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sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Primeiro smartphone Xiaomi é homologado no Brasil

Por Eric Colombo

Divulgação
A grande ameaça das gigantes Apple e Samsung, Xiaomi, está perto de desembarcar seus aparelhos em terras brasileiras. O Redmi Note 4G, sucesso em diversos países, foi homologado pela Anatel, o que garante a comunicação LTE do aparelho com as redes do Brasil.

A informação foi divulgada pelo blog Pinguins Móveis, que ao que parece, obteve acesso aos documentos como o Guia do Usuário Redmi Note 4G e o certificado de homologação da Anatel.

O sistema operacional do aparelho é o Android 4.4 KitKat, porém em versão bastante similar ao iOS. O objetivo da Xiaomi é ganhar o público brasileiro pelo bolso. Para se ter uma ideia, o Phablet é vendido na China por cerca de R$ 370 sem impostos.

Equipado com uma tela IPS de 5,5 polegadas com resolução HD, 8GB de armazenamento, 2GB de RAM e processador de quatro núcleos Snapdragon e clock de 1,6 GHz. Assim como nos novos iPhones, o Bluetooth é 4.0 LE e o Wi-Fi 802.11. Sua câmera traseira possui 13 megapixels com abertura de f/2.2, já a câmera frontal possui 5 megapixels, ótimo para que curte tirar selfies.

A espera é que a empresa, que trás na sua vice-presidência o mineiro Hugo Barra, entre no mercado brasileiro no próximo ano, porém o escritório da empresa já está fixado em São Paulo.

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Pulseira promete o uso do smartphone pela pele

Por Eric Colombo

Reprodução
Se você assim como eu não consegue abandonar seus smartphone ou tablet, nem mesmo no banho, a Cicret Bracelet é o seu próximo gadget. O Cicret Bracelet é um protótipo de pulseira, que projeta no pulso do usuário a tela do seu dispositivo, permitindo o acesso a qualquer função do mesmo.

O gadget impermeável conta com conexão Bluetooth, WiFi, sensor de proximidade, cartão de memória e uma entrada USB. Ele vem equipado com um acelerômetro e oito sensores, que tem como função identificar os toques na pele do usuário, o gadget também conta com um vibrador embutido, para avisar o usuário sobre notificações.

A princípio o Cicret Bracelet será compatível apenas com o sistema operacional Android.

Os desenvolvedores esperam produzir versões de 16 e 32 GB, em dez cores diferentes e dois tamanhos de pulso.

Sem previsão para lançamento e nem estimativa de preço, a empresa busca doações de pessoas interessadas na ideia. Apenas 8% do valor buscado de R$ 2,2 milhões foram atingidas, mas quem desejar pode contribuir aqui.

Confira o vídeo, e veja o que a pulseira promete oferecer.


Fonte: Olhar Digital

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Como descobrir o que o Google sabe sobre você

Andrew Harrer/Bloomberg
Não é segredo que o Google coleta dados sobre a vida de seus usuários. O objetivo disso é poder oferecer propagandas e anúncios bem direcionados. A grande vantagem para o Google é poder cobrar um valor mais alto das empresas que fazem os anúncios.

Ao usar o Google ou qualquer outro produto da empresa, os usuários estão autorizando que informações sejam coletadas (você não achou que o Google oferecia esse monte de coisas legais de graça à toa, não é?).

São diversos métodos usados para coletar as informações. Desde os termos buscados no Google, até o que é compartilhado no Google+ ou os lugares que são buscados no Maps.

Se você quiser descobrir tudo (ou quase tudo) que a empresa sabe sobre você, aqui vai um guia rápido.

Para isso, basta entrar na página de configurações enquanto logado na conta do Google. A página é https://www.google.com/settings

Lá, é preciso clicar em “Histórico da Conta”, que fica na parte superior da página. Depois disso, basta ir até o final da página, encontrar “Anúncios” e clicar em “Editar Configurações”. Se você preferir, este é o link direto para a página.

O Google mostra de forma automática o que ele sabe sobre o usuário. São desde informações básicas como sexo e idade, até outras mais complexas.

Na parte de “Interesses” ao clicar em “Editar” são exibidos os assuntos que o usuário acha interessantes. No meu caso, são 150 áreas de interesse encontradas pelo Google.

Os assuntos são relativamente apurados. Um ou outro fogem das minhas áreas de interesse de verdade. Isso se explica por buscas por termos que estejam fora da minha área de interesse real.

