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quarta-feira, 2 de julho de 2014

Conheça Songza, o serviço de música que o Google comprou

A Songza tem tecnologia e especialistas para analisar canções e oferecer recomendações aos usuários. É algo que pode impulsionar os serviços de música do Google

Divulgação/Bose
Um mês depois de a Apple adquirir a Beats, é a vez de o Google ir às compras. A empresa está adquirindo a Songza, dona de um serviço de streaming de música.

Embora o valor do negócio não tenha sido divulgado oficialmente, o jornal New York Post afirma que o Google estava oferecendo 15 milhões de dólares pela empresa. É um ninharia perto dos 3 bilhões que a Apple pagou pela Beats.

Mas a compra parece ser estratégica para o Google. Seu serviço Google Play Music, disponível em alguns países (mas não no Brasil) não é um sucesso estrondoso.

A tecnologia e os profissionais da Songza podem ajudar o Google a elevá-lo a um patamar mais alto.

A especialidade da Songza é fazer recomendações de músicas aos usuários. Isso é feito tanto por meio de listas produzidas por humanos como por meio de algoritmos que sugerem canções em função de preferências pessoais do ouvinte.

Alguns exemplos de listas da Songza são: canções para ouvir no trabalho, música para dias ensolarados (a empresa leva em conta a previsão do tempo ao publicar essas listas); para celebrar o Canadá; mulheres obstinadas; e homens sensíveis dos anos 90. 

O serviço só está oficialmente disponível na América do Norte. Para ouvir, usam-se apps para Android e iPhone, mas este último não está na App Store brasileira.

O Songza tem 5,5 milhões de usuários, pouco mais de um oitavo do que tem o Spotify, o maior serviço de streaming de música do mundo.

Mas a participação modesta no mercado parece não ser problema para o Google. Se tiver sucesso na criação de um bom serviço de música, o Google poderá expandi-lo rapidamente por sua base planetária de usuários. 

A Songza tem 40 funcionários que, agora, trabalham para o Google. A empresa diz que o serviço e os apps da Songza seguirão inalterados por enquanto. Mas a equipe deve se mudar para o escritório do Google em Nova York.

Lá, eles devem trabalhar na incorporação da tecnologia da Songza ao Google Play Music e, possivelmente, também ao YouTube.

Algoritmos x humanos

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Oculus compra empresa que projetou controle do Xbox 360

A equipe da Carbon Design projetou o joystick do Xbox 360 e o Kinect, da Microsoft, baseado em sensores de voz e movimento

Wikimedia Commons
A empresa especializada em realidade virtual Oculus VR anunciou nesta terça-feira o acordo para a compra da Carbon Design, companhia americana responsável pelo design do joystick do Xbox 360.

A Oculus, que pertence ao Facebook e cujos óculos de realidade virtual, os Oculus Rift, revolucionaram o mundo dos videogames, consegue, com esta aquisição, um passo definitivo para o desenvolvimento desta nova modalidade de jogo, que transporta o jogador para um ambiente de ficção absolutamente envolvente.

"Temos a satisfação de anunciar que adquirimos a equipe de Carbon Design, uma dos melhores do país em design industrial e engenharia de produto, com mais de 50 prêmios que respaldam isso", afirmou o comunicado da Oculus VR, sem detalhar o valor da operação.

A equipe da Carbon Design projetou o joystick do Xbox 360 e o Kinect, da Microsoft, baseado em sensores de voz e movimento, e no final do verão passará a fazer parte do grupo de engenheiros de produto da Oculus, que continuará em sua sede em Seattle (Washington).

Em sua última conferência de desenvolvedores de software, realizada em San Francisco no final de abril, o Facebook apresentou os óculos de realidade virtual Oculus Rift, que pôs à disposição dos convidados para testarem e avaliarem.

Com um formato que lembra óculos de esqui, o Oculus Rift isola completamente o usuário do entorno e o coloca em uma realidade virtual tridimensional e envolvente, já que os óculos permitem a mudança constante de ângulo.

