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quarta-feira, 18 de junho de 2014

Fire Phone, smartphone da Amazon, segue a cabeça do usuário

Aparelho anunciado pela Amazon hoje tem quatro câmeras frontais e irá captar a localização da cabeça do usuário em tempo real para criar efeito de perspectiva

Mike Kane/Bloomberg
A Amazon anunciou hoje que irá lançar um smartphone, o Fire Phone. O produto foi anunciado por Jeff Bezos, fundador e CEO da Amazon, em um evento nos Estados Unidos.

Ele será um smartphone de 4,7 polegadas, com tela Gorilla Glass. O acabamento em torno do aparelho será com borracha (algo que foge bastante dos smartphones atuais). Ele usará uma versão adaptada e bloqueada de Android(assim como o Kindle Fire). Nela, apenas aplicativos da loja da Amazon podem ser baixados.

Mas sua maior novidade é a perspectiva na tela. Ela cria uma espécie de efeito de três dimensões, mas de uma maneira que o usuário interaja com o que é exibido. Para isso, o Fire Phone tem quatro câmeras frontais que seguem a cabeça do usuário.

São 60 imagens captadas por segundo e analisadas para que o que é exibido na tela seja mais “vivo”. Entre as demonstrações de Bezos estavam mover o smartphone para que a tela rolasse enquanto ele lia um artigo (obviamente no do seu jornal Washington Post) ou aumentar e mover imagens na tela.

O Fire Phone tem processador de 2,2 GHz e 2 GB de memória. A câmera é de 13 megapixels e tem abertura f/2 — nesse ponto, ela se destaca contra as câmeras do Samsung Galaxy S5 e do iPhone 5s, que têm abertura máxima f/2,2.

Com uma abertura ligeiramente maior (quanto menor o número, maior a abertura), o Fire Phone será capaz de tirar fotos melhores em ambientes mais escuros.

O smartphone virá com Netflix, HBO GO, Hulu Plus e ESPN já instalados. Compradores também poderão armazenar fotos (sem limite de quantidade) na nuvem da Amazon.

Serviços

Uma funcionalidade apresentada por Bezos foi o app Firefly. Ele usa a câmera do smartphone para reconhecer e armazenar produtos, objetos, QR Codes ou códigos de barras. Depois, é possível comprar os produtos na Amazon.

Um kit para desenvolvedores será lançado pela Amazon. Um exemplo de uso do Firefly é com o app MyFitnessPal, que mostra informações nutricionais de comidas escaneadas com o app. Outro app, o Vino, poderá fornecer informações sobre vinhos.

Bezos ainda apresentou o esperado serviço de música da Amazon, que havia sido anunciado alguns dias atrás. O Prime Music terá mais de um milhão de músicas. Os assinantes do serviço Aamzon Prime poderão baixá-las ou ouvi-las em streaming, sem qualquer anúncio.

O Fire Phone (com 32 GB de armazenamento) será vendido nos Estados Unidos por 200 dólares em contrato com a operadora AT&T. Uma versão de 64 GB sairá por 300 dólares. O preço é equivalente ao do iPhone 5s e ele não será vendido de outra maneira.

Não há previsão de chegada do novo smartphone ao Brasil.

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Vaza suposta foto de smartphone com tela 3D da Amazon

O grande diferencial do dispositivo está nas suas câmeras, que, em vez das duas normalmente encontradas nesses gadgets, serão seis

Reprodução/BGR
Uma foto do smartphone da Amazon que teria 3D foi divulgada pelo BGR, nesta terça-feira (15/04). Além disso, o site informa que o aparelho terá processador Qualcomm Snapdragon, 2 GB de RAM e display de 4,7 polegadas.

O grande diferencial do dispositivo está nas suas câmeras, que, em vez das duas normalmente encontradas nesses gadgets, uma frontal e outra na parte de trás, serão seis.

As quatro câmeras adicionais seriam as responsáveis por detectar o rosto do usuário para gerar o efeito 3D — evitando assim o problema apresentado pelo portátil Nintendo 3D, que tem um restrito ângulo de visão.

