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quarta-feira, 30 de julho de 2014

Vida útil de baterias de smartphones pode ser triplicada

Equipe de pesquisadores criou uma forma de usar lítio no anódo da bateria, em vez de somente no eletrólito

Divulgação
Pesquisadores da Universidade Stanford acreditam que podem triplicar a vida útil da bateria de smartphones e tablets. Entretanto, o resultado do estudo pode levar alguns anos até se converter em produtos para o consumidor final.

A pesquisa publicada no jornal científico Nature Nanotechnology detalha como a equipe de pesquisadores criou uma forma de usar lítio no anódo da bateria, em vez de somente no eletrólito. O desafio era deixar a bateria estável, algo que foi resolvido com uma pequena proteção de carbono, com apenas 20 nanômetros, ao redor do anódo.

Segundo o Phys.org, para efeito de comparação, seriam necessárias 5.000 camadas empilhadas para que a espessura fosse igual à de um fio de cabelo humano.

Como indica o Gizmodo, as baterias têm três partes básicas: um eletrólito para fornecer elétrons, um anódo para descarregá-los, e um cátodo para recebê-los. O lítio só está presente no eletrólito das baterias e não sobre o eletrodo, uma vez que, durante o carregamento, os íons de lítio no anódo e no cátodo expandem-se dramaticamente, fazendo com que os eletrodos se quebrem, dessa forma, tornando o componente instável.

As implicações desta descoberta não se limitam aos seus dispositivos móveis, mas chegam até mesmo aos carros. "Você pode ser capaz de criar um telefone celular com o dobro ou o triplo da vida útil da bateria ou um carro elétrico com um alcance de 300 milhas que seja vendido por apenas US$ 25 mil", explica Guangyuan Zheng, um dos pesquisadores.

Para que essa tecnologia seja viável em termos comerciais, é necessário que ela tenha eficiência de 99,9% ou mais. Outros projetos semelhantes tinham 96% e a eficiência caía para 50% após 50 ciclos de recarga. O projeto dos pesquisadores de Stanford atingiu a marca de 99% e conseguiu manter a carga mesmo após 150 ciclos.

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Google Chrome encurta a vida da bateria de notebooks

Uma falha do Google Chrome faz com que notebooks com Windows gastem até 25% mais energia do que deveriam. O bug não atinge outros sistemas operacionais

Adam Berry/Getty Images
O navegador Google Chrome pode estar gastando muita bateria de notebooks usando o sistema operacional Windows. O problema vem de um ajuste que o Google fez em seu navegador, afirma o jornalista Ian Morris em um texto na Forbes.

De acordo com ele, o problema é no chamado “system clock tick rate” (algo como "taxa de pulso do relógio do sistema"), um parâmetro interno do Windows que regula de quanto em quanto tempo o processador irá “acordar” para procurar trabalho.

“Para economizar energia, o processador dorme quando nada precisa de sua atenção, e acorda em intervalos pré-definidos”, escreve Morris.

De acordo com ele, o normal é que o processador acorde 64 vezes por segundo em uma situação corriqueira. A regulagem do Chrome, no entanto, faz com que ele o processador procure por trabalho 1.000 vezes por segundo.

Uma simples aplicação é capaz de mudar o comportamento do sistema todo. Então, enquanto o navegador estiver aberto, o computador irá fazer essa verificação mais vezes.

Em navegadores como o Internet Explorer ou o Mozilla Firefox, a taxa de verificação aumenta em meio a tarefas específicas, como assistir um vídeo no YouTube.

Durante a navegação normal, o clock fica na taxa de 64 verificações por segundo. Já no Google Chrome, esse gasto de energia é constante—esteja o usuário no YouTube ou apenas com uma página em branco aberta.

Esse aumento na taxa de verificação pode elevar o consumo de bateria em até 25%, de acordo com a Microsoft. O usuário, infelizmente, não pode ajustar isso manualmente. Está entregue, portanto, à regulagem do Google.

A única opção é deixar de usar o Google Chrome e adotar o IE ou o Firefox. Caso o gasto de bateria não seja um incomodo tão grande, basta continuar usando o Chrome normalmente.

O autor do texto ainda reforça que o problema só acontece em notebooks que usam Windows. Aparelhos da Apple ou outros rodando o sistema Linux não sofrem com o bug.