O Google ainda mantém registrados todos os vídeos que o usuários já assistiu no YouTube, as buscas feitas no YouTube e um mapa de lugares por onde se passou.

E esse mapa é uma das coisas mais assustadoras (e interessantes). Ele funciona especialmente para usuários de Android que autorizaram o funcionamento dessa ferramenta. O smartphone (ou tablet) pode pegar a geolocalização entre determinados espaços de tempo.

O mapa pode ser acessado neste link. É possível visualizar os dados escolhendo as datas. O usuário também pode escolher por apagar as informações de alguns dias ou então exportar todo o conteúdo.

Matéria publicada em http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/como-descobrir-o-que-o-google-sabe-sobre-voce

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Linha Zenfone contará com Android L, confirma Asus

Por Eric Colombo

Divulgação
A linha de smartphones Zenfone, que chegou há pouco no Brasil, e irá receber a atualização do Android Lollipop na primeira metade de 2015. Segundo a própria Asus, fabricante do smartphone, o atraso se deve ao tempo da homologação dos aparelhos.

A nova atualização do Android, traz diversas mudanças, entre elas um novo design em sua interface, mais opções para controlar suas notificações, painel de gerenciamento de bateria e opção de utilizar diversas contas de usuário, em um unico aparelho.

O Zenfone 5, lançado na ultima semana, conseguiu registrar a marca de 10 mil vendas, em menos de um dia após o seu lançamento. O aparelho traz uma tela de 5 polegadas, acompanhada com 2GB de memória RAM, processador Intel Atom de 1,2GHz, câmeras de 8 MP (tras) e 2 MP (frente) e 8GB de armazenamento, tudo isso por R$ 599.

Espera-se que a Asus ainda lance este ano mais dois modelos da linha Zenfone, uma seria um upgrade no Zenfone 5, onde contaria com 16GB de armazenamento interno e processador Intel Atom de 1,6GHz, e o segundo o Zenfone 6, com tela de 6 polegadas, câmera de 13 MP e armazenamento de 16GB.

E você, o que achou desta linha de smartphones da Asus?

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Google pode anunciar smartphone e tablet Nexus amanhã

A empresa deve publicar o anúncio de lançamento do smartphone Nexus 6 e do tablet Nexus 9 amanhã, de acordo com a Forbes

EvLeaks
O Google pode anunciar seus novos dispositivos da linha Nexus amanhã. Já se sabia que um novo tablet e um novo smartphone deveriam chegar ainda neste ano pela parceria entre o Google e alguma fabricante. Uma reportagem da Forbes, no entanto, afirma que o anúncio oficial acontecerá amanhã, quarta-feira.

O Google teria aberto mão de realizar um grande evento. As novidades seriam apresentadas, portanto, em um post no blog oficial da empresa.

A Forbes confirma os rumores anteriores. O novo tablet Nexus será mesmo fabricado pela HTC. Ele deve chegar com tela de 8,9 polegadas, além de um processador dual-core e uma câmera traseira de 8 MP. Ele deve ser o primeiro dispositivo do mercado a rodar o Android L, a próxima versão do sistema operacional do Google.

Já o smartphone, deve ser uma versão crescida do Moto X, da Motorola. Hoje uma imagem vazou hoje mostrando o suposto aparelho (veja no início deste texto). Em aparência, ele é realmente muito similar ao Moto X de segunda geração.

Na foto é possível ver que o smartphone roda o Android L. O design dos ícones dos apps é levemente diferente do usado atualmente no Android. Os ícones, na parte inferior da tela, de home, voltar e visualizar os apps abertos também estão bem diferentes.

Os rumores para o Nexus 6 (o smartphone) são: tela de 5,9 polegadas com resolução de 2.560 x 1.440 pixels e câmera de 13 MP (aparentemente a mesma do Moto X).

Para aumentar as expectativas para o lançamento, alguns anúncios em vídeo do Android vazaram hoje. As animações devem ser usadas na divulgação da nova versão do sistema.

O primeiro deles (veja no final deste texto) faz uma referência ao novo smartphone. Nele, um bonequinho tira um grande smartphone do bolso – e, convenhamos, um smartphone de 5,9 polegadas é bem grande.

Entre os anúncios, o tablet deve ser o menos interessante para os consumidores brasileiros. A HTC deixou de atuar no Brasil em 2012. O Nexus 9 não deve chegar por aqui.

Por outro lado, o smartphone Nexus 6 deve ser comercializado no Brasil – e não deve demorar para isso acontecer. A Motorola vem apostando bastante no país e lançando seus smartphones aqui quase que ao mesmo tempo em que lança nos Estados Unidos.

