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segunda-feira, 19 de maio de 2014

TIM lança banda larga fixa mais rápida do país, com 1 Giga

Reprodução
A TIM lançou no fim de semana seu serviço de banda larga fixa com 1 Giga para download e 500 Mega para upload, anunciado como a conexão mais rápida do país. Segundo a empresa, os usuários da Live Tim Extreme podem baixar um filme HD em apenas sete segundos.

A banda larga ultrarrápida será ofertada por meio de fibra óptica. Mas o privilégio é para poucos: o serviço está disponível apenas em São Paulo, Rio de Janeiro e Duque de Caxias (RJ) por R$ 1,5 mil mensais, além da taxa de instalação de R$ 3 mil. Os interessados podem contratar o plano neste site.

Velocidade

O novo serviço leva a velocidade da internet fixa no Brasil para um novo patamar, o mesmo alcançado nos Estados Unidos pelo Google, com o Fiber. Se comparada à média da conexão brasileira de 2,7 Mbps, aferida pela empresa Akamai, o banda larga da TIM é 350 vezes mais veloz.

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Balão de internet do Google dá volta ao mundo em 22 dias

Um dos balões do Projeto Loon, o Ibis-167, bateu o recorde do próprio projeto ao dar a volta ao mundo em apenas 22 dias

Divulgação
Um dos balões de Wi-Fi banda larga do Google, o Projeto Loon, deu a volta ao mundo em apenas 22 dias. Com isso, o Ibis-167 (o balão em questão) bateu o recorde anterior do projeto, que era de circundar o globo em 33 dias.

De acordo com um post na página do Google+ do projeto, o balão foi capaz de pegar carona em boas correntes de vento. Isso ajudou a realizar a viagem em um tempo tão curto.

Os balões do Loon voam na estratosfera, a cerca de 20.000 metros de altitude. Lá, existem camadas de vento que vão em diferentes direções. Os balões são capazes de saber, por cálculos matemáticos, qual onda de vento precisam pegar para ir ao destino final. Para isso, variam a altitude do voo.

“Cruzar a estratosfera nesse período do ano é particularmente desafiador já que os ventos mudam muito de direção com o esfriamento do sul do planeta, isso resulta em caminhos de vento divergentes e difíceis de prever”, esclarece o texto.

Mas o Google vem melhorando a análise das correntes de vento. “Desde junho do ano passado, nós temos usado os dados sobre vento que coletamos durante os voos para refinar nossos modelos de previsão, que agora são capazes de prever a trajetória do balão duas vezes mais rapidamente do que antes”, diz o texto.

O trajeto do balão foi pelo sul do planeta. Ele saiu da Nova Zelândia, sobrevoou o Oceano Pacífico, passou pelo sul da América do Sul e circundou a Antártica. Do 18º dia em diante, ele passou pelo sul da Austrália até alcançar a longitude equivalente ao ponto de partida no 22º dia (veja um mapa com o trajeto acima). Depois disso, ele continuou viagem e deve fazer uma nova volta no planeta.

Outra mudança importante do Google foi no de mudança de altitude do balão. “Em alguns momentos, por exemplo, o balão poderia ter sido puxado pelo vórtice polar—correntes grandes e poderosas que circulam a região polar na altura da estratosfera—, mas as melhorias nos permitiram manobrar e permanecer no curso correto”, afirma a postagem na rede Google+.

Projeto Loon

O Projeto Loon é o plano do Google para levar acesso à internet a pontos afastados do globo. Ele usa balões que voam a grandes altitudes para transmitir o sinal de banda larga ao solo.

O projeto foi anunciado pela empresa em junho do ano passado. Os balões são controlados remotamente e usam energia solar.

Veja abaixo um vídeo (legendado em portugûes) sobre o Projeto Loon:



Matéria publicada em http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/balao-de-internet-do-google-da-volta-ao-mundo-em-22-dias--2

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Sobe para 30% exigência de velocidade mínima da internet

Reprodução
Passado um ano do início da medição da qualidade da banda larga, é hora de aumentar o rigor. A partir de hoje, as operadoras devem subir de 20% para 30% a velocidade mínima de acesso da taxa contratada e elevar o desempenho médio mensal de 60% para 70%. A regra vale para conexões fixas e móveis em casos de downloads e uploads.

Apesar do endurecimento, pesquisa realizada recentemente pela Anatel mostra que a maioria das operadoras não tem cumprido as metas. Na aferição feita em cinco estados durante agosto, Vivo, Tim e Oi não entregaram os 20% exigidos até então. Apenas a Claro esteve acima das expectativas.

Em novembro de 2012, a Anatel avisou que a cobrança aumentaria com o tempo. Daqui a um ano, as prestadoras serão obrigadas a entregar 40% da taxa mínima e média de 70%. No caso da banda larga móvel, o índice de queda do acesso deve ser inferior a 5% no mês.

