Mostrando postagens com marcador xiaomi. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador xiaomi. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Primeiro smartphone Xiaomi é homologado no Brasil

Por Eric Colombo

Divulgação
A grande ameaça das gigantes Apple e Samsung, Xiaomi, está perto de desembarcar seus aparelhos em terras brasileiras. O Redmi Note 4G, sucesso em diversos países, foi homologado pela Anatel, o que garante a comunicação LTE do aparelho com as redes do Brasil.

A informação foi divulgada pelo blog Pinguins Móveis, que ao que parece, obteve acesso aos documentos como o Guia do Usuário Redmi Note 4G e o certificado de homologação da Anatel.

O sistema operacional do aparelho é o Android 4.4 KitKat, porém em versão bastante similar ao iOS. O objetivo da Xiaomi é ganhar o público brasileiro pelo bolso. Para se ter uma ideia, o Phablet é vendido na China por cerca de R$ 370 sem impostos.

Equipado com uma tela IPS de 5,5 polegadas com resolução HD, 8GB de armazenamento, 2GB de RAM e processador de quatro núcleos Snapdragon e clock de 1,6 GHz. Assim como nos novos iPhones, o Bluetooth é 4.0 LE e o Wi-Fi 802.11. Sua câmera traseira possui 13 megapixels com abertura de f/2.2, já a câmera frontal possui 5 megapixels, ótimo para que curte tirar selfies.

A espera é que a empresa, que trás na sua vice-presidência o mineiro Hugo Barra, entre no mercado brasileiro no próximo ano, porém o escritório da empresa já está fixado em São Paulo.

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

'Apple da China', Xiaomi teria copiado iOS 7; veja imagens

Reprodução
Recentemente a Xiaomi foi acusada de copiar o iPhone 5s para criar seu smartphone mais novo, batizado de Mi 4, agora a marca chinesa foi apontada por se inspirar demais no sistema operacional da Apple para equipar o aparelho.

O Mi 4 virá com uma versão modificada do Android chamada MIUI 6, que conta com um design bem colorido e ícones achatados. Como ressalta o Business Insider, só por isso não é possível dizer que o MIUI 6 é uma cópia do iOS 7, mas ao comparar algumas aplicações dos dois sistemas a inspiração fica evidente.

Quando a polêmica em torno do Mi 4 se formou, o brasileiro Hugo Barra, vice-presidente global da Xiaomi, saiu em defesa da empresa chinesa afirmando que as críticas vêm de pessoas que não têm acesso aos produtos da marca. "Elas nunca mexeram em um dispositivo da Xiaomi, nunca viram, apenas leram a respeito", declarou.

No caso do sistema operacional, até os padrões de cores são semelhantes; a calculadora, por exemplo, segue os mesmos laranja e tons de cinza que são vistos no iOS 7. É possível conferir mais detalhes do MIUI 6 neste link.

Matéria publicada em http://olhardigital.uol.com.br/noticia/43608/43608
_________________________

Por Eric Colombo

Qualquer semelhança, pode ser mera coincidência. E você o que achou, foi apenas uma inspiração no sistema da maça, ou foi uma bela de uma cópia? Veja algumas imagens.


Reprodução




quinta-feira, 24 de julho de 2014

Brasileiro à frente da Xiaomi nega copiar Apple, mas admite inspiração

Divulgação
O brasileiro Hugo Barra, vice-presidente global da fabricante chinesa de smartphones Xiaomi, reconheceu que a empresa se inspira nos produtos da Apple, dona da equipe mais talentosa de designers do mundo, na opinião dele, mas negou copiar a americana. 

A polêmica sobre a semelhança do conceito ganhou força esta semana após o lançamento do aparelho Mi 4, promovido como o "mais rápido do mundo". O que o torna parecido com o iPhone 5s, à primeira vista, é o acabamento em metal.

No entanto, Barra argumenta que há diferenças estéticas que conferem originalidade ao Mi 4, como espessura maior, curvatura da borda e localização dos botões. Além disso, a traseira é removível, ao contrário do modelo da Apple.

