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quinta-feira, 24 de julho de 2014

Rede social russa que quer ser novo Orkut cativa brasileiros

Com comunidades e recurso que permite compartilhamento de música, rede social russa VKontakte atrai cada vez mais brasileiros após anúncio do fim do Orkut

Reprodução
Uma rede social russa pode assumir o lugar do Orkut após seu fechamento, previsto para setembro. Batizado de VKontakte (VK), o site vem conquistando cada vez mais usuários brasileiros.

O principal motivo disso é o fato do VK contar com mais de 8 mil comunidades. No passado, os grupos de discussão foram uma das principais razões do sucesso do Orkut no país. E agora, podem ajudar o VK a dar certo por aqui.

Comunidades como a Brasileiros já reúnem mais de 5 mil membros. Outras, como a Sobreviventes do Orkut, ultrapassam 6 mil participantes e discutem diversos assuntos em cerca de 200 tópicos criados até agora.

Mas se engana quem pensa que os grupos de discussão são a única atração do VK.

My Music

Wagner Ramos chegou a administrar comunidades no Orkut e entrou no VK para seguir acompanhando os grupos que migraram para rede social russa.

"A ferramenta mais legal do VK, na minha opinião, é a parte de músicas, na qual o usuário pode fazer sua playlist com as já existentes no site ou fazer upload", afirmou Ramos em entrevista a EXAME.com.

Ele não é o único a admirar o My Music, recurso que permite a qualquer um subir um arquivo de música no site e colocá-lo à disposição dos outros. 

"Música no VK acabou subistituindo o Spotify", afirmou Diego Batista, em alusão ao serviço de streaming pago que estreou em maio no Brasil. Para acessar a rede social russa, Batista usa o app para smartphones - disponível em versões gratuitas para Android e iOS.

"É muito bom conversar e ao mesmo tempo escutar seu artista favorito", afirmou David Salles, que acessa o site diariamente após ter se cadastrado por indicação de amigos. Assim como ele, outros usuários elogiaram diversas funcionalidades do VK.

Funcionalidades

"É simples, direto, sem firulas", afirmou Gustavo Ferreira, que é fã das comunidades do VK.

"O VK é uma rede social com mais de 260 milhões de usuários e não tem propaganda de nada", destacou Tiago Fernandes, que entrou na rede após o anúncio do fim do Orkut.

Estudante de Tecnologia em Sistemas para Internet, Jhonny Gonçalves acessa o VK, em média, duas vezes por semana. "Com o encerramento do orkut, acredito que as pessoas irão migrar para o VK", afirma ele. Porém, nem tudo é perfeito no site.

Blogueira e administradora do site Nosso Português, Monique Paulenak considera a rede "viciante", mas afirma que o app do VK ainda deixa a desejar. "O site não censura imagens eróticas", adverte ela.

Criado em 2006 por Pavel Durov, o VK é a principal rede social na Rússia. Ainda é cedo para dizer se o site vai pegar ou não no Brasil. Porém, é bom ficar de olho. "Pode ser que o VK não venha a ser uma rede influente no Brasil, mas vai que...", resume bem Ferreira.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Facebook pode incluir botão comprar em seus anúncios

Em fase de testes nos Estados Unidos, novidade vai permitir que usuário do Facebook faça compras com cartão de crédito e débito sem precisar sair da rede social

Reprodução
O Facebook pode ganhar, em breve, um novo recurso que vai permitir que o usuário faça compras sem sair da rede social. A novidade foi anunciada no blog do serviço online.

Hoje, quando o usuário do Facebook clica num anúncio, é encaminhado para o site que oferece a oferta. Com o novo botão comprar (buy, em inglês), isso mudaria.

Numa foto divulgada pelo Facebook, o novo recurso aparece abaixo da imagem de um anúncio de relógio. Ao lado do botão, há a identificação do produto e seu preço. 

Privacidade e segurança

Segundo o Facebook, privacidade e segurança foram as principais preocupações no desenvolvimento do novo recurso.

"Nenhuma informação dos cartões de débito ou crédito que as pessoas compartilhem com o Facebook durante a transação será compartilhada com outros anunciantes", afirma o Facebook no texto que apresenta a novidade.

