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terça-feira, 3 de dezembro de 2013

LG G Flex tem sua habilidade de regeneração testada na vida real [vídeo]

Aparelho correspondeu às expectativas ao se recuperar de arranhões superficiais e resistir bem a testes de pressão em sua tela curvada

Reprodução
Em meados de novembro, a LG chamou atenção de todo mundo ao divulgar um vídeo do smartphone LG G Flex, o aparelho da marca com tela curva e que possui a tecnologia Self Healing — promovendo ao gadget a capacidade de se “regenerar” e mantendo a aparência de novo por mais tempo.

O frisson causado pela gravação foi grande, mas a empresa já havia deixado bem claro que a novidade não é imune a batidas mais fortes ou profundas. A ideia desse recurso é evitar que o celular fique cheio de leves arranhões ao ser colocado no bolso junto com uma chave, por exemplo.

O site Pocketnow teve a oportunidade de passar alguns dias com o LG G Flex em mãos e resolveu colocar à prova o seu “superpoder”. O apresentador da análise efetuou diversos testes para simular situações reais do dia a dia de qualquer pessoa.
Os testes da vida real

Ele guardou o smartphone no bolso da jaqueta junto com chaves, moedas, um pendrive, um isqueiro, entre outros objetos, e saiu andando pela rua. Simulou uma corrida para pegar o ônibus, subiu e desceu escadas, chacoalhou a blusa com tudo dentro, deixou o aparelho cair no tapete do carro e na rua ao desembarcar do veículo — além de esfregá-lo em cima de grãos de açúcar em cima da mesa.

Divulgação
De maneira geral, a função prometida pela LG foi comprovada. Os riscos mais superficiais foram sumindo com o tempo, até desaparecerem completamente depois de aproximadamente uma hora e meia. Contudo, arranhões mais profundos, principalmente mais próximos às suas bordas, provocaram pequenas, mas notáveis avarias permanentes.
E se eu sentar em cima do celular?

Além disso, a flexibilidade da sua tela e estrutura curva também foi avaliada. Bem como nos testes mencionados anteriormente, foram simuladas situações corriqueiras, como esquecer que o aparelho está no bolso de trás da calça e sentar em cima dele.

Segundo o Pocketnow, tal característica também se mostrou dentro do esperado: o gadget não fez nenhum ruído estranho quando pressionado. O analista fez uma pequena observação de dois pontos com leves distorções no display, mas que ele não soube explicar se foram ocasionados por arranhões ou pela força inversa aplicada à sua curvatura.


quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Vídeo mostra sistema de regeneração do LG G Flex

Primeiro smartphone com design curvo da LG também possui um sistema de regeneração

Reprodução
O primeiro smartphone com design curvo da LG, chamado G Flex, também possui um sistema de regeneração. Ele á capaz de se recuperar de arranhões superficiais em sua carcaça.

Um vídeo feito pelo pelo vloguer americano Marques Brownlee mostra que a parte traseira do aparelho foi capaz de se livrar parcialmente de riscos feitos com uma chave.

Entretanto, essa regeneração do material funciona melhor se a temperatura ambiente for de 27,4º C, caso contrário o processo é mais lento. Esfregar o aparelho, para esquentá-lo com a fricção, também pode ajudar.

Além disso, o vídeo mostra como o celular reage a um risco profundo feito com uma faca. Após algumas horas, o aparelho ainda mostrava parcialmente o dano em sua estrutura, mas boa parte da capa traseira do smartphone pôde se recuperar.

O design também foi posto à prova: o LG G Flex foi pressionado até encostar completamente sobre uma superfície plana. Mesmo segurando o aparelho durante alguns segundos, o smartphone voltou à sua forma original em poucos instantes.

Confira abaixo o vídeo que mostra a resistência do LG G Flex.


terça-feira, 19 de novembro de 2013

Gene Wolverine é descoberto pela universidade de Harvard

Por Eric Colombo

O que acha da ideia de clonar animais? E da ideia de imprimir humanos? Se os cientistas podem fazer isso, eles podem também curar a si mesmo assim como Wolverine.

Divulgação
Segundo uma descoberta acidental encabeçada pelo cientista George Daley, da Universidade de Medicina de Harvard, encontrou um gene com poder semelhante ao personagem da Marvel, Wolverine, o gene é capaz de acelerar a cicatrização de sangramento e lesões.

A descoberta foi feita durante uma pesquisa sobre o câncer, quando Daley realizou furos em orelhas de ratos, geneticamente modificado com o gene Lin28a e os furos se regeneraram muito rapidamente, o pesquisador cortou também um dos dedos dos pés dos ratos, os quais cresceram novamente, já em outro teste, Daley raspou os pelos das costas, e eles cresceram numa velocidade muito maior do que o natural, o gene deu aos ratos a habilidade especiais de regeneração.

