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sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

China proíbe jogo de computador por segurança nacional

Jogo de tiros para computador Battlefield foi proibido na China por questões de segurança nacional pois tem como enredo uma conspiração militar

Tim Bartel/Wikimedia Commons
A quarta parte do jogo de tiros para computador "Battlefield" foi proibida na China"por questões de segurança nacional" pois tem como enredo uma conspiração militar contra o governo local.

O game, desenvolvido pela Electronic Arts (EA) e lançado em outubro, não poderá ser vendido no mercado chinês, assim como qualquer produto relacionado a ele, segundo um comunicado do Ministério de Cultura divulgado nesta sexta-feira pelo site chinês "PCgames.com.cn".

"Battlefield 4" é ambientado em 2020, quando um comandante militar, o Almirante Chang, planeja um golpe de Estado contra o governo chinês, apoiado pela Rússia e deixando Pequim a beira de uma guerra com os Estados Unidos.

O usuário do jogo pode escolher combater ao lado das forças chinesas, russas ou americanas.

Antes do lançamento do jogo, jornais militares chineses tinham criticado seu conteúdo e o classificaram como propaganda estrangeira.

O título em mandarim do game está bloqueado nas redes sociais chinesas, mas alguns jogadores locais conseguiram baixá-lo da internet com outros nomes.

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Guerra contra refrigerantes ameaça Coca-Cola no México

A batalha contra os refrigerantes açucarados, salientada na tentativa fracassada do prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, de proibir refrigerantes grandes, se espalhou agora para o México, há muito um dos principais mercados da Coca-Cola.

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El Poder del Consumidor
Durante essa temporada de verão no hemisfério norte, uma campanha de conscientização pública espalhou anúncios por ônibus e outdoors pela Cidade do México, mostrando uma pilha com 12 colheres cheias de açúcar ao lado de uma garrafa de 600 mililitros de refrigerante. Os anúncios perguntam: "Você comeria 12 colheres de açúcar? Por que você bebe refrigerante?".

A campanha publicitária tem incentivado um novo movimento para conter o consumo excessivo de refrigerantes no México.

Como os Estados Unidos, o México está batalhando para combater uma epidemia de diabetes, doença que está intimamente ligada à obesidade.

O México ultrapassou recentemente o país vizinho, famoso pela obesidade de sua população, assumindo o primeiro lugar em um ranking de países mais gordos do mundo com população de 100 milhões ou mais, de acordo com um relatório da Organização das Nações Unidas.