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segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

LG anuncia pulseira esportiva Lifeband Touch

Mais detalhes devem ser revelados durante a feira de eletrônicos de consumo CES 2014, que acontece a partir da próxima terça-feira, em Las Vegas

Reprodução
A LG anunciou nesta segunda-feira (6) a pulseira esportiva chamada Lifeband Touch.

Com ela, é possível monitorar a quantidade de passos, a distância percorrida e as calorias queimadas pelos usuários. O aparelho concorre diretamente com a FuelBand, da Nike, que funciona de forma semelhante.

Ainda não há informações sobre preço ou data oficial de lançamento. Mais detalhes devem ser revelados durante a feira de eletrônicos de consumo CES 2014, que acontece a partir da próxima terça-feira, em Las Vegas.

O @evleaks, conhecido por antecipar lançamentos de tecnologia, divulgou na semana passada uma imagem que seria da Lifeband Touch. Entretanto, LG ainda não confirmou a veracidade da imagem.

No ano passado, também durante a CES, a LG chegou a apresentar um produto similar à Lifeband Touch, que nunca foi lançado. O projeto era chamado Activity Tracker.

A empresa também anunciou seus primeiros televisores com sistema webOS após a compra da plataforma em fevereiro de 2013.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Facebook monitora tudo que você digita na rede social

Em vez de apagar o registro de uma publicação não divulgada, a empresa captura essas informações e as envia para o seu banco de dados

Getty Images
O Facebook detecta e armazena tudo que você digita na rede social, mesmo que a mensagem não seja publicada. É o que indica uma pesquisa divulgada pela Universidade de Maryland no site Slate. Em vez de apagar o registro de uma publicação não divulgada, a empresa captura essas informações e as envia para o seu banco de dados, de acordo com o Jennifer Golbeck, diretora do laboratório de interação humano-máquina da universidade.

A pesquisadora diz que o Facebook quer saber tudo que vem na cabeça dos internautas porque a empresa está "encorajando os usuários a baixar os padrões das coisas que eles compartilham com amigos na rede social". "O Facebook monitora esses pensamentos não publicados para melhor entendê-los, com o objetivo de construir um sistema que minimize esse comportamento deliberado", afirma Jennifer.

O estudo recente investiga as razões pelas quais o Facebook quer ter um registro da auto-censura dos internautas. A pesquisa, que foi feita com 5 milhões de usuários do Facebook que falam inglês, analisou atualizações de status, envio de mensagens no mural, comentários, entre outros recados abortados.

Realizado pelo cientista de dados do Facebook e e pelo estudante Ph.D na Sauvik Das, o estudo indica que a rede social analisa esses dados porque ele "perde valor pela falta de produção de conteúdo" cada vez que uma publicação deixa de ser publicada.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Google pode oferecer recompensa para saber o que você faz no celular

Mashable
O Google quer começar a entender melhor o que seus usuários fazem com seus smartphones e, principalmente, como utilizam os apps. Para isso, está desenvolvendo um recurso chamado internamente de "Mobile Meter", que monitora a atividade das pessoas e as envia para o Google.

Contudo, antes de achar que o Google vai lhe espionar sem o seu consentimento, o Engadget relata que o programa será totalmente voluntário. Os interessados deverão dar seu consentimento e o projeto deverá recompensar os usuários que permitirem o envio destas informações, tanto no iOS e no Android.

Ao Engadget, o Google afirmar preferir não se manifestar sobre o assunto, já que não comenta rumores e especulações, embora as fontes do site confirmem o desenvolvimento do Mobile Meter, que funcionaria de forma semelhante à Nielsen, empresa de pesquisas de mercado, que possui um app que coleta dados dos usuários, mas oferece um retorno de US$ 50 em troca.

A publicação relata que o Google pretende anonimizar as informações coletadas pelo serviço, de forma a garantir a privacidade dos usuários.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Aluno brasileiro já monitora e até faz satélite

satelite educação

O espaço sideral nunca esteve tão perto das salas de aula brasileiras. Alunos de escolas públicas e particulares estão monitorando satélites lançados pela Nasa pela internet, sem precisar sair da escola. A agência espacial americana, contudo, quer ir além: pretende estabelecer uma parceria entre estudantes da Califórnia e brasileiros para que juntos desenvolvam um satélite.

Enquanto isso, colégios daqui constroem os próprios microssatélites, de cerca de 10cm², para depois submetê-los a voos suborbitais (que não entram em órbita) e fazer imagens da superfície terrestre. Também monitoram imagens do primeiro satélite do projeto, o ArduSat, que tem cerca de 30 sensores diferentes. Lançado no dia 4, ele foi projetado por uma startup americana, a NanoSatisfi, que desenvolve os programas que possibilitarão que alunos brasileiros tenham acesso às informações coletadas no espaço.

Com a tecnologia desenvolvida pela empresa, é possível que os satélites sejam locados temporariamente pelos brasileiros e configurados remotamente com todos os sensores. Dessa mesma forma, qualquer outra pessoa pode locar um satélite e obter informações sobre radiação, campos magnéticos ou até frequências de luz. "O ArduSat foi desenvolvido especialmente para que seja explorado democraticamente por estudantes, professores e adoradores em todo o mundo. Só foi possível com financiamento coletivo e com uma rede de parceiros. O nosso objetivo é tornar o espaço disponível para mais de 500 mil alunos em 5 anos", afirma Chris Wake, vice-presidente de negócios da NanoSatisfi.

Ao mesmo tempo em que monitoram esses dados, escolas como a Graded School Morumbi e a Referência Silva Jardim, um colégio público modelo do Recife, constroem os próprios satélites com a tecnologia da plataforma Arduíno, que funciona como uma espécie de "Lego eletrônico".