Para o executivo, as comparações derivam do desconhecimento. "O prolema é que estas pessoas, começando pelo Vale do Silício, não têm acesso aos nossos produtos. Elas nunca mexeram em um dispositivo da Xiaomi, nunca viram, apenas leram a respeito", disse ao The Next Web.

Os consumidores brasileiros deverão ter acesso aos smartphones da Xiaomi. Segundo Barra, há planos para trazer a empresa para a América Latina, começando pelo Brasil, mas ainda sem previsão de data.

Mi 4

Divulgação
O smartphone lançado esta semana por US$ 320 roda Android 4.4.2, tem tela de 5 polegadas com resolução de 1920x1080 (densidade de 441 ppi), processador Snapdragon 801 (2,5 GHz) - similar ao do Samsung Galaxy S5 - 3 GB de RAM (superiores aos 2 GB do Galaxy S5) e bateria de 3,080 mAh. Quanto ao armazenamento, será possível adquirir versões de 16 ou 64 GB, sendo que nenhuma delas possui slot para cartão MicroSD.

O aparelho é feito inteiramente de metal, com visual que remete ao iPhone, e não possui bateria removível. As capinhas protetoras são feitas de materiais como couro e madeira. A câmera traseira tem sensor de 13 megapixels e lente com uma grande abertura, de f/1,8, enquanto a frontal possui um sensor de 8 megapixels, proporcionando boas selfies. 

Divulgação

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Xiaomi lança TV de 49 polegadas com Android por US$ 640

Divulgação
A chinesa Xiaomi (lê-se Xáomi) mostrou hoje uma nova SmartTV com configurações interessantes. O modelo tem 49 polegadas, com resolução 4K, e vem com o sistema operacional Android, no formato de uma interface proprietária da fabricante, a MIUI. 

A TV oferece armazenamento interno de 8 GB, assim como slots para cartões MicroSD expansíveis até 64 GB. O desempenho é comandado por um processador MediaTek MStar 6A918 quad core de 1,45 Ghz e GPU Mali-450 MP4, além de memória RAM de 2 GB.

O preço de US$ 640 (R$ 1.415) é convidativo, já que uma TV 4K do mesmo tamanho de uma marca como a Samsung não sai por menos de US$ 2.000 (R$ 4.420), o triplo. Interessante também é o controle remoto bluetooth, que pode ser encontrado ao tocar um botão da TV que faz com que o dispositivo emita um ruído. Um aplicativo que emula as funções do controle pode ser instalado em smartphones, para facilitar a operação.

Além disso, o áudio da TV é separado do corpo principal, utilizando uma barra de som e um subwoofer bluetooth, que podem ser conectados separadamente a smartphones e tablets, independentemente do modelo.

O televisor deverá ser lançado na China no dia 27 de maio, mas não há previsão de disponibilidade no resto do mundo.

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Xiaomi deve começar a vender seus celulares no Brasil neste ano

Hugo Barra
Em breve será mais fácil comprar um celular da Xiaomi aqui no Brasil. A empresa oficializou nesta quinta-feira, 24, seu intuito de expandir suas atividades para além da China ainda em 2014. O processo começará em 10 países, começando pelos emergentes, como Índia, Rússia e, como já citado, o Brasil.

Atualmente, a Xiaomi é um sucesso na China, e chega a superar a Apple em venda de smartphones. Seu diferencial é vender seus aparelhos pela internet, diretamente para os clientes, sem depender de intermediários, o que também permite um corte de preços em aparelhos de alto desempenho. A margem de lucro é pequena, mas a empresa compensa com a venda de acessórios para personalização. 

“É nossa missão e crença que esse modelo de negócios deva ter algum nível de sucesso fora da China também”, diz Lei Jun, fundador e CEO da Xiaomi. “Você certamente pode chamar isso de uma aceleração”, completa.

A chegada da Xiaomi ao Brasil deve ter muito a ver com Hugo Barra. O brasileiro, que ocupava um cargo alto na divisão de Android, no Google, deixou a empresa para comandar esta expansão na China.