Os rumores afirmam que os produtos devem entrar em pré-venda na sexta-feira desta semana (ao menos nos Estados Unidos) e que estarão disponíveis para os compradores no início de novembro.

Veja a seguir um dos anúncios do novo Android:



sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Novos Moto X e Moto G começam a ser vendidos hoje no Brasil

Motorola lança novas versões dos smartphones Moto X e Moto G hoje no Brasil. Os preços vão de 699 reais a 1.499 reais

Saulo Pereira Guimarães/EXAME.com
A Motorola começa a vender hoje no Brasil as novas versões dos smartphones Moto X e Moto G. Com Android 4.4 e filmadora Full HD, os gadgets serão vendidos por preços que vão variar entre 699 e 1.499 reais.

São aparelhos de preço intermediário e características atraentes, que têm feito bastante sucesso no Brasil.

O novo Moto X tem tela Full HD de 5,2 polegadas, meia polegada maior que a do Moto X original. Conta com câmeras frontal e traseira de 2 e 13 megapixels, respectivamente. O Moto X tem capacidade de armazenamento de 32 gigabytes, processador de quatro núcleos e acesso à rede 4G.

Na parte traseira, opções de revestimento em bambu e couro dão charme ao gadget - que será vendido por 1.499 reais. Dois flashes ao lado da câmera traseira fornecem iluminação para fotos como esta:

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Moto X+1 e Moto 360, o que se esperar para estes lançamentos?

Por Eric Colombo


Rumores vem rondando a Motorola há alguns dias, assim como está acontecendo com todas as outras fabricantes. Preços, especificações, cases, um a um, tudo está sendo "revelado" e hoje é o dia da certeza.

Há algumas semanas publicamos uma matéria, falando sobre a venda casada do novo Moto X e o novo gadget da Motorola, o Moto 360, nela informamos que o pacote de smartphone + smartwatch, começaria a ser vendido no fim deste mês, por um precinho muito legal, apenas R$ 1.599. O site TudoCelular aposta em um valor um pouquinho menor, segundo eles, o novo Moto X sairá no varejo brasileiro por R$ 1.499, porém, em momento algum fazem referência ao Moto 360.

Com respeito as especificações do novo smartphone, esperamos a seguinte:

-Snapdragon 801 2,5 GHz quad-core
-RAM 2GB
-Tela 5,2" de 1080p AMOLED
-Armazenamento interno de 32GB com provável entrada para microSD
-Câmera 12 MP(especula-se até 18,1 MP) traseira e 5 MP frontal
-Bateria 2.900 mAh

Grandes varejistas como Fast Shop, Casas Bahia, Ponto Frio, Magazine Luiza, entre outras, receberam um convite da própria Motorola, para um WorkShop de lançamento dos produtos. O WorkShop ocorrerá em hotel luxuoso, próximo ao Jockey Club de São Paulo, as 8h30 da manhã, esta será uma extensão do lançamento oficial que ocorrerá em Chicago, sede da Motorola.

Alguém faz alguma aposta?

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Provável Nexus 6, da Motorola, aparece em teste de desempenho

Reprodução
Se os rumores se confirmarem, o Nexus 6 deve ser feito pela Motorola e já teria até mesmo suas especificações vazadas. O aparelho, que está sendo tratado pelo codinome de “Shamu” teria aparecido em testes de benchmark com configurações capazes de competir a altura ou superar qualquer outro Android atualmente no mercado.

Conforme relata o PhoneArena, o aparelho ostentará uma resolução de 2392x1440, semelhante ao que o LG G3 apresenta, comprimidos em uma tela de 5,2 polegadas, o que seria uma mudança (bem-vinda) em relação às 5,9 polegadas esperadas inicialmente.

O resultado de desempenho mostra que o G3, com o Snapdragon 801, teve um resultado muito inferior ao Shamu, enquanto uma versão exclusiva da Coreia do Sul, com o Snapdragon 805, também se saiu pior. Isso indica que o aparelho pode ser um dos mais potentes do mercado, com o Snapdragon 805, como indica o próprio banco de dados da GFXBench.

Se a informação estiver correta, o Shamu o Snapdragon 805 configurado no clock de 2,6 GHz, com 3 GB de memória RAM e 32 GB de armazenamento interno, com 12 megapixels na câmera traseira, capaz de fazer vídeos em 4K, e 2 MP na frontal. Claro, o Android L já seria a versão do sistema operacional logo ao tirar o aparelho da caixa.