O Facebook anunciou a compra da Oculus VR em 25 de março por US$ 2 bilhões, uma operação que provocou algumas críticas do setor dos videogames, onde a Oculus é muito bem avaliada, e que entenderam que a aquisição pela maior rede social do mundo era contrária à natureza da empresa.

segunda-feira, 19 de maio de 2014

AT&T compra da DirectTV por US$ 67,1 bi, com dívida

Segundo a AT&T, a transação deverá provocar redução de custos

Wikimedia Commons
A AT&T anunciou acordo definitivo para aquisição da DirectTV em transação por meio de ações e dinheiro, avaliada em US$ 67,1 bilhão, com base no preço de US$ 95,00 por ação da DirectTV e incluindo sua dívida líquida. O acordo foi aprovado por unanimidade pelo conselho de ambas companhias.

"A transação combina forças complementares para a criação de um novo competidor único com capacidades sem precedente em mobilidade, vídeo e serviços de banda larga", disse a AT&T em comunicado sobre o negócio.

A DirectTV é provedora de TV paga nos Estados Unidos e na América Latina e a AT&T operadora de telefonia móvel e de banda larga nos Estados Unidos, com uma rede que cobre mais de 70 milhões de consumidores no país.

Segundo a AT&T, a transação deverá provocar redução de custos, em consequência da sinergia das operações, de US$ 1,6 bilhão ao ano após o terceiro ano da conclusão do negócio. Tal sinergia deve ocorrer majoritariamente em consequência de um ganho de escala no segmento de vídeo.

Os acionistas da DirectTV receberão US$ 95,00 por ação segundo os termos da fusão que compreendem: US$ 28,50 por ação em dinheiro e US$ 66,50 por ação da AT&T.

A compra implica num valor total das ações de US$ 48,5 bilhões e da transação como um todo de US$ 67,1 bilhões, incluindo a dívida da DirectTV. 

O valor da transação prevê um múltiplo ajustado do Ebitda estimado para 2014 da DirectTV de 7,7 vezes.

Após a transação, os acionistas da DirectTV serão detentores de entre 14,5% e 15,8% das ações da AT&T, em base totalmente diluída em relação ao número de ações no mercado da AT&T.

A porção paga em dinheiro deve ser financiada pela AT&T por meio de uma combinação de caixa, venda de ativos não principais, linhas já contratadas de financiamento e transações oportunísticas no mercado de dívida.

A AT&T explicou ainda no comunicado que para facilitar o processo de aprovação do acordo junto as autoridades latino-americanas, a AT&T pretende vender sua participação da América Móvil e imediatamente deixar o conselho de diretores da companhia.

Segundo o website da América Móvil, a AT&T possui três pessoas no conselho da empresa.

A participação da AT&T na América Movil soma US$ 6 bilhões. A venda deve encerrar a longa relação das duas das maiores empresas de telecomunicações do mundo, que tem traços pessoais.

O diretor-executivo da AT&T, Randall Stephenson trabalhou para a América Móvil, de Carlos Slim, no México durante a década de 1990.

Slim, um bilionário que detêm 40% de participação na América Móvil, serviu como conselheiro da SBC Communications, que precedeu a AT&T, até 2004.

A SBC e Slim adquiriram a Telefonos de Mexico (Telmex) quando foi privatizada em 1990. A Telmex foi posteriormente cindida com a criação da América Móvil.

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Fundador da Beats aparece em vídeo confirmando compra pela Apple

Reprodução
Na noite de quinta-feira, surgiu com força o rumor de que a Apple estaria negociando a compra da Beats Electronics, empresa fundada pelo rapper Dr Dre, que produz os fones de ouvido tão famosos. Logo foi divulgado um vídeo no Facebook, no qual Dre parece confirmar o negócio ao se gabar de ser “o primeiro bilionário do hip-hop”.

O vídeo foi postado na página do ator Tyrese Gibson, que reitera o valor de US$ 3,2 bilhões e solicita à Forbes, revista que tradicionalmente organiza o ranking das pessoas mais ricas do mundo, a rever sua lista, porque Dre acabou de entrar no “clube dos bilionários”.

O vídeo não confirma exatamente que a Apple concluiu a compra, mas dá a entender que, de fato, existe uma negociação prestes a gerar muito dinheiro para Dr Dre, fundador da Beats.

Para quem não acompanha o mercado de tecnologia, todas as grandes fusões e aquisições sempre são tratadas com sigilo até que elas sejam concluídas com sucesso. Por isso, você nunca vai ouvir da boca de nenhum executivo da Apple nada sobre qualquer negociação antes de ela ser finalizada.

