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quinta-feira, 24 de julho de 2014

Brasileiro à frente da Xiaomi nega copiar Apple, mas admite inspiração

Divulgação
O brasileiro Hugo Barra, vice-presidente global da fabricante chinesa de smartphones Xiaomi, reconheceu que a empresa se inspira nos produtos da Apple, dona da equipe mais talentosa de designers do mundo, na opinião dele, mas negou copiar a americana. 

A polêmica sobre a semelhança do conceito ganhou força esta semana após o lançamento do aparelho Mi 4, promovido como o "mais rápido do mundo". O que o torna parecido com o iPhone 5s, à primeira vista, é o acabamento em metal.

No entanto, Barra argumenta que há diferenças estéticas que conferem originalidade ao Mi 4, como espessura maior, curvatura da borda e localização dos botões. Além disso, a traseira é removível, ao contrário do modelo da Apple.

Para o executivo, as comparações derivam do desconhecimento. "O prolema é que estas pessoas, começando pelo Vale do Silício, não têm acesso aos nossos produtos. Elas nunca mexeram em um dispositivo da Xiaomi, nunca viram, apenas leram a respeito", disse ao The Next Web.

Os consumidores brasileiros deverão ter acesso aos smartphones da Xiaomi. Segundo Barra, há planos para trazer a empresa para a América Latina, começando pelo Brasil, mas ainda sem previsão de data.

Mi 4

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O smartphone lançado esta semana por US$ 320 roda Android 4.4.2, tem tela de 5 polegadas com resolução de 1920x1080 (densidade de 441 ppi), processador Snapdragon 801 (2,5 GHz) - similar ao do Samsung Galaxy S5 - 3 GB de RAM (superiores aos 2 GB do Galaxy S5) e bateria de 3,080 mAh. Quanto ao armazenamento, será possível adquirir versões de 16 ou 64 GB, sendo que nenhuma delas possui slot para cartão MicroSD.

O aparelho é feito inteiramente de metal, com visual que remete ao iPhone, e não possui bateria removível. As capinhas protetoras são feitas de materiais como couro e madeira. A câmera traseira tem sensor de 13 megapixels e lente com uma grande abertura, de f/1,8, enquanto a frontal possui um sensor de 8 megapixels, proporcionando boas selfies. 

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quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Após derrotas judiciais, Samsung nega copiar produtos da Apple

Reprodução
Em mais um capítulo da disputa entre Apple e Samsung, um tribunal californiano comandado pela juíza Lucy Koh concedeu nesta quarta-feira duas vitórias de patentes para a dona do iPhone, alimentando as expectativas para a audiência em 31 de março que abrirá nova rodada de ações judiciais.

O júri considerou que a Samsung plagiou a Apple no recurso que autocompleta palavras digitadas nos teclados de tablets e smartphones e concluiu que a empresa americana não infringiu a patente da coreana para sincronização multimídia - que oferece a capacidade de acessar filmes e música através de múltiplos dispositivos em locais diferentes. 

"Estamos decepcionados com a decisão do tribunal (...). Continuamos confiantes de que nossos produtos não infringem a propriedade intelectual da Apple e vamos tomar todas as medidas apropriadas para proteger os nossos direitos de propriedade intelectual", afirmou um porta-voz da Samsung. Procurada, a Apple não comentou o assunto.

A maçã tem acumulado mais vitórias na disputa que acontece nos tribunais de dezenas de países. No caso de maior repercussão, no ano passado, um júri federal norte-americano determinou que a Samsung pagasse multa US$ 1,05 bilhão pela violação de seis patentes do iPhone.

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Samsung copia ideia da Apple em comercial do Galaxy Gear

Reprodução

Em 2007, para anunciar a chegada do iPhone, a Apple criou um comercial que mostra a evolução do telefone mesclando imagens de atores de Hollywood com personagens em desenho animado como os Flintstones. Seis anos depois a Samsung reaproveita o conceito para apresentar ao público o Galaxy Gear, seu relógio inteligente.


No vídeo lançado hoje, a coreana se apropria do mesmo roteiro idealizado pela Apple ao utilizar cenas cinematográficas e trechos de obras como Star Trek e Power Rangers. Em um minuto, o relógio inteligente passa de item ficcional -- restrito aos filmes -- para algo palpável, assim como acontece no comercial do iPhone.

A semelhança entre os dois vídeos é clara e foi percebida pelo site Obama Pacman. Assista e tire suas conclusões.




Comercial do iPhone em 2007: 



Comercial do Galaxy Gear em 2013: