispositivo com Android for conectado ao computador, o malware tentará instalar o APK. Ele só conseguirá se o tablet ou smartphone estiver no modo depuração USB.

De acordo com a Symantec, o aplicativo é uma variante do Android.Fakebank.B e se apresenta como Google App Store. Uma vez instalado, ele busca por aplicações bancárias coreanas e, caso encontre alguma, pede que o usuário a apague para instalar uma versão comprometida.

O ideal para evitar esse tipo de problema é manter o modo de depuração USB desativado quando não estiver usando, mas o mais importante é não plugar o aparelho em qualquer computador.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Android é alvo de 99% dos ataques criminosos

Reprodução
Quase todas as ameaças voltadas à computação móvel têm como alvos os aparelhos com Android instalado, de acordo com estudo anual da Cisco. O levantamento revelou que 99% dos problemas miram o sistema operacional do Google.

Há outros dados alarmantes, como o fato de que a quantidade de vulnerabilidades e ameaças globais atingiu o maior nível desde maio de 2000. Em outubro de 2013, o total de alertas aumentou 14% em relação ao ano anterior.

Ainda segundo o estudo da Cisco, haverá uma escassez de profissionais de segurança no mundo inteiro - faltará mais de um milhão deles neste ano. Isso porque as habilidades dos cibercriminosos estão crescendo mais rapidamente que a capacidade do mercado em formar novos combatentes.

Trojans com múltiplos propósitos são o tipo de problema mais comum, seguidos pelos scripts maliciosos. E a Cisco ainda diz que o Java permanece como linguagem de programação mais explorada por criminosos.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Malware ataca jogadores de World of Warcraft

Falha pode roubar senhas e dados dos usuários do popular jogo online

Getty Images
A desenvolvedora Blizzard identificou um malware que pode roubar senhas e dados de jogadores do popular World of Warcraft.

O trojan seria instalado a partir de uma versão falsa – mas funcional – do Curse Client do jogo, usado para executá-lo, e baixado a partir de um website também falso.

Segundo o site Eurogamer, a ameaça foi baixada por usuários que buscavam pelo download oficial em engines de busca, como o Google.

O link “pirata” aparecia bem colocado nos resultados, o que, somado ao aspecto oficial da página, pode ter provocado confusão por parte de alguns usuários.

No fórum do jogo, um dos agentes de suporte técnico da companhia, identificado como Ressie, afirma ter encontrado o malware e o submetido à avaliação de desenvolvedores de antivírus.

Em seu post, ele cita Malwarebytes, Avast, Microsoft Security Essentials, Kaserpsky, McAfee, entre outros – ou seja, é bem provável que, nas próximas horas, todos os software de segurança estejam preparados para identificar e eliminar o problema.

Outro responsável pelo suporte interno de World of Warcraft, Kaltonis, ainda deu algumas recomendações para usuários que, possivelmente, baixaram o cliente falso.

“O método mais fácil de remover o trojan é apagar o Curse Client falso e escanear o computador com algum antivírus atualizado”, diz ele na postagem.

Já quem foi comprometido pelo malware, pode seguir as instruções na página de segurança da própria Blizzard, de acordo com Kaltonis.

“Faremos o possível para consertar tudo, como sempre fazemos”, garantiu. Segundo o suporte técnico, esse é o único caso confirmado em vários anos de ataque “man-in-the-middle” ao World of Warcraft.

Esse tipo de invasão consiste em um “interceptador” de informações, que fica entre o usuário e, no caso, o servidor da Blizzard.

Quando os dados são enviados pelo dono da conta, o cracker os acessa antes, optando ou não por mandá-los ao lugar certo em seguida.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Malware para Androids faz ligações sem que o usuário perceba

Getty Images
Usuários de aparelhos com Androids anteriores à versão 3.1 podem ter que se preocupar com mais um problema. Pesquisadores de segurança da Lookout reportaram um novo malware que atinge apenas edições antigas do SO. Batizado de MouaBad.p, a ameaça faz ligações sem que, inicialmente, o usuário perceba, resultando em gastos possivelmente estratosféricos.

O vírus foi identificado em aparelhos da China, e, por ora, não há relatos de que ele esteja se espalhando para fora do país. Segundo a Lookout, o conceito funciona quase como uma “evolução” dos malware que enviavam mensagens automaticamente. As ligações são feitas em momentos oportunos, como quando a tela se desliga, e se encerram assim que o aparelho é desbloqueado.

Todas as chamadas são realizadas para números “premium”, que garantem parte dos gastos para os provedores do serviço. No caso, esses são os criminosos que implantam a ameaça. Dessa forma, eles acabam lucrando em cima da conta do usuário afetado.