O smartphone poderá rastrear movimentos da cabeça, como fazem os Galaxy S4 e S5 (Smart Scroll), mas não os olhos do usuário.

O dispositivo da Amazon deve contar com um sistema Android muito modificado, similar ao OS usado nos tablets da empresa.

O BGR informa que serão ao menos dois aparelhos que devem ser lançados nos próximos meses, um topo de linha e outro com menos recursos e menor preço.

Ainda não há indícios de qual seria o nome do smartphone da Amazon. Outra foto divulgada nesta terça-feira foi esta:

Reprodução/BGR

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Smartphone da Amazon deve ser lançado em junho

Para consumidor, aparelhos devem estar disponíveis a partir de setembro

Gus Ruelas/Reuters
Rumores de que a Amazon está investindo em smartphones circulam no mercado há mais de dois anos. Agora, ao que tudo indica, já existe uma data para a apresentação da novidade.

Segundo reportagem do Wall Street Journal, desta semana, a companhia de Jeff Bezos deve lançar o produto em junho deste ano e, a partir de setembro, os aparelhos devem chegar às prateleiras.

Fontes ouvidas pelo WSJ afirmaram que a Amazon estaria desenvolvendo celulares capazes de exibir imagens em 3D sem a necessidade da utilização de óculos.

Em 2013, o jornal DigiTimes afirmou que a empresa lançaria em 2014 um smartphone de 4,7 polegadas. O aparelho estaria substituindo um suposto modelo anterior, de 4,3 polegadas, que constava, anteriormente, nos planos de Bezos e equipe.

Outro investimento

Na última quinta-feira, a Amazon anunciou a aquisição do Comixology, um portal que armazena revistas em quadrinhos tanto de escritores independentes como das grandes editoras como a Marvel e a DC Comics.

"Nós há muito tempo admiramos a paixão que a Comixology traz ao mudar a forma como nós compramos e lemos quadrinhos", disse Dave Naggar, vice-presidente da Amazon para aquisição de conteúdo e publicações digitais.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Em vídeo, Netflix tira sarro de tecnologia da Amazon

Serviço de streaming de vídeos brincou com o sistema de entrega por drones feito pela Amazon. Veja o vídeo

Reprodução
A Netflix, serviço de streaming de vídeos, divulgou recentemente filme tirando sarro da tecnologia de entrega por drones da Amazon.

Intitulado por “Drone 2 home”, o vídeo conta com Hank Breeggemann, gerente-geral da divisão de DVDs da Netflix, apresentando um sistema de entrega à domicílio similar ao que a Amazon está testando.

No entanto, em um tom humorístico, os pequenos “drones” – veículos aéreos controlados remotamente – aparecem, na verdade, perseguindo os clientes da empresa. 

O filme foi realizado menos de um mês após a Amazon anunciar que está desenvolvendo um serviço de streaming de TV, o qual contará, também, com programações ao vivo. A ideia da empresa é oferecer programas de televisão e filmes gratuitamente aos clientes associados ao serviço premium de envio da Amazon Prime.

Com mais de um minuto de duração, o vídeo do site chega a explodir uma encomenda, além de aparecer em momentos inusitados, como, por exemplo, enquanto um homem utiliza o banheiro.

O sistema de entrega por drones da Amazon passa por fase de testes e a expectativa é que seja lançada em 2015. O objetivo da companhia é realizar as entregas em trinta minutos. Essa, também, é uma das brincadeiras que a Netflix faz com a concorrente.

Assista, a seguir, o vídeo:



Matéria publicada em http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/em-video-netflix-tira-sarro-de-tecnologia-da-amazon

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Amazon pode lançar seu próprio videogame em 2014, diz site

Com sistema operacional Android, console da empresa custaria 300 dólares nos EUA e já estaria em fase de testes

Michaela Rehle/Reuters
A Amazon pode lançar o seu próprio videogame em 2014. Sem data para chegar às lojas, o console viria concorrer com outros modelos top de linha - como Xbox One, Playstation 4 e Wii U.

O rumor foi publicado por VG 24/7. Segundo o site americano, o novo videogame contaria com sistema operacional Android e suporte para download de games, músicas, filmes e outros conteúdos.

O console chegaria às lojas dos EUA com preço de 300 dólares. O preço baixo em relação aos concorrentes faz parte da estratégia da Amazon - que já usou esse recurso quando lançou o Kindle Fire HD para brigar com o iPad, da Apple.

Em testes

De acordo com VG 24/7, o videogame da Amazon já se encontra em fase de testes. O design do console teria ficado a cargo da empresa Lab 126 - que já desenvolveu outros produtos para a empresa.

No site da Amazon Game Studios (divisão da empresa voltada para área de games), anúncios de emprego convocam profissionais para trabalhar na companhia - no que seria outro sinal de que um console pode estar mesmo vindo por aí. Mas não há nada que confirme essa informação.

Mercado

Se entrar mesmo no mercado de games, a Amazon terá pela frente concorrentes experientes - como Microsoft, Nintendo e Sony.

Além deles, ainda há outros novatos, como Google e Apple, que também estariam desenvolvendo projetos para o setor - como afirma Forbes.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Amazon patenteia sistema de entrega que se antecipa à compra

Na "Entrega Antecipada", o produto sai do estoque antes do comprador fechar o negócio

Getty Images
Imagine um sistema de vendas online em que o produto saísse do estoque antes mesmo da compra ser fechada. Agora, saiba que essa ideia já existe e, inclusive, já tem dono: a Amazon.

Batizado de "Antecipatory Shipping" (entrega antecipada, em livre tradução), O novo sistema se baseia numa série de variáveis para prever o que determinado consumidor vai querer comprar em determinado momento.

Com esse dado em mãos, o plano da empresa é iniciar o envio do item a esse potencial comprador antes mesmo dele ter fechado a compra.

"A entrega antecipada pode permitir uma administração mais sofisticada e rápida dos itens em estoque", afirma a Amazon no projeto de patente.

Nos últimos tempos, a empresa vem buscando aperfeiçoar seu sistema de logística. Em 2013, a Amazon chegou a fazer experiências de com aeronaves não-tripuladas, os chamados drones - que poderiam atender até 86% da demanda de entregas.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Google, Facebook e Amazon investem para controlar infraestrutura da web

Bloomberg News
Gigantes da tecnologia como Google Inc. e Facebook Inc. estão se esforçando para aumentar seu controle sobre a estrutura física da internet no mundo, acirrando a disputa com as companhias de telecomunicações.

Nos últimos 12 meses, as firmas que fornecem grande parte do conteúdo on-line do mundo aumentaram o investimento em infraestrutura de internet. As iniciativas incluem o financiamento da instalação de cabos submarinos ou subterrâneos, acordos de longo prazo para alugar a chamada fibra óptica escura — cabos instalados, mas não utilizados — e a construção de redes próprias.

No processo, elas estão começando a concorrer com empresas de telecomunicações que as consideram clientes. O Google passou anos montando uma rede privada de cabos de fibra óptica e agora controla mais de 160.000 quilômetros de rotas em todo o mundo, diz uma pessoa a par do assunto. É uma malha maior que a rede de quase 65.000 quilômetros que a telefônica Sprint Corp. opera na área continental dos Estados Unidos.

Executivos das empresas de tecnologia dizem que o objetivo é reduzir custos, melhorar o desempenho dos seus serviços de internet e garantir que elas terão espaço suficiente para absorver o crescente tráfego de vídeos, fotos, jogos e outros conteúdos gerados pelos seus serviços.

O Facebook começou em junho a usar redes ociosas de fibras escuras na Europa para ampliar sua rede e conectar seu novo centro de dados em Lulea, na Suécia, a 60 quilômetros do Círculo Ártico. Tanto o Google como o Facebook vêm investindo em novos cabos submarinos nos últimos anos.

