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quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Site para avaliar amigos quer ser um "Lulu do bem"

Divulgação
Se intitulando como um “Lulu do bem”, o site GraspMe pretende ser um canal de avaliações mais discreto. O serviço permite que os usuários sejam avaliados por amigos em vários quesitos, mas de forma privativa.

O site, lançado ontem (11), possibilita ao usuário ser avaliado por amigos selecionados do Facebook em diversos quesitos. Todas as notas e comentários feitos serão vistos somente pela pessoa que for avaliada. 

Para utilizar o serviço basta acessar o site do GraspMe e fazer o login pelo Facebook. Após isto o usuário convida amigos para que o avaliem. 

Quem avalia seleciona qual o tipo de relacionamento tem com a pessoa e então pode dar notas de 0 a 100 de acordo com perguntas pré-estabelecidas. 

Entre as perguntas disponíveis estão “Qual é a nota geral para esse amigo?”; “O quanto você gostaria de estar mais próximo desse amigo?”; “O quanto seu amigo é legal?”; “Que nota você daria para a aparência dele(a)?”; “O quanto ele/ela se importa com os outros?” e “Quão inteligente ele/ela é?”. 

Além das seis perguntas, há também espaço para uma pergunta aberta onde o amigo pode comentar livremente - de forma anônima - sobre o que acha daquela pessoa. O resultado não é público e fica disponível somente para quem foi avaliado. 

“A proposta do GraspMe é ser algo totalmente positivo, permitindo um feedback de como seus amigos realmente te enxergam. Isso pode ajudar as pessoas a saberem em que áreas precisam melhorar e em quais já são muito fortes. Não queremos ser um site de fofoca. Pelo contrário, queremos ajudar as pessoas a melhorarem sua vida pessoal”, afirma o brasileiro Thiago Alvarez, criador do GraspMe. 

Criado para ter abrangência global, o GraspMe está disponível somente em inglês. A versão em português deve ser liberada no início de 2014. Usuários de qualquer parte do mundo podem acessar o serviço por meio do site.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Lançado o verdadeiro 'Lulu para homens'

Reprodução
Ainda não acabou a polêmica em torno do Lulu. O Tubby podia até ser blefe, mas agora existe um aplicativo rival de verdade, o Clube do Bolinha. Criado pela Online Clothes Company, o serviço já está disponível na Google Play e aguarda aprovação da Apple para entrar na App Store.

O funcionamento é o mesmo do Lulu: um sistema em que "eles" podem avaliar "elas"; no final, surge uma nota. As mulheres também podem acessar o serviço, mas só para saber o que os homens estão dizendo.

Entre as hashtags positivas há algumas como #RainhaDaPista, #TopCapaDeRevista, mas, entre as negativas, algo como #Bigodinho e #VidaLoka.

Embora o logo do aplicativo possa dar a impressão de que o Clube do Bolinha segue os mesmos caminhos propostos pelo falso Tubby, o CEO da Online Clothes, Murilo Vianello, afirmou em nota que sua intenção não é vingar os homens chateados com o Lulu, mas proporcionar experiência semelhante à que as mulheres têm com o outro app.

"É importante frisar que não é nossa intenção denegrir a imagem do publico feminino, não queremos vingança, muito pelo contrário, queremos que os homens avaliem as mulheres de uma maneira positiva, e que elas encarem e usem isso de uma maneira positiva também, assim no final servirá de experiência seja ela boa ou ruim para os dois", diz.

Segundo Vianello, mais 1 mil pessoas baixaram o aplicativo nos primeiros dias, mas a maioria dos que deram opinião sobre ele na Google Play se diz insatisfeita. Muitos afirmam que o produto tem defeitos. Para conferir, clique aqui.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Aplicativo Tubby é mais uma trollagem da internet

No dia do lançamento do app, farsa é exposta em vídeo e na página do serviço na Google Play



Nesta altura do campeonato, você já deve saber do que se trata o aplicativo Tubby: ele seria uma versão do Lulu para homens, com as mesmas formas de avaliação e com hashtags bastante pesadas. Antes do lançamento, o serviço até foi proibido pela Justiça de ser disponibilizado na Google Play, na App Store e no Facebook. Hoje (6) é o dia do grande lançamento da ferramenta – e a possível data em que será revelado que tudo isso é apenas uma farsa.

São várias as pistas que indicam que o Tubby é apenas mais uma trollagem da internet, incluindo postagens no perfil do Twitter do site Não Salvo. Mais informações devem ser liberadas no decorrer do dia, mas já é possível conferir a falta de veracidade do app.

O principal argumento é o vídeo abaixo, um "clipe institucional" do Tubby que conta até com um suposto investidor sul-coreano. Só por ser profissional demais já é possível desconfiar, mas a farsa só é revelada se você ativar as legendas do YouTube, que se sobrepõem às embutidas no clipe e revelam o verdadeiro conteúdo da mensagem. O executivo é, na verdade, o ator Pyong Lee.

Reprodução
No final da mensagem, consta que o clipe é uma parceria entre o canal de humor de Lee no YouTube, o cuboX, o site Não Salvo (note que o idealizador do site, Maurício Cid, aparece aos 1:30 entregando inocentemente um papel para um colega) e os dois supostos criadores do app, Rafael Fidelis e Guilherme Salles, que chegaram até a dar entrevistas em alguns veículos de comunicação. O site oficial do Tubby agora redireciona o usuário diretamente para o vídeo, que afirma que nenhuma linha de código foi escrita ou e que um app desse porte não poderia ficar pronto em tão pouco tempo.
Mais que uma "zoeira sem limites"

Os idealizadores do projeto devem estar orgulhosos: o app falso não só foi proibido pela Justiça como gerou muitas discussões por aí, seja em sites de todos os tipos ou mesas de bar formadas por homens e mulheres.

Na legenda oculta, há a mensagem de que a brincadeira pode até ter existido mais pela "trollagem", mas se trata também de uma lição moral valiosa para quem acha correto e divertido julgar as mulheres de um jeito tão vulgar a partir de uma ferramenta anônima, além de acreditar em qualquer coisa que surge na rede.

Justiça proíbe lançamento do Tubby

Reprodução
O aplicativo Tubby, anunciado como "vingança" dos homens que foram avaliados pelas mulheres no Lulu, não poderá ser lançado no Brasil, graças a uma decisão da 15ª Vara Criminal de Belo Horizonte proferida na noite de feira, 4.

A estreia do app estava prevista para ontem mas foi adiada para sexta-feira, 6, por causa da alta demanda. Agora a Justiça proibiu que os desenvolvedores, o Facebook (que forneceria dados das mulheres), o Google ou a Apple (por meio de suas lojas) coloquem o serviço no ar. Caso descumpram a medida, terão de pagar multa diária de R$ 10 mil.

A decisão, noticiada pelo G1, atende a um pedido de medida cautelar feito pelos coletivos Frente de Mulheres das Brigadas Populares de Minas Gerais, Margarida Alves, Movimento Graal no Brasil, Marcha Mundial das Mulheres, Movimento Mulheres em Luta, Marcha das Vadias e Coletivo Mineiro Popular Anarquista (Compa).

O pedido se baseava na Lei Maria da Penha (11.340/06) sob justificativa de que o aplicativo incentivaria a violência contra a mulher - na imagem de divulgação, por exemplo, é mostrada a hashtag #CurteTapas, uma das que provavelmente seriam adotadas para avaliar as mulheres.

O juiz Rinaldo Kennedy Silva, titular da Vara Especializada de Crimes Contra a Mulher de BH, considerou que há “plausibilidade jurídica na tese”, no pedido, ”uma vez que a requerente pretende a defesa dos interesses difusos das mulheres”. “Há também fundado receio de dano irreparável ou de difícil reparação, uma vez que depois de ofendida a honra de uma mulher por intermédio do mencionado aplicativo, não haverá como repará-la”, escreveu ele.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Empresa cria serviço para comprar avaliações no Lulu

Serviço lançado por brasileiros promete contra-atacar o polêmico app Lulu oferecendo aos homens a chance de comprar avaliações para o seu perfil

Reprodução
Serviço lançado por brasileiros promete contra-atacar o polêmico app Lulu com uma estratégia inusitada: oferecer aos homens a chance de comprar avaliações para o seu perfil. Colocado no ar na noite de quarta-feira (27), o site LuluFake oferece pacotes a partir de R$9,90 aos interessados em parecer um bom partido, pegador, ou até fiel. “Vamos jogar o jogo delas e transformar o Lulu na maior ferramenta de marketing pessoal dos homens”, diz Nicolas Moreira, um dos fundadores da empresa.

Lançado na semana passada no Brasil, o aplicativo Lulu já teve mais de 5 milhões de visualizações. Ele permite que mulheres avaliem homens — basta se cadastrar com um perfil no Facebook e selecionar o rapaz a ser avaliado. Perguntas de múltipla escolha em forma de teste (como “o senso de humor dele é...” e “depois do sexo ele...”) determinam a nota geral do sujeito, mas as usuárias também podem incluir hashtags prontas na avaliação. #SempreCheiroso; #Bebezão e #TrêsPernas são alguns dos exemplos disponíveis.

“Muitos homens estavam se sentindo ofendidos e retirando seus perfis do Lulu”, diz Moreira, 24 anos, estudantes de administração da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), em São Paulo. Um deles até mesmo processou o app. Já alguns decidiram “pagar na mesma moeda” anunciando um aplicativo para homens avaliarem mulheres por seu desempenho sexual. “Mas achamos que a versão feminina simplesmente viraria uma forma de denegrir a imagem das mulheres. Eu não gostaria de um espaço onde um cara pudesse falar baixarias da minha irmã, por exemplo”, diz Moreira.

O LuluFake foi criado em parceria com Flavio Estevam, um dos fundadores do NamoroFake, site que vende namoradas virtuais para o Facebook. A página possui mais de sete mil meninas reais cadastradas, interessadas em ganhar dinheiro se passando por namorada, ex-namorada ou ficante de um estranho por alguns dias. No LuluFake, elas poderão ser contratadas para fazer boas avaliações.

Os usuários interessados preenchem um pequeno questionário dizendo se são solteiros ou comprometidos e escolhem a imagem que querem passar. Os solteiros têm opções como garanhão, romântico, estrela pornô e bom partido. Os comprometidos têm opções similares, porém todas acrescidas do adjetivo “fiel” (por exemplo, fiel+romântico). O próximo passo é escolher um dos três pacotes disponíveis: Pegador, que inclui apenas uma boa avaliação; Comedor, com 5 avaliações, e Kid bengala, com 15.

Ao desembolsar valores que variam de R$9,90 a R$49,90, os homens têm a certeza de receber hashtags como #SabeDasCoisas; #BemCriado e #MãosMágicas. Tudo em menos de 24 horas. "Estamos usando o bom-humor para anular os possíveis efeitos negativos do Lulu na reputação dos homens”, diz Moreira. “Acho que, se eles forem inteligentes, não irão deletar seus perfis”.

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Jovem brasileiro processa app Lulu por danos morais

Divulgação
O aplicativo Lulu continua incomodando homens preocupados com as avaliações feitas pelas usuárias do programa. Desta vez, um estudante brasileiro resolveu entrar com um processo na Justiça contra o app por danos morais. 

O estudante de Direito, de 26 anos, alegou que se sentiu ofendido com as avaliações em que foi marcado como “mais barato que um pão com manteiga”, “bafo da morte” e “aparadinho”.

Pelo app, as mulheres podem avaliar de forma anônima seus contatos no Facebook e os homens têm acesso apenas à média final dessas avaliações. 

No processo, protocolado na terça-feira (26) e distribuído à 2ª vara do JEC de Vergueiro (SP), o estudante pede por uma indenização de R$ 27 mil por danos morais à sua imagem e pede a exclusão imediata de seu perfil no aplicativo. 

A liminar inicialmente foi indeferida pelo juiz, que alegou que o próprio usuário poderia excluir seu perfil. No entanto, o magistrado solicitou que o Facebook se manifestasse em até 10 dias sobre o fato de haver problemas técnicos para excluir o app.

“É notória a imprudência praticada pela ré, porquanto se utiliza das informações pessoais do autor expondo sua honra, bom nome e a intimidade à milhares de usuárias do programa, violando flagrantemente preceitos e garantias constitucionais", cita o estudante no processo. 

Porém, o Facebook, em sua página de termos do serviço, afirma que o aplicativo não viola as políticas da rede social, pois o mesmo utiliza apenas informações básicas que já são compartilhadas com qualquer aplicativo. Além disso, ao se inscrever no Facebook o usuário concorda em compartilhar seus dados com terceiros. 

Aplicativo - O aplicativo Lulu, criado pela jamaicana Alexandra Chong, tem pouco mais de uma semana de existência no Brasil e já está no ranking dos mais baixados da Apple Store e da Google Play.

Por meio do programa mulheres avaliam homens de forma anônima. Ao fazer login com um perfil do Facebook, a usuária pode dar notas e atribuir qualidades e defeitos a todos os seus amigos do sexo masculino.

Mas para os mais indignados e insatisfeitos há uma forma de deletar o perfil do aplicativo. Basta acessar o link http://company.onlulu.com/deactivate e pedir a remoção de seu perfil. Se houver falhas, pode repetir o procedimento ou enviar um e-mail, indicando seu perfil para “iwantout@lulu.com” e esperar que os responsáveis pelo aplicativo retirem-no do ar.