sexta-feira, 21 de março de 2014

Galaxy Note 3 e Lumia 1520 são submetidos a teste de velocidade [veja o resultado]

Por Eric Colombo
Reprodução
Lançados perto do fim de 2013, os Phablets da Samsung e da Nokia, acompanham configurações bastante poderosas. O Nokia Lumia 1520, vem com uma tela de 6 polegadas com qualidade Full HD, e resolução de 1080X1920 pixels, seu processador é um Qualcomm Snapdragon 800 de 2.2 GHz e sua memória RAM é de 2GB, já o seu concorrente, o Samsung Galaxy Note 3, possui uma tela de 5,7 polegadas, com resolução de 1920 X 1020 pixels o aparelho vem acompanhado de um processador quad-core de 2.3 GHz e memória RAM de 3 GB.

Com essa análise básica, na qualidade de imagem, e na potência de processamento dos aparelhos, podemos concluir que o phablet da Samsung, é superior ao da Nokia, mas, será mesmo?

O pessoal do canal de tecnologia adrianisen resolveu sujeitar os dois aparelhos a um teste, no qual ambos deveriam simplesmente, reproduzir o game GTA San Andreas. O resultado? Veja você mesmo no teste, aqui no vídeo abaixo


Agora prometa para mim que nunca mais irá julgar um smartphone pelo seu manual de instruções e suas especificações técnicas.

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Aproveite e veja outro teste realizado com um aparelho Samsung e outro Nokia veja aqui

Facebook anuncia Hack, sua própria linguagem de programação

Paul Morris/Bloomberg
O Facebook quer tornar o trabalho dos desenvolvedores um pouco mais fácil. Pelo menos este é um dos argumentos que a empresa utilizou para liberar, nesta quinta-feira, a primeira versão oficial da Hack, uma nova linguagem de programação criada por seus engenheiros.

Quer dizer, nova em termos. Primeiro, porque a linguagem já vem sendo utilizada pelos principais programadores do Facebook há alguns meses. Segundo porque a Hack é baseada e compatível com o PHP. O que está acontecendo agora é a liberação pública da linguagem após um período de “amadurecimento”.

No blog do Facebook Code, seção da rede social dedicada a desenvolvedores, os engenheiros de software Julien Verlaguet e Alok Menghrajani explicam que, no início, o Facebook foi codificado prioritariamente com PHP. O problema é que, à medida que os meses passavam e a empresa se tornava maior, os códigos na linguagem tornaram-se cada vez mais difíceis de serem gerenciados.

Foi isso o que motivou a dupla a se juntar ao líder de equipe e também engenheiro Bryan O’Sullivan para criar uma linguagem capaz de combinar o ciclo de desenvolvimento rápido do PHP com o rigor de linguagens mais “formais”, por assim dizer.

O objetivo principal sempre foi o de atacar os erros. No comunicado oficial, os desenvolvedores explicam que linguagens dinâmicas, como o PHP, facilitam o desenvolvimento rápido, mas geralmente tornam a detecção de erros mais difícil, uma vez que as falhas só são percebidas quando o programa está em execução, o que é particularmente preocupante em projetos muito grandes.

Por sua vez, usando linguagens do tipo estática, como C, os desenvolvedores podem encontrar erros antes da efetiva execução do código, com a possível desvantagem de linguagens como esta não serem tão práticas quanto às mais atuais. Como consequência, o Hack foi criado para unir o melhor dos mundos.

Reprodução
Para tanto, os desenvolvedores se basearam em outra solução do Facebook, o HHVM (HipHop Virtual Machine), para compatibilizar código em PHP já existente com Hack. Não é por menos que boa parte dos arquivos em PHP que o Facebook possui já foi validada para a nova linguagem, com exceção para os códigos que possuem funções não suportadas na abordagem estática.

Ficou interessado? Você pode saber mais no site oficial da Hack. Ali é possível não só baixar os pacotes da linguagem (tudo de graça!) como também acessar tutoriais e a documentação oficial.

Drone Snoopy é capaz de Hackear celulares enquanto voa.

Por Kim Avila

Drone consegue captar senha, logins, e até mesmo seu endereço, quando conectado ao seu celular.
CNN Money
  Quando víamos em diversos filmes, robozinhos que voavam e ao mesmo tempo hackeavam dispositivos ao seu redor, pensávamos: "isso nunca vai acontecer!". Mas agora, com a criação do Snoppy, essa possibilidade esta, e muito, aberta.

  Mas não se apavorem por enquanto, Glenn Wilkinson, especialista em segurança e criador do Snoopy, em uma entrevista ao site CNN Money, disse que seu projeto(Snoopy) não visa sair por ai roubando senhas, mas sim demonstrar a vulnerabilidade dos equipamentos modernos e criar novos métodos de defesas!

  Segundo Glenn, o Snoopy, se aproveita do seu adaptador de WiFi, para acessar seus dados: "O seu telefone, fica 'gritando' o  nome da sua rede, para cada rede que ele tenta se conectar, então, basta o hacker 'fingir' que é essa rede que você quer se conectar, e rotear o seu acesso a essa rede"

  Mas ao mesmo tempo que Glenn, não quer utilizar a tecnologia para o mal, há quem queira, e é nessa hora, que devemos nos preocupar, pois, como afirmou o desenvolvedor do projeto, esse software, rouba todo tipo de informação do seu dispositivo, seus dados bancários, seus dados de webstore, enfim, tudo!

  Ai você se pergunta: "Como me proteger disso?" o próprio Glenn nos responde, segundo ele, o método mais eficaz, não é instalar aplicativos, criptografar seu telefone, mas apenas desligar o seu adaptador WiFi, simples assim.

Fonte: CNN Money

quinta-feira, 20 de março de 2014

Flappy Bird vai voltar (mas não logo), diz criador do game

Em troca de mensagens no Twitter, Dong Nguyen afirma que quer voltar a oferecer Flappy Bird em lojas de app. Mas não agora.

Reprodução
E quando todos pensavam que a polêmica do Flappy Bird tinha acabado, o criador do game Dong Nguyen afirmou hoje que sim, pretende voltar a disponibilizar o jogo na internet. Mas não tão cedo.

A afirmação foi feita pelo desenvolvedor numa conversa com Robert, um estranho usuário do Twitter. 

Nas três mensagens em que publicou no site (todas nas últimas 14 horas), Robert se refere ao Flappy Bird e menciona o perfil de Nguyen (@dongatory). Na primeira, Robert diz "Você não devia ter banido o Flappy Bird. É legal".



No segundo e terceiro tuítes, Robert pergunta a Nguyen se o desenvolvedor vai voltar a oferecer o game na Apple Store e na Play Store - lojas de aplicativos da Apple e do Google, respectivamente.

Na mensagem em que responde a Robert, Nguyen afirma: "Yes. But not soon" ("Sim. Mas não agora", em tradução livre). Este é mais um capítulo da misteriosa história do game mais polêmico do ano.


Viciante

No Flappy Bird, um passarinho voa entre tubos sem poder bater neles. Apesar da proposta inocente, o jogo criou rapidamente uma legião de fãs - que foi surpreendida em fevereiro, quando Nguyen tirou o game das lojas de app.

"Flappy Bird foi pensado para se jogar por alguns minutos quando você estivesse relaxado. Mas se tornou um produto viciante", afirmou Nguyen pouco depois em entrevista à Forbes - na qual dizia que o game não voltaria. 

Ao que tudo indica, parece que ele se enganou.

Matéria publicada em http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/flappy-bird-vai-voltar-mas-nao-logo-diz-criador-do-game


Tecnologia promete acabar com os fios de eletricidade em casa

Divulgação
Imagine não ser obrigado a ficar parado junto à tomada esperando o celular carregar enquanto conversa com alguém, ou ter a liberdade de levar seu abajur a qualquer canto da casa sem se preocupar com a tomada. É o propõe a startup WiTricity, criadora de uma tecnologia capaz de garantir esse tipo de facilidade.

O produto em questão desenvolve um campo magnético no ambiente, espalhando a eletricidade que está ligada a uma fonte ressonadora: uma bobina de fio elétrico.

Quando outra bobina é colocada próxima àquela, cria-se o campo magnético e os aparelhos eletrônicos que entrarem nesse espaço passam a ser alimentados. Não há riscos às pessoas porque o campo é o mesmo utilizado por roteadores Wi-Fi.

Seria possível usar a tecnologia em celulares, laptops, tablets, controles de televisão (e na própria TV) e uma série de outras coisas comuns, como lâmpadas. Para isso, basta anexar uma bobina às baterias.

Outra possibilidade está no carros, que podem ser carregados dessa forma. Indo mais longe, dá para construir uma estrada cheia de ressonadores e assim os carros elétricos sequer precisariam de baterias, pois seriam alimentados conforme trafegam.

quarta-feira, 19 de março de 2014

Sony anuncia Morpheus: óculos de realidade virtual para PS4

Acessório de realidade virtual ainda está em fase de projeto, porém Morpheus, da Sony, representa uma tendência no mundo dos games.