A empresa ainda é nova, com quatro anos de existência, mas tem surpreendido com seu plano arrojado de negócios. No dia 8 de abril, a empresa vendeu arrecadou US$ 240 milhões em vendas de celulares com uma oferta pela internet. Com isso, o site já se tornou a terceira maior página de e-commerce do país.

A Xiaomi tem a meta ambiciosa de vender 100 milhões de celulares em 2015. Seu aparelho top de linha, o Mi3, é vendido por 2 mil yuans, contra 4,5 mil yuans do iPhone 5c da Apple, mesmo sem deixar a desejar em especificações. Rodando uma versão modificada do Android, o aparelho tem uma boa câmera, tela Full HD e processadores de última geração da Qualcomm e da Nvidia.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Chinesa Xiaomi diz que vendas de smartphones irão mais que dobrar em 2014

REUTERS/Jason Lee
A fabricante chinesa de smartphones de baixo custo Xiaomi planeja vender 40 milhões de aparelhos em 2014, mais do que o dobro do número que vendeu em 2013, disse o seu presidente nesta quinta-feira, reforçando as ambições da empresa de superar ofertas mais caras da Apple Inc e Samsung Electronics Co Ltd..

Lei Jun, que também é co-fundador da empresa de tecnologia, fez a projeção no Sina Weibo, site de microblogs mais usado na China, que também foi postada no site da Xiaomi.

A China é o maior mercado do mundo para smartphones.

Lei Jun disse que a Xiaomi, empresa de capital fechado, havia vendido 18,7 milhões de smartphones em 2013, um aumento de 160 por cento ante 2012, e que as receitas de vendas, incluindo impostos, aumentaram 150 por cento, para 31,6 bilhões de iuanes (5,22 bilhões de dólares).

O crescimento de vendas da Xiaomi excede em muito as projeções para o mercado mundial de smartphones, para o qual estima-se expansão de 18 por cento ao ano até 2016, segundo a empresa de pesquisa Canalys.

Os celulares da Xiaomi são vendidos por 130 a 410 dólares, preço muito menor do que os 740 dólares para o modelo menos caro de iPhone, o 5C, ou que um Samsung Galaxy Note II, que pode ser vendido a 570 dólares.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Chinesa Xiaomi vende 100 mil smartphones em 90 segundos

Divulgação

A Xiaomi é pouco conhecida no Brasil e no mundo mas vem fazendo sucesso na China, onde emprega 2,4 mil pessoas e tem receita anual de US$ 2 bilhões. A companhia, que recentemente contratou o brasileiro especialista em Android Hugo Barra, diz ter vendido 100 mil smartphones em apenas 90 segundos.

O modelo em questão é o top de linha MI3, anunciado em setembro e lançado esta semana. Com Android Jelly Bean (4.2), o aparelho tem tela de 5 polegadas, com resolução de 1080p, 2 GB de memória RAM, câmera de 13 megapixels e vem com os processadores quad-core Tegra 4 de 1.8 GHz ou Snapdragon 800 de 2,3 GHz. A versão com 16 GB tem preço sugerido de US$ 327 e a de 64 GB de US$ 407.


Reprodução

Veja o vídeo de apresentação:



A ida de Hugo Barra

O executivo mineiro era vice-presidente de produtos na divisão Android e deixou seu cargo no fim de agosto para apostar na Xiaomi. Em entrevista à Exame, ele atribuiu sua saída à rápida ascensão no Google. 

"Tive três promoções consecutivas e começou a ficar claro que a próxima etapa da minha carreira não estava no Google… Tinha como objetivo tocar um grande negócio, responder por uma área global. Esse desafio não existia, pelo menos no curto prazo, dentro do Google".

Mesmo fora da companhia americana, Barra pode ser um grande aliado. Além da dificuldade de avançar no mercado chinês, o Google tem estreita parceria com a Xiaomi por causa do Android e, a julgar pelos bons resultados que vem apresentando, o futuro da asiática parece promissor. Cabe a Barra comandar o processo de expansão global e o avanço em mercados emergentes.

Matéria publicada em http://olhardigital.uol.com.br/pro/noticia/38247/38247