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quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Facebook adiciona botão dislike, mas apenas no Messenger

Em vez de uma função que aparece abaixo dos comentários, como o “Curtir”, o comando não passa de um novo sticker, que pode ser baixado e usado no Messenger

zeevveez / Flickr
Tão pedido por usuários do Facebook, o botão “dislike” (“Não curtir”) finalmente chegou à rede social. Mas não da forma como todos esperavam: em vez de uma função que aparece abaixo dos comentários, como o “Curtir”, o comando não passa de um novo sticker, que pode ser baixado e usado no Messenger.

O pacote que traz o “dislike” ainda tem outros adesivos que brincam com o formato de positivo do “Curtir” – um hang-loose, uma mão com um buquê de flores e uma cutucada, por exemplo. Segundo o site AllFacebook, o conjunto foi criado algumas semanas atrás, em uma hackathon, e adicionado só agora à loja de stickers do serviço.

Assim como os outros pacotes, o que apresenta o “Não curtir” pode ser baixado de graça na loja de adesivos. Pode não ser bem o que os usuários esperavam, mas, ao menos dessa vez, o botão "dislike" não é um golpe.

Os stickers – Emoticons um pouco mais elaborados, os adesivos adotados pelo Facebook no Messenger foram adicionados ao serviço em abril deste ano. Além do pacote com o "Não curtir", há uma série de outros, que incluem até personagens como o cachorro Snoopy.

Eles fazem parte de uma aparente tendência entre os mensageiros, e estão presentes em apps como o Line e o Viber, ambos concorrentes do Facebook Messenger nos dispositivos móveis. Na App e na Play Store, há até aplicativos que oferecem stickers para WhatsApp e outros apps de mensagens.

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

App Line quer usar a simpatia contra rivais WhatsApp e Viber

App japonês Line lança versão no Brasil para rivalizar com outros consolidados serviços como WhatsApp, Viber e Skype. Sua arma? Desenhos fofinhos.

App Line
Divulgação

Além do WhatsApp, Viber e Skype, usuários brasileiros ganharam nesta semana mais uma opção de app de troca de mensagens, o Line. Desenvolvido no Japão e lançado em 2011, o app já conta com mais de 230 milhões de usuários em todo o mundo e está presente em mais de 230 países.

O crescimento do app é impressionante. Ainda mais quando seus números são comparados com a evolução da maior rede social do planeta. Segundo notado pelo jornal britânico Guardian, o Facebook demorou três anos para atingir a marca de 58 milhões de usuários na Ásia. O Line precisou de apenas doze meses.

Mas o que há, afinal, de diferente no Line em relação aos seus concorrentes? Concebido originalmente como uma plataforma de troca de mensagens, o app hoje conta com uma série de funcionalidades que vão além da possibilidade de realização de chamadas.

Uma delas é o Home & Timeline, que se propõe a ser uma espécie de Timeline como a do Facebook. Lá, os usuários podem compartilhar atualizações e interagir com outros seguidores. É possível, inclusive, seguir perfis oficiais de personalidades como o tenista Rafael Nadal, por exemplo.

Outro diferencial é o quão “fofo” o Line é. O app conta com mais de 8 mil “stickers”, imagens bem humoradas usadas para decorar as mensagens, e que são desenhadas em estilo mangá. Os principais deles são os simpáticos urso Brown e o coelho Cony.

E é exatamente nestes “stickers” que o Line tem uma boa fonte de renda. Muitos são gratuitos, mas sempre há a possibilidade de o usuário adquirir pacotes com outras opções de desenhos por 1,99 dólar em iPhones ou smartphones com Android.

O download do Line é gratuito e o app está disponível em diferentes sistemas operacionais. Além do iOS Android, é possível baixá-lo em dispositivos Windows Phone, BlackBerry e Nokia Asha. E o Line também pode ser usado em computadores PC e Mac.

Impossível dizer se a simpatia do app será suficiente para conquistar os usuários no Brasil. Fato é que o Line terá de arregaçar as mangas para tentar alcançar a mesma relevância que seus consolidados rivais têm nos smartphones e computadores dos brasileiros.


Veja o comercial do novo App: