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quinta-feira, 17 de abril de 2014

Modelo do Google Glass esgota em dia único de venda

Óculos inteligentes saíram na terça à venda nos EUA pela primeira vez ao público geral por US$ 1.500 mais impostos em cinco modelos de diferentes cores

Reprodução
O Google, que na última terça, lançou à venda nos Estados Unidos apenas por um dia seu protótipo de óculos inteligentes, o Google Glass, informou nesta quarta-feira que já esgotou um dos cinco modelos oferecidos ao público.

Por meio de uma mensagem no perfil do Google Glass na rede social Google +, a empresa indicou que a totalidade de exemplares de óculos de cor branca tinham sido vendidas, enquanto em outra mensagem deu por terminada a jornada única de venda e deixou aberta a porta para a repetição do evento em próximas ocasiões.

"Ficamos sem lugar no programa explorador por enquanto, mas pode ser que tenhamos mais pra compartilhar em breve", afirmou, em referência ao programa que serve à companhia para pôr o aparelho ao alcance de usuários, obter seus comentários, descobrir novas formas de utilizá-lo e melhorá-lo antes de seu lançamento definitivo.

Os óculos inteligentes do Google saíram na terça-feira à venda nos EUA pela primeira vez ao público geral por US$ 1.500 mais impostos em cinco modelos de diferentes cores: brancos, vermelhos, azuis, cinzentos e pretos; e os únicos requisitos para poder comprá-los eram ser maior de 18 anos e residir no país.

As compras aconteceram exclusivamente pela internet, de modo que não se produziram as clássicas filas de compradores na rua quando se lança um novo aparelho tecnológico.

Com a exceção da terça-feira, a única maneira possível de adquirir os óculos inteligentes do Google, que incorporam uma pequena tela no canto direito sobre o qual se projeta informação, continua sendo através de um convite especial da própria companhia, um sistema pelo que estes só chegaram a 15 mil pessoas até agora.

Além de permitir a navegação pela internet, os óculos inteligentes do Google também gravam vídeo e fazem fotografias, apesar de o número de aplicativos disponíveis para o dispositivo ser ainda muito reduzido.

A data de venda oficial do Google Glass, um produto do qual se começou a falar no final de 2011, será em algum momento do segundo semestre do ano, e há boatos que a companhia poderia diminuir o preço final de seu óculos até US$ 600.

terça-feira, 15 de abril de 2014

Google Glass estará à venda hoje nos EUA por US$ 1.500

O Google venderá o Glass hoje apenas para americanos por 1.500 dólares; é a primeira vez que o Glass será vendido abertamente

Reprodução/Flickr/thomashawk
Hoje, a partir das 10 horas do horário de Brasília, o Google fará as primeiras vendas abertas do Google Glass. O preço de venda dos óculos inteligentes da empresa será de 1.500 dólares, além dos impostos sobre compras.

Até hoje, o Google havia sido vendido apenas para compradores selecionados. Eram os chamados Explorers (Exploradores, em português). Eles eram pessoas escolhidas pela empresa e que poderiam pagar para ter o Glass.

Hoje será diferente. Ele estará à venda para qualquer pessoa que tenha nacionalidade americana, um endereço de entrega dentro dos Estados Unidos e mais de 18 anos de idade.

Para realizar a compra, é preciso entrar neste site a partir do horário de venda para adquirir os óculos.

Mesmo hoje, as unidades à venda serão limitadas. Muito provavelmente, portanto, o tempo para a compra não será muito longo.

Com os 1.500 dólares, o comprador receberá um Google Glass e ainda poderá escolher por lentes corretivas ou lentes escuras.

O Google pediu desculpas a outros países por só vender nos Estados Unidos por enquanto. Eles afirmam que ainda não estão prontos para vender o Google Glass em outros países.

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Google Glass começa a ser vendido em 15 de abril

Divulgação
O Google finalmente vai liberar a venda do Google Glass sem necessidade de convite. A venda do dispositivo começará no dia 15 de abril e será feita apenas nos Estados Unidos. O aparelho poderá ser comprado apenas em um número limitado de localidades por US$ 1,5 mil, em torno de R$ 3,3 mil.

Os aparelhos ainda serão vendidos como parte do "Glass Explorer Program", em que os usuários compram o aparelho que ainda está longe de sua versão comercial final, para enviar suas opiniões para o Google e para ter novas ideias de recursos para serem desenvolvidos para a plataforma.

Até hoje, para adquirir um Google Glass, era necessário enviar uma solicitação para o Google e pagar US$ 1,5 mil pelo aparelho caso o pedido fosse aprovado. Também era possível obter convites de outras pessoas que já faziam parte do programa de testes.