Resta aguardar se todas estas informações se confirmam e se o Shamu realmente se concretizará como um produto real e se ele realmente será o Nexus 6. Existem rumores de que o Google poderá anunciar um novo smartphone em setembro, possivelmente junto com um Nexus 8, tablet feito pela HTC.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Android L deve incluir recurso de múltiplos perfis em smartphones

Reprodução
Os usuários de tablets Android já devem estar familiarizados com o recurso multiusuário do sistema. Agora, o recurso, que é um alívio principalmente para quem vê crianças usando o dispositivo frequentemente, deve chegar aos smartphones com o lançamento do Android L, ainda em data desconhecida. 

A informação parte de um fórum do Android, onde um usuário decidiu reclamar sobre a falta do recurso. Algumas horas depois, um desenvolvedor respondeu de forma assertiva, falando que a “a equipe de desenvolvimento já implantou este recurso, disponível na próxima build pública.” 

A única dúvida que realmente fica no ar é se “a próxima build pública” realmente se refere ao Android L, que deve chegar até o final do ano, ou algum update menor que poderá sair até lá. 

Além de quem tem de lidar frequentemente com crianças, quem poderá receber a notícia são as pessoas que utilizam um mesmo celular para fins pessoais e profissionais. A inclusão de perfis separados ajuda a não misturar as coisas. O Google também deve investir bastante no Android para ambientes corporativos e esta possibilidade pode vir bem a calhar.

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Smartphone Moto X deve receber atualização para Android L

Primeiros smartphones e tablets a receberem a atualização do Android são os aparelhos da linha Nexus, premissa e motivo de marketing desta linha de produtos

Divulgação
O smartphone Moto X deve receber a atualização para o Android L, a edição mais recente do sistema móvel do Google.

Após a publicação de uma falsa página da Motorola na Alemanha que supostamente confirmava o update, Punit Soni, vice-presidente de gestão de produtos da companhia, afirmou nesta semana no Google+ que o Moto X irá receber a nova versão do sistema Android.

O Android L, atualmente, está disponível apenas para desenvolvedores. A expectativa é de que o sistema seja lançado oficialmente para os consumidores ainda em 2014. Entre as principais mudanças trazidas pelo Android L está uma melhoria na gestão de energia, o que oferece maior duração de bateria aos dispositivos móveis.

Os primeiros smartphones e tablets a receberem a atualização do Android são os aparelhos da linha Nexus, premissa e motivo de marketing desta linha de produtos. A Motorola, que foi vendida pelo Google para a Lenovo no início deste ano, ofereceu, nos últimos meses, atualizações de software para o Moto X, o Moto G e o Moto E — poucas semanas após a liberação do sistema pelo Google.

Entretanto, a empresa atrasou a oferta do Android 4.4 KitKat para os gadgets da família Razr, que havia sido prometida para o primeiro semestre de 2014.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Aplicativo traz experiência do Android puro para smartphones

É possível eliminar as chamadas skins que modificam as telas do sistema, assim como acontece nos smartphones da LG, da Samsung e da Sony

Reprodução
O aplicativo Google Now Launcher foi liberado para funcionar oficialmente para diversos smartphones com sistema Android.

Essencialmente, o que esse app faz é simular a experiência de uso oferecida pelo Android puro, sem modificações de fabricantes. Ou seja, é possível eliminar as chamadas skins que modificam as telas do sistema, assim como acontece nos smartphones da LG, da Samsung e da Sony.

É preciso ter um aparelho com sistema Android 4.1 ou com alguma edição superior para utilizar o Google Now Launcher.

O lançador estava disponível somente para os aparelhos da linha Nexus, como o LG Nexus 5 e o Asus Nexus 7.

Além de eliminar modificações, o aplicativo coloca o assistente pessoal Google Now como parte importante do sistema. Basta deslizar o dedo para esquerda na tela inicial para ter acesso a informações úteis, bem como ao recurso de pesquisa na web, que pode ser ativado com o comando de voz "Ok, Google Now" — desde que o app esteja aberto.

Após a instalação do aplicativo, é preciso ativar o launcher no seu aparelho. Para isso, vá ao menu configurações, procure pela opção início e ative o novo recurso.

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Brasileiro à frente da Xiaomi nega copiar Apple, mas admite inspiração

Divulgação
O brasileiro Hugo Barra, vice-presidente global da fabricante chinesa de smartphones Xiaomi, reconheceu que a empresa se inspira nos produtos da Apple, dona da equipe mais talentosa de designers do mundo, na opinião dele, mas negou copiar a americana. 

