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quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Comprado por US$ 22 bilhões, WhatsApp gera prejuízo milionário

Reprodução
O Facebook liberou nesta terça-feira, 28, seus resultados do terceiro trimestre fiscal de 2014 e, juntamente com eles, saíram os primeiros números públicos do WhatsApp, agora que o aplicativo oficialmente faz parte do conglomerado. O app, que custou US$ 22 bilhões à empresa de Zuckerberg, perdeu US$ 140 milhões no último ano inteiro.

Os números do WhatsApp não são, financeiramente falando, nem um pouco animadores. Apesar de ser gigantesco e ter uma base de usuários de cerca de 600 milhões de pessoas, segundo os números mais recentes, a empresa teve receitas de apenas US$ 10 milhões nos últimos 12 meses.

É interessante observar que o WhatsApp tem um modelo de negócios que pede que seus usuários paguem US$ 1 por ano, mas mesmo assim a empresa está longe de faturar US$ 600 milhões por ano. Isso significa que muitos usuários ainda não pagam pelo uso do serviço.

No fim das contas, fica mais óbvio que o Facebook não comprou o serviço pelo lucro, mas para absorver a massa de usuários e capitalizar em cima das informações que conseguir coletar destas pessoas. Mesmo assim, conseguir o retorno deste US$ 22 bilhões será um longo caminho.

Resultados do Facebook

Nem só de WhatsApp vive o Facebook. A empresa ainda tem uma rede social altamente lucrativa e rentável, que continua crescendo em número de usuários. Os números não mentem: o lucro do terceiro trimestre de 2014 quase dobrou em relação mesmo período do ano passado, saltando de US$ 736 milhões para 1,397 bilhão.

Sobre o número de usuários, a rede social chegou a 1,35 bilhão de pessoas que acessam mensalmente o serviço, ganhando 30 milhões de usuários em relação aos números anunciados em julho, quando a rede social se mantinha com 1,32 bilhão de usuários ativos mensais. Foi um aumento de 2% nos últimos três meses, mas, em comparação com o terceiro trimestre de 2013, o salto foi de 14%, mantendo-se na média recente da empresa.

Entre outros números interessantes estão o crescimento das receitas, chegando a US$ 3,2 bilhões no trimestre, contra apenas US$ 2 bilhões no mesmo período do ano passado. Além disso, há de se ressaltar a presença forte da rede social em dispositivos móveis, com 703 milhões de pessoas acessando a rede diariamente por celulares e tablets e 1,12 bilhão entrando pelo menos uma vez por mês.

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Greve em SP: aplicativos mostram quais ônibus estão parados

Uol
Quem mora ou trabalha em São Paulo enfrenta problemas de locomoção por causa da paralisação de motoristas e cobradores de ônibus que ocorre desde terça-feira, 20. Como o sindicato da categoria estima que 8% da frota está parada, ficou difícil saber quais linhas estão em funcionamento, mas você pode usar o celular para isso.

Há diversos aplicativos de locomoção operando em São Paulo, mas três deles, em particular, podem ser muito úteis em dias de greve: "Onde está meu ônibus?", para iPhone, "Cadê o ônibus???", para Android, e "Moovit", que serve para ambos.

Os dois primeiros informam, em tempo real, onde estão os carros da linha que você utiliza, com mapas e situação do trânsito. Se nenhum estiver em movimento, dá pra saber que tem algo de errado.

Já o Moovit aproveita o que outros usuários estão dizendo para informar as melhores rotas para se chegar a um destino. Assim, se o ônibus que faz o trajeto estiver parado, você será informado sobre alternativas para o momento.

A SPTrans, que cuida do transporte municipal, tem ainda um serviço chamado Olho Vivo, um site que mostra a situação das linhas em tempo real. Ele tem três focos: as linhas, os pontos e as vias, o que pode evitar dores de cabeça na hora de sair.

quarta-feira, 23 de abril de 2014

WhatsApp alcança 500 milhões de usuários no mundo

O WhatsApp alcançou 500 milhões de usuários de seu serviço no mundo, anunciou a empresa

Gabriel Bouys/AFP
O WhatsApp alcançou 500 milhões de usuários de seu serviço no mundo, anunciou o aplicativo de mensagens instantâneas comprado recentemente pelo Facebook.

"Graças a todos vocês, 500 milhões de pessoas no mundo agora são usuárias regulares, ativas no WhatsApp", escreveu a empresa em seu blog oficial na terça-feira.

O WhatsApp se expandiu rapidamente nos últimos meses em países como Brasil, Rússia, Índia e México.

Segundo o serviço, os usuários compartilham diariamente mais de 700 milhões de fotos e 100 milhões de vídeos.

Mark Zuckerberg, fundador e presidente do Facebook, rede social com a maior quantidade de usuários no mundo (1,2 bilhão de membros ativos), anunciou em fevereiro a compra do WhatsApp por 19 bilhões de dólares.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Google levará aplicativos do Chrome para aparelhos com Android e iOS

Reprodução
O Google anunciou nesta semana que vai oferecer a opção dos desenvolvedores levarem seus aplicativos criados inicialmente para o navegador Chrome para os dispositivos móveis com sistemas Android e iOS. O processo de transformação de aplicações web para nativas será feito por meio da plataforma de código aberto Cordova. As informações são do TechCrunch.

A gigante das buscas divulgou uma prévia para desenvolvedores um kit de para a criação de aplicativos nativos usando HTML, CSS e Javascript.

Com essas ferramentas, é possível transpor o código dos aplicativos e publicá-los nas lojas virtuais App Store e Google Play.

O Google oferece diversas APIs para esse apps, incluindo formas de autenticação usando OAuth2, notificações, armazenamento e alarmes.

