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segunda-feira, 28 de abril de 2014

Apple acha que iPhone pode substituir dinheiro e cartão de crédito

Divulgação
Tim Cook, o CEO da Apple, considera a carteira um "problema que a Apple pode solucionar". Como? Utilizando o leitor de digitais do iPhone para autenticar senhas em lojas físicas e virtuais pelo mundo, segundo o Business Insider.

Se o plano der certo, a empresa poderá substituir os cartões de crédito em pagamentos do dia a dia, tornando mais eficiente a segurança para as empresas e dando mais segurança aos usuários, que só poderão efetuar pagamentos com suas digitais.

Atualmente, a divisão de vendas online, somando iTunes Store, iBooks Store e App Store, cresce 11% ao ano, tornando-a a segunda área mais lucrativa da empresa, atrás apenas da venda de iPhones.

Com 800 milhões de números de cartão de crédito cadastrados, a empresa tem mais números até do que a Amazon, o que tornaria a empreitada no mundo de pagamentos mais plausível. Os usuários não teriam que criar novas contas ou fazer um outro acordo, já que utilizariam o mesmo método de pagamento a que já estão acostumados nas lojas virtuais.

Existem rumores de que a Apple estaria pensando em comprar a PayPal, maior empresa de pagamentos online dos EUA, concorrente direta do Google Wallet.

Atualmente, pagamentos online com leitor de digitais já são possíveis com o Samsung Galaxy S5, por meio do PayPal. Vale notar que os leitores de digitais, tanto do Galaxy S5, quanto do iPhone 5S podem ser hackeados, não sendo, portanto, formas completamente seguras de pagamento.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Apple planeja lançar sistema de pagamentos móveis

É provável que o futuro mecanismo funcione com o iTunes

Getty Images
Atualmente, a Apple trabalha no desenvolvimento de um sistema de pagamento móvel próprio. As informações são do jornal The Wall Street Journal.

Segundo fontes citadas na reportagem, o projeto ainda está em fase inicial. A futura tecnologia que permitirá o pagamento pelo celular não tem previsão de anúncio nem de lançamento.

Também não estão claros quais são os planos exatos da Apple. Uma das possibilidades, levantadas por um executivo do setor, seria a de reduzir a fraude nas compras usando leitor de impressões digitais do iPhone antes de concluir uma compra online.

É provável que o futuro mecanismo funcione com o iTunes. O serviço já possui um sistema de pagamento próprio de filmes, livros e músicas comprados pela plataforma, o que pode facilitar no desenvolvimento do sistema de pagamento móvel.

Apesar de o objetivo ainda estar obscuro, vários indícios apontam que a Apple realmente planeja lançar o serviço. Eddy Cue, chefe do departamento do iTunes e da App Store, se reuniu com executivos da indústria para discutir o interesse da Apple em lidar com pagamentos de bens e serviços físicos em seus dispositivos.

Outro sinal do interesse da Apple na criação do sistema é a mudança da executiva Jennifer Bailey, uma dos responsáveis pela loja virtual da companhia, que agora parece ter assumido o comando do projeto.

Se a Apple realmente lançar um serviço de pagamento móvel, entrará em um mercado que promete crescer cada dia mais. Estimativas apontam que somente os americanos vão gastar 90 bilhões de dólares com pagamentos móveis em 2017, ante os 12,8 bilhões de dólares de 2012.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Magnata de Las Vegas aceita bitcoins como pagamento por mansão de US$ 7,85 milhões

Reprodução
O magnata Jack Sommer, que já foi dono de cassino em Las Vegas, decidiu vender sua mansão de 25 mil metros quadrados. Detalhe: ele aceita bitcoin como forma de pagamento. "Há pessoas que têm muitos bitcoins, e elas estão loucas para gastar em alguma coisa. Se você aumentar a consciência desses potenciais compradores, você pode tocar em novos mercados”, afirmou Sommer ao Review Journal.

Sommer conheceu o bitcoin pelos seus dois filhos, que mineram e transacionam a moeda. O empresário já foi dono do The Aladdin Resort, localizado nas Las Vegas Strip e hoje é membro do conselho de um grupo que controla propriedades imobiliárias pelos EUA. Ele viu no bitcoin a oportunidade de atrair compradores internacionais, além, é claro, de conseguir uma valorização com a moeda virtual.

Se a venda for concluída, essa será a maior transação imobiliária já feita com bitcoins. A mansão tem 39 aparelhos de ar-condicionado, acabamentos de mármores do Brasil, Islândia e China. As prateleiras da biblioteca são de aço inoxidável revestidas de cerejeira americana. A casa para hóspedes possui 2 mil metros quadrados.

