segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

As melhores montagens da contusão do Anderson Silva

Anderson Silva, ex-campeão de peso médio do UFC se deu mal na revanche pelo título contra Chris Weidman e como brasileiro é não perdoa uma mesmo, a contusão do Spider acabou virando motivo de piada instantânea nas redes sociais. Confiram abaixo as melhores montagens do acidente do lutador-.


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Ainda não acabou, Veja mais.

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

LG G3 também deve ser lançado com tela de resolução 2K

Aparelho pode aparecer na segunda metade de 2014

TuttoAndroid
Depois de informações sobre a possível tela com resolução 2K ou Quad-HD do Galaxy S5, rumores sobre um LG G3 com tela com as mesmas características começaram a circular pela internet. O aparelho da LG teria resolução de 2560x1440, exatamente os mesmos números dos rumores sobre o GS5. Com isso, as duas gigantes coreanas estariam competindo de perto nesse segmento de smartphones com altíssima resolução. Ainda assim, os detalhes vazados sobre o próximo top de linha da LG não especificam o tamanho da tela em polegadas.

Mesmo com essa dúvida, é possível inferir que esse possível G3 da LG contaria com um display de 5,5’’, sendo que a fabricante apresentou uma tela desse tamanho com resolução 2K em agosto deste ano em caráter de teste.

O novo top de linha da LG, apesar de competir em resolução de tela com a rival conterrânea, será lançado bem depois do que é esperado para o Galaxy S5. Acredita-se que o modelo da Samsung seja apresentado já em fevereiro, antes da MWC 2014, para chegar às prateleiras em março. O G3, por sua vez, deve aparecer no mercado apenas na segunda metade do ano que vem.

Especificações esperadas para o LG G3

  • Tela: tecnologia indefinida, mas com resolução 2560x1440 (2K ou Q-HD) e 5,5’’
  • Processador: octa-core de 2,2 GHz de fabricação própria da LG – LG Odin
  • Câmera: 16 MP (traseira)

China proíbe jogo de computador por segurança nacional

Jogo de tiros para computador Battlefield foi proibido na China por questões de segurança nacional pois tem como enredo uma conspiração militar

Tim Bartel/Wikimedia Commons
A quarta parte do jogo de tiros para computador "Battlefield" foi proibida na China"por questões de segurança nacional" pois tem como enredo uma conspiração militar contra o governo local.

O game, desenvolvido pela Electronic Arts (EA) e lançado em outubro, não poderá ser vendido no mercado chinês, assim como qualquer produto relacionado a ele, segundo um comunicado do Ministério de Cultura divulgado nesta sexta-feira pelo site chinês "PCgames.com.cn".

"Battlefield 4" é ambientado em 2020, quando um comandante militar, o Almirante Chang, planeja um golpe de Estado contra o governo chinês, apoiado pela Rússia e deixando Pequim a beira de uma guerra com os Estados Unidos.

O usuário do jogo pode escolher combater ao lado das forças chinesas, russas ou americanas.

Antes do lançamento do jogo, jornais militares chineses tinham criticado seu conteúdo e o classificaram como propaganda estrangeira.

O título em mandarim do game está bloqueado nas redes sociais chinesas, mas alguns jogadores locais conseguiram baixá-lo da internet com outros nomes.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Galaxy S4 tem falha de segurança grave, diz especialista

Falha no Galaxy S4 permitiria, a um hacker mal intencionado, interceptar mensagens e informações sigilosas do usuário

Divulgação
Um pesquisador da Universidade Ben-Gurion, em Israel, diz ter descoberto uma falha de segurança grave no Galaxy S4, da Samsung, um dos smartphones mais vendidos no mundo.

A falha descrita pelo especialista israelense permitiria, a um hacker mal intencionado, ter acesso a e-mails e informações sigilosas do usuário. Ela afeta o sistema Knox, um conjunto de funções de segurança dos smartphones avançados da Samsung.

Com o Knox, a Samsung tenta conquistar empresas que necessitam de alto nível de segurança em seus dispositivos móveis. O sistema também está sendo homologado pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos para uso nas forças armadas americanas.

“Para nós, o Knox é o que há de mais avançado em segurança para dispositivos móveis. Ficamos surpresos ao descobrir que existe um furo tão grande nele, que ainda não foi consertado”, diz, num comunicado, Mordechai Guri, o descobridor da falha.

“O Knox tem sido amplamente adotado por muitas empresas e órgãos de governo. Essa falha tem de ser resolvida imediatamente, antes que caia em mãos erradas”, prossegue Guri. Ele acrescenta que já passou, à Samsung, os detalhes técnicos sobre a brecha de segurança.

A Samsung disse ao Wall Street Journal que está investigando o problema. Disse, também, que ele não parece ser tão grave quanto afirma Guri. Na avaliação inicial da empresa, a ameaça ao Galaxy S4 é similar à trazida por outros ataques já conhecidos.

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Apple pode lançar iPhone 6 em maio de 2014, diz site

Próxima geração do iPhone poderá ter tela de 5 polegadas, o que colocaria o aparelho para competir com outros phablets disponíveis no mercado

iPhone
Reprodução
Novos rumores apontam que um novo iPhone está a caminho. Segundo fontes do Digitames, a Apple planeja lançar um iPhone com tela maior em maio de 2014.