O problema vem sendo discutido num fórum oficial sobre o Chrome há algum tempo. O Google reconhece que a falha existe e diz que ela só ocorre em algumas situações. Resta esperar que a empresa resolva logo esse problema.

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Android L traz grande economia de bateria para smartphones

Testes indicam que a otimização da carga chega a atingir 126 minutos, ou seja, duas horas e seis minutos a mais em relação ao Android 4.4.4 KitKat

Divulgação
Novo sistema móvel do Google para desenvolvedores, o Android L traz uma grande economia de bateria para smartphones e tablets.

Testes realizados pelo Ars Technica indicam que a otimização da carga chega a atingir a marca de 126 minutos, ou seja, duas horas e seis minutos a mais em relação ao sistema Android 4.4.4 KitKat.

Os testes foram realizados em um smartphone Nexus 5, com navegação intensa na internet (o modo de economia que reduz o brilho da tela quando a carga atinge 15% foi desabilitado).

Entretanto, é importante lembrar que essa edição do Android L ainda é uma prévia para desenvolvedores. A versão final deve ser lançada pelo Google ainda neste ano.

A economia de bateria do Android L é o resultado do Project Volta. O nome é uma clara referência, e talvez homenagem, a Alessandro Volta, um físico italiano que inventou a pilha elétrica no século XVIII.

Com um novo software de análise de consumo de energia, o "Battery Historian", a empresa conseguiu enxergar com mais clareza o que estava drenando a bateria. O resultado disso repercutiu em diversas áreas do sistema.

Outra medida desse projeto do Google foi alterar o modo de gerenciamento Dalvik para o ART, que, apesar de estar presente já como uma opção de desenvolvedor do Android KitKat, passa a ser padrão na edição L.

Essa máquina virtual permite que o smartphone seja mais ágil, em termos de desempenho, e economize bateria. O que ela faz é o trabalho de compilação de processos que podem ser rodados de uma vez só, não onerando o processador desnecessariamente.

O que o sistema faz para economizar bateria é organizar os processos de forma diferente, evitando que o processador seja acionado para tarefas individuais que não têm urgência de execução. Esse é o caso de atividades como limpeza de dados e upload de logs.

Apesar da otimização energética ser significativa, ela pode estar ainda melhor na edição final do sistema.

terça-feira, 22 de abril de 2014

iPhone 6 de 5,5 polegadas pode sair só em 2015

A Apple deve lançar o iPhone 6 com de 4,7 polegadas neste ano, mas problemas com a bateria podem atrasar a chegada do modelo de 5,5 polegadas

Martin Hajek e Steve Hemmerstoffer / NowheElse.fr
Quanto mais o tempo passa, mais indícios surgem de que a Apple desenvolve dois novos modelos do iPhone com tela maior, um de 4,7 polegadas e outro de 5,5 polegadas. Mas é possível que o modelo maior só chegue em 2015.

O jornal taiwanês Commercial Times (em nota citada pelo site Gforgames) afirma que a Apple enfrenta dificuldades para encontrar um fornecedor para a bateria do iPhone gigante, que alguns apelidaram de iPhone Air ou iPhone Note.

O motivo seria que a Apple quer que esse iPhone “phablet” seja extremamente fino. Para isso, a bateria do aparelho precisaria ter 2 milímetros de espessura ou menos. As baterias de smartphones mais finas atualmente têm quase um milímetro a mais que isso.

O mesmo jornal já havia divulgado, no início deste mês, que a Apple enfrentava dificuldades para conseguir um fornecedor para a tela do iPhone gigante (a notícia foi ecoada pelo site japonês EMSOne). 

Esses rumores devem ser vistos com cautela. Mesmo que a bateria ou a tela do iPhone gigante atrase, a Apple ainda pode anunciá-lo junto com o iPhone 6 de 4,7 polegadas – e começar a vendê-lo algumas semanas depois.

O que é óbvio é que há forte demanda por smartphones de tela maior no mercado. E a Apple sabe disso. O iPhone 5s parece pequeno quando comparado com os concorrentes com Android, como o Galaxy S5 e o “phablet” Galaxy Note.

Assim, é praticamente certo que a Apple vai anunciar modelos maiores neste ano. Alguns rumores indicam que a empresa também estaria preparando um novo modelo de 4 polegadas. Seria o iPhone menos caro, sucessor do iPhone 5c.