A princípio, o botão comprar estará disponível em anúncios de pequenas e médias empresas que atuam nos EUA. De acordo com a evolução da experiência, o Facebook poderá expandi-la ou não para outras partes do mundo.

terça-feira, 1 de julho de 2014

Mais de 50 mil pessoas pedem ao Google que não encerre Orkut

Até as 10h de hoje, mais de 50 mil pessoas já haviam assinado o abaixo-assinado pela manutenção do Orkut. A meta é que o documento alcance 75 mil assinaturas

Reprodução
Circula na internet uma petição que solicita ao Google que não tire o Orkut do ar. Na forma de um abaixo-assinado, o pedido surgiu menos de 24h depois da empresa ter divulgado sua intenção de desativar a rede social.

Até as 10h de hoje, mais de 50 mil pessoas já haviam assinado o documento criado pelo usuário Peter Shelton no site Avaaz.org. A meta é que o abaixo-assinado alcance 75 mil assinaturas - o que não deve demorar a acontecer.

"Solicitamos ao Google que não encerre o Orkut e se isso não for possível solicitamos à empresa que ao menos preserve a principal característica que mantém essa rede social viva até hoje: o modelo de organização de fóruns em comunidades", afirma o texto da petição.

Comunidades

Uma olhada rápida na petição online revela que o fim das comunidades é mesmo a principal preocupação dos internautas. Segundo eles, elas continuariam ativas - sendo inclusive atualizadas diariamente por diversos usuários.

"O layout permite a visualização rápida e precisa dos tópicos que compõe o fórum", defende o texto do abaixo-assinado.

Caso o pedido dos internautas não seja atendido, o fim definitivo do Orkut deve acontecer no próximo dia 30 de setembro. Daqui para frente, o Google pretende focar em outras comunidades sociais - como o Google+. Desde ontem, já não é possível criar novos perfis no site.

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Google decreta a morte do Orkut e marca a data

O Google anunciou hoje que a rede social Orkut já tem data para morrer. Ela sairá do ar no dia 30 de setembro de 2014

Coletivo Mambembe / Flickr
O Google anunciou hoje que irá aposentar a rede social Orkut. Em um texto no blog do Orkut, Paulo Golgher, diretor de engenharia do Google, anunciou o adeus à rede.

“Dez anos atrás, o Google mergulhou pela primeira vez nas redes sociais por meio do Orkut, que nasceu como projeto experimental de um engenheiro que deu nome à rede”, escreveu Golgher.

O Orkut foi uma das redes sociais com maior sucesso do Google. Depois dele, a empresa teve dificuldades em criar uma rede de sucesso. Entre elas passaram o Google Buzz, que já foi descontinuado, e o Google+, que sofreu mudanças radicais recentemente.

O texto afirma que a empresa opta por descontinuar o Orkut e focar em outras comunidades sociais, como o YouTube, o Blogger e a já citada Google+. A data de morte que constará no túmulo será 30 de setembro de 2014, o último dia com o Orkut no ar.

A partir de hoje será impossível criar um novo perfil na rede social. Aqueles que já têm um perfil e querem extrair todas as suas informações podem usar a ferramenta Google Takeout, que já está no ar e funcionará até setembro de 2016.

Um dos pontos altos da rede eram suas comunidades bem humoradas. Golgher ainda anuncia em seu texto que, a partir de 30 de setembro, um arquivo com as comunidades estará no ar.

“Foram 10 anos inesquecíveis. Pedimos desculpas para aqueles que ainda utilizam o Orkut regularmente”, finaliza Golgher.

domingo, 18 de maio de 2014

Pinterest é cotada em US$ 5 bi em rodada de financiamento

Rede social arrecadou US$ 200 milhões em uma rodada de financiamento

Tomohiro Ohsumi/Bloomberg
A Pinterest arrecadou US$ 200 milhões em uma rodada de financiamento que dá à startup, com um site de compartilhamento de fotos, uma cotação de US$ 5 bilhões, frente a US$ 3,8 bilhões sete meses atrás.

O dinheiro veio de investidores já existentes, incluindo a SV Angel, a Bessemer Venture Partners, a Fidelity Investments, a Andreessen Horowitz, a FirstMark Capital e a Valiant Capital Partners.

A nova rodada leva o total arrecadado para US$ 764 milhões, disse a Pinterest em um comunicado enviado ontem por e-mail.

O financiamento da Pinterest, que ainda não começou a gerar vendas significativas, faz parte de uma avalanche de rodadas de financiamento com cotações multibilionárias.

A Uber está negociando para arrecadar fundos com uma cotação de US$ 10 bilhões ou mais, segundo fontes do setor, e os serviços de compartilhamento de quartos Airbnb e de armazenamento on-line Dropbox foram cotados em US$ 10 bilhões nas suas últimas rodadas de arrecadação de fundos.