A próxima geração do iPhone poderá ter tela de 5 polegadas, o que colocaria o aparelho para competir com outros phablets disponíveis no mercado. Já o processador poderá ser um chip com tecnologia de 20 nanômetros (um nível de miniaturização superior ao atual) fabricado pela Taiwan Semiconductor Manufacturing Company.

Apesar de ser estranho o lançamento de um novo modelo pouco depois do iPhone 5S chegar às lojas, esse pode ser um indício de que a Apple está preocupada com a concorrência. Se a previsão se concretizar, o iPhone 6 será lançado antes do Samsung Galaxy S5, previsto para o segundo trimestre.

Essa não seria a primeira vez que a Apple muda seu calendário de lançamento de produtos. O iPad de terceira geração, por exemplo, foi lançado em março de 2012. Oito meses depois, a Apple surpreendeu o mundo com o lançamento do iPad de quarta geração.

Novo iPad - As mesmas fontes do Digitimes também falaram sobre o lançamento de um iPad Pro, com uma tela de 12,9 polegadas. Nesse caso, o lançamento deve acontecer em outubro de 2014.

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Apple tem planos grandiosos para 2014, diz Tim Cook

Em sua mensagem de fim de ano, o CEO Tim Cook diz que a Apple tem planos grandiosos que os consumidores vão adorar

Kevork Djansezian / Getty Images
Se depender do que diz o CEO Tim Cook, 2014 será um grande ano para a Apple. Em sua mensagem de fim de ano, enviada aos funcionários da empresa, Cook diz que tem “planos grandiosos” para 2014.

A mensagem de Cook foi publicada pelo site 9to5Mac. A parte sobre os planos está no último parágrafo: “Temos muita expectativa sobre 2014, incluindo alguns planos grandiosos que achamos que os consumidores vão adorar”, afirma Cook. Ele prossegue:

“Estou extremamente orgulhoso por estar ao lado de vocês à medida que pomos inovações a serviço dos mais profundos valores e aspirações da humanidade. Considero-me a pessoa mais sortuda do mundo pela oportunidade de trabalhar nesta empresa impressionante com todos vocês.”

O que seriam esses planos grandiosos? Sabemos que a Apple anda testando opções de tela maior para o iPhone. Há grande expectativa de que a empresa apresente um iPhone de 4,5 polegadas ou mais no segundo semestre.

Também sabemos que há uma equipe em Cupertino trabalhando num relógio inteligente, que ganhou o apelido iWatch. Notícias que circularam neste ano indicam que há mais de cem pessoas nesse projeto. É possível que ele vire realidade em 2014.

A Apple tem se movimentado na área de TV e pode apresentar novidades nela. Mesmo que não lance uma linha própria de televisores (um rumor persistente sobre o qual há dúvidas), ela pode, por exemplo, criar um serviço de TV sob demanda.

Por fim, vale notar que a Apple contratou executivos da indústria da moda em 2013. Entre eles está Paul Deneve, que foi CEO da Yves Saint Laurent. Logo, podemos esperar um fortalecimento do caráter “fashion” dos produtos da empresa em 2014.

Retrospectiva

Cook abre o texto fazendo uma retrospectiva do que a Apple fez em 2013. Ele destaca produtos como iPhone 5s, iOS 7, iPad Air, OS X Mavericks e o Mac Pro, o computador no estilo Darth Vader que começou a ser entregue na semana passada.

“Também comemoramos 50 bilhões de downloads na App Store, um marco que ninguém previu que atingiríamos tão rapidamente”, diz Cook.

Ele revela que a Apple doou dezenas de milhões de dólares a instituições beneficentes em 2013. A Cruz Vermelha, por exemplo, recebeu dinheiro da empresa para socorrer vítimas do ciclone que arrasou cidades nas Filipinas.

Cook ainda destaca a posição da Apple contra discriminações sociais. “Reivindicamos ao Congresso dos Estados Unidos o suporte a proteções contra a discriminação no ambiente de trabalho baseada na orientação sexual”, escreveu ele.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Chuck Norris supera Van Damme em paródia de comercial

Reprodução
O astro dos filmes de ação Chuck Norris foi escolhido como protagonista para uma paródia natalina do comercial da Volvo com Jean-Claude Van Damme, sucesso na internet em 2013.

Uma empresa de animação resolveu mostrar como seria a versão de Norris para o espacate feito por Van Damme. Se no original a habilidade física do ator causou espanto, o substituto totalmente criado no computador para o novo filme consegue ir além. Falar mais estragaria a surpresa.

A responsável pela animação é a Delov Digital, da Hungria. O anúncio original da Volvo fez sucesso na internet, alcançando o posto de 10º vídeo publicitário mais compartilhado do ano. 

Confira a paródia.


Mark Zuckerberg doa quase US$ 1 bilhão para caridade

Getty Images
Mark Zuckerberg, cofundador e CEO do Facebook, anunciou hoje (19) que doou 990 milhões dólares para a caridade, segundo a Business Insider. O CEO disse em seu perfil no Facebook que iria doar 18 milhões das ações de sua empresa. Sendo que cada uma vale 55 dólares, o total é de quase 1 bilhão de dólares.

O dinheiro vai para a Silicon Valley Community Foundation e para a The Breakthrough Prize In Life Science, uma premiação similar ao Nobel. Zuckerberg segue a tendência de bilionários da tecnologia que doam parte de sua fortuna regularmente, como é o caso de Bill Gates. 

Dois anos atrás, o CEO do Facebook assinou uma declaração que dizia que ele iria doar 50% de sua fortuna durante sua vida ou em caso de sua morte. Essa doação foi mais um passo em direção a essa promessa, segundo a Forbes.

Atualização do Google Glass permite capturar fotos ao piscar

Entre as atualizações está também o bloqueio do visor do Glass, para que seja utilizado apenas pela pessoa que souber os atalhos para desbloquear

Divulgação
O Google liberou atualizações para o Glass e entre as novidades está a possibilidade de capturar fotos a partir do piscar dos olhos.

“Nós estamos começando com as fotos, mas imagine o que mais será possível futuramente”, disse o Google em comunicado.

Entre as possibilidades levantadas por especialistas está a possibilidade de um dia os usuários do Glass pagarem por corridas de táxi ou comprarem roupas apenas com o piscar dos olhos.

Entre as atualizações está também o bloqueio do visor do Glass, para que seja utilizado apenas pela pessoa que souber os atalhos para desbloquear.

Houve também alterações nos códigos do Glass para permitir que o usuário carregue os vídeos capturados pelo dispositivo diretamente a uma conta vinculada do YouTube.

Atualmente os usuários do Glass já podem capturar fotos, gravar vídeos, enviar mensagens ou realizar outras tarefas a partir de controles sensíveis ao toque ou por meio de comandos de voz.

O Google Glass se conecta a internet por meio de hotspots Wi-Fi ou por meio de conexão sem fio a partir de um smartphone.

A empresa não revelou quando pretende lançar o Glass para o público em geral, mas a expectativa é que isto ocorra em meados de 2014. Os óculos disponíveis no mercado foram fabricados em quantidade limitada para desenvolvedores, que pagaram US$ 1.500 cada um pelo dispositivo.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

App Store continua como maior geradora de receitas em 2013

Ano de 2013 mostrou ainda uma dominância da Apple em termos de geração de receitas com aplicativos

Place it
De acordo com a empresa de pesquisas de conteúdo móvel Distimo, o ano de 2013 mostrou ainda uma dominância da Apple em termos de geração de receitas com aplicativos, mas com forte tendência de crescimento na concorrência. Paralelamente, vem ganhando cada vez mais força o modelo de negócios freemium, que oferece o app de graça, mas gera receita com vendas dentro dos próprios programas.

No levantamento do mercado divulgado nesta terça-feira, 17, a App Store ainda continua a ser o que traz mais receitas (63% de share), embora a participação da Google Play tenha aumentado, saindo de 30% em junho deste ano para os atuais 37%.

A Distimo destaca ainda a Amazon Appstore, que cresce em volume de downloads. Além disso, a empresa cita que vários aplicativos multiplataformas conseguiram bom desempenho nas diferentes lojas, mas que ainda contam com perfis de consumo diferentes – enquanto na plataforma da Apple os apps mais procurados são de games, na loja do Android há maior interesse em widgets.

Números

Em novembro, as receitas médias globais diárias dos 200 apps mais vendidos na App Store da Apple somavam US$ 18 milhões, segundo a Distimo. Para a Google Play, a estimativa é de US$ 12 milhões. No mesmo mês do ano anterior, a empresa de pesquisas estimava receitas de US$ 15 milhões na loja do iOS e US$ 3,5 milhões da loja do Android.

A categoria que gera mais receita ainda é a de games. Um dos aplicativos com mais propagandas em redes sociais, Clash of Clans, foi o app que mais gerou receita globalmente na App Store, fazendo com que a Supercell tenha sido a desenvolvedora mais bem sucedida em termos de receita móvel no ano. Na sequência vem a King.com, com o Candy Crush Saga; seguida da Electronic Arts (com The Simpsons: Tapped Out); Naver Japan (com Line); e Kabam (The Hobbit: Kingdoms of Middle-earth). Na Google Play, as empresas com mais receita foram a Line (com o Line), CJ E&M (Kakao), GungHo (Puzzles & Dragons), Mobage (Marvel War of Heroes) e Colopl (com Pride).

Dentre os países que mais geraram receita, nenhum é da América Latina. Em primeiro os Estados Unidos, seguidos por Japão, Coreia do Sul, Reino Unido, China, Austrália, Alemanha, Canadá, França e Rússia.

A Distimo afirma que em 2013 os aplicativos foram consumidos mais rapidamente, com vários exemplos que alcançaram a marca de um milhão de downloads com apenas alguns dias de lançamento, como os jogos Despicable Me: Minion Rush e Temple Run 2.