Divulgação
Ainda não tem data definida para chegar às mãos - ou melhor às faces - dos gamers mundo afora, mas apenas o anúncio do Morpheus já provocou certo burburinho na internet nesta terça-feira. A Sony anunciou o projeto durante o Game Developers Conference, encontro realizado em São Francisco, na Califórnia. Shuhei Yoshida, executivo da empresa encarregado do anúncio afirmou que a "realidade virtual é a próxima inovação do Playstation 4". Porém, o mesmo executivo não pôde dar uma data para a chegada do novo acessório ao mercado. O preço também não foi revelado.

Por enquanto, o protótipo será experimentado apenas por alguns desenvolvedores e por participantes do encontro. O projeto do Morpheus começou a ganhar forma dentro da Sony em 2010. O atual protótipo incorpora tecnologias que estão presentes em outros acessórios do Playstation, como o Move, tipo de controlador sensível a movimentos que já está disponível há alguns anos. Ainda não há jogos desenvolvidos especificamente para o novo acessório, mas alguns títulos, como uma versão da série "God of War" teria sido adaptada para lançar mão dos recursos do novo óculos.

Do ponto de vista das especificações, o protótipo da Sony não chega a ser surpreendente: o Morpheus apresenta uma tela de LCD de 5 polegadas, capaz de reproduzir imagens em Full HD (1920 x 1080). O dispositivo conta com recursos já bastante comuns em smartphones, como um giroscópio e um acelerômetro. O ângulo de visão alcança 90 graus e a interface oferece entrada HDMI e USB. Já o áudio lança mão de um recurso surround, batizado de áudio 3D.

Abreviar a escrita no SMS não prejudica sua ortografia

Por Kim Avila

Segundo pesquisadores franceses, SMS pode auxilar o aprendizado, diferente do que a maioria acha.

afp.com
  Pesquisadores do Centro de Pesquisa sobre a Cognição e a Aprendizagem (CNRS/França), afirmaram em estudo realizado com 19 jovens com 12 anos, que problema de escrita, não esta no fato de escreveram SMS: "É o nível geral da ortografia dos alunos que determina o tipo de erros presentes no SMS"

  Eles afirmam, que não é o fato de abreviar as palavras em seus SMS que prejudica a ortografia, mas sim ao contrário, o déficit no aprendizado que ocasiona esses erros. Em vez de prejudicar a escrita, os SMS podem servir como uma prática adicional da escrita.

  Esses mesmos pesquisadores, acreditam ainda, que os celulares e os SMS podem muito bem ser usados nas escolas como uma ferramenta adicional ao ensino comum, pois escrever, na escola ou em qualquer outro ambiente, seja por SMS ou não, utiliza das mesmas habilidades cognitivas."

  "Ao contrário dos temores muitas vezes expressados, são bons alunos os que fazem um monte de abreviações com o código ortográfico tradicional. Os não tão bons as praticam menos", comunica o CNRS.

Apple ressuscita iPad 4 e finalmente aposenta iPad 2

Apple volta a vender o iPad de quarta geração com tela de retina e finalmente para as vendas do iPad 2, lançado em março de 2011

Ian Gavan/Getty Images

A Apple fez algumas mudanças em sua disponibilidade de produtos. Além de lançar uma nova versão mais barata do iPhone 5c, a empresa também mexeu na linha de iPads. A Apple aposentou (finalmente) o iPad 2. Mas o mais estranho foi que a empresa ressuscitou o iPad 4 (chamado oficialmente pela Apple de iPad com tela Retina).

Ele havia sido deixado de lado depois do lançamento do iPad Air, no ano passado. Com o Air sendo o tablet topo de linha, a empresa escolheu uma estratégia estranha. Ao invés de rebaixar o iPad de quarta geração, simplesmente o tirou de linha e continuou vendendo o iPad 2, que havia sido lançado em meados de março de 2011. O produto já havia feito aniversário de três anos de vendas.

Com as mudanças anunciadas hoje, o iPad com tela de retina passa a ser o tablet de 9,7 polegadas mais barato da marca. Nos Estados Unidos, ele será vendido por US$ 399. Na loja virtual da Apple no Brasil, ele sai por R$ 1.499.

A mudança é boa para o consumidor. Agora, mesmo o iPad mais básico vem com tela de retina. A tecnologia fornece muito mais pixels, tornando as imagens mais nítidas e definidas. Veja na imagem acima uma comparação entre os dois modelos.