Como todos as unidades do Glass neste programa, o preço continua o mesmo, mais alguns impostos. Não está claro quantas unidades estarão disponíveis para o público interessado ou se haverá limites.

A oferta do dia 15 de abril incluirá também as armações da coleção Titanium, para quem precisa usar o Glass com lentes de grau com algum estilo.

O Google diz que as vendas começam a partir das 6 da manhã no horário da Califórnia e a empresa está abrindo inscrições para o evento, já que o espaço é limitado.

A empresa também não dá nenhuma previsão de quando começará a vender o gadget fora dos Estados Unidos. "Nós simplesmente não estamos prontos para levar o Glass para outros países", diz o Google.

Aparentemente, este parece ser o último esforço do Google para testar o Glass antes da versão comercial final para consumidores. Não há data de lançamento oficial, mas espera-se que isso aconteça até o final do ano.

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Google Glass ajuda a salvar vida de homem com hemorragia

Hospital em Boston adota Google Glass na ala de emergência após gadget ter ajudado médico a salvar paciente com hemorragia no cérebro em cirurgia
Reprodução
A partir desta semana, todos os médicos da emergência do Beth Israel Deaconess Medical Center passarão a contar com o Google Glass. A decisão do hospital de Boston foi tomada após o gadget ter ajudado a salvar a vida de um paciente.

O episódio aconteceu durante uma cirurgia realizada em janeiro. Na ocasião, o médico Steven Horng operava uma pessoa com hemorragia no cérebro.

Graças ao Glass, ele pôde saber que o paciente tinha alergia a medicamentos contra hipertensão sem precisar consultar tablets ou computadores. A informação foi essencial para o sucesso do procedimento.

"Nós acreditamos que a possibilidade de acessar e confirmar informação clínica à beira do leito é um dos aspectos mais importantes do Google Glass", afirmou em texto sobre o assunto John Halamka, professor da Harvard Medical School ligado ao Beth Israel Deaconess Medical Center.

Glass para médicos

No caso em questão, a versão do Google Glass usada não é a mesma distribuída pelo Google aos desenvolvedores. O gadget foi modificado para atender melhor às demandas dos médicos pela Wearable Intelligence, uma companhia da área de computação vestível.

Os óculos inteligentes ganharam uma versão reformulada do sistema operacional Android. Entre outras alterações, ela restringe o acesso a redes sociais e conta com suporte para que o dispositivo reconheça mais termos médicos por meio de sua função de comandos de voz.

No começo do ano, Google Glass já havia sido usado para fazer outra cirurgia, também nos EUA. Este vídeo da Wearable Intelligence simula possíveis usos do gadget em ambientes hospitalares (está em inglês):


terça-feira, 11 de março de 2014

Soldados dos EUA devem ganhar 'Google Glass' militar

Divulgação
Os militares norte-americanos ganharão óculos inteligentes ao estilo Google Glass, mas cuja tecnologia vai muito além à que é encontrada no produto da gigante de buscas.

De acordo com o Mashable, as Forças Armadas do país terão um dispositivo capaz de medir distâncias, exibir planta de construções em três dimensões, transmitir vídeos a partir de um drone, entre outras coisas.

Com os óculos, um soldado poderia estudar dados como posições inimigas, localização dos companheiros, mapas da cidade, vídeos sobre o que eles podem encontrar pela frente etc.

Não há uma data definida para o começo dos testes com esse tipo de recurso, mas segundo Paul Wright, um dos chefes da BAE Systems – que oferece tecnologia para complementar os óculos -, primeiro um grupo seleto deve fazer uso da novidade. Caso dê certo, qualquer soldado poderia usar os óculos.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Google Glass ganha novos usos, do hospital ao aeroporto

As vendas oficiais dos óculos do Google ainda não começaram, mas experimentos ao redor do mundo dão uma ideia de como ele poderá ser usado nos próximos anos

Divulgação
O primeiro vídeo de apresentação do Google Glass mostrava pessoas usando os óculos inteligentes em diversas situações. Desde momentos corriqueiros, como um homem brincando com suas filhas, até outros mais exóticos, como um passeio de balão.

A primeira versão, disponível apenas para desenvolvedores, foi lançada pelo Google há um ano, em fevereiro de 2013. Poucas unidades foram vendidas a uma quantidade limitada de usuários depois disso. Estima-se que o Glass seja vendido de maneira ampla ainda este ano. De qualquer maneira, já é possível ver um pouco do futuro. Experimentos ao redor do mundo mostram como será possível utilizar os óculos para além de gravar um vídeo na rua ou mandar uma mensagem pelo aparelho.