Modelos freemium em alta

O ano mostrou um crescimento no modelo de negócios freemium - na App Store, o aumento foi de 15 pontos percentuais, chegando a 92% de share, enquanto os aplicativos pagos obtiveram menor parcela nas receitas, com 8%. Os jogos são a categoria que mais possuem compras dentro de aplicativos (IAP, na sigla em inglês), com 90% da receita vindos desse recurso. Os apps de navegação, por outro lado, são os que mais têm receitas (55%) vindas da compra do próprio programa. Na App Store, o único app pago a aparecer entre os maiores geradores de receita foi Minecraft - Pocket Edition, da Mojang.

Os maiores publishers de programas gratuitos da App Store foram o Google, a Gameloft, a própria Apple, a Disney e a Electronic Arts. Entre os apps pagos, as empresas mais bem sucedidas em 2013 foram a Disney, Electronic Arts, WhatsApp, Rovio e Gameloft. Na loja Google Play, os maiores em apps gratuitos foram Facebook, Google, Line, WhatsApp e Rovio. Entre os apps pagos, as maiores foram Disney, SwiftKey, Gameloft, Titanum e TeslaCoil.

Confira abaixo as listas de aplicativos mais baixados e que mais geraram receitas nas duas principais lojas.

Google, Facebook e Amazon investem para controlar infraestrutura da web

Bloomberg News
Gigantes da tecnologia como Google Inc. e Facebook Inc. estão se esforçando para aumentar seu controle sobre a estrutura física da internet no mundo, acirrando a disputa com as companhias de telecomunicações.

Nos últimos 12 meses, as firmas que fornecem grande parte do conteúdo on-line do mundo aumentaram o investimento em infraestrutura de internet. As iniciativas incluem o financiamento da instalação de cabos submarinos ou subterrâneos, acordos de longo prazo para alugar a chamada fibra óptica escura — cabos instalados, mas não utilizados — e a construção de redes próprias.

No processo, elas estão começando a concorrer com empresas de telecomunicações que as consideram clientes. O Google passou anos montando uma rede privada de cabos de fibra óptica e agora controla mais de 160.000 quilômetros de rotas em todo o mundo, diz uma pessoa a par do assunto. É uma malha maior que a rede de quase 65.000 quilômetros que a telefônica Sprint Corp. opera na área continental dos Estados Unidos.

Executivos das empresas de tecnologia dizem que o objetivo é reduzir custos, melhorar o desempenho dos seus serviços de internet e garantir que elas terão espaço suficiente para absorver o crescente tráfego de vídeos, fotos, jogos e outros conteúdos gerados pelos seus serviços.

O Facebook começou em junho a usar redes ociosas de fibras escuras na Europa para ampliar sua rede e conectar seu novo centro de dados em Lulea, na Suécia, a 60 quilômetros do Círculo Ártico. Tanto o Google como o Facebook vêm investindo em novos cabos submarinos nos últimos anos.

A Amazon.com Inc. e a Microsoft Corp. também estão investindo pesadamente em infraestruturas de rede para acomodar seu crescente negócio de computação em nuvem.

É verdade que os projetos estão gerando uma nova onda de investimentos num setor debilitado por mais de dez anos de preços em queda e excesso de capacidade. Mas as empresas de telecomunicações, já perturbadas pela ideia de acabarem reduzidas a meros canais para um tráfego valioso, temem que a tendência atual possa relegá-las a um papel ainda menor, de meros construtores desses canais.

Ainda assim, o setor está sendo forçado a se adaptar já que o dinheiro — e o equilíbrio de poder — está se voltando para as empresas de conteúdo.

"As regras estão mudando", disse Erik Hallberg, que gerencia a rede central de telecomunicações (também chamada de backbone) da telefônica sueca TeliaSonera AB. A empresa é provedora da rede do Facebook na Europa. "Todos nós no mercado precisamos ter a mente mais aberta."

A perspectiva de uma avalanche de tráfego na internet levou empresas como a Global Crossing Ltd. e a Tyco International Ltd. a gastar bilhões de dólares nos anos 90 com a instalação de fibras ópticas nos EUA, causando um excesso de oferta que quebrou algumas delas e deixou muitas outras descapitalizadas.

O tráfego on-line está agora disparando, alimentado pela transmissão de vídeos e smartphones que estenderam o alcance da internet a milhões de novos usuários, muitos deles de baixa renda e em regiões menos conectadas do mundo.

Só a transmissão de vídeos do YouTube devora mais da metade da capacidade da rede mundial do Google, segundo uma pessoa a par da operação. Mas muitas empresas de telecomunicações, ainda curando as feridas deixadas pelo estouro da bolha de internet, veem com cautela novos investimentos em fibra óptica.

As empresas de internet estão respondendo ao investir elas mesmas em redes físicas para garantir que podem suportar esse tráfego e se expandir. Essa disposição deriva em parte da redução dos gastos com nova infraestrutura por empresas de telecomunicação, mas também reflete a segurança que as empresas da web veem em possuir seus próprios ativos.

O Google começou sua incursão ao âmago da internet em 2008, quando se uniu a um grupo de investimento para construir uma rede de cabos de US$ 300 milhões conectando a Califórnia ao Japão.