Assim, não seria surpresa se o alto escalão da Apple ficasse muito zangado com o “vazamento” das informações. Isso também explicaria o fato de o vídeo ter sido removido do Facebook. Há, no entanto, várias cópias já circulando no YouTube. Uma delas pode ser conferida abaixo:


Apple tenta comprar empresa de áudio Beats por US$ 3,2 bilhões

Reprodução
A Apple está próxima de concluir a maior aquisição de sua história. Segundo o Financial Times, a empresa está perto de fechar a compra da Beats Electronics, responsável pelos famosos fones de ouvido que carregam o nome da marca, e que agora possui um serviço de streaming de música.

A compra da empresa fundada por Jimmy Iovine e o astro do rap Dr. Dre pode ser anunciada na semana que vem, de acordo com a reportagem. Fontes familiarizadas com a negociação afirmam que o negócio está próximo da conclusão, mas ainda não está definido. Alguns detalhes ainda podem desmanchar toda a transação.

Quem acompanha a Apple sabe que é estranha uma aquisição deste porte. Desde a época de Steve Jobs, a companhia sempre se manteve discreta, evitando comprar empresas de renome como a Beats, que também representam um gasto muito alto. Essa seria uma cisão entre o modelo Jobs e o estilo Tim Cook de dirigir a maçã.

Segundo a publicação, o acordo inclui o serviço de streaming de músicas lançado neste ano e os negócios de equipamento para áudio. Assim, a marca Beats passaria a pertencer à Apple.

No ano passado, em setembro, a Beats recebeu um investimento de US$ 500 milhões do Carlyle Group, que avaliou a empresa em US$ 1 bilhão. Caso a quantia se confirme, significaria que seu valor foi triplicado em menos de um ano.

Matéria publicada em http://olhardigital.uol.com.br/pro/noticia/41897/41897

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Microsoft finalmente conclui compra da Nokia

Divulgação
Quase oito meses após anunciar que compraria as principais divisões da Nokia, a Microsoft enfim concluiu o negócio. Em comunicado, a companhia informa ter obtido aprovação dos acionistas da Nokia e de autoridades regulatórias pelo mundo todo.

Quem era cliente da Nokia passa a ser responsabilidade da Microsoft, que assumirá todas as garantias dos consumidores a partir de 25 de abril. E nada foi dito sobre a possível morte da marca Nokia, que pelo menos internamente passa a se chamar Microsoft Mobile.

Stephen Elop, agora ex-CEO da Nokia, tornou-se vice-presidente do Microsoft Devices Group, que comanda os negócios de smartphones e tablets Lumia, Xbox, Surface, produtos Perceptice Pixel (PPI) e acessórios. 

"Hoje incorporamos as divisões Nokia Devices e Services à nossa família. As capacidades móveis e ativos que trazem avançará nossa transformação", comenta o CEO da Microsoft, Satya Nadella. "Junto com nossos parceiros, continuamos focados em entregar inovação mais rapidamente em nosso mundo direcionado à mobilidade e computação em nuvem."

A intenção de compra foi divulgada em setembro passado, quando o então CEO Steve Ballmer anunciou que pagaria US$ 7,2 bilhões para ficar com parte da Nokia. Começava, então, um longo caminho em busca de aprovações que só encerrou há duas semanas. Isso era necessário porque a finlandesa é uma companhia global, então vários países onde atua precisavam concordar com os termos do negócio.

A Microsoft ficará com aproximadamente 25 mil funcionários que a Nokia tem pelo mundo, descontando os das fábricas na Coreia do Sul e na Índia, que não serão incorporadas.

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Google compra fabricante de drones cobiçada pelo Facebook

Divulgação
O Google anunciou nesta segunda-feira a compra da Titan Aerospace, empresa que produz drones capazes de atingir altitudes elevadas. A empresa, capaz de criar aeronaves não-tripuladas movidas a energia solar, deve se juntar aos esforços do Google em captação de imagens aéreas e distribuição de sinal de internet para locais remotos.

