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quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Android é alvo de 99% dos ataques criminosos

Reprodução
Quase todas as ameaças voltadas à computação móvel têm como alvos os aparelhos com Android instalado, de acordo com estudo anual da Cisco. O levantamento revelou que 99% dos problemas miram o sistema operacional do Google.

Há outros dados alarmantes, como o fato de que a quantidade de vulnerabilidades e ameaças globais atingiu o maior nível desde maio de 2000. Em outubro de 2013, o total de alertas aumentou 14% em relação ao ano anterior.

Ainda segundo o estudo da Cisco, haverá uma escassez de profissionais de segurança no mundo inteiro - faltará mais de um milhão deles neste ano. Isso porque as habilidades dos cibercriminosos estão crescendo mais rapidamente que a capacidade do mercado em formar novos combatentes.

Trojans com múltiplos propósitos são o tipo de problema mais comum, seguidos pelos scripts maliciosos. E a Cisco ainda diz que o Java permanece como linguagem de programação mais explorada por criminosos.

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Brasileiro paga, em média, 64 reais por mês pela internet

Em média, o consumidor brasileiro paga 64 reais por mês para ter acesso à internet, diz a nova edição do estudo Barômetro da Banda Larga 2.0, da Cisco

jovem usando laptop
Darko Kovacevic/Dreamstime.com
Como tem feito todos os semestres, a Cisco divulgou hoje mais um estudo de sua série Barômetro da Banda Larga 2.0, sobre o acesso à internet no Brasil. Uma das conclusões é que, em média, o consumidor brasileiro paga 64 reais por mês para ter acesso à internet.

O estudo também prevê que o país terá 54% mais conexões de banda larga em 2017. Uma parte desse crescimento, diz a empresa, será motivada pela Copa do Mundo e pelas Olimpíadas.

“Os grandes eventos esportivos de 2014 e 2016 vão estimular os investimentos no setor de telecomunicações, deixando um importante legado para o Brasil”, diz Rodrigo Dienstmann, presidente da Cisco do Brasil.

O estudo, feito pela IDC sob encomenda da Cisco, é um tanto restrito. Ele não inclui acessos à internet em celulares e nem conexões de máquina a máquina, como as usadas em terminais de pagamento com cartão.

Excluindo esses acessos, sobram 27 milhões de conexões que foram pesquisadas no Barômetro. Dessas, 73% são linhas fixas e 27% são acessos móveis em notebooks e tablets.

No primeiro semestre do ano, o número de acessos fixos cresceu 4,5% e, o de móveis, 8,7%. Até o final do ano, o país deve passar a marca de 28 milhões de conexões desses dois tipos. 

Segundo o estudo, a velocidade média nas conexões pesquisadas aumentou 209 Kbps nos últimos seis meses e 556 Kbps no último ano. Em junho, 19% dos acessos tinham velocidade igual ou superior a 10 Mbps. Cerca de um quarto tinham entre 2 e 10 Mbps.

Essas conexões formam o que a Cisco chama de banda larga 2.0. A maioria (57%) dos acessos, porém, ainda estava abaixo dos 2 Mbps, na faixa que a Cisco chama de banda larga 1.0.

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Impressão digital volta ao debate com novos iPhones

image
Reuters

O último lançamento de produtos da Apple Inc., além de atualizar sua linha de iPhones, pode dar vida nova a uma tecnologia que fracassou em sua primeira tentativa: o escâner de impressões digitais.

A leitura de impressões de dedos em computadores e celulares tem sido proposta há tempos como uma forma de evitar a necessidade de senhas para autenticar usuários de vários dispositivos. A Apple incluiu um escâner de impressões digitais no iPhone 5S, a versão mais cara dos novos smartphones apresentados pela empresa de tecnologia esta semana em sua sede, em Cupertino, na Califórnia.

Dada a influência da Apple, outras empresas devem imitá-la. Pelo menos um novo smartphone programado para este ano que usa o sistema operacional Android, do Google Inc., virá equipado com um sensor de impressões digitais semelhante, segundo uma pessoa a par do assunto. Um porta-voz do Google se recusou a comentar.

Por trás da iniciativa está o crescente reconhecimento de que as senhas são uma forma falha de proteger as informações dos consumidores, especialmente em dispositivos móveis, mais suscetíveis a roubos e perdas. Além disso, os avanços tecnológicos tornaram os escâneres de impressões digitais mais precisos e confiáveis.