“Eu acredito que o Glass pode mudar o que nós fazemos e como fazemos”, afirmou o doutor Paul Szotek, da Universidade de Saúde de Indiana, no site da universidade. Ele foi um dos dois médicos a utilizar o Google Glass em uma operação médica feita por lá. A operação era delicada. Os médicos retiraram um tumor e reconstruíram o abdômen de um paciente.

Durante quatro horas, os médicos usaram os óculos inteligentes para visualizar resultados de ressonâncias magnéticas e raios X. As ordens foram dadas aos óculos usando a voz e as imagens eram mostradas nas telinhas sem que eles precisassem olhar para outro lugar. “Esse tipo de tecnologia poderia realmente um impacto importante em como praticamos medicina”, afirmou o Dr. Szotek em depoimento no site de sua universidade.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

O Google diz o que você não deve fazer com o Google Glass

Usuários do óculos inteligente têm carta branca para explorar o mundo e usar comandos de voz, mas devem ter cuidado na hora de filmar ou fotografar

Divulgação
O Google publicou um pequeno manual de conduta para os usuários do Google Glass, os óculos inteligentes da empresa. A ideia é evitar constrangimentos - tanto para quem usa quanto para quem está em volta.

"Com novas tecnologias, surgem novas questões", afirmou o Google no texto publicado no site da empresa. Organizado em tópicos, o manual explica o que o usuário deve e não deve fazer quando estiver vestindo um Google Glass.

Explorar o mundo, usar comandos de voz e ser membro ativo da comunidade de usuários estão entre as condutas liberadas pela empresa. Entretanto, mais interessantes são os comportamentos a serem evitados - também descritos no texto.

Comporte-se

De acordo com o Google, o usuário deve pedir permissão sempre que for filmar ou fotografar com seu Google Glass. "Comporte-se como se você estivesse com um smartphone", sugere a empresa no texto.

Outras recomendações do Google para os usuários é que não usem o gadget durante a prática de esportes radicais e que não passem muito tempo usando os óculos.

"Não leia Guerra e Paz no Google Glass", brinca a empresa - citando o extenso livro do autor russo Leon Tolstói.

Por último, o Google aconselha aos usuários que usem o Glass conscientes de que estão vestindo algo estranho - além de pedir a eles que não sejam "Glassholes" (algo traduzível como usuários idiotas do Glass). 

Um "Glasshole" seria aquele que desconhece situações em que o uso dos óculos é inadequado - como encontros ou banheiros públicos. O site americano Mashable publicou um vídeo que mostra atitudes típicas de "Glassholes". Assista aqui:



Wearable

O Google Glass é um wearable ou gadget para vestir. O segmento é uma tendência na indústria da tecnologia e itens assim devem se tornar cada vez mais comuns nos próximos anos.

Hoje, apenas desenvolvedores e usuários selecionados têm acesso ao Google Glass. Os óculos têm lançamento previsto para o meio do ano e, inicialmente, devem estar disponíveis apenas nos Estados Unidos.

Matéria publicada em http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/o-google-diz-o-que-voce-nao-deve-fazer-com-seu-google-glass

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Google mostra propostas de casamento vistas pelo Glass

Houve quem não gostasse. O Gizmodo, por exemplo, disse que o vídeo mostra por que o Glass deixa tudo "horrível"

Reprodução
O Google resolveu promover seu Google Glass mostrando propostas de casamento feitas com o gadget no rosto dos noivos.

O vídeo, postado na semana passada para comemorar o Valentine's Day, exibe cinco casais.

Em todos os exemplos, a noiva diz sim. "A beleza do Glass é que ele nos permite capturar momentos importantes, sejam grandes ou pequenos", diz o Google na descrição do vídeo.

Houve quem não gostasse. O Gizmodo, por exemplo, disse que o vídeo mostra por que o Glass deixa tudo "horrível". Para Robert Sorokanich, o fato das pessoas filmarem tais momentos tira toda a espontaneidade dele.

E você, o que acha? O Glass vai deixar tudo mais... Artificial? Comente.

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Google lança coleção do Google Glass com lentes de grau

Novas armações permitem a inclusão de lentes corretivas no gadget do Google; quem já tem o dispositivo poderá instalar o novo recurso

Reprodução
O Google anunciou um acordo com a fabricante de lentes Vision Service Plan (VSP) que vai permitir a inclusão de lentes de grau no Google Glass, o óculos inteligente do Google.

Criada por conta da parceria, a chamada Titanium Collection traz quatro novos tipos de armação para o Glass com suporte para lentes corretivas. Todos eles custam cerca de 225 dólares e podem ser instalados num Glass já existente.

Além disso, o Google Glass ganhou ainda dois novos modelos de armação de óculos de sol. Disponível apenas para consumidores cadastrados, o Google Glass deve chegar às lojas até o fim do ano.

Lentes 

Antes do anúncio do Google, outras empresas já ofereciam a possibilidade de incluir lentes de grau no Google Glass.

Durante a última CES, por exemplo, a Rochester Optical apresentou um par de lentes de 99 dólares que seria compatível com o Google Glass, de acordo com o Gigaom,. Porém, para instalá-las no gadget, era necessário adquirir um suporte de 129 dólares.

O Google Glass é capaz de tirar fotos, fazer filmagens, transmissões ao vivo e executar apps. O gadget faz parte da tendência dos dispositivos usados acoplados ao corpo - que devem se tornar cada vez mais comuns nos próximos anos.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Shiller sugere que Google Glass tenha reconhecimento facial

Sugestão após primeiro contato de Nobel de Economia com gadget foi publicada no Twitter

Divulgação Forum Econômico Mundial/Wikimedia Commons
Robert Shiller, prêmio Nobel de Economia em 2013, sugeriu a inclusão de reconhecimento facial no Google Glass, o óculos inteligente do Google. A sugestão foi feita após o primeiro contato do economista com o gadget.

A experiência aconteceu ontem no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça. Após o teste, Schiller aprovou o Glass e postou no Twitter sua impressão. "Eu gostaria de usá-los, especialmente se tivessem reconhecimento facial, o que realmente mudaria eventos como esse", afirmou o economista.

Em tese, poder identificar pessoas por meio do gadget seria uma funcionalidade útil para eventos com grande número de participantes - como o Fórum Econômico Mundial. Mas, até o momento, isso não é possível.




Não é novidade

Essa não é a primeira vez que se discute a ideia de incluir o reconhecimento facial no Google Glass. Em maio do ano passado, o app MedRef oferecia essa possibilidade aos usuários do óculos inteligente.

Voltada para médicos, a ferramenta visava facilitar o acesso a informações relativas a pacientes. Em junho, porém, o Google barrou a novidade.

Em comunicado postado no Google+, a empresa informou que não iria "aprovar qualquer aplicativo ou serviço com reconhecimento facial no Glass" naquele momento. Existia então o temor que uma ferramenta com essas características configurasse invasão de privacidade.

Shiller

Estudioso da área de finanças comportamentais, Robert Schiller foi um dos primeiros a identificar a formação da chamada bolha da internet no ano 2000 e da bolha imobiliária que gerou a crise internacional em 2008.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

O Gear Glass da Samsung

Google Glass/ Reprodução
Depois do estrondoso sucesso no anúncio do Google Glass, outra empresa passou a investir no próprio gadget desse segmento. A Samsung deve lançar ainda este ano um par de óculos de realidade aumentada, chamado de Gear Glass.

Os óculos da Samsung, segundo rumores, devem ser lançados entre Abril e Maio de 2014, e com um preço muito mais acessível que o do pioneiro da Google, que deve custar US$ 1.500 nos Estados Unidos. Por conta da data especulada para o lançamento do produto, acredita-se que o Gear Glass terá integração com outros produtos da Samsung, como o Galaxy S5 e a nova versão do relógio Galaxy Gear.

Outros rumores sugerem que o lançamento do Gear Glass seja uma parceria entre a Samsung e a Google, que já trabalham juntas no smartphone top de linha Galaxy Nexus que, mesmo possuindo configurações de um gigante, está disponível por um preço muito menor que outros no mercado.

Poucas informações sobre o produto foram disponibilizadas, e nenhuma delas é oficial, mas o rumor surgiu depois que o editor do site Mobile-review.com, Eldar Murtazin, publicou em seu Twitter em Outubro que a Samsung estaria produzindo sua própria versão do Google Glass. Murtazin possui contatos dentro da fábrica da empresa, e já foi o responsável pelo vazamento de informações de outros produtos que realmente foram lançados.

Reprodução/@eldarmurtazin
Uma patente localizada pelo The Wall Street Journal traz mais credibilidade aos rumores. A patente mostra um par de óculos com botões laterais e uma câmera frontal, e é descrito como um gadget que pode ser emparelhado com um smartphone para mostrar informações e oferecer outras opções de controle. O produto também conta com fones de ouvido embutidos, para que o usuário possa ouvir música e realizar ligações telefônicas. Porém, os óculos inteligentes da Samsung não parecem ser wireless, já que o protótipo apresenta um cabo ligado a ambas as hastes, mas acredita-se que este formato ainda será alterado no produto final. 

