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sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Primeiro smartphone Xiaomi é homologado no Brasil

Por Eric Colombo

Divulgação
A grande ameaça das gigantes Apple e Samsung, Xiaomi, está perto de desembarcar seus aparelhos em terras brasileiras. O Redmi Note 4G, sucesso em diversos países, foi homologado pela Anatel, o que garante a comunicação LTE do aparelho com as redes do Brasil.

A informação foi divulgada pelo blog Pinguins Móveis, que ao que parece, obteve acesso aos documentos como o Guia do Usuário Redmi Note 4G e o certificado de homologação da Anatel.

O sistema operacional do aparelho é o Android 4.4 KitKat, porém em versão bastante similar ao iOS. O objetivo da Xiaomi é ganhar o público brasileiro pelo bolso. Para se ter uma ideia, o Phablet é vendido na China por cerca de R$ 370 sem impostos.

Equipado com uma tela IPS de 5,5 polegadas com resolução HD, 8GB de armazenamento, 2GB de RAM e processador de quatro núcleos Snapdragon e clock de 1,6 GHz. Assim como nos novos iPhones, o Bluetooth é 4.0 LE e o Wi-Fi 802.11. Sua câmera traseira possui 13 megapixels com abertura de f/2.2, já a câmera frontal possui 5 megapixels, ótimo para que curte tirar selfies.

A espera é que a empresa, que trás na sua vice-presidência o mineiro Hugo Barra, entre no mercado brasileiro no próximo ano, porém o escritório da empresa já está fixado em São Paulo.

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Brasileiro à frente da Xiaomi nega copiar Apple, mas admite inspiração

Divulgação
O brasileiro Hugo Barra, vice-presidente global da fabricante chinesa de smartphones Xiaomi, reconheceu que a empresa se inspira nos produtos da Apple, dona da equipe mais talentosa de designers do mundo, na opinião dele, mas negou copiar a americana. 

A polêmica sobre a semelhança do conceito ganhou força esta semana após o lançamento do aparelho Mi 4, promovido como o "mais rápido do mundo". O que o torna parecido com o iPhone 5s, à primeira vista, é o acabamento em metal.

No entanto, Barra argumenta que há diferenças estéticas que conferem originalidade ao Mi 4, como espessura maior, curvatura da borda e localização dos botões. Além disso, a traseira é removível, ao contrário do modelo da Apple.

Para o executivo, as comparações derivam do desconhecimento. "O prolema é que estas pessoas, começando pelo Vale do Silício, não têm acesso aos nossos produtos. Elas nunca mexeram em um dispositivo da Xiaomi, nunca viram, apenas leram a respeito", disse ao The Next Web.

Os consumidores brasileiros deverão ter acesso aos smartphones da Xiaomi. Segundo Barra, há planos para trazer a empresa para a América Latina, começando pelo Brasil, mas ainda sem previsão de data.

Mi 4

Divulgação
O smartphone lançado esta semana por US$ 320 roda Android 4.4.2, tem tela de 5 polegadas com resolução de 1920x1080 (densidade de 441 ppi), processador Snapdragon 801 (2,5 GHz) - similar ao do Samsung Galaxy S5 - 3 GB de RAM (superiores aos 2 GB do Galaxy S5) e bateria de 3,080 mAh. Quanto ao armazenamento, será possível adquirir versões de 16 ou 64 GB, sendo que nenhuma delas possui slot para cartão MicroSD.

O aparelho é feito inteiramente de metal, com visual que remete ao iPhone, e não possui bateria removível. As capinhas protetoras são feitas de materiais como couro e madeira. A câmera traseira tem sensor de 13 megapixels e lente com uma grande abertura, de f/1,8, enquanto a frontal possui um sensor de 8 megapixels, proporcionando boas selfies. 

Divulgação

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Xiaomi deve começar a vender seus celulares no Brasil neste ano

Hugo Barra
Em breve será mais fácil comprar um celular da Xiaomi aqui no Brasil. A empresa oficializou nesta quinta-feira, 24, seu intuito de expandir suas atividades para além da China ainda em 2014. O processo começará em 10 países, começando pelos emergentes, como Índia, Rússia e, como já citado, o Brasil.

Atualmente, a Xiaomi é um sucesso na China, e chega a superar a Apple em venda de smartphones. Seu diferencial é vender seus aparelhos pela internet, diretamente para os clientes, sem depender de intermediários, o que também permite um corte de preços em aparelhos de alto desempenho. A margem de lucro é pequena, mas a empresa compensa com a venda de acessórios para personalização. 

“É nossa missão e crença que esse modelo de negócios deva ter algum nível de sucesso fora da China também”, diz Lei Jun, fundador e CEO da Xiaomi. “Você certamente pode chamar isso de uma aceleração”, completa.

A chegada da Xiaomi ao Brasil deve ter muito a ver com Hugo Barra. O brasileiro, que ocupava um cargo alto na divisão de Android, no Google, deixou a empresa para comandar esta expansão na China.

A empresa ainda é nova, com quatro anos de existência, mas tem surpreendido com seu plano arrojado de negócios. No dia 8 de abril, a empresa vendeu arrecadou US$ 240 milhões em vendas de celulares com uma oferta pela internet. Com isso, o site já se tornou a terceira maior página de e-commerce do país.

A Xiaomi tem a meta ambiciosa de vender 100 milhões de celulares em 2015. Seu aparelho top de linha, o Mi3, é vendido por 2 mil yuans, contra 4,5 mil yuans do iPhone 5c da Apple, mesmo sem deixar a desejar em especificações. Rodando uma versão modificada do Android, o aparelho tem uma boa câmera, tela Full HD e processadores de última geração da Qualcomm e da Nvidia.