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sexta-feira, 8 de agosto de 2014

China nega suposta proibição de compras de itens da Apple

Produtos não estão banidos de listas de aquisições do governo chinês por preocupações sobre segurança, segundo o maior centro de aquisições do país

Anthony Wallace/AFP
Produtos da Apple como laptops e tablets não estão banidos de listas de aquisições do governo chinês, segundo o maior centro de aquisições do país, refutando uma notícia que alegava que a Apple estava em uma lista negra por preocupações relacionadas à segurança nacional.

Segundo uma notícia da Bloomberg News publicada na quarta-feira, 10 produtos da Apple, incluindo laptops MacBook e tablets iPad, foram retirados de uma lista do governo de hardware aprovado devido a preocupações com segurança. O Centro de Compras do Governo Central, assim como o Ministério das Finanças e a Apple disseram que, antes de mais nada, a companhia nunca sequer enviou pedido para ser incluída na lista.

A lista que criou a confusão nesta semana envolve produtos que economizam energia, e é apenas uma dentre várias listas de compras do governo na China. A Apple nunca esteve nessa lista, disse a companhia em comentários por email nesta sexta-feira, se recusando a dar mais detalhes.

A incerteza e a especulação em torno do status de fornecimento da Apple reflete a ansiedade elevada entre empresas estrangeiras de tecnologia na China, em meio ao que elas veem como uma campanha oficial em várias frentes para reprimir seus negócios.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Google evita uso do Glass em reunião com acionistas



Proibição se estendeu a outros aparelhos eletrônicos e já gerou série de críticas à empresa


Sergey com o Google Glass


Em sua última reunião anual com acionistas, o Google surpreendeu os presentes ao pedir que, ironicamente, não utilizassem o Glass durante o encontro. A “proibição” se estendeu a outros aparelhos eletrônicos, como smartphones e dispositivos de gravação.

Além da surpresa provocada, a restrição gerou uma série de críticas de quem já achava que os óculos da empresa facilitavam a invasão de privacidade. A Consumer Watchdog, organização que defende os interesses dos consumidores, chegou a chamar os executivos do Google de hipócritas em um comunicado à imprensa. “Os executivos do Google só querem proteger a privacidade deles próprios”, afirmou John M. Simpson, diretor do Projeto de Privacidade da organização.
No entanto, apesar de irônica, a restrição não foi tão pesada. Ao site BGR, um representante do gigante de buscas afirmou que o Glass não foi banido da reunião – tanto que alguns presentes até estavam o utilizando. O que de fato deve ter acontecido foi o desligamento dos aparelhos eletrônicos – e nessa categoria, se encaixam os óculos do Google.
Essa não foi a primeira polêmica envolvendo o Glass. O dispositivo recentemente foi banido de bares e cassinos nos Estados Unidos, e muitas dúvidas relacionadas à privacidade ainda pairam no ar. Ainda assim, para Larry Page, CEO do Google, esses medos devem desaparecer logo.