Mostrando postagens com marcador serviço movel. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador serviço movel. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Coreia do Sul vai investir R$ 3,4 bilhões para implementar 5G

Reprodução
A Coreia do Sul está empenhada em liderar a evolução da internet móvel. Na mesma semana em que uma empresa local prometeu oferecer acesso a 300 Mbps, o país asiático anuncia nesta quarta-feira o investimento de US$ 1,5 bilhão (R$ 3,4 bilhões) no desenvolvimento e aplicação da rede 5G. A expectativa é oferecer conexão rápida o suficiente para permitir dowloads de filmes inteiros em segundos.

O ministro da Ciência disse que a implementação da tecnologia deve demorar seis anos, mas a espera vai valer a pena porque a conexão deverá superar a velocidade do 4G em até 1.000 vezes. "Nós ajudamos a impulsionar os serviços nacionais de 2G nos 1990, o 3G nos anos 2000 e o 4G em 2010. Agora, chegou a hora de adotar uma ação preventiva para desenvolver o 5G", afirmou o ministro em um comunicado.

De acordo com o porta-voz, o investimento é necessário para garantir ao país lugar de destaque nos próximos anos, uma vez que China, Estados Unidos e parte da Europa estão investindo pesado na próxima geração de internet móvel. 

A Coreia do Sul pretende lançar uma licitação em 2017 para definir o plano comercial a ser utilizado pelas operadoras a partir de 2020. As prioridades do governo recaem sobre as características da rede de transmissão, incluindo investimentos em Ultra-HD, transmissão holográfica e plataformas de redes sociais avançadas.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Coreia do Sul terá internet móvel de 300 Mpbs

Reprodução
Sul-coreanos que usam os serviços de telefonia móvel da SK Telecom contarão, até o fim de 2014, com um plano que libera internet móvel a 300 megabits por segundo.

A velocidade, anunciada nesta segunda-feira, 20, pela empresa, é bem superior à disponível em redes LTE, que chegam a 75 Mbps, e é melhor até que a LTE-Advanced (LTE-A) com seus 150 Mbps.

Conforme explicado pelo The Next Web, a SK chegou a tal velocidade combinando duas bandas de frequências diferentes, a largura de banda de 20 MHz em 1.8 GHz e a largura de banda 10 MHz em 800 MHz.

Chamada de 3band LTE-Advanced, a tecnologia possibilitará que um vídeo de 800 MB seja baixado em apenas 22 segundos - com LTE-A são 43 segundos, com LTE, 85 segundos e, com 3G, 7 minutos e 24 segundos.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Operadoras ampliam pontos de Wi-Fi para desafogar rede 3G e 4G

SeongJoon Cho/Bloomberg
Com o objetivo de descongestionar suas redes móveis, as operadoras de telefonia no Brasil pretendem ampliar em 2014 o número de pontos de acesso à Internet que utilizam a tecnologia Wi-Fi, como forma de melhorar o serviço em um ano em que preveem aumento do uso de dados devido à Copa do Mundo.

Os investimentos para a instalação de pontos de Wi-Fi, os chamados hotspots, em lugares públicos e privados são até 10 vezes menores que os necessários para a instalação de redes 3G e 4G, segundo analistas. No entanto, por terem cobertura limitada, essas redes são vistas como complementares aos serviços de Internet móvel das operadoras, e não como substitutas.

A Claro, do grupo América Móvil, pretende ampliar a sua rede de hotspots lançada em maio de 2013. A empresa tem atualmente 6 mil pontos de conexão no país, segundo o diretor de serviços de valor agregado da operadora, Alexandre Olivari. Todos estão localizados em lugares públicos de grandes centros urbanos.

"Devemos ampliar os investimentos em hotspot este ano, mas daremos agora foco maior em Wi-Fi indoor do que outdoor", disse Olivari, citando como exemplo aeroportos, restaurantes e shoppings centers. "O Wi-Fi serve como um complemento para a falta de espectro no 3G e 4G", completou.

Para a Copa do Mundo, a Claro negocia acordos com operadoras internacionais para que visitantes estrangeiros tenham acesso às redes sem fio no Brasil. A Claro também instalará em parceria com concorrentes redes Wi-Fi em mais da metade dos 12 estádios que receberão jogos durante o Mundial.

REDE PEQUENA

Apesar do recente interesse das operadoras, a rede Wi-Fi brasileira é considerada pequena se comparada a outros países. Números da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) de dezembro de 2013, citados pela Consultoria Teleco, apontam 158,9 mil hotspots no Brasil.

A Oi responde por quase 96 por cento dos hotspots do país, com 152,5 mil pontos, ainda segundo números da Anatel citados pela Teleco.

A empresa, no entanto, afirma ter encerrado 2013 com 500 mil hotspots -- saindo de 27 mil em 2012 -- e que irá atualizar os dados junto à Anatel neste mês. A empresa não deu previsões para este ano por estar em período de silêncio devido à fusão com a Portugal Telecom.

A Oi foi uma das primeiras a investir no segmento, em 2011, e atingiu a liderança principalmente devido à parceria com a FON, uma comunidade global com 12,3 milhões de usuários que compartilham conexão pela rede sem fio.

A operadora também adotou a estratégia de permitir acesso gratuito, por até 15 minutos, a usuários de outras operadoras. "A Oi está expandindo sua rede de Wi-Fi, implantando novos pontos de conexão gratuitos em bancas de jornais do Rio de Janeiro", disse a operadora em comunicado.

Procurada, a Vivo não informou sua rede de hotspots. Já a TIM Participações disse ter encerrado 2013 com 719 pontos de conexão sem fio, tendo iniciado o ano com apenas 50. "Em 2014, a companhia vai continuar a expansão de forma ainda mais acelerada."

INVESTIMENTOS

Em um cenário em que as operadoras são pressionadas pelos reguladores e pela crescente demanda por dados a investir em suas redes 3G e 4G, o Wi-Fi serve para melhorar o serviço, segundo Eduardo Tude, presidente da consultoria Teleco.

"O Wi-FI por si só não é uma fonte de receita, mas acaba sendo uma maneira de reforçar o 3G", disse. "É uma maneira de melhorar as avaliações de desempenho na Anatel."

Para alguns especialistas, contudo, a melhor forma de massificar o uso da Web móvel no Brasil é por meio de Wi-Fi público e grátis, já que os pacotes de dados ainda são considerados caros por boa parte dos usuários.

Na opinião de Sérgio Amadeu, professor da Universidade Federal do ABC e integrante do Comitê Gestor da Internet, os governos podem financiar redes sem fio nas grandes cidades -- como está sendo feito pela prefeitura de São Paulo, com o projeto Wi-Fi Livre, que tem como meta chegar a 120 pontos de conexão.

"O poder público pode ter interesse de pagar, junto com empresas, em troca de publicidade. Há um caminho a ser pensado", disse Amadeu.

Para Lucas Pinz, gerente sênior de tecnologia da Promon Logicalis, que fornece equipamentos de rede sem fio para as operadoras, o desafio do wireless ainda é a expansão nacional. "Os hotspots ainda estão muito concentrados em Rio e São Paulo, há um potencial enorme de crescimento."

Segundo os dados mais recentes da Anatel, o país encerrou novembro com 88,4 milhões de acessos via 3G, aumento de 4,22 por cento sobre outubro, e 923,3 mil acessos via 4G, aumento de 26,4 por cento em relação ao mês anterior.

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Nova faixa para rede 4G deve ser aprovada nesta quinta-feira

A Anatel deve aprovar a destinação da faixa de 700 megahertz, atualmente ocupada pelos canais 52 a 69 da TV aberta

Celular com tecnologia 4G
REUTERS/Arnd Wiegmann
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) deve aprovar nesta quinta-feira, 31, a destinação da faixa de 700 megahertz (MHz), atualmente ocupada pelos canais 52 a 69 da TV aberta, para a telefonia e internet de quarta geração (4G). Com isso, o governo poderá leiloar a frequência para as operadoras de telecomunicações até maio de 2014.

Para evitar conflitos com os radiodifusores, o custo da migração dos canais afetados para outros espaços do espectro - nos canais ímpares vazios, a partir do canal 13 ficará a cargo das teles, bem como o custo para combater a interferência do sinal de 4G na transmissão de TV nos locais com maior concentração de usuários.

A ideia é tranquilizar o setor de radiodifusão, preocupado com os custos e problemas que a migração pode trazer nas grandes cidades. Em 4,8 mil municípios, a faixa já está totalmente desocupada.

Nos próximos dias, a Anatel deve abrir consulta pública para calcular os custos da migração e do replanejamento dos canais. O edital da faixa de 700 MHz só será publicado depois que os valores estiverem definidos.

A exemplo do que foi feito no leilão da faixa de 2,5GHz, também destinada para o 4G e realizado em junho de 2012, a Anatel vai oferecer quatro faixas nacionais para a frequência de 700 MHz. Na época, cada uma das quatro grandes operadoras de telefonia celular - Claro, Tim, Vivo e Oi - adquiriu um lote de abrangência nacional.

Embora a união entre a espanhola Telefónica - detentora da Vivo - e a Telco, controladora da Telecom Itália, possa obrigar o grupo a se desfazer da TIM, a avaliação é a de que outros competidores podem se interessar pelos lotes, como a GVT, a Nextel ou ainda um grupo internacional.

Cada um dos quatro lotes nacionais deverá ter 10 MHz + 10 MHz, mas a Anatel estuda oferecer um lote único de 40 MHz + 40 MHz em municípios menores de até 30 mil habitantes. Os lotes são oferecidos em pares para que uma parte sirva para download e outra para upload de dados.

A ideia é possibilitar que provedores regionais adquiram a faixa nessas cidades, antecipando a oferta da internet 4G em locais que não estão entre as prioridades comerciais das grandes teles. Os provedores que comprarem esses lotes poderiam abrir a faixa para as teles que também venham a se interessar pela cobertura.

Quando formatar o edital do leilão do 700 MHz, a Anatel também deve autorizar as teles a utilizar essa faixa para cumprir as metas de cobertura de 4G impostas no leilão de 2,5 GHz.

Ambas as frequências servem para a mesma tecnologia: a de 2,5 GHz, com maior capacidade e menor raio de cobertura, deve ser usada nos grandes centros urbanos, enquanto a de 700 MHz - que necessita de menos antenas - deve ser usada em áreas com menor concentração de usuários.

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Anatel divulga resultados do acompanhamento da qualidade do serviço móvel

A Anatel divulgou hoje os resultados do terceiro ciclo de avaliação dos planos de melhoria do Serviço Móvel Pessoal (SMP) relativos ao período de fevereiro a abril de 2013. 

Sinclair Maia/Divulgação

A Agência constatou que as quatro prestadoras avaliadas (Claro, Oi, Tim e Vivo) apresentaram resultados acima dos parâmetros de referência, com melhoras tanto no acesso quanto na queda de ligações. Todas as empresas atingiram os parâmetros de referência, com pequenas oscilações, no indicador de desconexão de dados. 

Quanto ao indicador de acesso à rede de dados, observou-se que o patamar de referência foi alcançado por todas as prestadoras nas redes de terceira geração. Com relação às redes de segunda geração, apenas a Claro atingiu o parâmetro de referência, embora todas as operadoras tenham apresentado evolução positiva nos últimos três meses. 

No período de agosto de 2012 a abril de 2013, houve redução de mais de oito milhões no número de acessos da rede de segunda geração e um aumento de mais de 14 milhões na de terceira geração - o que evidencia um movimento de migração da tecnologia 2G para a 3G, esta última mais adequada para o acesso à rede de dados.


A Anatel continuará a acompanhar os resultados dos planos de melhorias e passará a divulgá-los, também, por Unidades da Federação e por municípios, de forma a levar informação mais detalhada e transparente aos usuários, permitindo que todos possam observar o desempenho das empresas e conhecer a qualidade dos serviços prestados em seus municípios. 

Publicado por Anatel

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Brasil alcança 265,52 milhões de acessos móveis em maio


O Brasil fechou maio de 2013 com mais de 265,52 milhões de linhas ativas na telefonia móvel e teledensidade de 134,24 acessos por 100 habitantes. Em maio, foram registradas 974,29 mil novas habilitações, o que representa um crescimento de 0,37% na base de assinantes em relação a abril. No quinto mês do ano, havia 211,5 milhões (79,65%) de acessos pré-pagos e 54,02 milhões pós-pagos (20,35%). A banda larga móvel totalizou 74,13 milhões de acessos, dos quais 105,25 mil são terminais 4G.
A consolidação dos números mensais do serviço móvel está disponível na aba "Anatel Dados". Por meio dos diferentes relatórios, o usuário poderá realizar pesquisas e cruzamentos conforme seu interesse. Os relatórios publicados refletem os dados disponíveis em 5 de julho de 2013 e podem sofrer alterações.