A Amazon.com Inc. e a Microsoft Corp. também estão investindo pesadamente em infraestruturas de rede para acomodar seu crescente negócio de computação em nuvem.

É verdade que os projetos estão gerando uma nova onda de investimentos num setor debilitado por mais de dez anos de preços em queda e excesso de capacidade. Mas as empresas de telecomunicações, já perturbadas pela ideia de acabarem reduzidas a meros canais para um tráfego valioso, temem que a tendência atual possa relegá-las a um papel ainda menor, de meros construtores desses canais.

Ainda assim, o setor está sendo forçado a se adaptar já que o dinheiro — e o equilíbrio de poder — está se voltando para as empresas de conteúdo.

"As regras estão mudando", disse Erik Hallberg, que gerencia a rede central de telecomunicações (também chamada de backbone) da telefônica sueca TeliaSonera AB. A empresa é provedora da rede do Facebook na Europa. "Todos nós no mercado precisamos ter a mente mais aberta."

A perspectiva de uma avalanche de tráfego na internet levou empresas como a Global Crossing Ltd. e a Tyco International Ltd. a gastar bilhões de dólares nos anos 90 com a instalação de fibras ópticas nos EUA, causando um excesso de oferta que quebrou algumas delas e deixou muitas outras descapitalizadas.

O tráfego on-line está agora disparando, alimentado pela transmissão de vídeos e smartphones que estenderam o alcance da internet a milhões de novos usuários, muitos deles de baixa renda e em regiões menos conectadas do mundo.

Só a transmissão de vídeos do YouTube devora mais da metade da capacidade da rede mundial do Google, segundo uma pessoa a par da operação. Mas muitas empresas de telecomunicações, ainda curando as feridas deixadas pelo estouro da bolha de internet, veem com cautela novos investimentos em fibra óptica.

As empresas de internet estão respondendo ao investir elas mesmas em redes físicas para garantir que podem suportar esse tráfego e se expandir. Essa disposição deriva em parte da redução dos gastos com nova infraestrutura por empresas de telecomunicação, mas também reflete a segurança que as empresas da web veem em possuir seus próprios ativos.

O Google começou sua incursão ao âmago da internet em 2008, quando se uniu a um grupo de investimento para construir uma rede de cabos de US$ 300 milhões conectando a Califórnia ao Japão.

A empresa americana estendeu seu alcance na Ásia com uma malha de cerca de 9.700 quilômetros que ligou seis países, inclusive Cingapura, e entrou em operação em junho deste ano. O Google já fechou acordos de longo prazo para assumir o controle de rotas privadas de fibra óptica conectando seus principais centros de dados às 12 maiores centrais de internet nos EUA, segundo vários executivos do setor.

O custo da eletricidade também está motivando as firmas de conteúdo a investir em fibra óptica. Em vez de construir centros de dados em áreas onde a eletricidade é cara, a Microsoft procura por lugares de energia barata e usa fibras ópticas para conectar os centros de dados aos usuários.

De fato, os centros de dados antes representavam a maior parte do investimento da Microsoft em infraestrutura, mas agora os seus gastos com operações de redes estão "crescendo e atingindo a mesma ordem" de grandeza, disse Christian Belady, gerente geral de centros de dados da empresa americana. Dinâmica semelhante também está levando a Amazon a investir mais na infraestrutura de internet.

O Facebook, por sua vez, fechou um contrato no ano passado com a TeliaSonera para instalar uma rede de alta capacidade por toda a Europa para acomodar o uso crescente da rede social na região. A empresa também conectou seus terminais de internet a um novo centro de dados na Suécia, onde o clima mais temperado permite à empresa economizar milhões de dólares em energia.

"Se você tem dinheiro suficiente e necessidade de largura de banda [...], chega um ponto em que faz sentido construir" suas próprias redes, diz Michael Murphy, presidente da NEF Inc., uma consultoria americana do setor de telecomunicações.


segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Amazon ataca iPad Air em novo comercial do Kindle Fire HDX

Divulgação
E a luta continua: depois da Microsoft, agora foi a vez da Amazon.com de se voltar contra o iPad Air com um novo comercial do Kindle Fire HDX. 

Nele, ela tenta combater o tablet da Apple destacando a sua maior quantidade de pixels (embora ele tenha uma tela menor — 8,9 polegadas, contra 9,7 polegadas do iPad Air), o fato de ser 20% mais leve (justamente por ser menor) e, como sempre, falando do seu preço inferior. 

Mas talvez o mais curioso é o narrador com uma voz à la Jony Ive enão coincidentemente sotaque britânico.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Amazon lança loja de apps para Android no Brasil

A Amazon Appstore aceita pagamento em reais e oferece um aplicativo de sucesso grátis por dia para smartphones e tablets com Android

Divulgação
A Amazon inaugurou, nesta quinta-feira, sua loja de apps para Android no Brasil. A Amazon Appstore compete com a loja Google Play. Ela aceita pagamento em reais no caso dos aplicativos pagos e oferece um app de sucesso grátis por dia -- geralmente um jogo. 

Nesta quinta-feira, o app grátis é o game Angry Birds Seasons (sem anúncios). A Amazon diz que já estão na fila para serem oferecidos de graça títulos como TuneIn Radio Pro, Cut the Rope e Age of Zombies.

A Amazon Appstore está presente em 200 países. Para ter acesso a ela, basta instalar o app correspondente no celular ou tablet. Os apps também podem ser comprados na web. Como a Apple, a Amazon fica com 30% do valor de cada app vendido e entrega os restantes 70% ao desenvolvedor.

A empresa não revela quantos aplicativos há na loja. A lista inclui tanto títulos pagos como gratuitos. Além de sucessos mundiais como Netflix, Skype e Evernote, há apps brasileiros como o do Banco do Brasil e o do Itaú; os das revistas EXAME e Veja; e os infantis Galinha Pintadinha e Coelhadas da Mônica. 

Kindle Fire a caminho?

A Amazon Appstore é a única loja que distribui apps para os tablets Kindle Fire. A chegada da loja ao Brasil pode ser um indício de que a empresa se prepara para lançar esses tablets no país.

Quando a Amazon inaugurou sua loja de livros brasileira, no final de 2012, executivos da empresa disseram que o plano era trazer toda a linha de dispositivos Kindle ao Brasil. Por enquanto, a empresa vende apenas os e-readers Kindle aqui.

A linha Kindle Fire é formada por tablets simples, voltados para o consumo de livros, filmes, músicas e apps vendidos na própria Amazon. Eles fazem sucesso em outros países principalmente por causa do preço atraente.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Vazam informações sobre o Moto G na Amazon do Reino Unido

Moto G
Reprodução
O Moto G ainda será apresentado ao público nesta quarta-feira, aqui no Brasil e em outros países ao mesmo tempo. Porém, o varejista Amazon do Reino Unido resolveu liberar por acidende - acreditamos assim - informações das mais variadas sobre o aparelho de médio custo da Motorola e algumas imagens do dispositivo.

Vazamentos do gadget não são raros, da mesma forma como aconteceu com o Moto X. Segundo outros rumores e este, já sabemos que o celular tem o código interno de XT1032, que traz uma tela de 4,5 polegdas de resolução com 1280 x 720 pixels, processador Snapdragon 400 rodando quatro núcleos a 1.2 GHz e uma Adreno 305 para a parte gráfica do sistema operacional móvel do Google, que neste aparelho já vem com a versão mais recente (4.4 KitKat). A câmera traseira é de 5 megapixels e grava vídeos em 720p

Lá na Amazon, o Moto G apareceu por £160, um valor que fica próximo de R$ 600. Como estamos no Brasil, não espere um valor próximo ao comentado, mas algo perto de R$ 1 mil e indo até uns R$ 1,3 mil. 

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Amazon se prepara para vender obras de arte

De olho no mercado de produtos de luxo, a Amazon.com Inc. está discretamente se preparando para vender obras de arte.
image

A gigante do varejo on-line está planejando abrir uma nova seção no seu site já mesmo em julho, onde ela vai oferecer pinturas, desenhos e outras obras de arte, segundo entrevistas com uma dezena de donos de galerias.
A Amazon deve inaugurar o site com obras de cerca de cem pequenas galerias de todos os Estados Unidos, dizem donos de galerias a par dos planos da empresa. Nas últimas semanas, a companhia organizou coquetéis de recepção em Seattle, onde fica sua sede, San Francisco, Nova York e outras cidades do país para convidar galerias a participar do novo programa.
Um porta-voz da Amazon não quis comentar.
Tendo conquistado o mercado de livros, depois o de eletrônicos e outros bens de uso geral, a Amazon vem recentemente redobrando seus esforços nos mercados de alta renda, em busca de margens potencialmente maiores. No fim do ano passado, ela lançou a venda de vinhos, inclusive através de subsidiárias como a MyHabit.com.
A Amazon foi um dos numerosos sites a vender arte no primeiro boom da internet. Em 2000, ela desistiu de uma sociedade com a casa de leilões Sotheby's após 16 meses já que a iniciativa não conseguiu decolar. O Yahoo Inc. e o eBay Inc. também cancelaram seus empreendimentos para vender quadros e outras obras de arte na internet; empresas iniciantes, como a eHammer.com, fizeram o mesmo.
"Sempre será difícil vender arte na internet", disse Richard Feigen, dono da galeria Richard L. Feigen and Co., em Nova York. "Colecionadores sérios querem ver a obra antes de comprá-la — você não precisa ver um livro para comprá-lo on-line." Ele disse que não foi abordado pela Amazon.
Os donos de galerias que foram informados sobre os planos da Amazon disseram que a empresa vai cobrar uma comissão escalonada baseada no preço da obra de arte, geralmente entre 5% e 20%, com obras mais caras sujeitas a comissões menores. Ela vem cobrando dos vendedores de vinho uma comissão em torno de 15%, segundo vinícolas envolvidas no programa. A logística de entrega ficará a cargo das galerias, e a seção de arte não fará parte do programa "Prime" da Amazon, que realiza a entrega dos produtos em dois dias, disseram esses proprietários de galerias.
Nick Lawrence, dono da galeria Freight + Volume, de Nova York, disse que decidiu dentro dos últimos 30 dias divulgar alguns quadros no site da Amazon depois de ter recebido uma oferta não solicitada da empresa. "Percebi que essa poderia ser uma grande forma de atingir um público imenso", disse Lawrence. "Há muitas pessoas que não vão necessariamente poder vir a Nova York comprar arte e talvez possam, em vez disso, achar alguma coisa na Amazon."
Lawrence disse que também ficou tentado pela oferta da Amazon de participação gratuita até 2015, quando ele disse que a empresa começará a cobrar os vendedores cerca de US$ 100 por mês para listar suas obras de arte no site.
Gail Gibson, dono da galeria G. Gibson, de Seattle, disse que está adotando a postura "esperar para ver" com relação à iniciativa da Amazon, ainda que isso signifique perder o benefício da mensalidade gratuita.
"Parece um pouco cedo demais. Preciso ver como é o site, se é fácil de usar", disse Gibson. "Com arte, tem que ser agradável."
A Amazon vai enfrentar alguma concorrência de sites de venda de arte mais estabelecidos. Muitos galeristas disseram que usam sites como Artsy e Artnet para vender suas obras nos EUA.
Donos das galerias disseram que não ficou claro de imediato como a Amazon pretende organizar o site para ajudar potenciais compradores a encontrar obras de artistas menos conhecidos. A Amazon também não explicou para muitos negociadores de arte como eles deverão lidar com as devoluções. O transporte de uma obra de arte pode custar centenas ou milhares de dólares.
O interesse da Amazon em venda de arte foi divulgado antes pelo The Art Newspaper, uma publicação britânica do setor.
Matéria publicada em http://online.wsj.com