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sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Jovem brasileiro processa app Lulu por danos morais

Divulgação
O aplicativo Lulu continua incomodando homens preocupados com as avaliações feitas pelas usuárias do programa. Desta vez, um estudante brasileiro resolveu entrar com um processo na Justiça contra o app por danos morais. 

O estudante de Direito, de 26 anos, alegou que se sentiu ofendido com as avaliações em que foi marcado como “mais barato que um pão com manteiga”, “bafo da morte” e “aparadinho”.

Pelo app, as mulheres podem avaliar de forma anônima seus contatos no Facebook e os homens têm acesso apenas à média final dessas avaliações. 

No processo, protocolado na terça-feira (26) e distribuído à 2ª vara do JEC de Vergueiro (SP), o estudante pede por uma indenização de R$ 27 mil por danos morais à sua imagem e pede a exclusão imediata de seu perfil no aplicativo. 

A liminar inicialmente foi indeferida pelo juiz, que alegou que o próprio usuário poderia excluir seu perfil. No entanto, o magistrado solicitou que o Facebook se manifestasse em até 10 dias sobre o fato de haver problemas técnicos para excluir o app.

“É notória a imprudência praticada pela ré, porquanto se utiliza das informações pessoais do autor expondo sua honra, bom nome e a intimidade à milhares de usuárias do programa, violando flagrantemente preceitos e garantias constitucionais", cita o estudante no processo. 

Porém, o Facebook, em sua página de termos do serviço, afirma que o aplicativo não viola as políticas da rede social, pois o mesmo utiliza apenas informações básicas que já são compartilhadas com qualquer aplicativo. Além disso, ao se inscrever no Facebook o usuário concorda em compartilhar seus dados com terceiros. 

Aplicativo - O aplicativo Lulu, criado pela jamaicana Alexandra Chong, tem pouco mais de uma semana de existência no Brasil e já está no ranking dos mais baixados da Apple Store e da Google Play.

Por meio do programa mulheres avaliam homens de forma anônima. Ao fazer login com um perfil do Facebook, a usuária pode dar notas e atribuir qualidades e defeitos a todos os seus amigos do sexo masculino.

Mas para os mais indignados e insatisfeitos há uma forma de deletar o perfil do aplicativo. Basta acessar o link http://company.onlulu.com/deactivate e pedir a remoção de seu perfil. Se houver falhas, pode repetir o procedimento ou enviar um e-mail, indicando seu perfil para “iwantout@lulu.com” e esperar que os responsáveis pelo aplicativo retirem-no do ar. 

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Estudante faz milhares de dólares em Bitcoin investindo apenas US$ 27

Reprodução

Imagine se lembrar de um investimento feito há anos e descobrir que ficou cheio de dinheiro. Foi o que aconteceu com o estudante norueguês Kristoffer Koch.

Em 2009 ele gastou 150 coroas (US$ 26,60) comprando algumas unidades da moeda virtual e se esqueceu disso.

Em abril deste ano, quando a Bitcoin estava em destaque na mídia, Koch se lembrou que investira na moeda. "Pensei comigo: eu não tinha alguma coisa daquilo?", declarou em entrevista repercutida pelo News.com.au.

A surpresa foi grande: quando finalmente lembrou de sua senha (porque ele esquecera), o estudante descobriu que o saldo havia chegado em 5 mil Bitcoins, o equivalente a 5 milhões de coroas - ou US$ 885,5 mil.

Koch descontou 1/5 do valor, mas isso foi suficiente para ele comprar um apartamento em Toyen, uma das regiões mais ricas da capital Oslo.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Menina de 9 anos cria rede social e impressiona hackers

Alex Jordan é a criadora da Super Fun Kid Time, rede social que quer ajudar as crianças a encontrarem amigos para brincar

Alex Jordan, a pequena hacker de apenas 9 anos
Reprodução/Exame.com

As melhores invenções surgem de tentativas de se solucionar um problema. Pois Alexandra Jordan, de apenas 9 anos, parece ter levado esta máxima a sério. Entediada durante suas longas férias de verão, a menina resolveu desenvolver uma rede social na qual outras crianças podem combinar encontros para brincar, a Super Fun Kid Time.

Apresentada pela própria neste final de semana durante a TechCrunch Disrupt 2013, conferência anual de tecnologia organizada pelo site TechCrunch em São Francisco, a rede social foi completamente elaborada, e programada, por Alex. De acordo com ela, a ideia foi concebida junto com seu pai, Richard Jordan.

Depois de registrados no site, os pequenos usuários podem procurar por outros amigos, filtrando os resultados de acordo com o nome da sua escola, a etapa na qual está matriculado e até o nome do seu professor. Em seguida, é possível então escolher a criança com quem se quer brincar e agendar a data e horário do encontro.

Ao contrário dos outros participantes da conferência, que participam de maratonas intensas de programação, Alex não ficou acordada a noite inteira programando e foi dormir às 23h45. Segundo seu pai, a única ajuda externa recebida pela menina, que está aprendendo a programar em linguagens como Ruby e HTML, foi para o desenvolvimento do design do site, para o qual contou com o auxílio de um designer profissional.

Segundo Alex, sua paixão por tecnologia foi herdada do pai, que se apresenta no Twitter como físico, hacker e empreendedor. Em entrevista ao TechCrunch, ela descreveu como “divertida” a experiência de estar em contato com “outros hackers” e disse que a parte mais legal de programar é o fato de ser uma atividade que a acalma, “além de ser uma ótima forma de desenvolver raciocínios”.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Mensagens no WhatsApp ajudam polícia a solucionar crime em Goiás

WhatsApp

A Polícia Civil de Goiás utilizou mensagens trocadas no aplicativo WhatsApp para esclarecer o assassinato de Bianca Mantelli Pazinatto, universitária de 18 anos e moradora da cidade de Jataí, no interior do estado goiano. Ela foi morta por duas jovens, uma de 16 e outra de 17 anos, por conta de motivos passionais.

De acordo com reportagem do jornal Folha de S.Paulo, os investigadores localizaram o smartphone de Bianca e, por meio de uma conversa no WhatsApp, apuraram que ela havia combinado de se encontrar com a amiga de 17 anos.

O corpo da universitária, que estudava Biomedicina na Universidade Federal de Goiás, foi encontrado na última segunda-feira na casa da adolescente de 17 anos. A Polícia Civil acredita que o assassinato foi motivado porque as duas jovens tiveram um relacionamento amoroso por quatro meses, mas acabaram se separando. Após as recusas de Bianca em reatar o namoro, ela foi morta. 

Após uma ligação anônima, os policiais identificaram a jovem de 16 anos, que foi levada para a delegacia e confessou o crime. Ao chegarem na casa da outra suspeita, as autoridades encontraram o corpo de Bianca embaixo da cama da jovem.