Teledensidade por Unidades da Federação

A teledensidade avançou 0,31% (subiu de 133,83, em abril de 2013, para 134,24, em maio de 2013). No quadro abaixo é apresentada a teledensidade do Serviço Móvel Pessoal (SMP) nas 27 Unidades da Federação e nas cinco regiões do País.
Teledensidade por Unidade da Federação

Número de acessos em operaçãoDensidade (acessos por 100 habitantes)
Brasil265.525.895134,24
Distrito Federal5.954.357219,08
Goiás9.084.703146,16
Mato Grosso4.505.117140,23
Mato Grosso do Sul3.745.370150,55
Total da Região Centro-Oeste23.289.547159,15
Alagoas3.884.646117,34
Bahia17.460.338115,31
Ceará10.478.532117,97
Maranhão6.211.76892,8
Paraíba4.739.899120,65
Pernambuco12.038.842132,83
Piauí3.852.174117,15
Rio Grande do Norte4.428.041134,12
Sergipe2.710.680127,49
Total da Região Nordeste65.804.920118,06
Acre933.107125,62
Amapá954.101138,98
Amazonas4.181.040114,89
Pará8.898.281113,52
Rondônia2.362.252150,44
Roraima519.414112,78
Tocantins1.842.816135,63
Total da Região Norte19.691.011120,83
Espírito Santo4.569.088127,47
Minas Gerais25.779.610124,6
Rio de Janeiro23.550.050145,55
São Paulo64.164.735152,11
Total da Região Sudeste118.063.483142,87
Paraná14.338.515130,23
Rio Grande do Sul15.755.552141,92
Santa Catarina8.582.867134,49
Total da Região Sul38.676.934135,74

Mercado

O quadro a seguir apresenta o market share do serviço móvel no Brasil.
Participação das empresas
HoldingNúmero de acessosParticipação (%)
Vivo76.097.03728,66
Tim72.016.40127,12
Claro66.516.63125,05
Oi49.770.89318,74
CTBC893.4570,34
Nextel97.1160,04
Sercomtel68.2990,03
Portoseguro (autorizada de rede virtual)61.8110,02
Datora (autorizada de rede virtual)4.2500,00

Na tabela abaixo é apresentada a distribuição de acessos móveis por tecnologia.
Acessos móveis por tecnologia *
TecnologiaTotalParticipação (%)
GSM183.761.62569,21
WCDMA66.971.82625,22
Terminais de Dados M2M7.548.8152,84
Terminais de Dados Banda Larga7.056.6572,66
LTE105.2500,04
CDMA81.7220,03

Os terminais banda larga móvel totalizaram 74,13 milhões de acessos.
* O número de terminais definidos como banda larga móvel é o somatório das tecnologias WCDMA (3G), LTE (4G) e terminais de dados banda larga (modens 3G e tablets, por exemplo). Os terminais de dados M2M (máquinas de cartões de crédito e débito habilitados nas redes das operadoras, por exemplo) não são classificados como banda larga.
Fonte: Anatel

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Vivo deverá atender mais 206 municípios com serviço móvel 3G


O Conselho Diretor da Anatel autorizou nesta quinta-feira, 27, que a operadora Vivo realinhe a subfaixa "L", o que permitirá a implementação da rede 3G da operadora em mais 206 municípios com menos de 30 mil habitantes.
Cinco municípios recém emancipados - Mujuí dos Campos, no Pará; Pescaria Brava e Balneário Rincão, em Santa Catarina; Pinto Bandeira, no Rio Grande do Sul; e Paraíso das Águas, no Mato Grosso do Sul - deverão ser cobertos pela nova rede em até dois anos. A cobertura dos outros 201 municípios deverá ser distribuída proporcionalmente durante um período de seis anos.
Além disso, a medida deve ampliar a competição em outros municípios já atendidos com rede 3G, como, por exemplo, Camanducaia, em Minas Gerais, Pedra Preta, no Rio Grande do Norte, e Bananal, em São Paulo.
O realinhamento da subfaixa "L", de 1.895 a 1.900 MHZ / 1.975 a 1.980 MHz para 1.975 MHz a 1.980 MHz / 2.165 MHz a 2.170 MHz, está previsto na Resolução nº 454/2006 e no edital do 3G. Ao solicitar o realinhamento da subfaixa "L", a Vivo assumiu os compromissos de cobertura e outras condições previstas no edital de licitação de 3G e deverá desembolsar  mais de R$ 480 milhões a titulo de readequação dos termos de autorização.
Matéria publicada em http://www.anatel.gov.br