Como funciona

Na banda larga fixa, são monitorados indicadores como velocidades de upload e de download, latência, variação da latência (ou jitter) e perda de pacotes; na banda larga móvel, taxas de velocidade média e instantânea.

A metodologia e os procedimentos realizados foram definidos pelo Grupo de Implantação de Processos de Aferição da Qualidade (GIPAQ), grupo de trabalho coordenado pela Anatel com participação de representantes das prestadoras, da Entidade Aferidora da Qualidade e de entidades convidadas, como o CGI.Br e o Inmetro.

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Brasileiro paga, em média, 64 reais por mês pela internet

Em média, o consumidor brasileiro paga 64 reais por mês para ter acesso à internet, diz a nova edição do estudo Barômetro da Banda Larga 2.0, da Cisco

jovem usando laptop
Darko Kovacevic/Dreamstime.com
Como tem feito todos os semestres, a Cisco divulgou hoje mais um estudo de sua série Barômetro da Banda Larga 2.0, sobre o acesso à internet no Brasil. Uma das conclusões é que, em média, o consumidor brasileiro paga 64 reais por mês para ter acesso à internet.

O estudo também prevê que o país terá 54% mais conexões de banda larga em 2017. Uma parte desse crescimento, diz a empresa, será motivada pela Copa do Mundo e pelas Olimpíadas.

“Os grandes eventos esportivos de 2014 e 2016 vão estimular os investimentos no setor de telecomunicações, deixando um importante legado para o Brasil”, diz Rodrigo Dienstmann, presidente da Cisco do Brasil.

O estudo, feito pela IDC sob encomenda da Cisco, é um tanto restrito. Ele não inclui acessos à internet em celulares e nem conexões de máquina a máquina, como as usadas em terminais de pagamento com cartão.

Excluindo esses acessos, sobram 27 milhões de conexões que foram pesquisadas no Barômetro. Dessas, 73% são linhas fixas e 27% são acessos móveis em notebooks e tablets.

No primeiro semestre do ano, o número de acessos fixos cresceu 4,5% e, o de móveis, 8,7%. Até o final do ano, o país deve passar a marca de 28 milhões de conexões desses dois tipos. 

Segundo o estudo, a velocidade média nas conexões pesquisadas aumentou 209 Kbps nos últimos seis meses e 556 Kbps no último ano. Em junho, 19% dos acessos tinham velocidade igual ou superior a 10 Mbps. Cerca de um quarto tinham entre 2 e 10 Mbps.

Essas conexões formam o que a Cisco chama de banda larga 2.0. A maioria (57%) dos acessos, porém, ainda estava abaixo dos 2 Mbps, na faixa que a Cisco chama de banda larga 1.0.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Startup quer oferecer internet de 1 Gbps por US$ 65

Por enquanto, a internet super-rápida da OneGigabit está disponível apenas na região central de Vancouver, no Canadá

Pessoa usando internet

Uma nova startup canadense, baseada em Vancouver, está começando um plano ambicioso. Batizada com o sugestivo nome de OneGigabit, a provedora de internet deve oferecer aos locais conexões de fibra óptica com velocidade de 1 Gbps – e por 65 dólares ao mês, pouco mais de 130 reais.
Uma conexão assim é suficiente para fazer o streaming de cinco vídeos em alta definição ao mesmo tempo ou mesmo baixar um filme de 14 GB em cerca de dois minutos. Além disso, com uma internet tão rápida, a velocidade de transferência de dados pela web chega a ser maior do que a de escrita em um disco rígido. Os dados são do Google, que começou a oferecer recentemente, em Kansas City, planos de internet de 1 Gbps por 70 dólares.
A tarefa da OneGigabit não vai ser fácil, dadas as dificuldades e os altos investimentos que envolve implantar redes de fibra óptica. Há ainda diversas estruturas antigas em Vancouver, que apenas colaboram para tornar a obra ainda mais complicada. Segundo o site CBC News, apenas 2% dos prédios da cidade já têm redes do tipo instaladas, e são, em sua maioria, grandes construções comerciais, de escritórios.
No entanto, a startup, junto com investidores, planeja negociar diretamente com os donos e gerentes de locais. Assim, espera dividir os custos de instalação e manutenção de redes de fibra óptica.
Além disso, para evitar que estruturas mais antigas sejam danificadas, a OneGigabit pretende trabalhar com transmissores de micro-ondas colocados no topo das construções. Funcionando de forma parecida com os usados por operadoras de celular, as pequenas antenas transmitiriam o sinal de internet de prédio em prédio.
Por enquanto, a internet super-rápida da OneGigabit está disponível apenas na região central de Vancouver, no Canadá. Se tudo correr como planejado, o território coberto deve se expandir ao longo dos próximos meses. Sair do país, no entanto, não deve estar nos planos da empresa, mas o modelo de negócio, quem sabe, pode ser aproveitado por aqui.