 Protótipo do Gear Glass/Reprodução.
 Protótipo do Gear Glass/Reprodução.
Depois de conhecer as possibilidades do Google Glass e ver como o produto se adaptaria ao dia a dia, levando o mesmo conceito ao lançamento do produto da Samsung, o que você acha da ideia do Gear Glass?


Esse post é uma contribuição da equipe do Magazine Luiza ao blog Fanáticos por Gadgets.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Atualização do Google Glass permite capturar fotos ao piscar

Entre as atualizações está também o bloqueio do visor do Glass, para que seja utilizado apenas pela pessoa que souber os atalhos para desbloquear

Divulgação
O Google liberou atualizações para o Glass e entre as novidades está a possibilidade de capturar fotos a partir do piscar dos olhos.

“Nós estamos começando com as fotos, mas imagine o que mais será possível futuramente”, disse o Google em comunicado.

Entre as possibilidades levantadas por especialistas está a possibilidade de um dia os usuários do Glass pagarem por corridas de táxi ou comprarem roupas apenas com o piscar dos olhos.

Entre as atualizações está também o bloqueio do visor do Glass, para que seja utilizado apenas pela pessoa que souber os atalhos para desbloquear.

Houve também alterações nos códigos do Glass para permitir que o usuário carregue os vídeos capturados pelo dispositivo diretamente a uma conta vinculada do YouTube.

Atualmente os usuários do Glass já podem capturar fotos, gravar vídeos, enviar mensagens ou realizar outras tarefas a partir de controles sensíveis ao toque ou por meio de comandos de voz.

O Google Glass se conecta a internet por meio de hotspots Wi-Fi ou por meio de conexão sem fio a partir de um smartphone.

A empresa não revelou quando pretende lançar o Glass para o público em geral, mas a expectativa é que isto ocorra em meados de 2014. Os óculos disponíveis no mercado foram fabricados em quantidade limitada para desenvolvedores, que pagaram US$ 1.500 cada um pelo dispositivo.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Bradesco anuncia app para os óculos Google Glass

O Glass nem chegou às lojas ainda, mas o Bradesco já anunciou um app para os óculos high tech do Google

Divulgação
O Bradesco anunciou, hoje, seu aplicativo para os óculos Google Glass. O app permite localizar agências e caixas automáticos, além de hospitais conveniados com a Bradesco Saúde, usando o Google Maps. 

Por enquanto, a iniciativa é mais uma jogada de marketing do que um benefício concreto para os correntistas. Os óculos do Google só foram vendidos, até agora, a um público restrito nos Estados Unidos. Espera-se que cheguem às lojas naquele país em 2014, mas a venda no Brasil ainda é incerta.

Maurício Minas, diretor executivo do Bradesco, diz, num vídeo de divulgação, que o plano é, com o tempo, adicionar mais funções ao app, como consulta de saldos e extratos. “À medida que recebermos feedback dos clientes vamos decidir que funções adicionar”, afirma.

A partir de 27 de novembro, o Bradesco vai deixar duas unidades do Google Glass em sua agência do Shopping Iguatemi JK, em São Paulo. Elas poderão ser usadas pelos clientes que quiserem experimentar o app.

No vídeo de divulgação do Bradesco aparece uma pessoa dirigindo com o Glass. É uma atitude discutível. Em outubro, uma mulher foi multada na Califórnia por usar esses óculos enquanto dirigia. O policial que fez a altuação alegou que o Glass estava distraindo a motorista. 

Defensores dos óculos respondem que ele distrai menos do que um navegador GPS instalado no painel do carro. Para eles, o uso desse gadget para indicar o caminho aumentaria a segurança em vez de reduzi-la. É um debate que está apenas começando. A seguir, o vídeo do Bradesco.


sábado, 16 de novembro de 2013

Médico brasileiro realiza cirurgia com apoio do Google Glass

Reprodução
Muitas pessoas já aproveitaram os primeiros exemplares do Google Glass para fazer coisas interessantíssimas, inclusive na medicina. Entretanto, pela primeira vez, um médico brasileiro usou o gadget para realizar uma cirurgia.