“A Pinterest tem como visão solucionar a questão da descoberta e ajudar todos a acharem as coisas que vão adorar”, disse o CEO Ben Silbermann no comunicado. “Este novo investimento nos dá mais recursos para tornar essa visão em realidade”.

O financiamento ajudará a custear a expansão do site, que começou a implementar um plano para gerar receita com anúncios nesta semana.

A Pinterest, com sede em São Francisco, visa somar usuários internacionais e continuar desenvolvendo seu programa de anúncios.

A empresa também melhorará o produto, de forma tal que seja mais fácil para as pessoas encontrarem o que estão procurando no site.

Em outubro, a Pinterest disse que tinha arrecadado US$ 225 milhões com uma cotação de US$ 3,8 bilhões. Em fevereiro de 2013, a empresa foi cotada em US$ 2,5 bilhões. Em comparação, a Groupon vale US$ 4,13 bilhões e a Yelp vale US$ 3,95 bilhões.

Atividade de investimentos

Os investimentos de capital de risco estão no seu maior nível desde 2001 e as startups estão conseguindo os maiores aumentos na sua mediana de cotações desde pelo menos 2004, segundo uma pesquisa de transações feitas no primeiro trimestre da Fenwick West LLP, escritório de advocacia do Vale do Silício.

As empresas têm maior alavancagem com os investidores nas ofertas, e o número de empresas apoiadas por capital de risco que perseguem aberturas de capital é o maior desde 2000, segundo a pesquisa.

A última rodada de investimentos da Pinterest e sua nova cotação foram informadas ontem pela Readwrite. A Bloomberg LP, matriz da Bloomberg News, é investidora da Andreessen Horowitz.

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Facebook transforma usuários em números para facilitar identificação

Reuters
Reprodução
O Facebook começou a testar um novo jeito de encontrar pessoas dentro da rede social, atribuindo números a cada usuário. O recurso foi visto pelo The Next Web e parece que está disponível a pouca gente.

Seria uma forma de substituir os números de telefone, que nem todo mundo compartilha pelo Facebook por temer problemas com privacidade.

O código concedido pela rede social tem oito dígitos e cada pessoa teria seu próprio número - o que não ocorre com os nomes, muitas vezes usado por vários internautas.

Se a novidade entrar em operação plena, ao invés de passar o número de telefone a quem acabou de conhecer, o usuário poderá informar o "número do Facebook" e ser adicionado na rede social. Mais ou menos o que acontecia na época em que o ICQ era o principal comunicador instantâneo da internet.



quarta-feira, 30 de abril de 2014

Site reúne Facebook, Twitter, Youtube e Instagram

Feedient
Um novo serviço chamado Feedient promete juntar todas as suas redes sociais em um só lugar, para que fique mais fácil acompanhar os acontecimentos. Limitado, ele permite apenas a publicação de textos no Facebook e no Twitter - ao mesmo tempo, se você quiser -, mas impede postagens de fotos, como no Instagram e no Facebook, e vídeos, como no YouTube.

O Feedient é uma boa opção para acompanhar diversas contas ao mesmo tempo, sendo particularmente importante para quem trabalha com mídia, já que várias contas do mesmo tipo podem ser adicionadas (vários Instagram ou vários Facebook, por exemplo).

Para quem posta pouco e prefere apenas seguir, o Feedient pode ser uma boa, pois, rápido e simples de usar, mas não substitui o site de nenhuma das outras redes sociais individualmente.

Já avisamos também que é interessante que o seu monitor tenha uma resolução lateral considerável. Em um monitor de 1600x900, falta espaço para uma timeline de cada rede, sendo necessário utilizar a barra de rolagem para ler tudo, ou diminuir a fonte do navegador. Com um display Full HD isso já deixa de ser um problema.

Veja como ficam várias redes ao mesmo tempo na tela:

Reprodução
Para começar a utilizar, entre em feedient.com e faça o login com todas as suas contas.

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Facebook vai esconder posts que pedem curtidas

O Facebook anunciou que irá penalizar páginas que peçam por curtidas e compartilhamentos em seus posts, a alternativa, como sempre, é pagar por posts promovidos

Jonathan Leibson/Stringer
O Facebook anunciou que irá penalizar páginas da rede social que usem truques para que o usuário curta ou compartilhe o conteúdo. O anúncio foi feito oficialmente pela empresa em um texto colocado dentro de seu site.