Os valores envolvidos na negociação não foram revelados, mas imagina-se que tenha sido uma passada de perna no Facebook. Recentemente foi especulado que a rede social planejava comprar esta mesma empresa para fazer parte de seu projeto de levar internet para locais pobres.

O plano da companhia de Mark Zuckerberg já foi oficializado, mas não deve ter a participação da Titan. O Facebook já adquiriu uma empresa britânica chamada Ascenta, que também cria veículos aéreos não-tripulados movidos por energia solar pelo valor de US$ 20 milhões.

Segundo o Wall Street Journal, os cerca de 20 funcionários da Titan continuarão trabalhando no Novo México sob o comando do CEO Vern Raburn, que ocupou altos cargos na Symantec e Microsoft.

Como já dito, a equipe se unirá ao Project Loon, que desenvolve balões adaptados para altitudes elevadas para distribuição de sinal de internet. Possivelmente com a chegada da Titan, o projeto terá uma tecnologia mais refinada.

A publicação cita também que a Titan pode se envolver com outro projeto do Google chamado Makani, que desenvolve uma turbina de vento aérea que poderá gerar energia de forma mais eficiente. O foco da equipe será o design avançado de matérias para veículos voadores leves e a criação de algoritmos para previsão de vento e planejamento de voo.

Outro salto que a Titan pode dar para o Google é no Maps. A empresa criadora dos drones diz que seus dispositivos são capazes de coletar imagens em tempo real e em alta resolução do solo. Em comunicado, o Google diz que “os veículos também poderiam ajudar em alívios de desastres ou evitar desmatamento”.

Curiosamente, a Titan ainda não possui nenhum produto no mercado. Segundo seu site, o início das operações comerciais aconteceria apenas em 2015. Contudo, a empresa também diz que seus drones são capazes de distribuir sinal de internet com velocidade de 1 Gbps com o equipamento de comunicações adequado.

terça-feira, 25 de março de 2014

URGENTE: Facebook compra empresa do Oculus Rift

Por Leandro Lima

Mais uma surpresa do titio do Facebook, Mark Zuckerberg!

Divulgação
Ja não basta ter comprado o Whatsapp por US$ 16 bilhões, o Facebook anunciou a compra da Oculus VR, empresa responsável pelo desenvolvimento do Oculus Rift. O dispositivo de realidade virtual frequentemente é apontado como o futuro dos games e mostra que a rede social está disposta a entrar no mercado de jogos. 

O preço ? US$ 2 bilhões, divididos entre dinheiro e ações do Facebook. 

São US$ 400 milhões em dinheiro desembolsados pela empresa de Mark Zuckerberg e mais 23,1 milhões de ações da empresa. Como elas estão avaliadas atualmente em US$ 69,35, elas totalizam US$ 1,6 bilhões. 

E mais US$ 300 milhões caso algumas metas pré-estabelecidas sejam alcançadas. 

Então surge a pergunta: o que o Facebook quer com uma tecnologia que é, geralmente, associada a jogos ? 

A primeira possibilidade são, realmente os games, mas Zuckerberg não quer parar aí. 

"Depois dos jogos, faremos do Oculus uma plataforma para muitas outras experiências. Imagine-se sentar ao lado de uma quadra para assistir esportes, estudar em uma classe cheia de alunos e professores de todos os lugares do mundo ou consultar um médico rosto a rosto, apenas colocando óculos em seu rosto", diz Mark Zuckerberg, em post em seu perfil na rede social. 

Para Zuckerberg, o investimento é uma chance de "se preparar para as plataformas de amanhã". "A Oculus tem a chance de criar a plataforma mais social de todos os tempos, mudando a forma como trabalhamos, nos divertimos e comunicamos", afirma ele em comunicado. 

Mas o que é o Oculus Rift ? 

Divulgação
O Oculus Rift, é uma espécie de óculos onde o usuário entra em um ambiente 3D, e tem, por assim dizer, a visão do personagem do jogo, aumentando o nível de jogabilidade, por isso é apontado como o futuro dos games. 

Nos resta esperar para ver o que Mark Zuckerberg fará com tal tecnologia. 