Se a empresa seguir seu calendário habitual, esses novos smartphones devem ser anunciados em setembro.

segunda-feira, 10 de março de 2014

Falha no Android faz sistema drenar bateria de aparelhos

A falha, já com uma solução em desenvolvimento, faz com que um processo “drene” a carga e esquente aparelhos com chips da Qualcomm, em especial o Nexus 5

Getty Images
Após reclamações de usuários em relação às baterias de seus smartphones, o Google anunciou nesta semana a descoberta de um bug na versão mais recente do Android.

A falha, já com uma solução em desenvolvimento, faz com que um processo, rodando em segundo plano na edição 4.4.2 do KitKat, “drene” a carga e esquente aparelhos com chips da Qualcomm, em especial o Nexus 5.

O programa afetado pelos bugs é chamado de “mm-qcamera-daemon”, conforme escreveu um dos desenvolvedores envolvidos no Android OSP, identificado como etalvala, em um post no fórum de discussão de falhas do projeto. O processo é responsável por dar a outros aplicativos, como o Skype e o Snapchat, acesso à câmera dos aparelhos.

O problema pode ter se tornado pior após uma atualização no app da Microsoft, que faz com que ele solicite acesso à câmera com maior frequência, mesmo em segundo plano.

Tanto que uma das soluções temporárias mencionadas é a remoção do aplicativo, ao menos enquanto a atualização com as correções dos bugs que provocam essa falha não é liberada – o que deve acontecer logo, mas sem um prazo definido, como afirmou o desenvolvedor. Aliás, ele ainda ressaltou que o problema não é no Skype, e sim no sistema operacional.

No entanto, na postagem no fórum é feita referência apenas ao Nexus 5. Usuários ainda relataram casos de baixa duração de bateria envolvendo outros aparelhos com processadores da Qualcomm, como o Samsung Galaxy Note 3 rodando o Android 4.3 e o Moto X, da Motorola, com o 4.4.2 mesmo.

Aos donos desses aparelhos, o desenvolvedor recomendou entrar em contato diretamente com as fabricantes. Isso porque, apesar do nome do processo problemático ser igual, a falha e a solução podem ser diferentes, dadas as disparidades de software existentes entre esses smartphones – com Androids modificados, mesmo que levemente – e o Nexus 5.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Nova substância pode tornar baterias de lítio mais seguras

Os pesquisadores identificaram o potencial da substância, enquanto estudavam um material para impedir que os mariscos grudem nos cascos dos navios

Krisztian Bocsi/Bloomberg
Cientistas americanos descobriram uma substância que pode evitar que as baterias de lítio peguem fogo, segundo uma pesquisa publicada nesta segunda-feira.

Os pesquisadores identificaram o potencial da substância, enquanto estudavam um material para impedir que os mariscos grudem nos cascos dos navios.

Eles constataram, desta forma, que o material pode funcionar como um eletrolito, substância condutora de eletricidade, para baterias de íons de lítio.

Atualmente, estas baterias representam risco de incêndio espontâneo, como se viu recentemente no Boeing 787 Dreamliner ou em modelos de carros elétricos americanos Tesla.

"Há uma forte demanda destas baterias e também para que sejam mais seguras", disse Joseph DeSimone, da Universidade da Carolina do Norte, que chefiou a pesquisa publicada nas Atas da Academia Nacional de Ciências (PNAS).

"Os cientistas têm procurado há anos substituir este eletrolito, mas sem sucesso, e ninguém tinha pensado anteriormente nesta substância chamada perfluoropoliéter (PFPE), como eletrolito em baterias de íons de lítio", disse William Kenan, da Universidade da Carolina do Norte, um dos co-autores do estudo.

Atualmente, as baterias de lítio são utilizadas em diversos dispositivos, tais como computadores portáteis, telefones celulares, aviões e carros elétricos, mas um líquido inflamável é usado como eletrolito, explicaram os pesquisadores.

Quando as baterias estão carregadas demais, este eletrolito pode pegar fogo, incendiando espontaneamente a bateria, o que pode ter consequências catastróficas, prosseguiram.

Estes cientistas se deram conta do potencial do PFPE para as baterias de lítio quando viram que tinha a mesma estrutura química de um eletrolito de polímero que já era objeto de estudos para este tipo de bateria.