O feito aconteceu em Salto, no interior de São Paulo, quanto o cirurgião Miguel Pedroso utilizou os óculos inteligentes para consultar especialista por meio do chat e conferiu orientações técnicas sobre o procedimento se valendo dos comandos de voz do dispositivo

A cirurgia, realizada no dia 28 de outubro, era uma operação por videolaparoscopia, quando a câmera é inserida no corpo do paciente, de uma colectomia direita, para remover parte do intestino grosso de um paciente com câncer. A técnica é considerada pouco invasiva e mais segura, e Pedroso tenta disseminá-la em um curso privado. Ele viu no Glass uma oportunidade de democratização da técnica.

"Na tela dos óculos ele pode rever como é a dissecação de uma veia específica, mostrar o procedimento ao preceptor e conversar com ele em tempo real, tudo sob comando de voz", explica o cirurgião. 

Durante seus testes, ele pode ter uma noção de como um aprendiz poderia se valer das funcionalidades do Glass. Ele conseguiu acessar vídeos do curso pelo YouTube e usar o Hangouts para conversar com outro médico à distância. Segundo Pedroso, outros procedimentos também poderão se valer do Glass.

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Google abre página de inscrição para interessados no Glass

Glass/Divulgação
Parece que o Google está realmente interessado em ampliar a lista de exploradores do Glass. Além de permitir que os atuais usuários convidem três amigos, o Google abriu na terça-feira (12) uma página de inscrição para os consumidores interessados no acessório.

As informações são do 9to5Google. A lista do Google não garante que o cadastrado vai conseguir um Glass. É apenas uma maneira que a empresa encontrou de fazer uma lista de pessoas interessadas.

Ao abrir a página, o Google pergunta quem é você e por qual motivo está interessado no Glass. O candidato também pode escolher se deseja comprar o Glass casa haja uma vaga no programa ou apenas receber informações sobre o desenvolvimento do projeto.

Esse é um indício de que a empresa deve abrir o programa para novos convidados e dará atenção ao público em geral. Provavelmente, irá analisar as fichas e escolher alguns finalistas.

A página de inscrição também pode estar relacionada com a aceleração da produção dos óculos. Segundo o Financial Times, a empresa aumentou "substancialmente" a fabricação do aparelho.

Google Glass – O acessório permite a interação dos usuários com conteúdos em realidade aumentada. Dá para tirar fotos, enviar mensagens e fazer videoconferências.

Apesar de ainda não ter começado a vender o acessório, o Google já prepara uma segunda versão do Glass. A empresa fez alguns ajustes para garantir que os óculos funcionem com lentes corretoras e solares. Haverá também um fone monofônico removível, que funcionará como um acessório para quem está em ambientes barulhentos, por exemplo.

A empresa ainda não informou sobre uma possível redução no preço, que atualmente é de 1.500 dólares, cerca de 3.300 reais. A previsão de lançamento dos óculos é apenas para meados de 2014.

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Google anuncia segunda geração dos óculos Google Glass

O novo Google Glass, que será vendido a mais usuários, vai permitir o uso de lentes corretoras e de filtros contra o sol

Homem com os óculos Google Glass
Divulgação
O Google se prepara para lançar a segunda geração dos óculos de realidade aumentada Google Glass. Numa nota publicada na rede social Google Plus, a empresa diz que o novo modelo vai aceitar lentes corretoras e filtros contra o sol. Terá, ainda, um fone de ouvido monofônico.

Como os relógios inteligentes, os óculos do Google funcionam como uma extensão do smartphone. Eles fotografam, filmam, reconhecem comandos falados e exibem informações numa minúscula telinha.

O Google Glass 2 deve ser lançado ainda neste ano. Quem comprou o modelo de primeira geração terá a chance de trocá-lo pelo novo. E o Google vai permitir que cada um desses primeiros usuários (chamados pela empresa de exploradores) indique três amigos para quem tenham a chance de comprar um Google Glass.

Isso deve multiplicar por quatro a base de usuários desses óculos high tech. Nesta semana, o jornal Financial Times noticiou que o Google aumentou expressivamente o volume de produção do Glass. Agora, sabemos o motivo desse aumento.

O Google não diz quanto vai custar essa nova edição do gadget. Mas a maneira de entregá-lo vai mudar. Quem comprou um Glass da primeira geração teve de ir buscá-lo pessoalmente. Havia apenas três locais de entrega nos Estados Unidos. E a empresa se recusava a vender para quem não morasse naquele país.

Agora, a encomenda será feita na web e os óculos serão despachados para a casa da pessoa. Mas o Google não diz se as vendas continuarão restritas aos Estados Unidos ou se serão expandidas para outros países.

