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quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Sobre a família de policiais morta

Por Eric Colombo

Não acredito no que estão dizendo!

A mídia brasileira está colocando a culpa de uma tragédia 'familiar', nos videogames.


Eu acho isso um insulto, pois já ta mais do que provado, certa vez até divulguei uma matéria por aqui, que os jogos não influenciam o comportamento social dos gamers.

Porém os jornais estão colocando a culpa no Game "Assassin's Creed", dizendo que o garoto era viciado no jogo e por isso resolveu sair matando a família.

Que o garoto não deveria estar jogando um jogo de classificação +17, está certo não deveria, mas isso não culpa os pais em deixar o menino jogar, e nem culpa o jogo, pelo seu conteúdo.

Hoje pela manhã vi um comparativo interessante, joguei "Mario" minha infância toda, e não virei encanador, joguei "GTA", quebrando tudo e atropelando a todos no jogo, e não saiu atropelando niguém na vida real, "Need for Speed" e não estou apostando rachas, "Call of Duty" e não estou na guerra, enfim, poderia fazer diversas outras comparações aqui

E acho que na realidade, classificação etária não tem tanta significância, eu com 3 anos jogava "Duck Hunt", com 5 anos "Mortal Kombat II" (classificação 17 anos), além de muitos outros jogos, que joguei quando criança, e mesmo com a mente bastante influenciável, como é a das crianças, isso não modificou meu comportamento.

Eu vejo a classificação etária mais como um aviso, tanto que é uma recomendação, que pode ser adotada, ou não.

Os filmes hoje no Brasil podem ser exibido a qualquer hora, desde que seja identificado a classificação etária, os pais é quem decidem se deixam, ou não os filhos ver. 

Como disse não acho que somos influenciados pelo que vemos ou interagimos eletronicamente.

E também creio que estão usando algo que sempre é criticado e que rende audiência, para justificar, e ganhar mais repercussão.

Com respeito ao caso em específico, tenho pouca fé de a criança de 12 anos ter atirado em 4 adultos, ainda mais sendo que 2 deles eram policiais bastante experientes. Mesmo que ele tenha atirado no pai, a mãe acordaria com o barulho, ela foi encontrada, segunda a mídia, ajoelhada, mesmo com o choque de ver o marido morto pelo filho, ela era preparada e saberia reagir, e impediria uma nova ação do filho agressor. Acredito que tudo possa ter sido planejado, talvez pela própria corporação, afinal, eles podem ter descoberto algum esquema de corrupção na polícia, e terem sido mortos pela própria polícia, talvez nem haja tantas provas, pois se foi a polícia quem matou, quem esta direcionando as evidências(a polícia) pode estar forjando-as para incriminar outros.

E também estou um pouco com o pé atras, pelo tempo que demoram para encontrar a família. Se a vizinha da frente ouviu o tiro, provavelmente entrou em contato com a polícia, e se não chamou a polícia, com certeza percebeu que não houve movimentação na casa, por todo o período, desde os assassinatos, até pela ida do garoto e retorno da escola e o seu até então "suicídio".


Acredito que o buraco é mais fundo do que parece.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Rio diz que policiais testarão Glass nas ruas

“Agentes da prefeitura na rua poderão usar o Glass para dar mais agilidade às suas operações, recebendo informações diretamente nele”, disse Eduardo Paes

Polícia Militar (PM) do Rio de Janeiro


O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, afirmou que pretende adotar o Google Glass nas operações dos agentes da Guarda Municipal da cidade.

Os óculos inteligentes serviriam para que policiais recebessem informações e dados em suas lentes a respeito de ocorrências e pudessem visualizar mapas. Em entrevista ao jornal O Globo, Paes afirmou que entrou em contato com o Google para discutir a utilização dos óculos em ações da polícia.
“Agentes da prefeitura na rua poderão usar o Glass para dar mais agilidade às suas operações, recebendo informações diretamente nele”, disse Eduardo Paes.
Segundo o prefeito, o aplicativo de monitoramento de trânsito Waze, que foi comprado pelo Google na última terça-feira, também poderá ser adotado nos smartphones e tablets em poder dos policiais municipais.
A cidade do Rio de Janeiro já utiliza tecnologias do Google, como o serviço de mapas, em seu Centro de Operações, órgão municipal que monitora o clima, o trânsito e a situação de áreas de risco da cidade.
A INFO testou o Google Glass em São Francisco e ouviu especialistas em computação de vestir. Veja na reportagem de capa O Mundo pela Lente de um Google Glass.