O malware é indiscutivelmente perigoso, e seu desenvolvimento mostra os rumos que as ameaças parecem estar tomando. No entanto, ainda não há pouco com o que se preocupar. Primeiro porque os especialistas da Lookout o identificaram apenas na China, e em poucos aparelhos. E como eles mesmos afirmam, as ligações para os tais números “premium” dependem do país – o MouaBad está focado, por ora, apenas nos telefones chineses, então não há risco caso um aparelho brasileiro seja infectado pela variante asiática.

Além disso, o malware atinge apenas aparelhos com versões 3.1 ou inferiores do Android, já que as atualizações do sistema operacional corrigiram uma funcionalidade falha. Eles ainda representam pouco mais de 25% dos smartphones e tablets com o SO no mundo, mas a tendência é essa porcentagem diminua – fora que, na China, ela pode ser menor.

Por fim, e talvez mais curioso, o MouaBad não é capaz de alterar o histórico de chamadas. Assim, caso um usuário o abra, verá que uma ligação foi feita para um número estranho. Poderá, então, tomar as medidas cabíveis, como instalar um app de antivírus no smartphone.

Como o vírus não foi identificado em nenhum aplicativo da Play Store, recomenda-se seguir a dica de sempre e evitar programas vindos de fontes desconhecidas ou não-confiáveis. Desmarcar a opção que autoriza a instalação de apps do tipo – ou ao menos “proibir” o aparelho de fazer isso automaticamente – também é válido. 

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Cientistas criam vírus que se espalha pelo som

Reprodução
Cientistas desenvolveram um método de distribuição de softwares maliciosos que dispensa internet ou qualquer outro tipo de rede. Os programas são enviados de um computador para o outro pelo som.

O malware consegue se apossar do microfone do computador e usar uma frequência inaudível para acionar outra máquina. Nos testes, foi possível transferir senhas e uma pequena quantidade de dados a uma distância de quase 20 metros. Usando repetidores de áudio, entretanto, é possível fazer essa comunicação entre distâncias muito maiores.

As descobertas foram feitas por pesquisadores do Instituto Fraunhofer de Comunicação, Processamento de Informação e Ergonomia e repercutidas pelo Ars Technica.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

WhatsApp tem mais um malware que sequestra informações

ESET detectou um novo trojan que extorque as vítimas para devolver acesso à informação sequestrada

Divulgação
Depois de ter sido avisado sobre o aumento de Trojans que pedem dinheiro para recuperar informações, o Laboratório de Investigação da ESET América Latina detectou um novo caso de ransomware em outubro. Além disso, destaca-se uma falha encontrada no WhatsApp que poderia permitir que um atacante interceptasse e decodificasse as mensagens transmitidas por meio do aplicativo de mensagens instantâneas.

Nymaim, trojan detectado que afetou o México principalmente, é um malware que extorque a vítima em US$ 150 dólares em troca da devolução do controle do computador infectado. Nos últimos meses, houve na América Latina um aumento significativo nos casos de código malicioso como este, que criptografa as informações ou bloqueia o acesso do usuário ao sistema, em troca de dinheiro. Esta técnica é conhecida como ransomware.

"Pagar para o resgate não é nada mais que incentivar esse modelo de negócio ilegal, o que não recomendo nesse caso", conta André Goujon, Awareness & Research Specialist da ESET América Latina. Ele sugere que "Para reduzir o impacto de ransomware, o primeiro passo que você deve tomar é manter o backup das informações em dia e o computador atualizado. Assim, você pode facilmente recuperar os dados", completa o executivo.

Uma falha ocorrida no WhatsApp, conhecida como um bug na implementação do sistema de criptografia, permitia que um usuário terceiro obtivesse as conversas feitas por meio desse smartphone, isso utilizando uma estrutura de previsão de mensagens.

"Essa possibilidade aumenta se você usar mensagens instantâneas em redes Wi-Fi públicas ou não devidamente protegidas. Por esta razão, em espaços públicos é aconselhável a utilização de tecnologia 3G ou 4G em comparação com outros tipos de conexões sem fio não seguras", afirma Goujon.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Golpe com GTA 5 falso faz milhares de PCs serem infectados


Na ânsia de jogar GTA 5 pelo computador, milhares de pessoas estão caindo em um golpe de internet que usa o nome do aclamado jogo. Circula pela rede um arquivo torrent que diz ser o GTA, mas que na verdade é um malware, conforme reportado pelo WCCF Tech.

Há claras indicações de que se trata de uma farsa, sendo a primeira delas o fato de que a Rockstar não fez qualquer anúncio sobre a versão PC do jogo (algo que seria muito bem noticiado). Além disso, o arquivo ligado ao torrent é um executável de 18.3 GB - bem mais que os 7.7 GB do GTA 5 para Xbox 360.

Por outro lado, dá para entender porque tanta gente tem caído na cilada. Cerca de 7 mil pessoas estão conectadas ao torrent, o que geralmente é bom indicativo para o download, e ele é um dos primeiros resultados no buscador do Google.