O PFPE é um polímero bem conhecido e usado há muito tempo como lubrificante para máquinas industriais.

Mas, "quando descobrimos que podíamos dissolver o sal de lítio no polímero, tudo mudou", disse Dominica Wong, um dos pesquisadores da equipe de DeSimone.

"A maioria dos polímeros não se mistura aos sais, com exceção do PFPE que, além disso, não é inflamável, o que foi inesperado", acrescentou.

No passado, os cientistas tinham identificado outros eletrolitos não inflamáveis para baterias de íons de lítio, mas eles comprometiam as propriedades da bateria.

Agora, a equipe de pesquisadores se concentrará em como otimizar a condutividade deste eletrolito e melhorar os ciclos de recarga da bateria e os passos necessários antes de sua comercialização, afirmaram os autores desta descoberta.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Moinhos de vento anexados ao celular recarregam bateria

Reprodução
Dois pesquisadores da Universidade do Texas em Arlington (UTA) desenvolveram uma solução diferente que, entre outros usos, serviria para recarregar baterias. A invenção consiste em diversos moinhos de vento minúsculos, que podem ser “anexados” a uma capa de smartphone para gerar energia eólica, da mesma forma que fazem as usinas do tipo.

Obra da dupla Smitha Rao e J.C. Chiao, o grande diferencial dela está, obviamente, no tamanho. Uma unidade do gerador em miniatura chega a no máximo 1,8 mm em sua parte mais larga, o que, segundo a UTA, permite que até dez deles sejam agrupados em um único grão de arroz. A ideia é que centenas delas sejam usadas para encher a bateria de um gadget, seja balançando-o para criar uma brisa ou colocando-o para fora de um carro em movimento, por exemplo.

O trabalho já chamou a atenção de um empresa taiwanesa, a WinMEMS Technologies, que inclusive otimizou a técnica usada para criar os moinhos. As pequenas usinas eólicas são compostas por peças bidimensionais que, explicando de forma simplificada, são capazes de se montar sozinhas para criar uma estrutura em 3D.

Em testes realizados no laboratório de Chiao, essas pequeninas composições resistiram a ventos fortes gerados artificialmente. Segundo o engenheiro, isso se deve ao fato de o corpo do moinho ser composto de uma mistura com níquel, bem durável, e ainda contar com boa aerodinâmica.

Preço e produção – Mas talvez o mais interessante disso tudo esteja na facilidade para produzir essas pequenas usinas. De acordo com a UTA, elas podem ser feitas em lotes de milhares, e tudo por um preço baixo. Essa eventual produção em massa ainda abriria um leque de outros usos, como acoplar os moinhos à parede de uma casa para gerar energia elétrica.

A WinMEMS chegou a firmar uma parceria com a universidade americana, e atualmente mostra o projeto em seu próprio site e em algumas apresentações. A UTA ainda manterá as propriedades intelectuais da invenção, mas deu à empresa a chance de explorá-la comercialmente. Ainda assim, não se sabe quando ou se esses moinhos chegarão ao mercado, mas espera-se que não demorem. Veja abaixo um vídeo do pequeno aparelho em funcionamento e aqui uma foto em maior resolução.

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Cientista descobre como imprimir baterias e circuitos eletrônicos

Technology review
A cientista de materiais Jennifer Lewis, de Harvard, desenvolveu uma técnica para imprimir baterias. A descoberta ainda está no estágio inicial, mas já permiti utilizar impressoras 3D para criar outros dispositivos eletrônicos, como antenas, eletrodos e fios.

A “tinta” é feita de um composto especial, que mistura nanopartículas de lítio, titânio, água deionizada e álcool. A composição se transforma em um líquido que, quando colocado sobre uma placa, seca rapidamente.

Isso tudo pode ser feito em condições normais de temperatura, dispensando equipamentos profissionais. Ou seja: as pessoas poderiam fabricar dispositivos eletrônicos em suas próprias casas. Sim, seria uma revolução.

Além disso, as baterias impressas por Lewis têm apenas um milímetro quadrado, mas funcionam como baterias comerciais. Isso porque a cientista consegue regular toda a arquitetura em escalas muito pequenas, com precisão de 100 nanômetros.