“’Isca de curtidas’ é quando um post explicitamente pede para que os leitores curtam, comentem ou compartilhem para que ele tenha distribuição adicional do que teria normalmente”, explica o texto assinado por Erich Owens, engenheiro de software e Chris Turitzin, gerente de produtos da empresa.

De acordo com eles, isso acaba com o foco do feed de notícias para a empresa de Mark Zuckerberg. “O seu objetivo é entregar o conteúdo correto para as pessoas certas, no momento certo para que elas não percam histórias que são importantes e relevantes para elas”, diz o texto.

O exemplo usado pelo texto é clássico. Uma montagem com quatro animais e dicas de como prosseguir para mostrar qual o seu favorito. O coelho é curtir, o gatinho é compartilhar e o golfinho é só comentar. Por último, um mosquito que é o preferido de quem ignorar.

O Facebook quer diminuir a relevância desse tipo de conteúdo na rede social. “Nós estamos melhorando o feed de notícias para tirar a ênfase dessas páginas e nossos testes têm mostrado que isso faz com que pessoas ocultem 10% a menos de coisas de seus feed”, diz o texto.

O Facebook vem fazendo mudanças em seu feed de notícias há algum tempo. Essas mudanças estão impactando negativamente no alcance do conteúdo colocado por empresas e marcas na rede social.

Uma análise da social@Ogilvy comparou o alcance dos posts de páginas de outubro de 2013 a fevereiro deste ano. Em outubro, em média 12% dos fãs de uma página viam o conteúdo publicado por ela. Depois de quatro meses, o número havia despencado para 6,15%. Os números são ainda piores para empresas com mais de 500 mil fãs. Hoje, o conteúdo aparece em apenas 2,11% dos feeds de notícias.

A alternativa que o Facebook oferece para que o conteúdo apareça para mais usuários é pagar. Com os posts promovidos, o alcance é muito maior. Consequentemente, os lucros do Facebook seriam muito mais altos com alta adesão de empresas na promoção de conteúdo na rede social.

Algumas páginas recorrem a truques para que seus posts cheguem a mais usuários. Isso incluiu incentivar seus fãs a curtir e compartilhar páginas. O Facebook, em seu movimento dessa semana, quer acabar com isso. Novamente, a opção para disseminar o conteúdo será pagar à empresa.

Achou a atitude do Facebook correta? Se sim, curte, se não, compartilha.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Rede social StayFilm transforma suas fotos e vídeos em filme

Lançada em dezembro, rede social Stayfilm permite criação e compartilhamento de vídeos e já conta com 65 mil usuários cadastrados em mais de 130 países

Reprodução
Na internet, qualquer site focado no relacionamento entre os usuários nele cadastrados é uma rede social, certo? O Stayfilm é assim, mas ele não quer competir pela sua atenção com o Facebook. A meta dos fundadores é que ele se torne o seu serviço online favorito para edição de vídeo.

Quem acessa o Stayfilm logo se sente numa rede social. Há os filmates (amigos) e um botão YES! para curtir os vídeos que eles postam. Criado para que os usuários troquem filmes de sua autoria, o site tem sua própria ferramenta de edição.

Nela, criar um vídeo é simples. Para isso, basta o mínimo de 20 fotos de até 40 MB cada. É possível aproveitar aquelas já postadas no Facebook.

Escolhido um dos 7 estilos de vídeo disponíveis e a configuração mais adequada (casamento, minha nova casa e minha viagem são algumas das opções), é só esperar a renderização de dois minutos e apreciar o resultado final.

Diferenciais

De acordo com o fundador Douglas Almeida, no Stayfilm, nenhum vídeo é igual a outro - mesmo que eles sejam feitos a partir do mesmo conteúdo. "Do mesmo modo que o Twitter criou uma nova forma de se expressar, a gente tem a pretensão de criar uma nova forma de contar histórias", afirmou ele em entrevista.

Segundo Almeida, um dos diferenciais do Stayfilm é sua tecnologia própria de renderização. Matrizes pré-renderizadas, linguagens específicas e outros detalhes deixam o processo mais rápido e tornam o site uma ferramenta interessante para diversos públicos - como mostra a audiência do site.

Lançado em dezembro, a rede social conta hoje com cerca de 65 mil usuários cadastrados em mais de 130 países. É certo que 80% do público é brasileiro, mas tem gente usando o site nos locais mais inusitados. "Há 68 pessoas no Alaska que usam Stayfilm", afirma Almeida.

