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segunda-feira, 16 de junho de 2014

Estudantes desenvolvem telhado que despolui ar

Solução criada por alunos da Universidade da Califórnia reduz em até 97% certos tipos poluentes atmosféricos - e não custa caro

Divulgação/ UC Riverside
A poluição atmosférica é um problema que não tem dado sinais de melhora. Estudo recente da ONU mostrou que apenas 12% da população mundial respira um ar de qualidade. Atentos a esta mazela, que atormenta principalmente os centros urbanos, alunos da Universidade da Califórnia em Riverside estão desenvolvendo um telhado que ajuda a despoluir o ar.

Em testes de laboratório, eles revestiram telhas de barro com dióxido de titânio, um composto comum encontrado com facilidade em diversos produtos, de tintas de parede a cosméticos.

As telhas foram colocadas dentro de uma câmara que reproduz o ambiente atmosférico, construída com madeira, tubos de PVC e Teflon.

A câmara foi conectada a uma fonte de óxidos de nitrogênio e um dispositivo que lê as concentrações do poluente, formado quando determinados combustíveis são queimados a temperaturas elevadas, por exemplo pela combustão nos carros.

Eles usaram a luz ultravioleta para simular a luz solar, o que ativa o dióxido de titânio e permite que ele quebre os óxidos de nitrogênio.

O resultado impressiona: as telhas revestida retiraram entre 88% e 97% dos óxidos de nitrogênio.

Segundo a equipe de estudantes, 21 toneladas de óxidos de nitrogênio seriam eliminados diariamente se um milhão de telhados fossem revestidos com a mistura de dióxido de titânio.

Eles também calcularam que custaria apenas US$ 5 para revestir um telhado residencial de médio porte.

Atualmente, existem outras telhas no mercado que ajudam a reduzir a poluição de óxidos de nitrogênio. No entanto, há poucos dados sobre alegações de que eles reduzem a poluição, afirma o grupo.

No mês passado, a pesquisa realizada por Carlos Espinoza, Louis Lancaster, Chun-Yu "Jimmy" Liang, Kelly McCoy, Jessica Moncayo e Edwin Rodriguez recebeu um prêmio de menção honrosa em concurso de design da Agência de Proteção Ambiental dos EUA.

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Estudante faz milhares de dólares em Bitcoin investindo apenas US$ 27

Reprodução

Imagine se lembrar de um investimento feito há anos e descobrir que ficou cheio de dinheiro. Foi o que aconteceu com o estudante norueguês Kristoffer Koch.

Em 2009 ele gastou 150 coroas (US$ 26,60) comprando algumas unidades da moeda virtual e se esqueceu disso.

Em abril deste ano, quando a Bitcoin estava em destaque na mídia, Koch se lembrou que investira na moeda. "Pensei comigo: eu não tinha alguma coisa daquilo?", declarou em entrevista repercutida pelo News.com.au.

A surpresa foi grande: quando finalmente lembrou de sua senha (porque ele esquecera), o estudante descobriu que o saldo havia chegado em 5 mil Bitcoins, o equivalente a 5 milhões de coroas - ou US$ 885,5 mil.

Koch descontou 1/5 do valor, mas isso foi suficiente para ele comprar um apartamento em Toyen, uma das regiões mais ricas da capital Oslo.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Mensagens no WhatsApp ajudam polícia a solucionar crime em Goiás

WhatsApp

A Polícia Civil de Goiás utilizou mensagens trocadas no aplicativo WhatsApp para esclarecer o assassinato de Bianca Mantelli Pazinatto, universitária de 18 anos e moradora da cidade de Jataí, no interior do estado goiano. Ela foi morta por duas jovens, uma de 16 e outra de 17 anos, por conta de motivos passionais.

De acordo com reportagem do jornal Folha de S.Paulo, os investigadores localizaram o smartphone de Bianca e, por meio de uma conversa no WhatsApp, apuraram que ela havia combinado de se encontrar com a amiga de 17 anos.

O corpo da universitária, que estudava Biomedicina na Universidade Federal de Goiás, foi encontrado na última segunda-feira na casa da adolescente de 17 anos. A Polícia Civil acredita que o assassinato foi motivado porque as duas jovens tiveram um relacionamento amoroso por quatro meses, mas acabaram se separando. Após as recusas de Bianca em reatar o namoro, ela foi morta. 

Após uma ligação anônima, os policiais identificaram a jovem de 16 anos, que foi levada para a delegacia e confessou o crime. Ao chegarem na casa da outra suspeita, as autoridades encontraram o corpo de Bianca embaixo da cama da jovem.

terça-feira, 2 de julho de 2013

Recém-formado de 21 anos recebe US$ 25 milhões por aplicativo ainda em fase de testes

Lucas Duplan recebeu US$ 25 milhões de investimento em aplicativo ainda não lançado
O engenheiro da computação Lucas Duplan, 21, recebeu US$ 25 milhões (cerca de R$ 55,8 milhões) de investidores do Vale do Silício pelo aplicativo que desenvolveu com uma equipe de 50 pessoas. O detalhe é que esse programa ainda não está pronto: o jovem norte-americano conseguiu o dinheiro apenas com um protótipo do aplicativo testado por estudantes da Universidade de Stanford, onde Duplan recentemente se formou.

O aplicativo é chamado Clinkle e, segundo o site americano "Business Insider", é difícil definir o que ele faz. O site oficial dá poucos detalhes sobre o produto ("o Clinkle vai reconstruir sua carteira analógica do zero para levar você ao pagamento do futuro") e Duplan também não detalha seu projeto, que deve ser lançado oficialmente no final do ano para Android e iOS (plataforma da Apple).

"Nosso objetivo é modernizar a forma de pagamento. Queremos fazer com que seu telefone, pela primeira vez, rivalize com dinheiro e cartão de crédito", disse Duplan, segundo o site "Business Insider". Segundo ele, o nome vem do barulho das moedas (além disso, a escolha foi feita porque o domínio na internet estava disponível).


A ideia de criar o aplicativo, de acordo com o "Techcrunch", surgiu quando o estudante era calouro e viajou ao Reino Unido. Ele conseguia usar aplicativos para muitas funções -- falar com amigos, ouvir músicas, jogar -, mas não para pagar por um sanduíche. Ao voltar para a Califórnia, o então estudante de Stanford alugou uma casa em Palo Alto com outros dez alunos e liderou o desenvolvimento do Clinkle.

As reportagens sobre o jovem não detalham como ele manteve a empresa até receber o investimento milionário, anunciado no final de junho. Reportagem do "Wall Street Journal" em abril deste ano diz apenas que ele já havia recebido dinheiro de investidores, sem especificar quanto.