Lewis continuará a trabalhar na inovação e pretende comercializá-la "em poucos anos". A cientista e seu grupo já detém mais de oito patentes relacionadas à tecnologia.

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Mochila recarrega smartphones até 4 vezes

Divulgação
Por mais que os smartphones e tablets evoluam, um aspecto ainda incomoda em muitos casos: a bateria. É comum o gadget ficar sem energia, deixando o usuário na mão. Por isso, a empresa Tylt Energy criou uma mochila especial para recarregar dispositivos.

Equipada com uma bateria de 10.400 mAh, a Tylt Energy Backpack tem autonomia suficiente para recarregar até quatro vezes um smartphone ou uma vez um tablet. A mochila é equipada com NFC -- tecnologia para transmissão de dados -- e conta com três portas USB, que podem ser usadas simultaneamente. Para recarregar a bateria da mochila, basta conectá-la à tomada por sete ou oito horas.

A ideia fez sucesso no site de financiamento coletivo Kickstarter, onde a companhia criadora do projeto arrecadou mais de US$ 75 mil. A campanha já foi encerrada, mas era possível garantir uma cópia do equipamento a partir de US$ 100.

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Apple admite problema com bateria do iPhone 5s


Alguns consumidores que compraram o novíssimo iPhone 5s terão de trocá-lo, porque parte dos aparelhos chegou às lojas com problemas na bateria. O que chega a ser irônico, já que um dos diferenciais do 5s em relação à geração anterior de iPhones é justamente o fato de que sua bateria é melhor.

Em nota enviada ao New York Times, a porta-voz da empresa da maçã confirmou que um número "bem limitado" de smartphones tinha uma bateria que demora demais para recarregar e dura menos do que deveria.

Embora a Apple não tenha informado exatamente quantos iPhones apresentaram problemas, o NYT ressalta que podem ser milhares, tendo em vista que em apenas um fim de semana foram vendidos 9 milhões de iPhones 5s e 5c.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Clientes reportam problemas com a bateria do Galaxy S4

Mashable
Alguns clientes da Samsung que compraram o Galaxy S4 estão tendo problemas com a bateria do aparelho. Certos relatos falam até de uma "bateria inchada", conforme noticiado pelo 9to5Google.

A Samsung disse ao TrustedReviews que está ciente do problema e que trocará as baterias defeituosas gratuitamente. Aparentemente, o foco principal da situação é a Alemanha, mas não há confirmações.

"Pedimos a todos os clientes afetados que por favor visitem seu centro de serviço da Samsung Electronics mais próximo, onde podem receber uma bateria para substituição gratuitamente", informou a empresa.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

iPhone 5s recebe toneladas de elogios e algumas críticas

Especialistas que testaram o iPhone 5s aprovam a câmera, o leitor de impressões digitais e o desempenho; e reclamam da tela pequena

iPhone 5s, da Apple
Montagem de EXAME.com com fotos da Apple

O iPhone 5s, o smartphone mais poderoso da Apple, chega às lojas nos Estados Unidos e em outros países nesta sexta-feira, mas parte da imprensa americana já testou o aparelho. As análises elogiam a câmera e o processador, aprovam o leitor de impressões digitais e reclamam da tela pequena.

Uma novidade pouco comentada, mas importante para os brasileiros, é o suporte global a redes 4G LTE. Com ele, o iPhone 5s e seu irmão de plástico, o iPhone 5c, devem ser os primeiros produtos da Apple compatíveis com o 4G brasileiro.

Isso significa, é claro, acesso mais rápido à internet nas cidades onde houver redes 4G disponíveis. A Apple ainda não divulgou quando os novos modelos do iPhone chegam ao Brasil. Uma previsão razoável é que isso deve acontecer no início de dezembro. Confira, a seguir, o que dizem os críticos sobre o iPhone 5s:

Impressões digitais

Uma das principais novidades do iPhone 5s é o leitor biométrico embutido no botão Home (que também continua cumprindo suas funções habituais). Há um anel metálico em torno desse botão que detecta o dedo do usuário, acionando o sensor para ler a impressão digital. 

Walt Mossberg, do site All Things D, define esse leitor de impressões digitais como “game changer”, um avanço capaz de influenciar toda a indústria de smartphones. Fabricantes como a Motorola produziram celulares com sensores biométricos antes. Mas eles não eram muito confiáveis e não fizeram sucesso.