“Esta casa foi um exercício de quantos detalhes legais poderíamos colocar nela”, afirmou Sommer.Veja o vídeo da mansão:


sábado, 23 de novembro de 2013

SP testa relógio que pode substituir Bilhete Único

Segundo secretário dos Transportes, passageiro do transporte coletivo poderá recarregar o Bilhete Único por meio de um chip no relógio
Divulgação
O secretário municipal dos Transportes de São Paulo, Jilmar Tatto, afirmou nesta sexta-feira, 22, em evento no Centro Educacional Unificado (CEU) Jaguaré, na zona oeste da capital paulista, que o passageiro do transporte coletivo poderá recarregar o Bilhete Único por meio de um chip no relógio. Tatto usava um relógio com o chip no evento. O modelo pertence à empresa Rede Ponto Certo, uma das gerenciadoras das recargas do Bilhete Único.

"Estamos em fase de testes. O chip vai ter o preço de um relógio comum", afirmou Tatto, que, no entanto, não deu um prazo para que o mecanismo comece a ser comercializado, nem o custo. Em julho, um relógio desse tipo foi testado pela Rede Ponto Certo no sistema de transporte público no Recife e em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo. Na época, a empresa apresentou modelos desse relógio num evento na capital paulista.

Batizado de Watch2pay (termo em inglês que pode ser traduzido como "relógio para pagar"), esse relógio paga a passagem com apenas um toque - basta encostar o aparelho no validador, que, se houver crédito, a catraca se abre. A recarga funcionaria como a do Bilhete Único atualmente.

Celular

Além do relógio, a São Paulo Transporte (SPTrans), que gerencia o sistema de ônibus, já estuda a possibilidade de adotar uma tecnologia que permite o pagamento da tarifa do sistema de transporte coletivo por meio do telefone móvel do passageiro - no futuro, para quitar a passagem, bastará erguer o aparelho e movimentá-lo perto do validador da catraca, sem precisar usar o cartão, como hoje. A SPTrans também não divulgou uma data para essa ideia sair do papel.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Facebook pode lançar serviço rival do PayPal, diz AllThingsD

De acordo com blog, Facebook confirma que iniciará os testes de uma ferramenta de pagamento móvel no próximo mês

Smartphone com acesso ao Facebook
David Paul Morris/Bloomberg


A maior rede social do planeta, o Facebook, está testando uma ferramenta de pagamento móvel que irá rivalizar com os veteranos do PayPal. As informações, que foram confirmadas pela rede social, foram publicadas na manhã desta quinta-feira pelo blog AllThingsD, do jornal The Wall Street Journal.

A ideia da equipe de Mark Zuckerberg seria a de permitir que qualquer usuário consiga realizar pagamentos via smartphone para compras com parceiros do Facebook através do seu login.

Aquelas pessoas que já tiverem registrado seus dados bancários na rede social não precisariam informá-los novamente, o que tornaria o processo da compra mais rápido.

A ferramenta começará a ser testada com uma empresa parceira, a Jack Threads, que, segundo o blog, observa que boa parte da sua receita é fruto de compras feitas através de smartphones. A expectativa da rede social é que os testes comecem já no mês que vem.

Pagamentos móveis

O filão que está na mira do Facebook não é nada desprezível, especialmente considerando que a rede social hoje alcança mais de 1 bilhão de pessoas. Além de bater de frente com o PayPal, Zuckerberg rivalizará com outras empresas, como Google e Amazon, que também oferecem estes serviços.

A recompensa, contudo, pode valer a pena do ponto de vista financeiro. Segundo números da consultoria Gartner, o número de usuários globais deste tipo de pagamento irá superar a cifra dos 245 milhões em 2013 e que atinja a marca de 450 milhões em 2017. Ainda neste ano, o volume de transações por meio de dispositivos móveis deve chegar 235 milhões de dólares.

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Watch2Pay, o relógio que faz pagamentos, chega ao Brasil

Com o Watch2Pay, que deve chegar ao Brasil em setembro, será possível pagar passagens de metrô e ônibus aproximando o pulso da catraca

Relógio Watch2Pay sendo usado para pagamento móvel
Quando se fala em pagamentos móveis, muita gente pensa no uso do smartphone como carteira digital. Mas há outras opções. Uma das mais práticas é embutir o sistema de pagamento num relógio de pulso, como fez a empresa austríaca Laks em seu Watch2Pay.

