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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Em vídeo, Netflix tira sarro de tecnologia da Amazon

Serviço de streaming de vídeos brincou com o sistema de entrega por drones feito pela Amazon. Veja o vídeo

Reprodução
A Netflix, serviço de streaming de vídeos, divulgou recentemente filme tirando sarro da tecnologia de entrega por drones da Amazon.

Intitulado por “Drone 2 home”, o vídeo conta com Hank Breeggemann, gerente-geral da divisão de DVDs da Netflix, apresentando um sistema de entrega à domicílio similar ao que a Amazon está testando.

No entanto, em um tom humorístico, os pequenos “drones” – veículos aéreos controlados remotamente – aparecem, na verdade, perseguindo os clientes da empresa. 

O filme foi realizado menos de um mês após a Amazon anunciar que está desenvolvendo um serviço de streaming de TV, o qual contará, também, com programações ao vivo. A ideia da empresa é oferecer programas de televisão e filmes gratuitamente aos clientes associados ao serviço premium de envio da Amazon Prime.

Com mais de um minuto de duração, o vídeo do site chega a explodir uma encomenda, além de aparecer em momentos inusitados, como, por exemplo, enquanto um homem utiliza o banheiro.

O sistema de entrega por drones da Amazon passa por fase de testes e a expectativa é que seja lançada em 2015. O objetivo da companhia é realizar as entregas em trinta minutos. Essa, também, é uma das brincadeiras que a Netflix faz com a concorrente.

Assista, a seguir, o vídeo:



Matéria publicada em http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/em-video-netflix-tira-sarro-de-tecnologia-da-amazon

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Netflix começa a testar streaming de conteúdo em 4K

Por Eric Colombo

A Netflix pretende no próximo ano, se tornar um importante fornecedor de vídeos 4K, para isso, ela começou a testar conteúdo stream em Ultra HD (4K).
Divulgação
De forma bastante discreta, a Netflix adicionou essa semana, alguns vídeos em 4K em seu catálogo, apenas para começar, e irá, nos próximos meses, adicionar mais conteúdo. Até o momento, os títulos adicionados ao catálogo são apenas as sequências que a própria Netflix usa normalmente para testes internos, porém um porta-voz da empresa confirmou que a Netflix "espera lançar vídeos em Ultra HD no próximo ano."

Entre os títulos adicionados está "El Fuente: 24 MP" que promete em sua descrição um exemplo de 4K em 24 quadros por segundo. O filme inclui pessoas andando em bicicletas, cenas de um mercado de atacado, e crianças brincando em uma fonte.

Como o próprio CEO Reed Hasting disse, espera-se que a Netflix seja um grande fornecedor de vídeos em 4K, no próximo ano, ou Ultra HD, como alguns preferem chamar.

Fonte: Gigaom

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Governo estudará taxação de empresas de conteúdo na internet

Anatel e Ancine vão se reunir para discutir modelos possíveis de taxação de empresas como Netflix, Apple e Google

Site do Netflix é carregado em um computador com envelopes da companhia em Nova York
 Jin Lee/Bloomberg/Reuters

O governo começa a analisar nesta semana alternativas de cobrança para as empresas que distribuem conteúdos, como filmes e seriados de TV, pela internet.

Na próxima sexta-feira (30) os presidentes da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), João Rezende, e da Agência Nacional do Cinema (Ancine), Manoel Rangel, vão se reunir para discutir modelos possíveis de taxação dessas empresas, que não recolhem tributos no país.

“Vamos dar o primeiro pontapé nesse debate”, disse Rezende à Agência Brasil. Segundo ele, é preciso analisar se empresas que oferecem esse tipo de serviço, como Netflix, Apple e Google, têm representação no Brasil, e de que forma a cobrança é feita dos usuários. “Eu acho que isso não é uma questão regulatória, é uma questão de ver como a Receita tributa”.

Para Rezende, da forma como está, as empresas de TV por assinatura acabam sendo prejudicadas, porque são submetidas à tributação do país, enquanto as que oferecem conteúdo pela internet não são tributadas da mesma forma.

“Elas concorrem deslealmente, porque não têm a tributação tradicional, então cria esse problema. Mas vamos ter que pensar muito, não é uma questão simples”, avalia Rezende.

O estudo sobre as mudanças para empresas que oferecem conteúdo de vídeo na internet será feito a pedido do ministro das Comunicações, Paulo Bernardo.

“Eles vão olhar as atividades e a lei já define o que é tributável ou não, não precisa fazer lei nenhuma, é só ver se vai se enquadrar. Por exemplo, se uma determinada atividade tem que pagar taxa do Condecine [Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional], eles vão fazer o enquadramento e notificar as empresas”, explicou.

Recentemente, em evento do setor de TV por assinatura, Paulo Bernardo defendeu a taxação dos serviços prestados por empresas estrangeiras.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

App transforma smartphone com Android em Chromecast

Ideia de aplicativo gratuito é transmitir, por streaming, vídeos do YouTube ou do NetFlix, rodando em um aparelho principal, para outro mais antigo

App CheapCast
Reprodução

Logo que foi anunciado, o Chromecast se tornou um sucesso imediato, esgotando nas lojas e acumulando pedidos na Play Store do Google. E, ao contrário do que se pensava, ele não rodava o Chrome OS, mas sim uma versão “simples” do Android. Por isso, não demorou muito para que o CheapCast aparecesse, com a proposta de “transformar” qualquer aparelho com o sistema em algo parecido com o gadget.

A ideia deste aplicativo gratuito é transmitir, por streaming, vídeos do YouTube ou do NetFlix, rodando em um aparelho principal, para outro mais antigo, que esteja conectado a uma TV pela porta HDMI. É mais ou menos o que acontece com o Chromecast – só que, em vez de enviar o conteúdo para um dispositivo do tamanho de um pen drive, você terá mandá-lo para outro smartphone ou tablet.
Parece complicado, mas o procedimento é bem simples. Certifique-se primeiro que os dois aparelhos usados estejam conectados na mesma rede Wi-Fi. Depois, baixe o CheapCast no smartphone que será conectado à TV e toque no Play, no canto superior direito da tela, para ativar o aplicativo.

ChromeCast
Blooberg
No smartphone “principal”, abra o YouTube, por exemplo, e escolha um vídeo. Um ícone aparecerá no alto da tela, ao lado da lupa. Clique nele, escolha a opção “CheapCast” e comece a reproduzir o filme. Uma imagem do YouTube aparecerá na tela do aparelho secundário, e o vídeo começará a tocar ali. O dispositivo “principal” passará então a funcionar mais ou menos como um controle remoto. Por ele, o usuário seleciona outros conteúdos para adicionar à lista de reprodução, navega pelos que já estão em execução e ajusta o volume.

A proposta do CheapCast é nobre e configurá-lo é bem fácil, mas usá-lo de fato já exige um tanto de paciência. Isso porque o conteúdo demora muito para ser transmitido de um aparelho para o outro – tentamos em duas redes Wi-Fi diferentes, ambas de alta velocidade e com alguns outros computadores e dispositivos móveis já conectados (uma com mais, outra com menos), e o resultado foi o mesmo. Além disso, o aplicativo está em fase beta e, por isso, pode apresentar alguns outros problemas – encerrar inesperadamente, por exemplo.

Ainda assim, caso tenha um aparelho Android sobrando e uma rede Wi-Fi boa e pouco movimentada, o app vale o teste. O CheapCast é compatível com Android 2.2 ou superior – ou seja, mesmo smartphones mais antigos devem rodá-lo.