Segundo os relatos, a solução da Apple é diferente. “O iPhone 5s é o primeiro dispositivo digital que vejo com um leitor de impressões digitais simples e confiável, que você pode usar com confiança, sem parar para pensar, para desbloquear o dispositivo em vez de digitar uma senha”, diz Mossberg.

“Você pode até usar esse leitor de impressões digitais, chamado Touch ID, para autorizar compras nas lojas iTunes, App Store e iBook Store”, prossegue Mossberg. “Parece um truquezinho, mas é um avanço real”, conclui.

Mossberg observa que há um bug no sistema, que pede a senha desnecessariamente em algumas situações. Mas a Apple promete corrigir a falha em breve.

sexta-feira, 21 de junho de 2013

iPhone 5S poderá ter flash com dois LEDs, sugerem fotos

Site MacRumors divulgou imagens que mostram o suposto próximo iPhone. Com design similar ao smartphone atual, iPhone 5S poderá ter bateria mais eficiente.

iPhone 5, da Apple

Imagens do suposto iPhone 5S circularam nesta semana pela internet. O site MacRumors, especializado em notícias sobre a Apple, divulgou fotos da parte interna e externa de um dispositivo que, ao que tudo indica, é um protótipo do próximo iPhone.

Nas imagens é possível perceber que o aparelho é muito similar, em termos de design, ao atual smartphone, o iPhone 5. O que não seria uma surpresa considerando que a Apple tem como padrão lançar duas versões de um mesmo aparelho. Aconteceu com o iPhone 3 e o 3GS, o 4 e o 4S e possivelmente com o 5.
O MacRumors, contudo, identificou algumas modificações que podem sinalizar certas novidades que a empresa prepara para o novo smartphone. Uma delas diz respeito à câmera do dispositivo.
Em uma das imagens, é possível ver uma pequena janela oval ao invés do ponto no qual o flash foi posicionado em modelos anteriores, sugerindo que o iPhone 5S virá com dois flashes de LED.
A bateria do aparelho que aparece nas imagens também é diferente. De acordo com site, a capacidade da bateria do protótipo das fotos é maior que a do iPhone atual: 5,92 watts-hora contra 5,45 watts-hora. Sem nenhum tipo de identificação de agências reguladoras, é possível que a certificação desta nova bateria ainda esteja em análise.
Rumores sobre o próximo iPhone da Apple circulam internet afora desde a ocasião do lançamento do iPhone 5. Os mais recorrentes dizem que o dispositivo virá com um sensor de identificação de impressões digitais. Além disso, especula-se que o iPhone 5S terá uma tela ainda mais avançada que a Retina, que equipa não apenas o smartphone atual, mas outros produtos da maçã. 

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Nova bateria de íon de lítio pode durar mais de 25 anos

Desenvolvida por um centro de pesquisa alemão, bateria é capaz de manter até 85% de sua capacidade após nada menos do que 10 mil ciclos de recarga completa


Batería de íon de lítio desenvolvida pelo centro alemão ZSW

Quantos anos dura uma bateria de carro elétrico? Essa é uma das perguntas mais levantadas por consumidores que têm interesse em comprar um carro elétrico ou híbrido. Em geral, a resposta se aproxima de algo como um “depende das condições de uso” e por “até 10 anos em média”. Durante evento anual da Sociedade Americana de Química, em abril, os cientistas chegaram a cravar um prazo ainda maior: de 5 a 20 anos. É possível ir além.

Centro alemão ZSW

Pesquisadores alemães anunciaram a criação de uma bateria que pode durar mais de 25 anos. Desenvolvida pelo Centre for Solar Energy and Hydrogen Research Baden-Württemberg (ZSW, na sigla em alemão), a bateria é capaz de manter até 85% de sua capacidade após nada menos do que 10 mil ciclos completos de recarga.

Centro alemão ZSW

De acordo com o estudo, publicado no site oficial do ZSW, essa bateria tem uma densidade de 1,1 mil watts por quilograma, cerca de quatro vezes o que possui as baterias convencionais usadas atualmente.

Centro alemão ZSW

Na ponta do lápis, um carro elétrico com essas baterias poderia não só ser recarregado diariamente ao longo de 27,4 anos, mas também manteria um bom desempenho. Atualmente, considera-se que a vida útil da bateria chega o fim quando ela perde 20% de sua potência máxima.