Ele revela que a maior parte dos usuários tem entre 16 e 35 anos - mas pessoas mais velhas também estariam se interessado em função da facilidade de se editar vídeos no site. Num programa de computador ou mesmo outros serviços online, a tarefa nem sempre é das mais simples.

Receita

Hoje, a receita do Stayfilm vem principalmente dos anúncios. Quando se navega no site, há quase sempre três banners do lado direito da tela.

Mas, segundo Almeida, a meta é que a maior parte do dinheiro passe a vir dos chamados estilos patrocinados no futuro. Neles, o usuário poderia optar por criar um vídeo a partir da estética oferecida por uma determinada marca.

"Temos três ou quatro empresas grandes prestes a fechar contratos desse tipo e estamos bem empolgados", afirma o fundador do Stayfilm.

Futuro

Até junho, ele pretende ter no ar o app mobile do site - que vai potencializar o uso do Stayfilm. Tendo isso em mãos, Almeida deve partir para o marketing pesado - divulgando o site em línguas como o espanhol e abrindo escritórios ao redor do mundo.

"A gente já nasceu pensando global", resume ele - adiantando o teor de seus planos para o futuro. Clique aqui para assistir a vídeo editado no Stayfilm e feito a partir de fotos publicadas aqui na Fanáticos Por Gadgets.

sexta-feira, 21 de março de 2014

Facebook anuncia Hack, sua própria linguagem de programação

Paul Morris/Bloomberg
O Facebook quer tornar o trabalho dos desenvolvedores um pouco mais fácil. Pelo menos este é um dos argumentos que a empresa utilizou para liberar, nesta quinta-feira, a primeira versão oficial da Hack, uma nova linguagem de programação criada por seus engenheiros.

Quer dizer, nova em termos. Primeiro, porque a linguagem já vem sendo utilizada pelos principais programadores do Facebook há alguns meses. Segundo porque a Hack é baseada e compatível com o PHP. O que está acontecendo agora é a liberação pública da linguagem após um período de “amadurecimento”.

No blog do Facebook Code, seção da rede social dedicada a desenvolvedores, os engenheiros de software Julien Verlaguet e Alok Menghrajani explicam que, no início, o Facebook foi codificado prioritariamente com PHP. O problema é que, à medida que os meses passavam e a empresa se tornava maior, os códigos na linguagem tornaram-se cada vez mais difíceis de serem gerenciados.

Foi isso o que motivou a dupla a se juntar ao líder de equipe e também engenheiro Bryan O’Sullivan para criar uma linguagem capaz de combinar o ciclo de desenvolvimento rápido do PHP com o rigor de linguagens mais “formais”, por assim dizer.

O objetivo principal sempre foi o de atacar os erros. No comunicado oficial, os desenvolvedores explicam que linguagens dinâmicas, como o PHP, facilitam o desenvolvimento rápido, mas geralmente tornam a detecção de erros mais difícil, uma vez que as falhas só são percebidas quando o programa está em execução, o que é particularmente preocupante em projetos muito grandes.

Por sua vez, usando linguagens do tipo estática, como C, os desenvolvedores podem encontrar erros antes da efetiva execução do código, com a possível desvantagem de linguagens como esta não serem tão práticas quanto às mais atuais. Como consequência, o Hack foi criado para unir o melhor dos mundos.

Reprodução
Para tanto, os desenvolvedores se basearam em outra solução do Facebook, o HHVM (HipHop Virtual Machine), para compatibilizar código em PHP já existente com Hack. Não é por menos que boa parte dos arquivos em PHP que o Facebook possui já foi validada para a nova linguagem, com exceção para os códigos que possuem funções não suportadas na abordagem estática.

Ficou interessado? Você pode saber mais no site oficial da Hack. Ali é possível não só baixar os pacotes da linguagem (tudo de graça!) como também acessar tutoriais e a documentação oficial.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Facebook compra WhatsApp por US$ 16 bilhões

Divulgação
O Facebook anunciou nesta quarta-feira uma bomba: a empresa comprou o WhatsApp, responsável pelo popular aplicativo de bate-papo em celulares, pelo valor de US$ 16 bilhões. O pagamento será dividido entre ações e dinheiro.

Os donos do WhatsApp receberão US$ 4 bilhões em dinheiro pela aquisição, além de outros US$ 12 bilhões em ações do Facebook.

Jam Koum, cofundador do WhatsApp e CEO da empresa, se tornará um executivo do Facebook. Ele também se tornará membro do quadro de diretores de seu novo empregador.