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Fundadores do WhatsApp entram para a lista dos bilionários

Após venda do aplicativo para o Facebook por U$ 19 bilhões de dólares, os fundadores Jan Koum e Brian Acton possuem agora US$ 6,8 e US$ 3 bilhões, estima Forbes

Reprodução/Facebook/Jan Koum
Jan Koum e Brian Acton acordaram nesta quinta-feira fazendo parte do seleto grupo de pessoas com mais de 10 dígitos em suas contas bancárias. Os fundadores do WhatsApp são os mais novos bilionários que chegaram nesta marca graças ao Facebook.

Mark Zuckerberg anunciou ontem, por sua conta oficial na sua rede social, que irá comprar o aplicativo de mensagens instanâneas por 19 bilhões de dólares, sendo 4 bilhões em dinheiro, 12 em ações e os outros três em forma de pagamento a decidir.

Jan Koum, um dos fundadores e o presidente do Whatsapp, era dono de 45% de sua companhia, o que o deixa com uma fortuna de 6,8 bilhões de dólares, segundo cálculos da revista Forbes. Brian Acton, co-fundador, possuía 20% da empresa e agora têm nas mãos 3 bilhões de dólares.

Koum, além dos bilhões, ficou também com uma cadeira na mesa executiva do Facebook. Ironicamente, o ucraniano que migrou para os Estados Unidos aos 16 anos e seu sócio haviam tentado uma vaga na equipe da rede social em 2007, mas não foram aceitos.

O criador do Whatsapp aprendeu computação sozinho e chegou a fazer parte de alguns grupos de hackers, até entrar para o Yahoo em 2004, onde conheceu Acton. Em 2007 deixaram a empresa e, após a decepção de terem seus currículos negados por Zuckerberg, passaram um ano viajando pelo mundo.

Em 2009, o surgimento do iPhone e da App Store chamou a atenção de Koum, que se juntou ao amigo para desenvolver um aplicativo que colocasse o status dos contatos do telefone ao lado dos seus nomes. Frases como "não posso falar", "estou na academia" e "minha bateria vai acabar".

Assim começou o WhatsApp, que logo passou de compartilhamento de status para troca de mensagens instantâneas, o que gerou 250.000 downloads em 2009. 

No fim de 2013, esse número já havia chegado a 200 milhões, e a pequena start up que começou com duas pessoas hoje tem 50 funcionários. Ela estava com planos de se mudar para uma nova sede e dobrar o número de empregads.

Um fundo de investimentos a avaliou em 1,5 bilhão de dólares. O Facebook achou que o WhatsApp vale pelo menos 12 vezes mais.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Facebook compra WhatsApp por US$ 16 bilhões

Divulgação
O Facebook anunciou nesta quarta-feira uma bomba: a empresa comprou o WhatsApp, responsável pelo popular aplicativo de bate-papo em celulares, pelo valor de US$ 16 bilhões. O pagamento será dividido entre ações e dinheiro.

Os donos do WhatsApp receberão US$ 4 bilhões em dinheiro pela aquisição, além de outros US$ 12 bilhões em ações do Facebook.

Jam Koum, cofundador do WhatsApp e CEO da empresa, se tornará um executivo do Facebook. Ele também se tornará membro do quadro de diretores de seu novo empregador.

A compra é, disparada, a maior já feita pelo Facebook. Em 2012, a empresa adquiriu o Instagram por US$ 1 bilhão, mas desde então pouco fez com o serviço e até hoje não conseguiu rentabilizá-lo.

A impressão que fica sobre a fusão é que a rede social comprou o serviço para tirá-lo do mercado. O WhatsApp tem 400 milhões de usuários, competindo diretamente com o Facebook Messenger.

Inclusive, os últimos esforços da rede social foram no sentido de tornar seu app de mensagens mais competitivos com o WhatsApp, tornando-o mais agradável visualmente e adicionando a possibilidade de adicionar contatos pelo número de telefone, sem necessidade de tê-lo em sua lista de amigos da rede social.

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Zuckerberg, o criador do Facebook, postou em seu perfil na rede social a seguinte declaração:




segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Google adquire startup SlickLogin de identificação segura

Empresa israelense criou um sistema de segurança por identificação sonora, o que pode vir a substituir as usuais senhas

Divulgação
O Google adquiriu a startup israelense SlickLogin, desenvolvedora de um sistema de identificação através de som inteligente para ser usado como um possível substituto de senhas ou outros sistemas de identificação. As informações são do site Mashable.