A empresa americana estendeu seu alcance na Ásia com uma malha de cerca de 9.700 quilômetros que ligou seis países, inclusive Cingapura, e entrou em operação em junho deste ano. O Google já fechou acordos de longo prazo para assumir o controle de rotas privadas de fibra óptica conectando seus principais centros de dados às 12 maiores centrais de internet nos EUA, segundo vários executivos do setor.

O custo da eletricidade também está motivando as firmas de conteúdo a investir em fibra óptica. Em vez de construir centros de dados em áreas onde a eletricidade é cara, a Microsoft procura por lugares de energia barata e usa fibras ópticas para conectar os centros de dados aos usuários.

De fato, os centros de dados antes representavam a maior parte do investimento da Microsoft em infraestrutura, mas agora os seus gastos com operações de redes estão "crescendo e atingindo a mesma ordem" de grandeza, disse Christian Belady, gerente geral de centros de dados da empresa americana. Dinâmica semelhante também está levando a Amazon a investir mais na infraestrutura de internet.

O Facebook, por sua vez, fechou um contrato no ano passado com a TeliaSonera para instalar uma rede de alta capacidade por toda a Europa para acomodar o uso crescente da rede social na região. A empresa também conectou seus terminais de internet a um novo centro de dados na Suécia, onde o clima mais temperado permite à empresa economizar milhões de dólares em energia.

"Se você tem dinheiro suficiente e necessidade de largura de banda [...], chega um ponto em que faz sentido construir" suas próprias redes, diz Michael Murphy, presidente da NEF Inc., uma consultoria americana do setor de telecomunicações.


Facebook adiciona botão dislike, mas apenas no Messenger

Em vez de uma função que aparece abaixo dos comentários, como o “Curtir”, o comando não passa de um novo sticker, que pode ser baixado e usado no Messenger

zeevveez / Flickr
Tão pedido por usuários do Facebook, o botão “dislike” (“Não curtir”) finalmente chegou à rede social. Mas não da forma como todos esperavam: em vez de uma função que aparece abaixo dos comentários, como o “Curtir”, o comando não passa de um novo sticker, que pode ser baixado e usado no Messenger.

O pacote que traz o “dislike” ainda tem outros adesivos que brincam com o formato de positivo do “Curtir” – um hang-loose, uma mão com um buquê de flores e uma cutucada, por exemplo. Segundo o site AllFacebook, o conjunto foi criado algumas semanas atrás, em uma hackathon, e adicionado só agora à loja de stickers do serviço.

Assim como os outros pacotes, o que apresenta o “Não curtir” pode ser baixado de graça na loja de adesivos. Pode não ser bem o que os usuários esperavam, mas, ao menos dessa vez, o botão "dislike" não é um golpe.

Os stickers – Emoticons um pouco mais elaborados, os adesivos adotados pelo Facebook no Messenger foram adicionados ao serviço em abril deste ano. Além do pacote com o "Não curtir", há uma série de outros, que incluem até personagens como o cachorro Snoopy.

Eles fazem parte de uma aparente tendência entre os mensageiros, e estão presentes em apps como o Line e o Viber, ambos concorrentes do Facebook Messenger nos dispositivos móveis. Na App e na Play Store, há até aplicativos que oferecem stickers para WhatsApp e outros apps de mensagens.

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Sonic 2 chega remasterizado e com fase inédita para iOS e Android

Divulgação
O clássico Sonic 2 foi relançado nesta quinta-feira (12) para iOS e dispositivos Android.

O game foi remasterizado para funcionar melhor nos telefones celulares. Dentre as melhorias estão suporte a imagens em widescreen, músicas com melhor qualidade de áudio e mais personagens para se controlar - Knuckles.

Outro dos extras do Sonic 2 para iOS e Android será a inclusão da Hidden Palace Zone. Essa fase foi criada originalmente para os desenvolvedores testarem a mecânica do Super Sonic dentro do jogo e nunca havia sido liberada oficialmente para o público. Agora o cenário será jogável.

Sonic 2 foi lançado em 1992 para o Mega Drive. Ele marcou a estreia de Tails, personagem que acompanharia o mascote da Sega por toda a vida, e é considerado um dos melhores capítulos da série.

Brecha no Safari deixa senhas expostas para invasores

Pequeno arquivo em versões antigas do Safari, gerado ao salvar a última sessão de navegação, é capaz de expor senhas e nomes de usuário em “texto plano”

John G. Mabanglo/AFP
Pesquisadores do Kaspersky Lab encontraram um grande problema em versões desatualizadas do Safari. Um pequeno arquivo, gerado ao salvar a última sessão de navegação, é capaz de expor senhas e nomes de usuário em “texto plano” – tudo ficaria facilmente acessível a um eventual invasor na máquina.

O problema acontece caso o usuário utilize o recurso para restaurar a sessão. No Safari, a funcionalidade, comum a praticamente todos os navegadores de hoje, faz com que um arquivo LastSession.plist com todas as informações seja criado. Graças a ele, assim que o browser é reaberto, até mesmo as abas que estavam logadas são recarregadas.