A compra é, disparada, a maior já feita pelo Facebook. Em 2012, a empresa adquiriu o Instagram por US$ 1 bilhão, mas desde então pouco fez com o serviço e até hoje não conseguiu rentabilizá-lo.

A impressão que fica sobre a fusão é que a rede social comprou o serviço para tirá-lo do mercado. O WhatsApp tem 400 milhões de usuários, competindo diretamente com o Facebook Messenger.

Inclusive, os últimos esforços da rede social foram no sentido de tornar seu app de mensagens mais competitivos com o WhatsApp, tornando-o mais agradável visualmente e adicionando a possibilidade de adicionar contatos pelo número de telefone, sem necessidade de tê-lo em sua lista de amigos da rede social.

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Zuckerberg, o criador do Facebook, postou em seu perfil na rede social a seguinte declaração:




terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

O Facebook sabe quando você vai assumir um relacionamento

O Facebook é capaz de prever quando alguém vai mudar seu estado de “solteiro” para “em um relacionamento”

Jorge Royan/Wikimedia Commons
O Facebook liberou uma série de dados em comemoração ao Dia dos Namorados americano, que aconteceu na última sexta-feira. Um deles mostra que a rede social pode prever quando alguém vai assumir um novo relacionamento.

As estatísticas acumuladas pelo Facebook mostram que, na fase de aproximação, quando duas pessoas começam a se relacionar, as interações entre elas na internet aumentam continuamente. 

Em média, essa fase dura uns 90 dias. No final do período, o volume de interações atinge a média de 1,67 posts por dia. 

Poucos dias antes de o estado das duas pessoas mudar na rede social de “solteiro” para “em um relacionamento”, porém, há uma queda abrupta no volume de interações. 

A queda continua depois da mudança, até que o volume diário de posts chegue à média de 1,53.

“Mas não desanime por causa da redução nas interações online. O conteúdo dessas interações fica mais carinhoso e positivo”, diz Carlos Diuk, cientista de dados do Facebook, num artigo no blog Facebook Data Science.

Diuk diz presumir que, quando o relacionamento é assumido, “os casais decidem passar mais tempo juntos. As interações online são substituídas pelas interações físicas”, o que explicaria a redução na comunicação via rede social.

Facebook
Hora da separação

Em outro post no Facebook Data Science, Adrien Friggeri, também cientista de dados, analisa o momento oposto: aquele em que há uma separação.

As estatísticas mostram que, no dia em que alguém muda seu estado de “em um relacionamento” para “solteiro”, há um forte aumento em suas interações online.

O volume de interações diminui com rapidez, mas se estabiliza num patamar mais alto que o de antes do rompimento. 

“Isto parece estar ligado com o fato de as pessoas receberem apoio dos amigos quando precisam, seja na forma de mensagens pessoais, posts na linha do tempo ou comentários”, diz Friggeri.

Essas estatísticas demonstram, mais uma vez, a que ponto a vida pessoal é retratada nas redes sociais. Os dados foram coletados pelo Facebook anonimamente.

Mas eles mostram que alguém com acesso à conta de uma pessoa poderia detectar, com base nas interações dela, quando ela vai assumir um novo relacionamento amoroso.

Facebook

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Saiba como editar sua retrospectiva no Facebook

Por Eric Colombo
Reprodução
Conforme prometido ontem, o Facebook disponibilizou um editor, para que você possa modificar as fotos que serão exibidas em sua retrospectiva na rede social. 

A Look Back (Recorde Momentos) foi criada para comemorar, os 10 anos da criação da rede, fundada por Mark Zuckerberg.

Com esse recurso, é possível editar, qualquer uma das fotos de sua retrospectiva, de um modo simples, e fácil.  O editor é separado por categorias, "seus primeiros momentos", suas publicações mais curtidas", "fotos enviadas" e "grade de fotos".

Mesmo a maioria tendo se agradado do resultado final, algumas pessoas não gostaram das fotos que foram exibidas em seu vídeo, motivo esse pelo qual o titio Mark resolveu disponibilizar este recurso.

Para editar a sua retrospectiva, basta acessar esse link

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Facebook completa 10 anos; veja trajetória da empresa

Brasil atingiu um total de 76 milhões de usuários ativos mensais em 2013
Reprodução
Nesta terça-feira (4), o Facebook, uma das maiores redes sociais do mundo, comemora 10 anos de existência. 

Fundado em 2004 por Mark Zuckerberg, Eduardo Saverin, Dustin Moskovitz e Chris Hughes, o site, que antes se chamava “The Facebook”, era destinado, inicialmente, aos estudantes da Universidade de Harvard.