Em comunicado oficial no site da empresa, os israelenses expressaram animação pelo negócio. “Hoje nós estamos anunciando que a equipe está se juntando ao Google, uma empresa que compartilha nossas crenças fundamentais, de que o login deve ser fácil em vez de frustrante, e a autenticação eficaz, sem ficar no caminho.

Ficamos contentes em trabalhar com uma empresa que está empenhada em fazer uma internet mais segura”.

Os sócios Or Zelig, Eran Galili e Ori Kabeli só começaram a desenvolver seu produto em agosto do ano passado. A empresa só foi fundada no final de dezembro de 2013.

De acordo com analistas, a startup irá se juntar ao centro de pesquisa e desenvolvimento do Google em Israel, onde fará parte de uma equipe que vem trabalhando em segurança e tecnologia de autenticação.

A aquisição do Google vem em meio a uma onda de investimentos no segmento de segurança de Internet. Na semana passada, o gigante de buscas adquiriu Incapsula e Skyfence que são startups de segurança na nuvem.

Os valores da transação ainda não foram revelados.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Depois de vender Motorola, Google compra 5,94% da Lenovo

Gigante de busca teria comprado US$ 750 milhões em ações da empresa chinesa, para quem vendeu a Motorola na semana passada

Getty Images
Depois de vender a divisão de celulares da Motorola para a Lenovo, no último dia 29, o Google anunciou hoje a compra de 5,94% da empresa chinesa por 750 milhões de dólares.

A informação foi registrada nesta sexta-feira na Bolsa de Valores de Hong Kong. De acordo com o documento, o Google teria comprado hoje 618,3 milhões de ações por 1,213 dólar de Hong Kong cada.

O negócio foi fechado no mesmo dia que o gigante de busca vendeu oficialmente a Motorola Mobility para a fabricante chinesa por 2,9 bilhões de dólares. E responde, em parte, o motivo de a empresa ter vendido a Motorola por um quarto do preço dias antes.

O Google pagou 11,5 bilhões de dólares pela divisão de celulares da Motorola em 2011, com a intenção de ofertar seu próprio smartphone. Mas, ainda que o gigante de buscas tenha ficado com as patentes da marca de celulares, a Motorola não rendeu lucros ao Google.

Em 2013, a empresa de celulares teve prejuízo de 928 milhões de dólares, ante os 616 milhões perdidos em 2012.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Google vende Motorola para a Lenovo por US$ 2,9 bilhões

Reprodução
Depois de ser comprada pelo Google por US$ 12,5 bilhões em 2012, a Motorola mudou de mãos novamente. A empresa passa a ser parte da Lenovo graças a um acordo selado nesta quarta-feira entre a gigante das buscas e a empresa chinesa.

O acordo prevê a transferência de US$ 2,91 bilhões, e a forma de pagamento inclui dinheiro e algumas ações da companhia chinesa.

A venda foi confirmada pelo Google em comunicado divulgado para imprensa e investidores nesta quarta-feira. A empresa diz que manterá a maior parte das patentes da Motorola, incluindo as novas aplicações e invenções feitas sob seu comando.

Contudo, a Lenovo receberá uma licença para utilização do portifólio de patentes e outras propriedade intelectuais, além de receber outras 2 mil patentes, a marca "Motorola" e as marcas registradas.

Quando o Google comprou a Motorola em 2012, a ideia era adquirir as patentes registradas pela Motorola Mobility. De quebra, recebeu também uma fabricante de smartphones que lançou sob o slogan de "a Google Company" o Moto X e o Moto G, além de outros aparelhos restritos ao mercado americano. 

No entanto, a Motorola nunca deu lucro para o Google. Trimestre após trimestre, a sua aquisição pesava ainda mais nos cofres da desenvolvedora do Android. Isso provavelmente deve ter motivado a venda. 

"A aquisição de uma marca icônica, com uma linha de produtos inovadores e uma equipe incrivelmente talentosa globalmente fará a Lenovo se tornar imediatamente um competidor forte no ramo de smartphones", diz Yang Yuanqing, da Lenovo, lembrando do histórico da empresa em abraçar outras marcas como o Think da IBM. Hoje a empresa é uma das maiores no ramo de PCs.