A empresa diz que isso “extende o alcance dos Chrome Apps para usuários de plataformas móveis”.

Para iniciar a exportação de um aplicativo, é preciso instalar o Node.js versão 0.10.0 ou superior, bem como diversas ferramentas de criação, que variam de acordo com o sistema móvel.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

App Store continua como maior geradora de receitas em 2013

Ano de 2013 mostrou ainda uma dominância da Apple em termos de geração de receitas com aplicativos

Place it
De acordo com a empresa de pesquisas de conteúdo móvel Distimo, o ano de 2013 mostrou ainda uma dominância da Apple em termos de geração de receitas com aplicativos, mas com forte tendência de crescimento na concorrência. Paralelamente, vem ganhando cada vez mais força o modelo de negócios freemium, que oferece o app de graça, mas gera receita com vendas dentro dos próprios programas.

No levantamento do mercado divulgado nesta terça-feira, 17, a App Store ainda continua a ser o que traz mais receitas (63% de share), embora a participação da Google Play tenha aumentado, saindo de 30% em junho deste ano para os atuais 37%.

A Distimo destaca ainda a Amazon Appstore, que cresce em volume de downloads. Além disso, a empresa cita que vários aplicativos multiplataformas conseguiram bom desempenho nas diferentes lojas, mas que ainda contam com perfis de consumo diferentes – enquanto na plataforma da Apple os apps mais procurados são de games, na loja do Android há maior interesse em widgets.

Números

Em novembro, as receitas médias globais diárias dos 200 apps mais vendidos na App Store da Apple somavam US$ 18 milhões, segundo a Distimo. Para a Google Play, a estimativa é de US$ 12 milhões. No mesmo mês do ano anterior, a empresa de pesquisas estimava receitas de US$ 15 milhões na loja do iOS e US$ 3,5 milhões da loja do Android.

A categoria que gera mais receita ainda é a de games. Um dos aplicativos com mais propagandas em redes sociais, Clash of Clans, foi o app que mais gerou receita globalmente na App Store, fazendo com que a Supercell tenha sido a desenvolvedora mais bem sucedida em termos de receita móvel no ano. Na sequência vem a King.com, com o Candy Crush Saga; seguida da Electronic Arts (com The Simpsons: Tapped Out); Naver Japan (com Line); e Kabam (The Hobbit: Kingdoms of Middle-earth). Na Google Play, as empresas com mais receita foram a Line (com o Line), CJ E&M (Kakao), GungHo (Puzzles & Dragons), Mobage (Marvel War of Heroes) e Colopl (com Pride).

Dentre os países que mais geraram receita, nenhum é da América Latina. Em primeiro os Estados Unidos, seguidos por Japão, Coreia do Sul, Reino Unido, China, Austrália, Alemanha, Canadá, França e Rússia.

A Distimo afirma que em 2013 os aplicativos foram consumidos mais rapidamente, com vários exemplos que alcançaram a marca de um milhão de downloads com apenas alguns dias de lançamento, como os jogos Despicable Me: Minion Rush e Temple Run 2.

Modelos freemium em alta

O ano mostrou um crescimento no modelo de negócios freemium - na App Store, o aumento foi de 15 pontos percentuais, chegando a 92% de share, enquanto os aplicativos pagos obtiveram menor parcela nas receitas, com 8%. Os jogos são a categoria que mais possuem compras dentro de aplicativos (IAP, na sigla em inglês), com 90% da receita vindos desse recurso. Os apps de navegação, por outro lado, são os que mais têm receitas (55%) vindas da compra do próprio programa. Na App Store, o único app pago a aparecer entre os maiores geradores de receita foi Minecraft - Pocket Edition, da Mojang.

Os maiores publishers de programas gratuitos da App Store foram o Google, a Gameloft, a própria Apple, a Disney e a Electronic Arts. Entre os apps pagos, as empresas mais bem sucedidas em 2013 foram a Disney, Electronic Arts, WhatsApp, Rovio e Gameloft. Na loja Google Play, os maiores em apps gratuitos foram Facebook, Google, Line, WhatsApp e Rovio. Entre os apps pagos, as maiores foram Disney, SwiftKey, Gameloft, Titanum e TeslaCoil.

Confira abaixo as listas de aplicativos mais baixados e que mais geraram receitas nas duas principais lojas.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Anel inteligente mostra notificações de aplicativos do smartphone

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Assim como os relógios Samsung Galaxy Gear e Sony Smartwatch 2, o anel inteligente chamado Smart Ring recebe notificações de smartphones com sistema Android e iOS por meio de uma conexão Bluetooth 4.0. Os alertas de aplicativos de redes sociais, ligações e mensagens são exibidos em uma pequena tela.

Além de exibir notificações, o Smart Ring permite controlar o seu smartphone à distância (9 metros, sem obstáculos). É possível atender e rejeitar ligações, tirar fotos, controlar a reprodução de músicas e mudar perfil. Em stand by, o anel funciona como um relógio, exibindo o horário.

Segundo os criadores do projeto, a proposta do gadget é que os usuários olhem menos vezes para seus celulares, tarefa que fazem em média 150 vezes por dia.

Publicado no site de financiamento coletivo Indiegogo, o Smart Ring arrecadou mais de 11 mil dólares em poucas horas. A meta é de 40 mil dólares. O aparelho é impermeável e tem autonomia de bateria de 24 horas, segundo os criadores.

Por não possuir saída microUSB, o aparelho vem com uma plataforma que permite a recarga sem fio do anel e do smartphone do usuário.


Smart Ring2
Reprodução
Confira abaixo o vídeo de demonstração do conceito do Smart Ring, publicado no Indiegogo.