Poucos meses depois do lançamento, a rede social foi expandida às universidades de Stanford, Columbia e Yale. No final do ano letivo, Zuckerberg  e Moskovitz se mudaram para Palo Alto, na Califórnia, onde se juntaram a Adam D'Angelo, Sean Parker e Andrew McCollum para se dedicarem ao desenvolvimento do Facebook.

Pouco tempo depois os proprietários do site HarvardConnection, Divya Narendra, Cameron Winklevoss e Tyler Winklevoss, posteriormente chamado ConnectU, entraram com uma ação judicial contra o Facebook alegando que Zuckerberg teria utilizado ilegalmente informações pertencentes ao HarvardConnection. No entanto, a ação não procedeu e o Facebook ainda recebeu US$ 500 mil do investidor anjo e co-fundador do PayPal, Peter Thiel. No final de 2004, o site já contava com uma base de mais de 1 milhão de usuários.

No ano seguinte, o Facebook recebeu mais investimentos e comprou o domínio “facebook.com” da AboutFace por US$ 200 mil. A rede social foi repaginada e expandida para mais de 2 mil colégios e 25 mil universidades no Canadá, Reino Unido, México, Porto Rico, Ilhas Virgens Americanas, Austrália, Nova Zelândia e Irlanda.

Em 2006, o site atingiu o valor estimado de US$ 2 bilhões, novos recursos foram adicionados à plataforma e se expandiu para a Índia, Alemanha e Israel. Em setembro desde mesmo ano, Facebook deixou de ser exclusivo do mundo acadêmico e foi aberto o cadastro para todo o público.

Na metade de 2007, a rede social anunciou um plano para adicionar classificados grátis em seu website, que hoje é a fonte de renda do Facebook. Meses depois, a Microsoft comprou 1,6% da companhia por US$ 240 milhões. No ano seguinte, em uma tentativa de eliminar concorrentes, Zuckerberg fez uma oferta milionária para comprar o Twitter, que foi rejeitada pelos fundadores do microblog.

No início de 2012, o Facebook se tornou a maior rede social no Brasil e na America Latina, ultrapassando o Orkut, Tumblr, Twitter. Segundo dados da ComScore, a rede atraiu 36,1 milhões de visitantes durante o mês de dezembro de 2011, superando os 34,4 milhões registrados pela rede social do Google.

Além disso, esse foi um ano importante para o Facebook, pois suas ações foram lançadas na bolsa da Nasdaq, onde registrou 421,2 milhões em ações vendidas, e devido à grande procura, aumentou o valor de uma ação de US$ 34 para US$ 38, atingindo o máximo esperado. Em outubro, Zuckerberg informou que havia já mais de 1 bilhão de usuários ativos no Facebook.

No Brasil

Em setembro do ano passado, a empresa divulgou dados que colocavam o Brasil como o principal mercado latino-americano, com 76 milhões de usuários ativos mensais. Vale lembrar que o País é o terceiro com maior número de usuários, perdendo somente para os Estados Unidos e a Índia, com 179 milhões e 82 milhões de usuários ativos mensais respectivamente.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Facebook usa 10 mil discos Blu-ray para armazenar fotos

A rede social desenvolveu um protótipo de um sistema óptico que utiliza 10 mil discos Blu-ray que podem armazenar petabytes de dados

Photo by Koichi Kamoshida/Getty Images
O Facebook armazena bilhões de fotos, mas apenas uma pequena fração é visualizada com frequência. Estas imagens mais antigas são pouco vistas, porém ocupam um espaço vital nos servidores da empresa.

Desde então o Facebook vem testando uma forma mais eficiente de armazenar essas fotos. E a mais recente aposta da empresa está em utilizar discos Blu-ray para guardar esses arquivos.

A rede social desenvolveu um protótipo de um sistema óptico que utiliza 10 mil discos Blu-ray que podem armazenar petabytes de dados. Segundo o Facebook, esta solução permitiria à empresa economizar até 50% em custos e 80% em uso de energia sobre o atual método de armazenagem em discos rígidos.

A equipe de engenharia do Facebook divulgou um vídeo onde explica como o sistema utiliza um braço robótico para coletar dados específicos de discos armazenados no sistema.

De acordo com o Facebook, o sistema com discos Blu-ray já está em uso e consegue armazenar até 30 petabytes de dados. A rede social espera que sua solução possa guardar até 150 petabytes dentro de alguns meses.