Centro alemão ZSW

Apesar de promissora, a tecnologia ainda está em fase de laboratório. O passo seguinte, segundo os pesquisadores e engenheiros da ZSW, é desenvolver protótipos maiores juntamente com parceiros da indústria.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Célula solar aumenta duração de bateria em até 20%

Dispositivo possui uma transparência de 95% e espessura de 300 microns que podem ser encaixados sobre ou sob a tela sensível ao toque


Mão segurando uma célula da SunPartner que pode aumentar a duração da bateria de dispositivos em até 20%


Uma equipe de especialistas da empresa francesa SunPartner criou um novo tipo de célula solar transparente. O sistema promete aumentar o tempo de duração de uma bateria em até 20%.

O dispositivo possui uma transparência de 95% em relação ao ambiente e espessura de 300 microns que podem ser encaixados sobre ou sob a tela sensível ao toque. Segundo a fabricante, o mecanismo permite o aumento do tempo de duração de uma bateria de íon-lítio convencional. Se o aparelho ficar em modo de espera por longos períodos de tempo não precisará de recarga. Tudo isso com absorção da energia solar.
Em entrevista ao VentureBeat, Mathieu Debroca, diretor de mercados internacionais da SunPartner afirmou que a empresa pretende impulsionar a eficiência nos próximos anos. Ou seja, para ir de 8% para 30% e criar uma corrente de energia capaz de carregar o aparelho e dar mais 50% de conversação.
Segundo a empresa, a SunPartner já trabalha com as maiores fabricantes de dispositivos móveis. O produto custa às fabricantes cerca de 2 dólares para poder ser aplicado a um dispositivo.
O valor mostra o potencial do produto em ganhar o público. A expectativa de Debroca é que a empresa faça acordos de licenciamento até o começo do ano que vem para vender o produto ao consumidor até o fim de 2014.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Anúncio impresso da Nivea carrega bateria de celular

Criação da Draftfcb promove a linha de protetores da marca com um carregador de celular através da energia solar


Nivea

Com a proposta de permitir que as pessoas aproveitem cada minuto do sol, sem sair da praia pra nada, a NIVEA criou um anúncio carregador de celular. Promovendo sua linha de protetores, Sun, a peça capta energia solar e transfere para a bateria do smartphone através de uma entrada USB.
Criado pela Draftfcb, foram oito meses de desenvolvimento no total: seis para produzir uma placa solar tão fina quanto o papel, e mais dois para conseguir imprimir o material.




sexta-feira, 24 de maio de 2013

Supercapacitor carrega bateria de celular em segundos

Dispositivo consegue armazenar uma grande quantidade de energia em uma estrutura pequena.


A estudante americana Eesha Khare, 18 anos, criou uma bateria que pode ser recarregada totalmente em 20 ou 30 segundos. A invenção foi apresentada à Intel, que considerou a novidade revolucionária


O dispositivo, uma espécie de supercapacitor, consegue armazenar uma grande quantidade de energia em uma estrutura pequena. O sistema aguenta 10 mil ciclos de recarga, o que significa 10 vezes mais potência do que a maioria das baterias recarregáveis. Não há risco de vazamento porque não há fluidos dentro dele.


Tudo isso graças à nanotecnologia. O supercapacitor consegue guardar muita energia em pouco espaço, carrega rápido e se desgasta mais devagar que baterias atuais.


Khare usou a bateria para alimentar lâmpadas de LED. Mas imagina o uso do dispositivo em celulares e em outros aparelhos alimentados por baterias que precisam de recarga constantemente.


A estudante ressalta que há muitas aplicações e vantagens para esse tipo de bateria. Ela é flexível e pode ser usada também em telas finas e em roupas.


A invenção rendeu a Khare o segundo lugar no Prêmio Jovem Cientista da Fundação Intel, na Feira Internacional de Ciência e Engenharia da Intel, que aconteceu nos Estados Unidos. A garota recebeu aproximadamente 100 mil reais pela invenção. Em primeiro lugar ficou Henry Lin, que criou um modelo para simular milhares de galáxias.


Matéria publicada em http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/supercapacitor-carrega-bateria-de-celular-em-segundos