Os relógios Watch2Pay permitem fazer pagamentos aproximando o pulso de um terminal. Eles devem começar a ser vendidos no Brasil em setembro ou outubro. No início, poderão ser usados para pagar passagens de metrô, trem e ônibus.
Importados pela distribuidora Yellowgreen, os relógios serão vendidos pela Ponto Certo, empresa que fornece sistemas de passagens de transporte coletivo, além de atuar em recarga de celulares pré-pagos. 
A empresa já está testando o Watch2Pay em Recife e Ribeirão Preto (SP). O relógio traz embutido um minúsculo cartão de identificação por radiofrequência (RFID). Funciona da mesma maneira que os cartões pré-pagos empregados para pagamento de passagens em São Paulo e em outras cidades.
Basta aproximar o pulso do sensor instalado na catraca para liberar a passagem. O usuário poderá repor os créditos no relógio em máquinas de autoatendimento. E o plano da empresa é, numa etapa posterior, possibilitar o uso do Watch2Pay também em compras e outros pagamentos.
“Já estamos discutindo isso com empresas de cartões de pagamento. Elas estão muito interessadas. O relógio pode funcionar como cartão de crédito ou de débito”, disse, a EXAME.com, Eduardo Muniz, diretor da Ponto Certo.
Ilustração mostra o relógio Watch2Pay, com cartão RFID
Muniz afirma que a empresa ainda está fazendo as contas para determinar o preço exato do relógio no Brasil. “Nossos tributaristas estão calculando os impostos”, diz. Ele espera que fique por volta de 200 reais.

Na Inglaterra, o Watch2Pay é vendido por 99 libras, o equivalente a 330 reais. “O preço depende da forma de comercialização e dos serviços agregados. Vai ser mais barato aqui”, afirma Muniz. 
O Watch2Pay já é usado como meio de pagamento em países como Turquia, Rússia, Polônia e Reino Unido. Para isso, a Laks tem uma parceria com a Master Card. A empresa diz que há 32 milhões de terminais de pagamento compatíveis com o relógio no mundo.
Ainda assim, quem compra o Watch2Pay na Europa recebe, junto, um cartão convencional para uso em lojas que não aceitam pagamento por aproximação. Diferentemente do que acontece ao pagar uma passagem de ônibus ou metrô, será preciso digitar uma senha ao usar o relógio em lojas e restaurantes.
Ainda assim, num país com alto índice de criminalidade como o Brasil, pode-se questionar se o relógio não vai virar alvo de ladrões. “Como a maioria das pessoas usa relógio -- em muitos casos até mais caro que o nosso -- ele não deve chamar atenção. Vai ser menos perigoso usá-lo do que abrir a carteira para pegar dinheiro”, diz Muniz.
Ele também vê a possibilidade de o relógio ser habilitado apenas para pagamentos de valor baixo. Isso o tornaria menos atraente para eventuais ladrões. Este vídeo (com textos em inglês) mostra como funciona o Watch2Pay:

terça-feira, 2 de julho de 2013

Recém-formado de 21 anos recebe US$ 25 milhões por aplicativo ainda em fase de testes

Lucas Duplan recebeu US$ 25 milhões de investimento em aplicativo ainda não lançado
O engenheiro da computação Lucas Duplan, 21, recebeu US$ 25 milhões (cerca de R$ 55,8 milhões) de investidores do Vale do Silício pelo aplicativo que desenvolveu com uma equipe de 50 pessoas. O detalhe é que esse programa ainda não está pronto: o jovem norte-americano conseguiu o dinheiro apenas com um protótipo do aplicativo testado por estudantes da Universidade de Stanford, onde Duplan recentemente se formou.

O aplicativo é chamado Clinkle e, segundo o site americano "Business Insider", é difícil definir o que ele faz. O site oficial dá poucos detalhes sobre o produto ("o Clinkle vai reconstruir sua carteira analógica do zero para levar você ao pagamento do futuro") e Duplan também não detalha seu projeto, que deve ser lançado oficialmente no final do ano para Android e iOS (plataforma da Apple).

"Nosso objetivo é modernizar a forma de pagamento. Queremos fazer com que seu telefone, pela primeira vez, rivalize com dinheiro e cartão de crédito", disse Duplan, segundo o site "Business Insider". Segundo ele, o nome vem do barulho das moedas (além disso, a escolha foi feita porque o domínio na internet estava disponível).


A ideia de criar o aplicativo, de acordo com o "Techcrunch", surgiu quando o estudante era calouro e viajou ao Reino Unido. Ele conseguia usar aplicativos para muitas funções -- falar com amigos, ouvir músicas, jogar -, mas não para pagar por um sanduíche. Ao voltar para a Califórnia, o então estudante de Stanford alugou uma casa em Palo Alto com outros dez alunos e liderou o desenvolvimento do Clinkle.

As reportagens sobre o jovem não detalham como ele manteve a empresa até receber o investimento milionário, anunciado no final de junho. Reportagem do "Wall Street Journal" em abril deste ano diz apenas que ele já havia recebido dinheiro de investidores, sem especificar quanto.