Uma página no site do Google Glass informa apenas que “no momento, o Glass está aprovado para uso nos Estados Unidos”. Este vídeo do Google mostra cenas dos 50 estados americanos captadas por usuários do Google Glass:


sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Samsung pode lançar concorrente do Google Glass em 2014

Uma patente registrada na Coreia do Sul revelou que a Samsung teria planos de anunciar o suposto Gear Glass já no ano que vem

Mulher usa Google Glass
Antonio Zugaldia/Flickr
Foi revelada nesta semana uma patente registrada em outubro pela Samsung de um dispositivo muito similar ao Google Glass, os óculos de realidade aumentada do Google. O documento foi divulgado pela primeira vez pelo jornal Korea Real Time, braço coreano do jornal The Wall Street Journal.

A patente mostra um par de óculos em estilo esportivo, apesar de o seu design ser similar ao produto desenvolvido pelo Google. De acordo com o documento, os óculos contam com fones de ouvido integrados.

Assim, segue a empresa, o usuário poderá atender ligações e ouvir música enquanto pratica exercícios físicos, por exemplo. Na pequena tela que ficaria localizada próxima à lente dos óculos, como no Glass, serão exibidas notificações provenientes do smartphone da pessoa. 

Apesar de a notícia da patente ter vindo à tona apenas nesta semana, há quem aposte nesta ideia desde o início do mês. O blogueiro de tecnologia Eldar Murtazin, por exemplo, conhecido por ter um bom acervo de fontes dentro da Samsung, é um deles.

No último dia 7 de outubro, Murtazin divulgou um tuíte no qual dizia que a empresa está desenvolvendo um produto similar ao Google Glass e que pode vir a se chamar Gear Glass. Ainda de acordo com ele, o gadget poderá ser revelado entre abril e maio de 2014.

Se estes rumores se confirmarem, será possível verificar que a Samsung está mesmo de olho na categoria de “computação para vestir”. Estes óculos passarão então a fazer companhia ao recém-lançado Galaxy Gear, relógio inteligente revelado pela empresa há alguns meses.

Óculos de realidade aumentada

Além do Google e dos rumores que cercam a Samsung, é possível que a Microsoft lance um modelo de gadget como este. Nesta semana, vieram à tona boatos de que a empresa já testa óculos de realidade aumentada e que pode lançá-los no ano que vem.

O pioneiro Google Glass começou a ser disponibilizado para um grupo seleto de desenvolvedores no início do ano. Ao que tudo indica, o dispositivo estará pronto para ser comercializado ao público geral também em 2014.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Microsoft testa rival para Google Glass, diz WSJ

Fontes ouvidas pela reportagem revelaram que empresa encomendou peças usadas em dispositivos como os óculos de realidade aumentada do Google

Pessoas testam o Google Glass
 Justin Sullivan/Getty Images
A Microsoft está testando um dispositivo similar ao Google Glass. O rumor foi divulgado nesta manhã pelo jornal The Wall Street Journal (WSJ), que alega ter ouvido fontes próximas à empresa. De acordo com a reportagem, a companhia encomendou componentes a fornecedoras asiáticas que seriam compatíveis com os usados nos dispositivos da categoria “computação para vestir”.

O The Verge lembra que, no ano passado, surgiram evidências de que a Microsoft estava trabalhando em um gadget similar para seu console Xbox. O conceito que vazou na época mostrava óculos de realidade aumentada que poderiam se conectar via 4G ou Wi-Fi. Segundo o site, este protótipo era marcado como um produto “para 2014”.

Bom, ainda de acordo com as fontes ouvidas pelo WSJ, a estratégia da gigante tem como objetivo fazer com que ela acompanhe as mudanças do mercado de dispositivos móveis no mesmo passo da concorrência, deixando para trás a imagem de empresa concentrada em software.

Faz bem: quando todos olhavam para este setor com atenção, a Microsoft deixou o bonde passar e lançou seu tablet com atraso, quando suas rivais, como Apple e Samsung, já estavam consolidadas. Até o próprio Ballmer reconheceu em certa ocasião que a empresa deveria ter anunciado o seu dispositivo mais cedo.

Mas, no que diz respeito aos gadgets “para vestir”, o timing da empresa fundada por Bill Gates pode estar de acordo com o esperado. Especialmente quando se considera que esta categoria ainda está se estruturando. Atualmente, um dos seus maiores expoentes é o Google Glass, que nem sequer está à venda para o público geral.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Google patenteia "coraçãozinho" e pode usá-lo no Glass

Com tecnologia, novas possibilidades de criação de aplicativos de realidade aumentada são incontáveis, já que, inicialmente, o Glass é controlado apenas por voz

Google patenteia "coraçãozinho" e pode usá-lo no Glass
Reprodução
O Google patenteou o chamado gesto do "coraçãozinho", feito com as duas mãos. A empresa poderá usar o movimento como um comando dos óculos conectados Google Glass para "curtir" coisas no mundo real.

