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terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Google mostra propostas de casamento vistas pelo Glass

Houve quem não gostasse. O Gizmodo, por exemplo, disse que o vídeo mostra por que o Glass deixa tudo "horrível"

Reprodução
O Google resolveu promover seu Google Glass mostrando propostas de casamento feitas com o gadget no rosto dos noivos.

O vídeo, postado na semana passada para comemorar o Valentine's Day, exibe cinco casais.

Em todos os exemplos, a noiva diz sim. "A beleza do Glass é que ele nos permite capturar momentos importantes, sejam grandes ou pequenos", diz o Google na descrição do vídeo.

Houve quem não gostasse. O Gizmodo, por exemplo, disse que o vídeo mostra por que o Glass deixa tudo "horrível". Para Robert Sorokanich, o fato das pessoas filmarem tais momentos tira toda a espontaneidade dele.

E você, o que acha? O Glass vai deixar tudo mais... Artificial? Comente.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Os bots são responsáveis por mais de 60% do tráfego da internet

BBC
Um novo estudo revelou que 61,5% de todo o tráfego da internet é gerado por bots automáticos. Olá, robozinho!

O estudo, realizado por pesquisadores da Incapsula, mostra que o tráfego produzido por bots aumentou 21% só no último ano. Mas se por um lado isso soa estranho, pode ser que todo esse tráfego automático não seja exatamente uma coisa ruim.

Embora muitos desses bots sejam maliciosos – tentanto roubar dados ou postar publicidade feita do jeito errado -, os pesquisadores apontam que o maior salto nos crescimento dos bots se deu com os “robôs bonzinhos”, que agora são 55% mais ativos.

Normalmente, esses bots do bem servem para indexar conteúdo, ajudam a realizar análises e preservam páginas web para o futuro. Na verdade, parece que que as atividades dos bots maliciosos decaíram – uma queda de 75% na frequência de envio de links de spam postados automaticamente, por exemplo.

Os resultados da pesquisa vieram de uma análise feita por 90 dias, observando 1,45 bilhões de visitas de bots a mais de 20.000 sites. Embora não se trate de uma análise completa, ela certamente pode dar uma ideia do que está acontecendo no mundo selvagem da internet.

Google está pensando em fabricar chips

Bloomberg

A reportagem cita uma fonte que diz que o movimento poderia ajudar o Google a gerir melhor a interface entre seu hardware e seu software. Ela também aponta que a medida ameaçaria o domínio que a Intel tem sobre o mercado, já que o Google é seu quinto maior cliente. No entanto, o Google não afirma nada:

“Nós estamos ativamente engajados na criação da melhor infraestrutura do mundo. Isso inclui tanto a criação de hardware (em todos os níveis) como o desenvolvimento de software.”

Os chips da ARM são muito usados no setor de celulares e produtos mobile, mas ainda não entraram no mercado de servidores. A AMD já anunciou que tem planos de começar a usar a arquitetura da ARM.

O Google já havia expressado algum interesse em chips – em Agosto a empresa se juntou a um grupo que licencia tecnologias usadas em data centers, incluindo chips para servidores. Mas teremos que esperar para ver se o interesse realmente se tornará uma oportunidade de negócios.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Apple vence Gradiente e ganha direito à marca iPhone

A justiça do Rio de Janeiro dá vitória à Apple e decide que a Gradiente não tem mais exclusividade sobre a marca iPhone no país

Smartphone Iphone C600, da Gradiente
Divulgação
A Gradiente acaba de sofrer uma derrota em sua disputa contra a Apple pela propriedade da marca iPhone no Brasil. A justiça do Rio de Janeiro decidiu que a IGB Eletrônica, que vende os produtos Gradiente, não tem mais exclusividade sobre a marca iPhone no país. A empressa brasileira diz que vai recorrer.

A decisão do juiz Eduardo Fernandes, da 25ª Vara Federal do Rio de Janeiro, reverte uma determinação anterior do Instituto Nacional de Propriedade Industrial, o INPI. Ela dava, à IGB, a propriedade da marca iPhone. A Gradiente havia solicitado seu registro em 2000, sete anos antes do lançamento do iPhone da Apple.

Mas a lentidão do INPI fez com que o registro da marca só fosse concedido à Gradiente em 2008. A Apple fez o pedido para uso no Brasil em 2007, quando a Gradiente enfrentava problemas financeiros e ainda não havia lançado nenhum produto com esse nome.

Quando faltava pouco mais de um mês para que o prazo de cinco anos dos direitos do nome, ainda sem uso, expirasse, a Gradiente lançou seu smartphone "Iphone", com sistema operacional Android, e garantiu a exclusividade. A Apple seguiu brigando na justiça.

Em sua decisão, o juiz Eduardo Fernandes parece dar razão aos argumentos da Apple. Ele alega que a marca iPhone ganhou visibilidade por causa do sucesso do aparelho da Apple. Antes disso, na forma como foi concebida pela Gradiente, era uma aglutinação de “internet” e “phone” sem reconhecimento no mercado.

Fernandes também sugere que o INPI errou ao não considerar a realidade do mercado quando finalmente concedeu a propriedade da marca à IGB. “O deferimento do registro à empresa Ré (Gradiente) tinha de ter observado a existência de concorrente no mercado, a inexistência do produto desta e, por fim, a evolução do ‘mercado’ do IPHONE”, diz o texto.

A decisão judicial é de primeira instância. Consultada por EXAME.com, a Gradiente respondeu, por meio de sua assessoria de imprensa, que vai recorrer. A resposta enviada a nós diz:

"A empresa lembra que recente pronunciamento do INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) no processo reforça a posição e os argumentos da Gradiente. Além disso, o processo da IGB Eletrônica contra a Apple que corre na Justiça em São Paulo ainda não foi julgado."

Para quem tem alguma atração por textos jurídicos, segue a íntegra da decisão judicial (compartilhada na web pelo GizmodoBR):



(texto atualizado às 14h com a resposta da Gradiente)

Matéria publicada em http://exame.abril.com.br/tecnologia/iphone/noticias/apple-vence-gradiente-e-ganha-direito-a-marca-iphone

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Como fotógrafos retocavam suas fotos antes do Photoshop

Desde que o Adobe Photoshop foi lançado em 1989, a vida dos fotógrafos ficou bem mais fácil, podendo ajustar suas fotos como quisessem – e sem sujar as mãos. Mas nem sempre foi assim.


retouch (1)


O site CreativePro encontrou um livro de 1946 chamado “Dicas para Retoque de Fotos para Uso Comercial”, e ele faz você entender quanto trabalho meticuloso era necessário para retocar fotografias no passado.


Abaixo seguem as imagens mais representativas do livro, e você pode conferir mais delas no link a seguir: [CreativePro via PetaPixel]


Alguns dos instrumentos: mesa de desenho com ajuste de altura e inclinação; cápsulas de gelatina para aplicar sobre a foto; pincéis variados; algodão absorvente; e tinta branca e preta.

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As principais dicas: remova as falhas de imagem, e acrescente detalhes e maior contraste; fique de olho no tempo gasto; e não exagere nos retoques!

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Os resultados