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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Fusão entre Apple e Microsoft pode acontecer em 2018, diz analista

Na opinião de Keith Fitz-Gerald, Apple e Microsoft podem trabalhar juntas ou virar uma só empresa

Reprodução/Wikipedia
Analista da Money Map Press e comentarista eventual do programa Fox Business, Keith Fitz-Gerald gerou risadas e até polêmica por conta de comentários recentes no telejornal. De acordo com ele (e apenas ele, já que nenhuma fonte oficial opinou sobre o caso), as rivais Apple e Microsoft serão uma só empresa em até dez anos, sendo que a união pode começar a partir de 2018.

Segundo ele, a tecnologia atualmente é o lugar certo para investir dinheiro, especialmente por conta de uma operação "impensável, mas absolutamente possível" que acontecerá nos próximos anos: trabalhos em parceria entre as empresas de Bill Gates e do já falecido Steve Jobs que acarretariam em uma fusão entre as companhias.

Nem o âncora parece acreditar na teoria de Fitz-Gerald, citando um argumento matador desde o princípio: o governo norte-americano jamais aprovaria essa megafusão de duas das maiores companhias da área de tecnologia, já que isso seria configurado como monopólio.

O argumento de Fitz-Gerald é que elas terão que lutar contra outros rivais poderosos, como Facebook e Google ou Android. Vale ressaltar que isso tudo é pura especulação, mas o rapaz parece convicto ao analisar os lançamentos e metas de ambas as companhias. O comentarista diz que um dos motivos que o levou a pensar nisso é como até os televisores de hoje em dia vêm carregados de aplicativos sociais: tudo está conectado hoje em dia, não importa a marca.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Empresas de Japão e EUA impulsionam nova geração de memórias para celulares

sxc.hu
Fabricantes japoneses e americanos de semicondutores se uniram para desenvolver uma nova geração de chips de memória que melhorará o rendimento dos dispositivos móveis, informou nesta segunda-feira o jornal "Nikkei".

O projeto, no qual participam cerca de 20 empresas, quer padronizar os chips de armazenamento magnético (MRAM), capazes de oferecer até dez vezes mais velocidade e capacidade que os atuais de armazenamento dinâmico (DRAM).

Pelo lado japonês, participarão as principais empresas do setor, tais como Hitachi, Renesas Electronics e Tokyo Electron, terceiro maior fabricante mundial, enquanto por parte dos EUA figurarão também algumas de suas maiores firmas, entre elas Micron Technology, o segundo maior produtor de chips DRAM do mundo.

Segundo o jornal, cada empresa enviará em breve pessoal de suas equipes de pesquisa à universidade de Tohoku, a nordeste do Japão, onde se espera comecem o desenvolvimento destes novos modelos de memória a partir de fevereiro.

À margem de dotar de maior velocidade e armazenamento, as memórias MRAM consomem um terço menos de memória que as atuais DRAM, algo que se espera sirva para melhorar significativamente o rendimento em telefones celulares e tablets.

Com este projeto, as empresas esperam acelerar a comercialização destas memórias MRAM, em desenvolvimento desde os anos 90, e perante o desafio de que possam ser produzidas em massa até 2018.

À margem desta sinergia de empresas, outras firmas como a japonesa Toshiba estão atualmente trabalhando em seu desenvolvimento com a sul-coreana SK Hynix, em uma corrida tecnológica na qual também compete o gigante Samsung Electronics.

Matéria publicada em http://www.efe.com/efe/noticias/brasil/tecnologia/empresas-jap-eua-impulsionam-nova-gera-memorias-para-celulares/3/2018/2182514

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Em novo julgamento de patentes, Apple faz discurso final contra Samsung

David Paul Morris/Bloomberg
A Apple argumentou em tribunal nesta terça-feira que a Samsung teria falhado em apresentar evidências significativas para rebater as alegações de que havia usado indevidamente a tecnologia patenteada da fabricante de iPhones.

Na fase de argumentação final em um tribunal federal em San Jose, na Califórnia, o advogado da Apple William Lee disse que a Samsung não havia convocado quaisquer executivos sêniores da Coreia do Sul para testemunhar no novo julgamento entre as duas empresas, enquanto a Apple teria chamado seu vice-presidente de marketing, Phil Schiller.

A Apple e a Samsung estão envolvidas em uma batalha global envolvendo litígios sobre patentes. No ano passado, a Apple recebeu 1 bilhão de dólares depois de convencer um júri de que a Samsung havia copiado vários recursos e detalhes de design do iPhone.

Em março, a juíza distrital Lucy Koh confirmou cerca de 600 milhões de dólares desse veredicto, mas ordenou um novo julgamento sobre o restante do montante, afirmando que o júri anterior havia cometido alguns erros de cálculo.

Durante o julgamento, a Apple pediu ao júri 379,8 milhões de dólares, enquanto a Samsung alegou que deveria arcar com 52,7 milhões de dólares.

A gigante sul-coreana, cujos smartphones utilizam o sistema operacional Android, do Google, deve apresentar seus argumentos finais ainda nesta terça-feira.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Samsung é 2ª que mais investe em inovação; Apple fica em 46º lugar

Reprodução
A Comissão Europeia divulgou um ranking das companhias que mais investem em pesquisa e desenvolvimento no mundo. A lista, com dois mil nomes, traz diversas empresas de tecnologia - especialmente entre as 50 primeiras organizações.

A Samsung (2ª) lidera o ranking de tecnologia, com investimento de 8,3 bilhões de euros em 2012, seguida da Microsoft (3ª), com 7,8 bilhões de euros dedicados às pesquisas, e da Intel, que gastou 7,6 bilhões de euros no ano passado.

Outras 11 empresas do setor estão entre as primeiras companhias que mais pesquisaram e desenvolveram no ano passado: Siemens (17ª), Cisco (18ª), IBM (21ª), Nokia (22ª), Sony (24ª), Ericsson (28ª), Oracle (29ª), Huawei (31ª), Qualcomm (38ª) HP (45ª) e Apple (46ª).

Veja abaixo a lista editada e clique aqui para ver o ranking completo. 

Empresas brasileiras

Das 2 mil empresas listadas, oito são brasileiras. A primeira organização nacional citada é a Vale (98ª), que investiu R$ 1,1 bilhão no setor em 2012, seguida da Petrobrás (118ª), que destinou R$ 936,4 milhões no ano passado. A Embraer (391ª) e a Totvs (992ª) aparecem em terceiro e quarto lugar, escoltadas pela CPFL, WEG, Braskem e Itautec.

As quatro últimas companhias listadas aparecem abaixo da milésima posição. No levantamento do ano passado, com 1,5 mil empresas, as brasileiras também estavam presentes no ranking, com exceção da Itautec.

Reprodução
Reprodução


quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Governo estudará taxação de empresas de conteúdo na internet

Anatel e Ancine vão se reunir para discutir modelos possíveis de taxação de empresas como Netflix, Apple e Google

Site do Netflix é carregado em um computador com envelopes da companhia em Nova York
 Jin Lee/Bloomberg/Reuters

O governo começa a analisar nesta semana alternativas de cobrança para as empresas que distribuem conteúdos, como filmes e seriados de TV, pela internet.

Na próxima sexta-feira (30) os presidentes da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), João Rezende, e da Agência Nacional do Cinema (Ancine), Manoel Rangel, vão se reunir para discutir modelos possíveis de taxação dessas empresas, que não recolhem tributos no país.

“Vamos dar o primeiro pontapé nesse debate”, disse Rezende à Agência Brasil. Segundo ele, é preciso analisar se empresas que oferecem esse tipo de serviço, como Netflix, Apple e Google, têm representação no Brasil, e de que forma a cobrança é feita dos usuários. “Eu acho que isso não é uma questão regulatória, é uma questão de ver como a Receita tributa”.

Para Rezende, da forma como está, as empresas de TV por assinatura acabam sendo prejudicadas, porque são submetidas à tributação do país, enquanto as que oferecem conteúdo pela internet não são tributadas da mesma forma.

“Elas concorrem deslealmente, porque não têm a tributação tradicional, então cria esse problema. Mas vamos ter que pensar muito, não é uma questão simples”, avalia Rezende.

O estudo sobre as mudanças para empresas que oferecem conteúdo de vídeo na internet será feito a pedido do ministro das Comunicações, Paulo Bernardo.

“Eles vão olhar as atividades e a lei já define o que é tributável ou não, não precisa fazer lei nenhuma, é só ver se vai se enquadrar. Por exemplo, se uma determinada atividade tem que pagar taxa do Condecine [Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional], eles vão fazer o enquadramento e notificar as empresas”, explicou.

Recentemente, em evento do setor de TV por assinatura, Paulo Bernardo defendeu a taxação dos serviços prestados por empresas estrangeiras.