Segundo o "The Verge", a câmera do Glass seria capaz de identificar o gesto para entender o comando e gostar de um determinado objeto ou cena vista através dos óculos.

Com essa tecnologia, as novas possibilidades de criação de aplicativos de realidade aumentada são incontáveis, já que, inicialmente, o Glass é controlado apenas por voz.

No entanto, até o momento, o Google não se pronunciou sobre como usará a novidade.

Diversas empresas investem em tecnologias de realidade aumentada, mas a maioria delas é do mundo dos games, como é o caso dos Oculus Rift e do recém-anunciado castAR, criado por ex-engenheiros da Valve. As tecnologias estão em fase embrionária e, em alguns casos, chegam a causar enjoo nos jogadores.

O Google Glass está em fase beta para desenvolvedores e, de acordo com reportagens da imprensa internacional, ele pode ser lançado em 2014. Ao menos por enquanto, o aparelho custa 1.500 dólares, cerca de 3.235 reais.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Novas tecnologias mudam a forma como nos divertimos

iStockPhoto
Novas TVs de alta resolução, como as telas 4K, gadgets vestíveis, como o Google Glass, e jogos com sensores de movimento, como o Kinect, já estão transformando a forma como as pessoas se divertem e ampliando radicalmente sua forma de interação com jogos, filmes, músicas e aplicações online.
De acordo com o professor doutor Seiji Isotani, do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da Universidade de São Paulo (ICMC-USP), sediado em São Carlos, a experiência dos usuários interagindo com plataformas virtuais está ficando tão sofisticada a ponto de causar confusão em torno do que é realidade ou apenas simulação virtual.
“Em TVs de alta resolução, o realismo pode ser tão grande que a fotografia confunde o espectador, tornando difícil para uma pessoa comum dizer qual imagem é real ou qual foi criada virtualmente por um software. As duas coisas estão se mesclando de maneira muito forte”, afirma Isotani, referindo-se às imagens projetadas em telas 4K, que possuem quatro vezes mais pixels que uma TV Full HD.
A confusão entre real e virtual deve aumentar com a disseminação de gadgets vestíveis, como o Google Glass, acessório em forma de óculos que projeta imagens nos olhos do usuário, fazendo-o ver informações virtuais em meio ao cenário real que seus olhos enxergam. Assim, ao caminhar pelas ruas com um Glass no rosto, por exemplo, é possível ver mapas projetados sobre o caminho, orientando o usuário a seguir para o destino desejado.
Realismo em cinema e jogos – As novas tecnologias a serviço do entretenimento também expandem o leque de criação de conteúdo para oferecer experiências como, por exemplo, exercícios físicos. “Em consoles de games como o Xbox ou Wii, que usam sensores de movimento, já existem programas que criam situações em que o usuário é ‘perseguido’ por fantasmas e precisa correr ou, ainda, é orientado a reproduzir exercícios de ioga ou alongamento”, diz Isotani. Novos sensores aplicados aos videogames são capazes, ainda, de monitorar o batimento cardíaco dos usuários e fazê-los acelerar ou diminuir a intensidade dos movimentos conforme seu objetivo, que pode ser emagrecer ou apenas relaxar.
Ainda que o objetivo seja perder peso ou melhorar a postura, os desenvolvedores de games se esforçam para tornar a experiência divertida e social, algo que pode ser feito, por exemplo, registrando imagens do usuário com a câmera do sensor Kinect e oferecendo-a para compartilhamento em redes como Facebook ou Instagram.
Cruzamento de plataformas – Para Guilherme Loureiro, diretor de marketing da desenvolvedora brasileira de games Hoplon, a grande contribuição das novas tecnologias para sua indústria será, nos próximos anos, permitir a integração de plataformas. Ou seja, fazer com que os jogos possam ser disputados online em dispositivos móveis, videogames e computadores, independentemente do sistema operacional que esses equipamentos utilizem, o que é possível graças a soluções em nuvem. “Quando se aumenta o escopo de plataformas de um game, a capilaridade do jogo também aumenta e os custos caem”, afirma Loureiro. Com o apoio do poder da nuvem e o desenvolvimento de componentes eletrônicos mais poderosos e inteligentes, soluções criativas devem transformar de modo acelerado o jeito como nos divertimos usando a TV, o smartphone ou, até mesmo, os óculos que usamos em nosso rosto.