Mas ao contrário do que acontece em outros programas do gênero, no Safari esses dados não são criptografados. No exemplo dado pela Kaspersky, ao abrir o arquivo plist, o login e a senha salvos na sessão ficam bem legíveis. E não é necessário nem usar um programa específico para visualizar as informações, já que o sistema suporta a extensão por padrão.

Para deixar tudo mais claro, “você pode imaginar o que aconteceria se um criminoso ou um programa malicioso tivesse acesso ao arquivo LastSession.plist”, diz o pesquisador da Kasperksy em um post no SecureList. Caso o usuário estivesse logado em alguma rede social ou mesmo no banco, o invasor teria pleno acesso a todos os dados.

O laboratório de segurança classifica a falha como gravíssima, e afirma já ter comunicado a Apple sobre o problema. A empresa ainda não se manifestou, mas é provável que corrija o bug em breve.

Quanto à prevenção, não há tanto com o que se preocupar. Nenhum malware que se aproveita da brecha foi identificado, e ela está presente apenas no Safari 6.0.5 (8536.30.1) do OS X 10.8.5 e no Safari 6.0.5 (7536.30.1) do OS X 10.7.5. Assim, quem está com a última versão do navegador ou do sistema operacional ainda não precisa se preocupar.

Brecha de segurança em apps para iOS dá acesso a arquivos do usuário

Getty Images
Falhas graves de segurança foram encontradas em três aplicativos para iOS, o Easy File Manager, o WiFi HD Free e o FTPDrive. O responsável pelo achado foi o especialista Bruno Oliveira, consultor sênior de segurança da Trustwave. Segundo ele, as brechas permitem que invasores leiam e até mesmo apaguem arquivos de um iPhone.

A descoberta foi revelada pelo brasileiro durante o evento de segurança AppSec, realizado nesta semana nos Estados Unidos. Oliveira pesquisou mais de uma dezena de aplicativos criados para armazenar e compartilhar arquivos, e vulnerabilidades foram encontradas nesses três. Segundo o consultor, o Easy File Manager é talvez o mais problemático, já que “permite a um possível invasor ver, listar, publicar e deletar arquivos” de um dispositivo com iOS. 

As consequências para quem utiliza um dos apps do trio são diversas. Um cracker pode, por exemplo, roubar informações pessoais do usuário armazenadas no dispositivo. E a situação pode ser ainda pior caso o aparelho esteja conectado a uma rede corporativa.

“Nesse caso, o mesmo invasor poderia utilizar o dispositivo para acessar, monitorar e investigar a rede”, diz Oliveira. “Ou pior: até atacá-la, utilizando como sistema base o aparelho iOS comprometido.” Em um iPhone com jailbreak (desbloqueado), o ataque pode ser ainda mais devastador, já que não há limitações do sistema que impeçam um cracker de praticamente tomar o controle do smartphone ou tablet – e possa até mesmo apagar o sistema operacional.

McLaren pode abolir limpador de para-brisas

Vidro contaria com campo de força de ondas sonoras de alta frequência

Divulgação
A McLaren faz planos para deixar de utilizar limpadores de para-brisas em seus carros. Falando ao site do Sunday Times, Frank Stephenson, designer-chefe da fabricante britânica, disse que está sendo desenvolvido um sistema alternativo: um campo de força gerado a partir de ondas sonoras de alta frequência.

Originalmente utilizado por jatos militares, o sistema faria com que ondas de 30 kHz fossem emitidas sobre a superfície do vidro dianteiro, impedindo o contato do para-brisas com detritos, água da chuva e, até mesmo, neve. Assim, de acordo com o designer, haveria ganhos em visibilidade e aerodinâmica (menor arrasto).

Ainda não há, porém, qualquer estimativa de prazo para o início da utilização de tal sistema nos carros da McLaren.

Primeiras novidades do Windows Phone 8.1 já foram vazadas

Reprodução
A Microsoft só deve revelar o Windows Phone 8.1 oficialmente durante o Build, seu evento anual com desenvolvedores, que acontece no início de abril. Contudo, algumas prováveis novidades que darão as caras no sistema operacional já começaram a vazar.

Dois recursos bastante populares nos concorrentes devem dar as caras na atualização. O WP deve ganhar uma central de notificações semelhante ao Android, que será ativado passando o dedo do topo da tela para baixo, exatamente como nos rivais.

Outra atualização importante é que o sistema da Microsoft terá seu próprio "Siri". A atualização deve trazer um assistente pessoal, o que já era especulado anteriormente, com o codinome interno de "Cortana", uma referência à inteligência artificial que auxilia o protagonista da franquia de jogos Halo, muito popular e exclusiva do Xbox.

A Microsoft também deve fazer uma reforma drástica de interface, deixando de lado as teclas físicas de "Voltar, Início e Procurar" para adotar botões na tela, como já acontece em vários aparelhos com Android, o que deixa o sistema mais versátil e os aparelhos mais baratos, mas incomoda uma parte do público. No entanto, a novidade deve ser restrita aos futuros aparelhos com o sistema, já que é pouco provável que a Microsoft imponha a novidade para quem já tem um celular com botões fixos. A tela inicial deve ficar como na imagem abaixo, de acordo com um vazamento divulgado pelo @evleaks.