A polêmica sobre a semelhança do conceito ganhou força esta semana após o lançamento do aparelho Mi 4, promovido como o "mais rápido do mundo". O que o torna parecido com o iPhone 5s, à primeira vista, é o acabamento em metal.

No entanto, Barra argumenta que há diferenças estéticas que conferem originalidade ao Mi 4, como espessura maior, curvatura da borda e localização dos botões. Além disso, a traseira é removível, ao contrário do modelo da Apple.

Para o executivo, as comparações derivam do desconhecimento. "O prolema é que estas pessoas, começando pelo Vale do Silício, não têm acesso aos nossos produtos. Elas nunca mexeram em um dispositivo da Xiaomi, nunca viram, apenas leram a respeito", disse ao The Next Web.

Os consumidores brasileiros deverão ter acesso aos smartphones da Xiaomi. Segundo Barra, há planos para trazer a empresa para a América Latina, começando pelo Brasil, mas ainda sem previsão de data.

Mi 4

Divulgação
O smartphone lançado esta semana por US$ 320 roda Android 4.4.2, tem tela de 5 polegadas com resolução de 1920x1080 (densidade de 441 ppi), processador Snapdragon 801 (2,5 GHz) - similar ao do Samsung Galaxy S5 - 3 GB de RAM (superiores aos 2 GB do Galaxy S5) e bateria de 3,080 mAh. Quanto ao armazenamento, será possível adquirir versões de 16 ou 64 GB, sendo que nenhuma delas possui slot para cartão MicroSD.

O aparelho é feito inteiramente de metal, com visual que remete ao iPhone, e não possui bateria removível. As capinhas protetoras são feitas de materiais como couro e madeira. A câmera traseira tem sensor de 13 megapixels e lente com uma grande abertura, de f/1,8, enquanto a frontal possui um sensor de 8 megapixels, proporcionando boas selfies. 

Divulgação

quarta-feira, 23 de julho de 2014

LG G3 chega para brigar com Galaxy S5 e iPhone 6

A LG está lançando no Brasil seu smartphone mais avançado, o G3. Por por 2.299 reais, ele traz câmera com foco a laser e tela com resolução superior à full HD


Divulgação
Quem está em busca de um smartphone avançado com tela gigante terá uma nova e atraente opção em breve. A LG começa a vender no Brasil, na próxima semana, o G3, seu smartphone mais poderoso.

Não há de que reclamar nas especificações do G3. O smartphone traz câmera com foco a laser, tela de 5,5 polegadas com resolução superior à full HD e um potente processador Snapdragon 801, da Qualcomm, com quatro núcleos de processamento.

São características que igualam ou superam as de rivais como o Galaxy S5, da Samsung, e o Xperia Z2, da Sony. Veja, a seguir, alguns detalhes sobre o LG G3.

Design

O smartphone vem com uma tampa traseira plástica que imita metal. Não é realmente construído em metal como o iPhone 5s e o HTC One M8, mas é elegante.

A tela ocupa quase toda a frente do G3. As molduras em volta são finas e não há botões físicos frontais. Por isso, o G3 parece menor do que outros smartphones de 5,5 polegadas.

A LG adota a peculiar solução de colocar os controles de volume e o botão liga/desliga na traseira. O mesmo desenho é empregado em modelos anteriores da empresa, como o G Flex.

É um design que divide opiniões. Quem nunca usou um smartphone com botões traseiros estranha. E algumas pessoas detestam esse desenho.

Já quem está acostumado não tem dificuldade, em geral, para encontrar os controles tateando o smartphone. O botão liga/desliga, que fica entre os controles de volume, é saliente, o que facilita seu reconhecimento pelo tato.

“Nossos estudos mostraram que a situação em que as pessoas mais derrubam o smartphone ao chão é quando apertam algum botão lateral. Colocando os botões atrás, reduzimos em 38% a incidência desse tipo de acidente”, diz Marcel Inhauser, gerente de produto da LG.

“Além disso, sem os botões laterais, pudemos deixar a moldura em torno da tela mais fina”, acrescenta ele.

Carregador sem fio

Um item em que o G3 se diferencia da maioria dos rivais é a tampa traseira removível. Ela permite substituir a bateria quando ela perde sua capacidade de armazenamento. 

Nessa tampa, fica a bobina que permite o carregamento da bateria por indução. Um carregador sem fio é fornecido junto com o smartphone. 