Daley disse: "Parece ficção científica, mas Lin28a poderia ser parte de um coquetel de cura que dá aos adultos a reparação dos tecidos superiores visto em seres mais jovens." Daley disse também "Este é um gene que já estimulou um enorme interesse, e isso é um testemunho de seu papel central em muitas áreas da biologia".

Por enquanto, os cientistas apenas observaram o poder de cura do Lin28a em pequenos ratos, e não poderiam realizar a mesma regeneração de membros em camundongos de 5 semanas de idade. Porém, Daley acredita que é possível ativar esse gene em pessoas adultas, o que ia acelerar o processo de cicatrização de tecidos em ocasiões muito importante, como por exemplo, em cirurgias.

Agora, vale esperar ansiosamente para nos tornarmos futuros X-Mens.

Fonte: CNET

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Tecnologia permite que pintura de carros se autorregenere quando riscada

Divulgação
A tecnologia que permitirá a pintura de carro se autorregenerar quando riscada é uma das aplicações pesquisadas pelo Instituto Senai de Inovação (ISI), lançado hoje (17) na capital paranaense. A inovação, inédita no país, usa aplicações de nanocápsulas contendo tinta e um catalisador, liberados apenas quando a pintura é riscada. A recuperação pode alcançar até 85% dos danos. 

Chamada de “autocicatrizante”, a tecnologia da tinta autorregenerativa em estudo pelo instituto é aplicada no mercado automobilístico externo. O produto poderá ser aplicado em superfícies de carros, eletrodomésticos, como geladeiras e fogões, cosméticos – em esmaltes para unhas - e até em móveis. No entanto, ainda não há prazo para a inovação chegar ao consumidor. “A tecnologia libera uma tinta internamente e, após alguns segundos ao ser riscado, o carro estará novamente como antes, sem o risco. É uma aplicação bem prática”, explicou o pesquisador-chefe do ISI-Paraná, Marcos Berton.

Além da tinta, outras soluções ainda inéditas no país serão pesquisadas pelo instituto. Em outra linha de pesquisa está a análise de líquidos por sensores eletroquímicos. Poderão ser analisados a qualidade da água ou do leite. O instrumento estará a disposição da indústria como ferramenta de controle. O centro de pesquisa atuará nas áreas de eletroquímica, meio ambiente, materiais e nanotecnologia. Poderão ser pesquisadas soluções para indústria automotiva, de óleo e gás, mineradora, metal mecânica, de construção civil, de sistemas e geração e armazenamento de energia. Além do desenvolvimento de sistemas para área de meio ambiente, saúde humana e animal.

Ao todo serão criados 24 institutos Senai de Inovação em 14 estados do país até o final de 2015. As estruturas atenderão a demandas específicas das empresas e indústrias de pequeno, médio e grande porte. De acordo com o diretor-geral do Senai, Rafael Lucchesi, a rede de laboratórios permitirá que o conhecimento de testes e serviços de alto valor agregado fiquem no Brasil.

“Inovação é o principal fator de produtividade. O Brasil se destaca entre os países emergentes, mas ainda está em uma posição intermediária. A balança comercial tecnológica é defictária em R$ 30 bilhões, o mesmo que o país gasta por ano com seguro-desemprego. Se importa muito e o que se exporta ainda é de baixa tecnologia. Neste aspecto, o conhecimento gerado fica no país de origem. É importante que cérebros brasileiros desenvolvam competências para empresas brasileiras”, explicou Lucchesi ao apresentar o laboratório para jornalistas.

O diretor-geral destacou ainda que o perfil dos pesquisadores dos institutos é diferente do encontrado na academia. “O tempo de resposta que a empresa precisa é diferente, o prazo tem que ser mais ágil e rápido”, disse. Indústrias, coletivos empresariais e empreendedores poderão solicitar pesquisas para o instituto, que vai analisar a viabilidade e terá até 20 meses para dar respostas e soluções. As redes podem se interligar para desenvolver tecnologias mais avançadas ou integradas.

A rede de laboratórios terá R$ 2 bilhões de investimentos, dos quais R$ 1,5 bilhão financiado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Das 24 unidades previstas, seis têm previsão de iniciar o funcionamento até o primeiro semestre de 2014. Duas estarão na Bahia, voltadas para áreas de conformação e soldagem, e mecatrônica; duas em Minas Gerais, nas áreas de engenharia de superfície e metalurgia; uma em Santa Catarina, de mecânica fina, e outra no Rio Grande do Sul, de tecnologia de polímeros. A criação dos institutos tem parceria do Instituto Fraunhofer, da Alemanha e do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).