Larry Page, CEO do Google, vê a venda como uma nova oportunidade. "A Lenovo tem a experiência para levar a Motorola Mobility para o posto de uma das maiores marcas no ecossistema Android. A venda permitirá ao Google devotar a nossa energia para a inovação no Android para o benefício de usuários de smartphones em todo o mundo.

Já Dennis Woodsite, CEO da Motorola Mobility, vê a mudança de ares como uma forma de "um caminho rápido para atingir a meta de alcançar as próximas 100 milhões de pessoas com internet móvel". "Com os lançamentos recentes do Moto X e o Moto G, estamos em grande aceleração e a experiência da Lenovo com hardware e seu alcance global podem ajudar a ampliar isso", diz ele no comunicado.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Google comprará empresa de inteligência artificial DeepMind

Getty Images
O Google anunciou no domingo que fez acordo para comprar a companhia de inteligência artificial DeepMind Technologies.

O site especializado Re/code publicou que o preço da transação é de 400 milhões de dólares, mas não citou fontes.

Um porta-voz do Google não comentou sobre o preço e representantes da DeepMind não puderam ser contatados de imediato.

Fundada em Londres em 2012 por Demis Hassabis, Shane Legg e Mustafa Suleyman, a Deepmind usa algoritmos de aprendizado geral para aplicações como simulações, comércio eletrônico e jogos.

O Google, que está trabalhando em projetos que incluem carros autonômos e robôs, se voltou nos últimos anos para o campo da inteligência artificial.

Em 2012, a companhia contratou Ray Kurzweil, considerado um dos principais nomes da inteligência artificial e em maio anunciou uma parceria com a agência espacial norte-americana (Nasa) e com várias universidades para lançar o Quantum Artificial Inteligence Lab.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Nest, nova compra do Google, fatura com gadgets inteligentes

O Google anunciou a compra da empresa por 3,2 bilhões de dólares; comando permanece com fundadores

Divulgação
Um termostato que desliga quando a casa está vazia e pode ser controlado pelo celular é o produto mais conhecido da Nest, empresa comprada pelo Google por 3,2 bilhões de dólares nesta semana.

A Nest Labs foi criada pelos ex-executivos da Apple Tony Fadell e Matt Rogers. Fadell foi um dos chefes da divisão de música da empresa até 2008 e é considerado um dos inventores do iPod.

Criada em 2010, a empresa já tem produtos nos Estados Unidos, no Reino Unido e no Canadá. Além do termostato, vende um detector de fumaça inteligente, capaz de alertar os moradores de onde está a fumaça, facilitando a saída em caso de incêndios.

A empresa já havia levantado mais de 80 milhões de dólares em investimento. Entre os investidores da Nest estão o Intertrust, a Lightspeed e o próprio Google, através do Google Ventures.

Em nota Larry Page, CEO do Google, disse que os empreendedores da Nest conseguiram montar um time extraordinário. “Eles já estão entregando produtos excelentes que você pode comprar hoje mesmo – termostatos que economizam energia e sensores de fumaça que podem ajudar a manter sua família segura”, disse. Com a aquisição, o mercado especula que o Google esteja querendo reforçar sua atuação com gadgets domésticos. 

A Nest, que tem sede na Califórnia, continua sob o comando de Fadell e não deve ser incorporada sob a marca Google. O negócio deve ser finalizado nos próximos meses.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Samsung busca aquisições para se fortalecer em software

A Samsung Electronics Co. está intensificando sua busca por aquisições e aumentando sua presença no Vale do Silício para tentar superar sua principal fragilidade: o software.

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Bloomberg News
A empresa sul-coreana se tornou a maior fabricante mundial de smartphones, com aparelhos atraentes que chegam ao mercado de forma rápida e barata. Mas para prosperar num mercado de dispositivos móveis cada vez mais dominado por especialistas em software como Apple Inc., Google Inc. e Microsoft Corp. — que comprou a divisão de telefones da Nokia Corp.  no mês passado—, a Samsung quer se tornar também uma potência no software.

