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terça-feira, 22 de julho de 2014

Google oferece US$ 1 milhão para quem revolucionar a eletricidade

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O Google abriu nesta terça-feira, 22, as inscrições para o Little Box Challenge, um desafio ambicioso. A empresa pagará US$ 1 milhão para quem conseguir criar um inversor de energia que seja menor, mais barato e tão potente quanto os que estão no mercado atualmente.

O inversor é um mecanismo capaz de transformar corrente direta de fontes de energia como painéis solares e tranformá-la em corrente direta, a ser usada em casas, carros, etc. Reduzir seu tamanho criaria novas formas menos custosas de levar eletricidade a lugares remotos do planeta, segundo o Google.

A intenção da empresa é premiar a pessoa que projetar e construir um inversor capaz de operar na escala de quilowatts, com a maior densidade de energia, de pelo menos 50 watts por polegada cúbica. O Google espera, com o concurso, uma redução de tamanho de 90% em relação aos inversores já existentes.

Para quem tiver um projeto, o prazo de inscrição se estende até o dia 30 de setembro, e o vencedor deve ser conhecido em janeiro de 2016. Daqui a um ano, no dia 22 de julho de 2015, as equipes registradas deverão oferecer detalhes técnicos e uma aplicação para testes.

O concurso é realizado em parceria com o IEEE (Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos). Você pode conferir mais sobre o desafio neste link, em inglês.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Microsoft cria projeto de inteligência artificial e desafia Google

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Uma das áreas de maior interesse para empresas de tecnologia é inteligência artificial, principalmente o aprendizado profundo, que tenta emular o funcionamento do cérebro humano. Agora a Microsoft entrou no jogo com o pé na porta, revelando o Project Adam, que diz ser até 50 vezes mais potente do que o serviço equivalente do Google, utilizando 30 vezes menos máquinas para tal.

O foco do Adam, no momento é o reconhecimento visual, que é um dos princípios da inteligência artificial verdadeira. Por meio de um banco de informações vastos, o sistema da Microsoft é capaz de reconhecer detalhes em fotos. O exemplo dado pela própria empresa é que o Adam seria capaz de não só reconhecer raças diferentes de cães, mas distinguir sub-espécies diferentes dentro da mesma raça.

A companhia imagina um futuro onde isso possa ser usado como parte integral do cotidiano. A Microsoft cita como exemplo a possibilidade de reconhecer alguma comida pela câmera do celular e mostrar imediatamente seu valor nutritivo, ou então analisar uma possível mancha na pele para saber se realmente se trata de alguma coisa mais séria. Pessoas cegas ou com pouca visão também poderiam se beneficiar disso, para realizar tarefas que antes eram muito difíceis ou até mesmo impossíveis.

Você pode conferir um pouco mais no vídeo abaixo (em inglês):



Para isso, até o momento, a Microsoft usa um banco de 14 milhões de imagens divididas entre 22 mil categorias. O tamanho desse banco de dados permite o aprendizado da máquina para estabelecimento de relações entre dados, parecido com o que acontece com o cérebro humano.

Assim, a rede neural se desenvolve, permitindo ao computador reconhecer padrões e criar seus próprios filtros para organizar novas imagens. Quando um conteúdo novo é adicionado ao banco, o Adam sabe como categorizá-los e identificá-los usando as ligações já conhecidas. Com isso, o sistema também vai crescendo sozinho, com novos níveis de detalhe.

O próximo passo do Adam no caminho de uma inteligência artificial completa é o reconhecimento de voz e processamento de texto.

Por enquanto, o Adam ainda está em fase de desenvolvimento e não existe previsão de como a tecnologia será aplicada em serviços ou aplicativos, mas não é difícil imaginar como a Microsoft poderia usá-lo para melhorar o Bing ou a assistente Cortana, do Windows Phone 8.1.

Matéria publicada em http://olhardigital.uol.com.br/noticia/43086/43086

quinta-feira, 22 de maio de 2014

NASA publica autorretrato da Terra com selfies

Por Eric Colombo

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Nesta quinta-feira, 22, a NASA divulgou um 'selfie' da Terra em forma de mosaico. O mosaico foi composto por outros 36.422 'selfies' de pessoas que aceitaram o desafio proposto pela agência norte-americana e lhes enviaram uma imagem.

O mosaico faz parte da celebração do dia 22 de abril, o Dia da Terra, quando a NASA convidou todos a responder a pergunta "Onde você está agora na Terra?". Junto com a resposta, as milhares de pessoas foram convidadas a enviar à NASA uma foto por meio das redes sociais.

As imagens das mais de 36 mil pessoas, de 113 países diferentes, foram montadas, e teve como resultado, a Terra, com todos os seus continentes, "Da Antártida até o Iêmen, da Grôenlandia para a Guatemala..." e por ai vai a comemoração da agência.

Para se chegar a imagem final, houve uma seleção com mais de 50 mil imagens que lhes foram enviadas, tudo isso para se chegar a esta imagem (confira aqui) de 3,2 gigapixels que pode ser ampliada para podermos chegar a ver os detalhes.

As fotos foram individualmente colocadas sobre uma imagem da Terra em 22 de abril, captadas por um satélite da NASA e da Agência Nacional de Oceanos e Atmosfera(NOOA).

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Entenda como jogar videogame pode influenciar os sonhos

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Jogar muito videogame gera tantos impactos cerebrais que pode mexer até com os sonhos das pessoas. Mas isso não significa necessariamente uma coisa ruim.

A psicóloga canadense Janye Gackenbach, da Universidade Grant MacEwan, estuda o tema há anos e descobriu fortes indícios de que os jogadores mais assíduos tendem a ter mais sonhos lúcidos e ainda conseguem controlar a mente enquanto dormem.

Nessas situações, os jogadores tendem a comandar a si próprios como se fossem personagens, tanto que conseguem migrar entre as visualizações em primeira e terceira pessoa.

Além disso, enquanto a maioria das pessoas acorda assustada depois de um pesadelo, quem joga muito tende a interpretar sonhos ruins como desafios e, por isso, pode continuar dormindo.

Em entrevista ao The Verge, Janye disse que esse tipo de habilidade tende a se intensificar graças à chegada de tecnologias como o Oculus Rift, que propõem jogos ainda mais imersivos.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

O que sua empresa pode aprender com o uso dos games

Getty Images
No ano passado, a NET resolveu ajudar toda a sua equipe a compreender como funciona cada processo de suas operações de um jeito inusitado. Por meio de um game, cada funcionário foi convidado a se tornar o gerente de várias áreas da empresa, como vendas, atendimento, instalação e comercial.

Funcionava da seguinte forma: quem se candidatasse a entrar na brincadeira, recebia um desafio real de determinado setor e precisava solucioná-lo para passar para a próxima fase. Para cada problema, havia uma gama de respostas, e o jogador precisava a escolher a que melhor se encaixava. As questões eram lançadas semanalmente e o tempo de resposta variava de um a três dias. 

A estratégia usada pela NET faz parte de um fenômeno chamado gamificação, que nada mais é do que "usar a mecânica e o pensamento dos jogos em contextos que não são de games para engajar pessoas e resolver problemas", na definição de Gabe Zichermann, autor do livro "The Gamification Revolution: How Leaders Leverage Game Mechanics to Crush Competition" (em português, algo como "A revolução da gamificação: como líderes usam a alavanca da mecânica de games para esmagar a concorrência). 

Pelo menos na companhia de TV por assinatura, a iniciativa funcionou. Das 16 mil pessoas que integram o time da NET, 6 mil completaram todas as etapas do jogo. "Foi um programa de comunicação muito positivo. Conseguimos passar um conteúdo que às vezes é muito técnico de uma forma lúdica e que gerou aprendizagem, com uma linguagem jovem, próxima à do nosso público", conta Daniely Gomiero, gerente de responsabilidade social e comunicação da empresa.