O iPad de quarta geração tem configurações superiores ao iPad 2. Processador de 1,4 GHz (contra processador de 1 GHz do iPad 2) e o dobro de memória RAM (1 GB contra 512 MB).

Juliana Pimenta/EXAME.com

LG e Motorola lançarão relógios com novo Android Wear

Google anunciou hoje o sistema Android Wear, desenvolvido especialmente para uso em relógios inteligentes; Motorola e LG confirmaram lançamentos ainda para 2014

Divulgação
O Google divulgou hoje uma nova versão de Android. Ela não tem nome de nenhum doce e nunca vai chegar aos smartphones. O Android Wear foi desenvolvido especialmente para ser utilizado em relógios inteligentes. Ele deve substituir a versão adaptada de Android que vem sendo usada nos gadgets que estão no mercado. Com o anúncio, empresas como Motorola e LG já disseram publicamente que irão lançar relógios inteligentes com o novo sistema (veja fotos abaixo).

Um dos recursos que o Google apresentou em seu blog é de fitness, que vem sendo bem explorado em computação vestível. “Seus aplicativos favoritos de fitness poderão te dar sua velocidade em tempo real, distância e informações de tempo em seu pulso enquanto você corre, pedala ou anda”, explica o Google em seu blog.

O texto também descreve o sistema como a chave para um mundo com diversas telas. Será possível controlar outros dispositivos a partir do relógio com comandos de voz usando o termo “Ok Google”.

Recentemente a Samsung abandonou o uso de Android em seus relógios inteligentes. A fabricante sul-coreana optou por usar um sistema alternativo, o Tizen. A Sony, que já tem um relógio inteligente no mercado, ainda usa o Android. Com a nova versão, desenvolvida especialmente para uso em computação vestível, o sistema deve ficar mais amigável para telas pequenas.

Veja abaixo um vídeo mostrando o Android Wear:


Moto 360

Ao mesmo tempo, fabricantes de aparelhos que usam o sistema Android anunciaram lançamentos de relógios inteligentes. A Motorola, que está prestes a deixar o comando do Google passar ao comando da Lenovo foi uma delas.

Em um anúncio em seu blog, a empresa mostrou o que deve ser o Moto 360, seu relógio inteligente. Como não poderia deixar de ser, ele virá rodando o Android Wear.

A Motorola exalta a história do relógio do pulso e diz: “Nossa visão para o Moto 360 foi celebrar essa história enquanto imaginamos o relógio de pulso para o futuro”. A Motorola confirmou o lançamento do Moto 360 para este ano. A previsão é que ele seja lançado no segundo semestre de 2014, nos Estados Unidos. Em seguida, deve chegar a mercados ao redor do mundo.

LG G Watch

Já a LG deve trabalhar ainda mais rápido. A empresa está se preparando para lançar o LG G Watch. De acordo com eles, o relógio inteligente deve chegar ao mercado ainda no primeiro semestre de 2014. Com isso, o produto deve ser o primeiro a chegar ao mercado usando o Android Wear.

Em um comunicado para a imprensa, a LG afirma que o produto será mais um da longa parceria que a empresa tem com o Google. “A chance de trabalhar com o Google no LG G Watch foi a oportunidade perfeita para a LH realmente empurrar todas as barreiras de design e engenharia”, afirma o presidente da LG, Jong-seok Park, no comunicado.

A LG afirmou que nos próximos meses irá divulgar informações sobre especificações técnicas do gadget.


Divulgação
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Matéria publicada em http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/lg-e-motorola-lancarao-relogios-com-novo-android-wear

Veja o protetor de tela para smartphones à prova de bala

O acessório está disponível para iPhones e iPads, além de alguns modelos de smartphones Samsung e LG

Divulgação
Em meio a muitos concorrentes, a empresa Sir Lancelot Armor lançou um protetor de tela para smartphones e tablets com uma tecnologia inusitada: ser à prova de bala.

A película batizada de “Holy Grail” é feita com vidro à prova de bala e super resistente a arranhões e pancadas.

A empresa divulgou um vídeo (veja abaixo) exibindo a resistência de sua tecnologia. Mas o canal de TV americano King5 fez alguns testes (inclusive com tiros) e a durabilidade da película é realmente impressionante.

O acessório está disponível para iPhones e iPads, além de alguns modelos de smartphones Samsung e LG.

O preço varia de 31 a 55 dólares, dependendo do tipo de dispositivo e pode ser adquirido pela loja da Amazon ou da Sir Lancelot.