No início do ano, a Samsung estava entre as candidatas a adquirir a israelense Waze Ltd., serviço de mapeamento para celulares, segundo pessoas a par do tema. Em julho, o Google acabou comprando a Waze por cerca de US$ 1,1 bilhão, negócio que ainda está sendo analisado pela Comissão de Comércio Federal dos Estados Unidos. De acordo com uma fonte, antes de começar a negociar uma aquisição, a Samsung procurou a Waze para fazer um grande investimento e fechar uma parceria.

A Samsung tem em vista muitas outras novas firmas de software, em especial nas áreas de jogos, buscas na internet em aparelhos móveis, redes sociais móveis e serviços de mapas, segundo funcionários da empresa e um documento interno analisado pelo The Wall Street Journal.

O documento, uma apresentação sobre fusões e aquisições preparada em fevereiro pela divisão da Samsung que trabalha com iniciativas de software, detalha as razões da empresa para ampliar sua presença em cada categoria e apresenta possíveis metas de aquisição e investimento.


[image]Segundo o documento, a Samsung já avaliou firmas novatas como a Unity Technologies, que desenvolve plataformas para jogos, e a Green Throttle Games Inc., que fabrica controladores de jogos e software para conectar dispositivos móveis a televisores. Ela também considerou a Atari Inc., pioneira dos videogames, que a Samsung poderia ter usado para oferecer jogos clássicos como Asteroids e Pong com exclusividade em seus celulares. A Atari leiloou alguns de seus ativos este ano como parte de sua recuperação judicial, após rejeitar ofertas de empresas interessadas em seu portfólio de jogos.

A Samsung também estudou a Glympse, empresa de Seattle que permite ao usuário compartilhar sua localização com os amigos — serviço que a Samsung acredita que pode ser integrado às funções de calendário e contatos já existentes em seus celulares, o que lhe permitiria diferenciar-se das concorrentes.

Primeiro, a Samsung procurou a Glympse no início de 2012 e lançou a ideia de um investimento, embora as conversas ainda estejam em curso, segundo uma pessoa a par do tema. Em setembro, a Glympse apresentou um aplicativo para o relógio inteligente Galaxy Gear, da Samsung.

Em outra parte do documento, a Samsung menciona como um possível alvo a Everything.me, de Tel Aviv, que desenvolve um motor de busca para celulares. Também estudou outra firma israelense, a Rounds, que faz aplicativos para bate-papo em vídeo e pode ajudar a Samsung a competir com o FaceTime, da Apple, e o Hangouts, do Google.

A Samsung não quis comentar os planos de aquisição.

Nos últimos meses, a Samsung iniciou as obras de um grande centro de pesquisas perto da sede da Apple e lançou uma incubadora para novas firmas de software, com sedes em Palo Alto, na Califórnia, e em Manhattan, Nova York. Ela fará investimentos iniciais em firmas jovens, em especial nas que desenvolvem software para aparelhos Samsung.

A Samsung tem US$ 1,1 bilhão para investimentos em capital de risco e em firmas em estágio inicial nos EUA. Ela também tenta "roubar" engenheiros de software de suas rivais. Este mês, em San Francisco, ela realizará sua primeira conferência para desenvolvedores, um passo importante para criar um "ecossistema" de aplicativos exclusivos para seus celulares e tablets.

Essa entrada agressiva no quintal das suas rivais não é típica da Samsung, empresa que sempre manteve suas operações muito centralizadas e evitou fazer negócios com firmas externas. A ênfase na autossuficiência é tão profunda que a Samsung fabrica cerca de 90% dos seus produtos dentro das suas próprias fábricas.

Executivos da empresa qualificam a recente mudança como um complemento aos seus esforços de pesquisa e desenvolvimento, que continuam substanciais.

No ano passado, a companhia gastou US$ 10,8 bilhões em pesquisa e desenvolvimento e manteve 67.000 funcionários dedicados a ajudá-la a manter a sua vantagem nos mercados mundiais de televisores, semicondutores e eletrodomésticos.

Até agora, porém, suas tentativas de desenvolver um software próprio para seus celulares — que representam quase 70% dos lucros operacionais da Samsung — não acertaram o alvo.

No Vale do Silício, a Samsung está desenvolvendo o Tizen em conjunto com a Intel Corp. Se esse novo sistema operacional se popularizar, ele poderia reduzir a dependência da empresa do Android, sistema do Google que é a base da grande maioria dos seus aparelhos móveis.