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Mais mudanças menores também estão a caminho, como controle de volume separado, possibilitando que os usuários escolham volumes diferentes para reprodução de mídia e toque de celular. Além disso, o Bing Smart Search, presente no Windows 8.1, e suporte a VPN para usuários corporativos também devem chegar aos usuários do Windows Phone.

Aplicativo transforma celular em scanner 3D

Com coleta de dados, mapeamento de ângulos e fotos 2D, o processo acontece em tempo real

Reprodução
Lev Manovich já havia percebido o meio fotográfico como um “incrivelmente resistente código de representação”. Ou seja, apesar das mudanças tecnológicas, a fotografia persiste popular. Suas transformações ao longo do tempo nos obrigam a repensar suas variações e seu estado hoje e amanhã.

Depois de décadas, deixamos de carregar câmeras tradicionais para simplesmente clicarmos tudo o que estivesse à frente com o celular. A combinação de filtros, apps de edição e compartilhamento via redes sociais tem transformado cada vez mais o ato de fotografar. Agora, com o advento do 3D, para onde vamos?

Pesquisadores na ETH Zurich estão desenvolvendo um aplicativo que transforma dispositivos Android em ágeis scanners 3D. Para usar, basta abrir o app e mover o celular em torno do objeto escolhido, captando ângulos e perspectiva. Enquanto isso, o software bate diversas fotos automaticamente, extrapolando a geometria do objeto e mapeando bits e partes de todas as fotos 2D. Juntas, estas informações resultam em uma figura 3D.

Construir objetos 3D a partir de múltiplas fotografias não é novidade. Já vemos diversos artistas usarem o Kinect, por exemplo, para mapear objetos, lugares e pessoas, buscando resultados em figuras com volume, ângulos e perspectiva. Mas o que torna este aplicativo diferente é a possibilidade de fazer tudo isso em tempo real, sem a necessidade de qualquer outro equipamento, tecnologia ou edição.

Como podemos ver, o resultado já é de boa qualidade. Segundo os pesquisadores, a precisão vem de técnicas de reconhecimento visual da geometria, além do entendimento de como a posição relativa da câmera muda de acordo com o objeto, usando dados do acelerômetro do celular.

Entendendo a natureza do ato de fotografar e suas transformações ao longo do tempo, vemos como a fotografia hoje está reconfigurando a cultura contemporânea, deixando de ser apenas portátil e fluída, mas também cada vez mais próxima do real.

Democratizando o poder das ferramentas como Makerbot Digitizer e 3D Systems Sense, tecnologias como essa oferecem novas possibilidades de transformar qualquer objeto do mundo real em figuras digitais vivas em nossas mãos.

O aplicativo está disponível aqui.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Galaxy S5, da Samsung, deve ser lançado em fevereiro

Próximo smartphone topo de linha da fabricante terá tela Quad HD e scanner de íris. As informações foram publicadas nesta manhã por um site coreano

 Allison Joyce/Getty Images
O Galaxy S5, próximo smartphone topo de linha da Samsung, deve ser lançado em fevereiro, durante a edição 2014 da Mobile World Congress, que acontece anualmente em Barcelona, Espanha. As informações foram publicadas nesta manhã pelo ZDNet Korea.

De acordo com fontes próximas da empresa, a Samsung está trabalhando num dispositivo que trará duas novidades ao mercado.

A primeira delas é a resolução da tela, que promete ser Quad HD (2.560 x 1.440). Além disso, é possível que o smartphone seja equipado com uma espécie de scanner de íris.

Galaxy S5

As especulações acerca do lançamento do próximo Galaxy S tomaram força no final do mês passado. Na ocasião, veio à tona um rumor de que a fabricante planeja iniciar a fabricação do smartphone agora em janeiro.

Suspeita-se também que a Samsung tenha optado ainda por fabricar o dispositivo em metal em vez de plástico, material usado no Galaxy S4 e S3, por exemplo. Em relação ao processador, é possível que o gadget, assim como seu maior rival, iPhone 5s, conte com chip de 64 bits.

De acordo com boatos compilados por outro site, o BGR, o Galaxy S5 terá ainda câmera de 16 megapixels que terá uma tecnologia capaz de aumentar a qualidade de imagens capturadas em ambientes pouco iluminados.

As informações, por enquanto, não passam de especulações e não foram confirmados pela Samsung. A única pista mais concreta, entre todas, é em relação ao processador que poderá equipar o Galaxy S5.

Em setembro, pouco depois do lançamento da Apple, o CEO da empresa, JK Shin, revelou que smartphones com este tipo de chip estão nos planos da empresa. Não revelou, contudo, se o Galaxy S5 já seria um deles.

Facebook ajudará no código de reconhecimento facial dos EUA

Companhias que usam a tecnologia ajudarão a escrever as regras de como podem ser usadas as imagens e perfis online

Reprodução
A Facebook Inc., a Walmart Stores Inc. e outras companhias que planejam utilizar escâneres de reconhecimento facial para segurança ou para passos adaptados de vendas especializadas ajudarão a escrever as regras de como podem ser usadas as imagens e perfis online.