A tampa pode ser substituída por uma capinha da LG (vendida separadamente) que possui uma janela circular sobre a tela. Na janela, aparecem o relógio e algumas notificações. Essa capinha também permite o carregamento sem fio.

Diferentemente do Galaxy S5, da Samsung, e do Xperia Z2, da Sony, o G3 não é resistente à água.

Foco a Laser

A tela QHD, de 2.560 por 1.440 pixels, é um item que sobressai nas especificações do G3. Não muito tempo atrás, era difícil até encontrar um televisor com resolução tão alta – quanto mais um smartphone.

Na prática, a tela do G3 é muito boa, mas não parece superior às telas full HD dos concorrentes. Aparentemente, os pixels extras que ela tem estão além do que o olho humano consegue perceber.

Na câmera principal do G3, o principal destaque é o sistema a foco a laser. A LG diz que ele torna a câmera mais ágil do que as de outros smartphones (que empregam foco por detecção de fase).

Segundo a empresa, a câmera demora apenas 276 milissegundos para ajustar o foco. De fato, quando a experimentamos, ela nos pareceu ser bastante ágil.

Sites que mediram a autonomia da bateria do G3, como The Verge e Engadget, dizem que ela é mais que suficiente para um dia de uso típico.

Software

O G3 roda o Android 4.4 KitKat com a interface gráfica modificada pela LG. Em comparação com a geração anterior da empresa, o G3 traz interface mais limpa, com ícones redesenhados, sem o excesso de efeitos 3D que havia antes.

Um recurso interessante é o que permite desbloquear o smartphone com alguns toques na tela, mesmo desligada. Talvez ele compense o fato de o botão liga/desliga ficar escondido na traseira.

O LG G3 vai ser vendido no Brasil por 2.299 reais, apenas na opção de 16 GB de capacidade (em outros países, há também versões com 32 GB). É possível ampliar a capacidade acrescentando um cartão de memória microSD.

O smartphone será oferecido em quatro cores: preto (que a LG chama de Titanium), branco, dourado e púrpura. 

Além do G3, a LG está lançando no Brasil o relógio inteligente G Watch. Ele é compatível com smartphones com Android de diversas marcas e vai custar 699 reais.

Uma terceira novidade da empresa é uma nova geração de tablets G Pad com modelos de 7, 8 e 10,1 polegadas. Todos têm tela HD de 1.280 por 800 pixels. Os preços vão de 599 a 1.099 reais.

Este vídeo da LG apresenta o G3:


sexta-feira, 11 de julho de 2014

Empresa promete relógio inteligente modular no estilo do projeto Ara

Reprodução
Uma startup de Londres decidiu aplicar aos relógios inteligentes o conceito do projeto Ara, do Google, com seus celulares modulares. A equipe responsável pelo projeto Blocks fez um evento mostrando o protótipo, ainda bastante rústico, mas funcional, do relógio utilizando o sistema Android Wear, provavelmente.

A expectativa é permitir que qualquer um possa criar sua própria configuração do relógio para se encaixar às suas necessidades e preferências. Isso incluiria, por exemplo, uma tela de e-ink (como no Kindle), para quem quer economizar bateria. Quem procura mais funcionalidades poderia usar blocos que melhorem a interação com o aparelho, como microfones, sensores de movimento para controle e câmera. Isso poderia ser mudado sem precisar ficar trocando de aparelho sempre que algum recurso novo surgir.

O conceito aplicado a um relógio de pulso começou a ser trabalhado desde 2013 e a ideia é manter a plataforma para que qualquer fabricante possa criar seus próprios módulos. A empresa começará a lançar seu kit de desenvolvimento para que os outros comecem a trabalhar neste sentido.

Engadget
Por enquanto, no entanto, há uma barreira que já está sendo trabalhada pela equipe do Blocks que é a estética e ergonomia. O protótipo acima, fotografado pelo Engadget, mostra que eles ainda estão longe de alcançar o ponto em que as pessoas se sintam confortáveis em usar os aparelhos neste pulso, tanto em relação a beleza quanto ao conforto. Além disso, outro ponto de foco no momento é a criação dos circuitos impressos.

Apesar de as imagens conceituais mostrarem os Blocks finalizados executando o Android Wear, do Google, ainda não se tem certeza de como será o software do relógio inteligente, embora o sistema seja a principal aposta. “Consideramos o Android o Wear por causa da bela interface e o fato de ser aberto encaixar com a nossa visão. A questão é se conseguimos aplicar a ideia da modularidade ao Android Wear”, diz Alireza Tahmasebzadeh, cofundador do Blocks à Wired.


quinta-feira, 3 de julho de 2014

Android L traz grande economia de bateria para smartphones

Testes indicam que a otimização da carga chega a atingir 126 minutos, ou seja, duas horas e seis minutos a mais em relação ao Android 4.4.4 KitKat

Divulgação
Novo sistema móvel do Google para desenvolvedores, o Android L traz uma grande economia de bateria para smartphones e tablets.

Testes realizados pelo Ars Technica indicam que a otimização da carga chega a atingir a marca de 126 minutos, ou seja, duas horas e seis minutos a mais em relação ao sistema Android 4.4.4 KitKat.

Os testes foram realizados em um smartphone Nexus 5, com navegação intensa na internet (o modo de economia que reduz o brilho da tela quando a carga atinge 15% foi desabilitado).

Entretanto, é importante lembrar que essa edição do Android L ainda é uma prévia para desenvolvedores. A versão final deve ser lançada pelo Google ainda neste ano.

A economia de bateria do Android L é o resultado do Project Volta. O nome é uma clara referência, e talvez homenagem, a Alessandro Volta, um físico italiano que inventou a pilha elétrica no século XVIII.

Com um novo software de análise de consumo de energia, o "Battery Historian", a empresa conseguiu enxergar com mais clareza o que estava drenando a bateria. O resultado disso repercutiu em diversas áreas do sistema.

Outra medida desse projeto do Google foi alterar o modo de gerenciamento Dalvik para o ART, que, apesar de estar presente já como uma opção de desenvolvedor do Android KitKat, passa a ser padrão na edição L.

Essa máquina virtual permite que o smartphone seja mais ágil, em termos de desempenho, e economize bateria. O que ela faz é o trabalho de compilação de processos que podem ser rodados de uma vez só, não onerando o processador desnecessariamente.

O que o sistema faz para economizar bateria é organizar os processos de forma diferente, evitando que o processador seja acionado para tarefas individuais que não têm urgência de execução. Esse é o caso de atividades como limpeza de dados e upload de logs.

Apesar da otimização energética ser significativa, ela pode estar ainda melhor na edição final do sistema.

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Android ou iOS? Qual estará no seu próximo carro?

Depois de uma boa largada, a Microsoft perde espaço para Apple e Google, que disputam o painel dos carros com seus sistemas Android Auto e iOS CarPlay

Daimer
Este ano ficará registrado como o marco zero para mais uma briga entre a Apple e o Google. As duas gigantes anunciaram suas versões de software para serem usados em carros — o Google com o Android Auto e a Apple com o CarPlay.

De maneira alguma, as duas são pioneiras nesse setor. A Microsoft, por exemplo, já fornece soluções para carros há algum tempo. O exemplo mais bem sucedido da empresa é a parceria com a Ford, que usa o Sync (desenvolvido pela Microsoft) como software para vários de seus carros.

A ideia desses programas é levar tecnologias que fazem parte de smartphones e tablets para um visor localizado no painel do carro. As parceiras da Apple usarão um cabo Lightning para conectar iPhones (no caso, os modelos a partir do iPhone 5), para levar o iOS para um visor integrado aos carros.

É possível dar ordens à assistente Siri, acessar mapas, tocar músicas, fazer uma ligação ou ditar o texto de uma mensagem SMS. O CarPlay foi anunciado pela Apple em março deste ano.

No final de junho, durante a conferência Google I/O, foi a hora de aparecer um rival à altura ao CarPlay. Ele atende pelo nome de Android Auto. A proposta não é diferente da criada pela Apple.

Sai o cabo Lightning e entra um cabo MicroUSB. Sai a Siri e entram os comandos de voz do Google Now. O Google Maps e outros serviços da empresa também marcam presença na tela integrada ao painel.

Ainda em 2014, alguns carros já devem ser lançados prontos para o uso do CarPlay, da Apple. No caso do Android Auto, o Google promete carros adaptados para o sistema no início de 2015.

Ao que tudo indica, depois da briga por smartphones e tablets, a disputa pelo seu carro também ficará polarizada entre aqueles que rodam CarPlay (iOS) e aqueles que usam o Android Auto.

Nesse terreno as fabricantes de carros se dividem em três categorias: as que são parceiras exclusivas da Apple, as que são parceiras exclusivas do Google e as que fecharam contratos com ambas as marcas.

No final das contas, as parceiras exclusivas são poucas. Nenhuma fabricante deve acreditar que alguém vá escolher um carro pensando no smartphone que tem. Desse modo, a melhor escolha é trabalhar com as duas possibilidades.

Veja na tabela como está esse jogo até agora:

segunda-feira, 30 de junho de 2014

1º smartphone antiespionagem começa a chegar aos consumidores

Divulgação
Consumidores que encomendaram seus Blackphones no começo do ano começaram a receber seus dispositivos. Segundo a PEC Tecnologies, empresa responsável pelo desenvolvimento e construção do produto, o primeiro lote de celulares já está sendo entregue.

O aparelho roda uma versão modificada do Android chamada PrivatOS e promete total privacidade ao usuário. À venda por US$ 629, ele tem tela de 4,7 polegadas, processador quad-core de 2 GHz, câmera traseira de 8 MP e frontal de 5 MP, 16 GB de memória interna e 1GB de memória RAM. Seu sistema blindado possibilita a realização de chamadas de voz e vídeo criptografadas, navegação na web anônima e armazenamento dos arquivos em uma nuvem privada.

O smartphone foi lançado oficialmente no Mobile World Congress no início do ano. Nos meses seguintes, a quantidade de produtos disponibilizados para pré-venda se esgotou. Quem estiver interessado em adquirir um Blackphone deve esperar até 14 de julho, quando as vendas serão reabertas.

A novidade agora é que consumidores de outros países poderão encomendar seus celulares, graças a parcerias com empresas de transporte internacionais.

Root para Android L já está disponível

Reprodução
Durante uma conferência para desenvolvedores realizada na semana passada, o Google anunciou a nova versão de seu sistema operacional para dispositivos móveis, o Android L. Alguns dias depois, já houve quem conseguisse criar um método para acesso "Root", técnica de desbloqueio que permite ao usuário acesso a partes restritas da plataforma.

O responsável pela façanha se chama Savoca, do site XDA Developers, que analisou o código da versão beta do sistema e revelou como fazer o root.

Como pré-requisito, o sistema precisa rodar a versão de preview do Android L (disponível apenas para Nexus 5 e o tablet Nexus 7). Também é necessário ter instalada a "recovery customizada", interface exterior ao sistema operacional (algo parecido com uma bios de computadores) e utilizá-la para instalar uma imagem de boot criada por Savoca. ClockWork Recovery e TWRP são exemplos de recoveries customizadas. 

O desenvolvedor avisa que o Android L lida de forma diferente com as pastas de sistema, então alguns programas que utilizavam permissões de root para acessá-las poderão ter problemas, mas a resolução disso cabe ao desenvolvedor de cada app.

O arquivo para root está disponível aqui, mas pense bem antes de tentar o procedimento: o Olhar Digital não se responsabiliza por eventuais danos causados ao dispositivo por qualquer problema decorrente deste processo.

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Google cria óculos de realidade virtual com papelão

Reprodução
Em meio a uma conferência recheada de novidades, ontem à tarde, com direito ao novo Android, o Google chamou a atenção ao apresentar um protótipo nada tecnológico: trata-se do Cardboard, aplicativo que se transforma em óculos de realidade virtual feitos com... papelão.

O "dispositivo" utiliza qualquer smartphone Android 4.2 ou superior como tela e deve ser montado pelo próprio usuário, seguindo as instruções disponíveis no site do projeto. Entre as possibilidades estão utilizar até uma caixa de pizza.

Os componentes necessários são: papelão, lentes biconvexas de 40 mm, imãs, velcro e elásticos de borracha. Opcionalmente também é possível usar uma tag NFC para que o smartphone detecte de forma automática o que foi inserido no cardboard.

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Como é um projeto em desenvolvimento, existem apenas demonstrações que, quando instaladas no smartphone, criam vários cenários de realidade virtual. Em um deles é possível "sobrevoar" a cidade de San Francisco utilizando os movimentos da cabeça para controlar o voo. Outro app permite ver fotos panorâmicas em 360 graus, enquanto um terceiro simula vídeos do Youtube como se estivessem projetados em uma tela de cinema.

O Cardboard não é um produto, mas algo destinado a desenvolvedores que acreditem ser possível utilizar telas de smartphones para criar uma experiência de realidade virtual. Anunciado como projeto experimental, ele não terá suporte oficial na mesma qualidade dos outros serviços.

O pessoal do TechCrunch testou o serviço. Confira o passo a passo no vídeo abaixo: