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sexta-feira, 2 de agosto de 2013

O headset Foc.us dá choques no seu cérebro para te fazer jogar melhor

O periférico sci-fi foi criado por dois engenheiros mecânicos está à venda por US$ 250


O headset Foc.us, projetado pelos engenheiros mecânicos Michael Oxley e Martin Skinner, se apresenta com um design totalmente sci-fi e, além da cara ultra tecnológica, possui uma proposta igualmente moderna. O propósito do periférico é dar choques elétricos no cérebro do usuário, mais especificamente no córtex pré-frontal – com o intuito de te fazer jogar melhor. Os estímulos ajudariam os jogadores a aumentarem seus placares em partidas online, segundo a dupla.

A teoria utilizada por Oxley e Skinner surgiu, originalmente, de testes do exército americano. A prática de estimulação transcraniana por corrente contínua, ou ETCC (na tradução para o inglês: Transcranial direct-current stimulation – tDCS), não só tem um nome complexo como também atua de maneira igualmente abstrusa: os choques no cérebro se provaram úteis para aumentar a velocidade com que as pessoas aprendem tarefas, como habilidades matemáticas.

Na teoria, é bem claro que o Foc.us pode ser usado em muitas outras áreas, inclusive em pesquisas médicas, mas o marketing está sendo focado, por enquanto, exclusivamente para jogos. O estímulo na memória, propagado por ondas de choques de diferentes maneiras, pode auxiliar os jogadores a decorarem padrões de fases, por exemplo, junto do aumento de atenção.

Um botão na parte traseira do periférico permite que o headset fique ativado por 10 minutos contínuos, com um aplicativo adicional para iOS (e futuramente para a plataforma Android) permitindo intervalos personalizados durante 40 minutos, sem a necessidade de encostar no aparelho – de qualquer maneira, o uso recomendado por Oxley e Skinner não pode se estender por longos períodos.

O Foc.us pode ser comprando na loja da companhia, ao preço de US$ 250 nas cores preta ou vermelha, com bateria interna carregada via micro-USB. O frente para o Brasil sai por US$ 10.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Smartphone de US$ 174 pode valer US$ 12 mil para usuário

De acordo com pesquisa, o tempo economizado por uma pessoa na realização de tarefas via apps aumenta o valor agregado do seu smartphone

Smartphone

O tempo que uma pessoa economiza resolvendo tarefas diárias através do seu smartphone faz com que o dispositivo, que custa em média 174 dólares nos Estados Unidos, possa valer até 12 mil dólares. A constatação foi revelada em uma pesquisa da ClickSoftware, empresa de soluções em gestão.

A pesquisa foi feita com 2.120 adultos nos EUA, dos quais quase mil se declararam donos de smartphones e calculou o valor agregado que estes dispositivos adquirem de acordo com o uso que é feito deles.
E o fator que mais impacta no aumento deste valor é o uso de apps que podem ajudar uma pessoa a economizar tempo em seu dia a dia.
Para que se tenha uma ideia, em linhas gerais, ao aproveitar os apps é possível que se economize até 88 minutos por dia ou o equivalente a 22 dias de folga por ano.
“É evidente que os portadores de smartphones carregam um item de grande valor, muito mais valioso que o preço pago na aquisição do dispositivo”, disse Gil Bouhnick, vice-presidente da empresa.
Em termos de horas economizadas, explicou o executivo, o uso de apps na realização de tarefas pode equivaler a mais de 500 horas. Segundo os cálculos da ClickSoftware, a média de salário anual recebida por um americano é de 45.790 dólares, ou 22 dólares por hora de trabalho. Ao economizar 533 horas todos os anos com a realização tarefas via apps, uma pessoa pode acumular 12 mil dólares em doze meses.
Apps
De acordo com os entrevistados, os apps que mais auxiliam neste processo de otimização de tempo são os de e-mail. 50% dos proprietários de smartphones listaram o app como um dos três mais usados e com ele economizam até 39 minutos por dia.
O segundo tipo de app mais mencionado são os de troca de mensagens e produção de texto. Citados por 42% dos donos de dispositivos, tais apps rendem uma economia de 27 minutos.
As redes sociais também não ficaram de fora. Facebook e Twitter, por exemplo, constam entre os apps mais usados de 39% dos donos de smartphones e podem ajudar uma pessoa a economizar 22 minutos por dia.
Mas, apesar de enxergarem seus smartphones como poderosas ferramentas de produtividade, 82% dos entrevistados revelaram, em contrapartida, que não acreditam estar explorando todas as possibilidades oferecidas por seus dispositivos.
Uso pessoal X uso profissional
Outra constatação feita pela pesquisa diz respeito ao tipo de uso que os entrevistados empregados fazem dos apps instalados em seus smartphones. Entre os de e-mail, por exemplo, 21% das pessoas disseram que o uso que fazem destas ferramentas tem foco profissional. Curiosamente, outro tipo de app que recebeu descrições similares foram os que oferecem serviços de GPS.