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segunda-feira, 28 de abril de 2014

Apple acha que iPhone pode substituir dinheiro e cartão de crédito

Divulgação
Tim Cook, o CEO da Apple, considera a carteira um "problema que a Apple pode solucionar". Como? Utilizando o leitor de digitais do iPhone para autenticar senhas em lojas físicas e virtuais pelo mundo, segundo o Business Insider.

Se o plano der certo, a empresa poderá substituir os cartões de crédito em pagamentos do dia a dia, tornando mais eficiente a segurança para as empresas e dando mais segurança aos usuários, que só poderão efetuar pagamentos com suas digitais.

Atualmente, a divisão de vendas online, somando iTunes Store, iBooks Store e App Store, cresce 11% ao ano, tornando-a a segunda área mais lucrativa da empresa, atrás apenas da venda de iPhones.

Com 800 milhões de números de cartão de crédito cadastrados, a empresa tem mais números até do que a Amazon, o que tornaria a empreitada no mundo de pagamentos mais plausível. Os usuários não teriam que criar novas contas ou fazer um outro acordo, já que utilizariam o mesmo método de pagamento a que já estão acostumados nas lojas virtuais.

Existem rumores de que a Apple estaria pensando em comprar a PayPal, maior empresa de pagamentos online dos EUA, concorrente direta do Google Wallet.

Atualmente, pagamentos online com leitor de digitais já são possíveis com o Samsung Galaxy S5, por meio do PayPal. Vale notar que os leitores de digitais, tanto do Galaxy S5, quanto do iPhone 5S podem ser hackeados, não sendo, portanto, formas completamente seguras de pagamento.

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Smartphones serão mais inteligentes que usuários em 2017

Predição e o comportamento proativo dos dispositivos móveis deverá ser a próxima inovação no setor

Smartphone Sony Xperia Z em uso
Divulgação
Com o aumento de processamento e funções na nuvem, a predição e o comportamento proativo dos dispositivos móveis deverá ser a próxima inovação no setor. De acordo com a empresa de pesquisas e consultoria Gartner, em 2017 o smartphone poderá prever o próximo movimento do consumidor, próxima compra ou interpretar ações dos usuários.

"Os smartphones estão ficando mais inteligentes, e serão mais inteligentes do que você em 2017", disse a vice-presidente de pesquisas do Gartner Carolina Milanesi em comunicado. Um dos exemplos que ela dá é de aparelhos acordando o usuário antes do alarme configurado ao saber que o trânsito está mais intenso do que o normal. O conceito, apresentado como uma proposta de futuro, na verdade diz respeito ao uso da computação na nuvem, que, integrada com a mobilidade, aumenta o poder de processamento.

A previsão do Gartner é que esses smartphones do futuro consigam primeiro usar armazenamento na nuvem; depois saber onde o usuário está e entender o seu contexto; entendendo também o que é preciso e apresentando isso de maneira proativa; e, finalmente, agindo como o usuário, enviando mensagens curtas em respostas automáticas, por exemplo. Por conta disso, os fabricantes de smartphones deverão mudar o foco do hardware para esses serviços e, nos próximos cinco anos, a computação cognitiva será um dos mercados mais fortes do setor, ainda de acordo com a empresa de pesquisas.

Exemplos disso já acontecem para donos de smartphone atualmente. A Apple conta com a secretária virtual Siri, que, embora ainda seja um recurso baseado em ações responsivas, utiliza o processamento dos data centers da empresa para realizar as interpretações e pesquisas contextuais. Já o Google oferece o Google Now como aplicação tanto para o Android quanto para o iOS. O aplicativo usa dados de geolocalização e histórico de pesquisas para sugerir serviços nos mapas ou a previsão do tempo, por exemplo.