Mas embora tenha lançado seu novo servidor de Blu-ray, o Facebook pretende continuar a procurar por opções alternativas para armazenar dados antigos, como o sistema de memória flash de baixo consumo de energia. Em breve a rede social deve reformular seu site para implementar a novidade.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Facebook faz piada com tese que prevê saída de usuários

O site respondeu com um relatório improvisado que concluiu que a Universidade de Princeton, onde foi feito o estudo, ficará sem estudantes em 2021

Reuters
O Facebook "brincou" nesta quinta-feira com um recente estudo da Universidade de Princeton que prevê um futuro negro para a rede social nos próximos quatro anos e respondeu com um relatório improvisado que concluiu que o prestigiado centro universitário ficará sem estudantes em 2021.

Uma tese elaborada por dois estudantes de doutorado de Princeton afirmando que a rede social perderá 80% de seus usuários até 2017 foi divulgada ontem, chamou a atenção na internet e surpreendeu o Facebook, que qualificou o trabalho como "sem sentido".

No dia seguinte, os especialistas em análise de dados do Facebook, "intrigados com o prognóstico" de sua empresa feito pelos doutorandos, elaboraram um relatório sobre a universidade utilizando "a mesma metodologia" dos pesquisadores em seu "modelo epidemiológico modificado para descrever as dinâmicas da atividade do usuário de redes sociais online".

O texto de Princeton estabelece uma analogia entre a curva de adoção, ascensão e queda das redes sociais com as doenças infecciosas, e baseia seus prognósticos em tendências extraídas de "dados públicos de buscas realizadas no Google".

"Extrapolando o modelo que melhor se encaixa com o futuro, sugere-se que o Facebook atravessará um rápido declínio nos próximos anos e perderá um 80% de seu pico de usuários entre 2015 e 2017".

Em sua resposta à universidade, a rede social afirmou que Princeton tem menos cliques no botão "curtir" do Facebook do que Harvard e Yale.

Também afirmou que diminuiu a quantidade de suas publicações desde o ano 2000 e constatou que o número de buscas no Google Scholar - que reúne artigos acadêmicos - sobre Princeton também caiu.

Usando "o mesmo princípio" do relatório de Princeton, o Facebook estabeleceu uma correlação entre as inscrições de estudantes em uma instituição e a quantidade de buscas sobre ela no Google.

"Esta tendência sugere que Princeton terá só a metade de suas matrículas atuais em 2018 e, em 2021, não terá alunos", diz o relatório do Facebook.

Mas a piada ainda foi além.

"Enquanto estamos preocupados com a Universidade de Princeton, nós estamos ainda mais preocupados com o destino do planeta. As pesquisas no Google do termo "ar" também caíram de forma contínua e nossas projeções mostram que para o ano de 2060 não haverá mais ar", afirmou o "estudo" do Facebook.

Seus autores quiseram "lembrar, de forma divertida, que nem todas as pesquisas são iguais e que alguns métodos de análise levam a conclusões muito equivocadas".

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Ligação de contatos de rede social do Google a email gera preocupação

Reprodução
Um novo recurso do Gmail do Google terá como resultado alguns usuários recebendo mensagens de pessoas com as quais eles não compartilharam seus endereços de email, gerando preocupações entre alguns defensores de privacidade.

A mudança, que o Google anunciou na quinta-feira, amplia a lista de contatos disponíveis a usuários do Gmail, incluindo tanto o endereço de email de seus contatos existentes como também o nome das pessoas na rede social Google+. Como resultado, uma pessoa pode enviar diretamente um email a amigos, e estranhos, que usam o Google+.

O Google está tentando cada vez mais integrar o Google+, sua rede social que já existe há dois anos e meio e que tem 540 milhões de usuários ativos, com seus outros serviços. Ao se registrarem para o Gmail, os consumidores agora recebem automaticamente uma conta no Google+.

O Google disse que o novo recurso tornará a comunicação com amigos mais fácil para pessoas que usam ambos os serviços.

O Google afirmou também que usuários que não desejam receber mensagens de email de outras pessoas no Google+ podem alterar as configurações para receber mensagens apenas de pessoas que elas adicionaram às suas redes de amigos ou de ninguém.

Alguns defensores de privacidade disseram que o Google deveria ter feito o novo recurso ser "opcional para entrar", ou seja, que os usuários deveriam concordar explicitamente com o recebimento de mensagens de outros usuários do Google+, ao invés de se exigir que os usuários mudem manualmente a configuração.