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quinta-feira, 22 de maio de 2014

Atualização do Xbox One libera uso de HDs externos

Divulgação
Microsoft anunciou um pacote de atualizações importante para seu console mais novo, o Xbox One, que devem solucionar algumas das principais frustrações em relação ao videogame. A mais importante delas é o suporte até dois HDs externos ao mesmo tempo. O update deve ser disponibilizado em junho.

Curiosamente, diferente do Xbox 360, não há uma quantidade máxima de espaço para o HD plugado no One; há apenas uma mínima. O console não deve reconhecer dispositivos de armazenamento externo com capacidade inferior a 256 GB e o aparelho deve ter conectividade USB 3.0. Em uma imagem, a Microsoft mostra que HDs de 4 TB são suportados, o que não quer dizer que este é o limite.

Reprodução
Infelizmente, porém, o console só reconhecerá jogos no HD, pelo menos por enquanto. Portanto, músicas e vídeos não poderão ser reproduzidos pelo armazenamento externo.

Outras atualizações importantes incluem o login automático em uma conta da Xbox Live sem necessidade de Kinect e o suporte a nome real dos jogadores. Com a última novidade, os jogadores podem compartilhar seu verdadeiro nome, e não apenas sua gamertag, com amigos ou uma lista definida. Assim, fica mais fácil para os usuários identificar seus contatos, o que é importante, considerando que o limite da lista de amigos aumentou com a nova geração.

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Sony cria tecnologia de fita cassete de 185TB

Divulgação
A Sony anunciou nesta semana uma fita cassete de alta densidade com capacidade de 185TB, superando em cinco vezes o recorde de armazenamento atingido pela IBM em 2010. As fitas magnéticas são unidades de registro de informações analógicas ou digitais que funcionam de forma semelhante à de um HD. É possível gravar arquivos de computadores, bem como áudio e vídeo.

Apesar de ser uma tecnologia já antiga (ela foi criada há mais de 60 anos), a fita magnética ainda é muito utilizada por empresas e departamentos governamentais por ser um produto barato e mais resistente do que o HD tradicional. A nova tecnologia de fita cassete de alta densidade da Sony permite armazenar 148GB por polegada quadrada, o que representa 74 vezes mais do que uma fita comum (que ilustra a reportagem acima).

Entretanto, a novidade ainda não anunciou quando o produto estará disponível ao mercado ou sequer o seu preço.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Facebook usa 10 mil discos Blu-ray para armazenar fotos

A rede social desenvolveu um protótipo de um sistema óptico que utiliza 10 mil discos Blu-ray que podem armazenar petabytes de dados

Photo by Koichi Kamoshida/Getty Images
O Facebook armazena bilhões de fotos, mas apenas uma pequena fração é visualizada com frequência. Estas imagens mais antigas são pouco vistas, porém ocupam um espaço vital nos servidores da empresa.

Desde então o Facebook vem testando uma forma mais eficiente de armazenar essas fotos. E a mais recente aposta da empresa está em utilizar discos Blu-ray para guardar esses arquivos.

A rede social desenvolveu um protótipo de um sistema óptico que utiliza 10 mil discos Blu-ray que podem armazenar petabytes de dados. Segundo o Facebook, esta solução permitiria à empresa economizar até 50% em custos e 80% em uso de energia sobre o atual método de armazenagem em discos rígidos.

A equipe de engenharia do Facebook divulgou um vídeo onde explica como o sistema utiliza um braço robótico para coletar dados específicos de discos armazenados no sistema.

De acordo com o Facebook, o sistema com discos Blu-ray já está em uso e consegue armazenar até 30 petabytes de dados. A rede social espera que sua solução possa guardar até 150 petabytes dentro de alguns meses.

Mas embora tenha lançado seu novo servidor de Blu-ray, o Facebook pretende continuar a procurar por opções alternativas para armazenar dados antigos, como o sistema de memória flash de baixo consumo de energia. Em breve a rede social deve reformular seu site para implementar a novidade.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Novo disco armazena informações por 1 milhão de anos

Reprodução
A capacidade de armazenamento é algo que tem melhorado muito ao longo dos anos. Partindo do primeiro computador comercial feito pela IBM até os dias atuais a evolução é notável, pois se aquela máquina de 1956 dependia de 50 discos de 24 polegadas para guardar 5 megabytes de informação, hoje existem discos rígidos de 3,5 polegadas que armazenam 1 terabyte.

Uma coisa, porém, não mudou: a quantidade de tempo pelo qual os discos conseguem manter os dados. Desde o começo isso não passa de algo em torno de uma década.

Isso está prestes a mudar graças a Jeroen de Vries, da Universidade de Twente, na Holanda, que junto com colegas desenvolveu e construiu um disco capaz de armazenar informações por 1 milhão de anos. Ou mais.

O método por trás da descoberta, por incrível que pareça, é simples: o disco é feito de um metal fino onde os dados são gravados no padrão de linhas e em seguida cobertos por uma camada protetora. O metal escolhido foi o tungstênio, cuja temperatura de fusão é 3.422 ºC, e a camada é de nitreto de silício. As linhas de gravação têm 100 nanômetros de largura e os dados foram gravados em forma de QR code.

Os pesquisadores usaram técnicas de aceleração de envelhecimento para testar a criação - já que não dá pra esperar 1 milhão de anos até a decomposição - e descobriram que dava certo.

Para que os dados sobrevivam durante todo esse tempo, o disco teria de ficar intacto por 1 hora sendo aquecido ininterruptamente a 445 kelvin, o que ocorreu com facilidade. Na verdade, a unidade aguentou até 848 k, embora uma boa quantidade de informações tenha se perdido.

Por que isso é importante? Com uma sociedade cada vez mais conectada que não para de gerar conteúdo, preservar a História pode se tornar um problema daqui a alguns anos. Se houver um disco que aguente por tanto tempo o que acontece hoje poderá ser visto pela posteridade.

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Em alguns anos, HDs conseguirão armazenar até 40 TB

Reprodução
Daqui a alguns anos os discos rígidos podem ser melhorados de tal maneira que conseguirão armazenar algo entre 30 e 40 terabytes, graças a uma técnica descoberta pela TDK.

O método consiste em aumentar a densidade de gravação utilizando uma forma mais certeira de 'escrever' na mídia. Hoje isso é feito com um laser, mas ele apresenta um problema de precisão: se você quiser aquecer uma área ampla, acaba envolvendo partes que não gostaria de mudar e apaga o que não deveria; é necessário, então, focar o laser de forma acentuada para promover um aquecimento local.

Com o que a TDK criou é diferente, pois a gravação é feita pelo que eles chamam de "gerador de luz de campo aproximado", que é capaz de fazer gravações com apenas algumas dezenas de nanômetros de largura - 1/10 do que é usado em discos Blu-Ray.

Os primeiros produtos com a tecnologia chegam ao mercado no segundo semestre de 2015, mas a adoção plena, com os 40 TB de armazenamento, deve ser apresentada apenas em 2020.