O Departamento Americano de Comércio começará a reunir-se com a indústria e com defensores da privacidade em fevereiro para esboçar um código voluntário de conduta para usar os produtos de reconhecimento facial, segundo um aviso público. O esboço estará pronto até junho.

“Somos muito céticos em relação a esmagar a tecnologia ainda no berço”, disse Mallory Duncan, vice-presidente sênior da National Retail Federation Inc. (NRF), sediada em Washington, em entrevista por telefone. “Não é uma boa ideia desenvolver códigos ou leis que congelam a tecnologia antes de podermos determinar o que ela pode conseguir”.

No Reino Unido, a Tesco Plc instalará tecnologia de escâneres de rosto nos seus postos de gasolina para determinar a idade e o gênero dos consumidores e poder transmitir-lhes anúncios especializados nas telas dos caixas. Os varejistas poderiam comparar as imagens dos clientes tomadas por câmeras de segurança com bancos de dados fotográficos da polícia.

Facebook monitora tudo que você digita na rede social

Em vez de apagar o registro de uma publicação não divulgada, a empresa captura essas informações e as envia para o seu banco de dados

Getty Images
O Facebook detecta e armazena tudo que você digita na rede social, mesmo que a mensagem não seja publicada. É o que indica uma pesquisa divulgada pela Universidade de Maryland no site Slate. Em vez de apagar o registro de uma publicação não divulgada, a empresa captura essas informações e as envia para o seu banco de dados, de acordo com o Jennifer Golbeck, diretora do laboratório de interação humano-máquina da universidade.

A pesquisadora diz que o Facebook quer saber tudo que vem na cabeça dos internautas porque a empresa está "encorajando os usuários a baixar os padrões das coisas que eles compartilham com amigos na rede social". "O Facebook monitora esses pensamentos não publicados para melhor entendê-los, com o objetivo de construir um sistema que minimize esse comportamento deliberado", afirma Jennifer.

O estudo recente investiga as razões pelas quais o Facebook quer ter um registro da auto-censura dos internautas. A pesquisa, que foi feita com 5 milhões de usuários do Facebook que falam inglês, analisou atualizações de status, envio de mensagens no mural, comentários, entre outros recados abortados.

Realizado pelo cientista de dados do Facebook e e pelo estudante Ph.D na Sauvik Das, o estudo indica que a rede social analisa esses dados porque ele "perde valor pela falta de produção de conteúdo" cada vez que uma publicação deixa de ser publicada.

Google Chromecast pode chegar ao Brasil em 2014

O Google planeja levar o Chromecast a muitos países em 2014 e o Brasil pode estar entre eles

Bloomberg
O Google surpreendeu o mundo, neste ano, com o lançamento do Chromecast, o receptor de áudio e vídeo digital em forma de pen drive que custa apenas 35 dólares nos Estados Unidos. 

Sucesso instantâneo no mercado americano, o Chromecast deve chegar a muitos outros países em 2014 e o Brasil pode ser um deles.

O aparelhinho trabalha acoplado a um televisor. Recebe áudio e vídeo de um smartphone, tablet ou PC para ser exibido na tela grande. 

Mario Queiroz, vice-presidente do Google, revelou alguns planos da empresa para o Chromecast numa entrevista ao site GigaOm.

“Vamos lançá-lo em muitos países”, disse ele, acrescentando que o público vai ficar “agradavelmente surpreso” com a amplitude da expansão internacional do Chromecast.

Nem todos os produtos do Google são vendidos no Brasil. O tablet Nexus 7 original, por exemplo, chegou aqui trazido pela Asus, aparentemente sem apoio do Google.

A versão mais recente do Nexus 7, anunciada em julho deste ano, ainda não é vendida oficialmente no Brasil. O Nexus 10 também não foi lançado no país. Mas o Chromecast tem boas chances de chegar ao país.

Alguns meses atrás, ouvimos de um executivo do Google que a razão por que a empresa decidiu não vender o Nexus 7 no Brasil é que ele chegaria aqui caro demais. Não teria preço competitivo em relação a outros tablets com Android.

Mas o Chromecast poderia chegar por um preço atraente para os brasileiros. O gadget custa 35 dólares nos Estados Unidos.

Mesmo que fosse oferecido por 200 reais no Brasil, ainda custaria metade do preço do concorrente Apple TV, encontrado por 399 reais na loja online da Apple. Com essa vantagem no preço, é muito provável que o produto do Google fizesse sucesso.

Queiroz também disse que o Google trabalha para tornar mais aplicativos compatíveis com o Chromecast. Quando foi anunciado, em julho, o receptor aceitava conteúdo da Netflix, do YouTube e do browser Chrome no PC. 

Depois, o Google acrescentou outros serviços de streaming como Hulu Plus, Pandora e HBO Go. Em breve, outros virão. 

Em 2014, diz Queiroz, o plano é liberar uma interface de programação aberta. Ela vai permitir que qualquer desenvolvedor de aplicativos torne seus produtos compatíveis com o Chromecast.

O Google também pretende licenciar a tecnologia do Chromecast para que seja embutida em televisores e outros aparelhos.