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quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Moto G, o smartphone bom e barato da Motorola, ganha elogios

O Moto G, novo smartphone da Motorola, chama atenção por oferecer bons recursos a um preço que começa em 649 reais. Veja o que os críticos dizem sobre ele

Divulgação
Lançado no Brasil e em outros países neste mês, o Moto G, da Motorola, chamou atenção por oferecer recursos de smartphone intermediário por preços de aparelho básico, começando em 649 reais

O Moto G (seria G de Google?) é o irmão mais novo do Moto X, o smartphone de topo da Motorola, que custa 1.499 reais no Brasil. Sua limitação mais óbvia é que a conexão celular é 3G. Quem fizer questão do acesso rápido à internet proporcionado pelo 4G LTE deve buscar outro modelo.

Deixando isso de lado, o Moto G é uma ótima opção em sua faixa de preço. Ele tem uma espaçosa tela HD de 4,5 polegadas e um respeitável processador de quatro núcleos. Vem com Android 4.3 Jelly Bean e com a promessa de atualização, em janeiro, para a versão mais recente do sistema, a 4.4 KitKat. 

A configuração mais barata do Moto G tem apenas 8 GB de capacidade, muito pouco para quem armazena fotos, vídeos e músicas no celular. Por 799 reais, o Moto G Dual traz 16 GB, além de aceitar dois chips de operadora. 

A Motorola ainda oferece, por 999 reais, o Moto G Music, também com 16 GB. Essa variante do aparelho vem com um fone de ouvido supra-auricular da marca SOL Republic, com conexão sem fio Bluetooth.

O Moto G não permite a expansão da memória por meio de um cartão como acontece em outros smartphones com Android. Assim, vale a pena investir numa configuração com 16 GB de capacidade. Vejamos algumas avaliações de pessoas que testaram o Moto G:

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Galaxy Gear, da Samsung, recebe mais críticas que elogios

“Ninguém vai comprar este relógio, e ninguém deveria fazê-lo”, diz o New York Times sobre o Galaxy Gear, da Samsung, que chega ao Brasil nesta semana

Relógio inteligente Galaxy Gear, da Samsung


Quando a Samsung anunciou o Galaxy Gear, há um mês, ela causou sensação. Muita gente teve a impressão de que a empresa sul-coreana estava saltando à frente de rivais como Apple, LG e Sony e assumindo a liderança do embrionário mercado de relógios inteligentes.

O Galaxy Gear chegou às lojas em diversos países nesta semana e começa a ser vendido no Brasil neste sábado. A TIM vai dá-lo de brinde para quem comprar um smartphone Galaxy Note 3 no lançamento. Entre as pessoas que o testaram, porém, o sentimento predominante é de decepção. A maioria achou interessante fazer ligações de voz falando ao relógio, como o herói dos quadrinhos Dick Tracy.

Mas praticamente todos reprovam a interface com o usuário e reclamam da escassez de aplicativos para o relógio. Uma das críticas mais negativas foi publicada pelo New York Times: “Ninguém vai comprar este relógio, e ninguém deveria fazê-lo”, afirma David Pogue, responsável pelo teste no jornal.

Embora a maioria dos testadores concorde com Pogue em maior ou menor grau, muitos veem no Gear um prenúncio de futuros modelos que poderão, finalmente, agradar ao consumidor e fazer decolar essa categoria de gadgets.

“Espere um ano ou dois até a Samsung dar um polimento nessa coisa. Você poderá estar falando com seu pulso antes que perceba”, diz Jeremy Kaplan, da Fox News. A previsão parece correta. Mas, com tantas empresas competindo nesse segmento, não há certeza de que a Samsung será a primeira a chegar lá, é claro.

E vale lembrar que o Gear é a terceira tentativa da Samsung nessa área. Antes dele houve os relógios-celulares S9110, de 2009, e SPH-WP10, de 1999. Nenhum dos dois fez sucesso. Pelo jeito, haverá outros. Vejamos alguns detalhes sobre o Galaxy Gear.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

iPhone 5s recebe toneladas de elogios e algumas críticas

Especialistas que testaram o iPhone 5s aprovam a câmera, o leitor de impressões digitais e o desempenho; e reclamam da tela pequena

iPhone 5s, da Apple
Montagem de EXAME.com com fotos da Apple

O iPhone 5s, o smartphone mais poderoso da Apple, chega às lojas nos Estados Unidos e em outros países nesta sexta-feira, mas parte da imprensa americana já testou o aparelho. As análises elogiam a câmera e o processador, aprovam o leitor de impressões digitais e reclamam da tela pequena.

Uma novidade pouco comentada, mas importante para os brasileiros, é o suporte global a redes 4G LTE. Com ele, o iPhone 5s e seu irmão de plástico, o iPhone 5c, devem ser os primeiros produtos da Apple compatíveis com o 4G brasileiro.

Isso significa, é claro, acesso mais rápido à internet nas cidades onde houver redes 4G disponíveis. A Apple ainda não divulgou quando os novos modelos do iPhone chegam ao Brasil. Uma previsão razoável é que isso deve acontecer no início de dezembro. Confira, a seguir, o que dizem os críticos sobre o iPhone 5s:

Impressões digitais

Uma das principais novidades do iPhone 5s é o leitor biométrico embutido no botão Home (que também continua cumprindo suas funções habituais). Há um anel metálico em torno desse botão que detecta o dedo do usuário, acionando o sensor para ler a impressão digital. 

Walt Mossberg, do site All Things D, define esse leitor de impressões digitais como “game changer”, um avanço capaz de influenciar toda a indústria de smartphones. Fabricantes como a Motorola produziram celulares com sensores biométricos antes. Mas eles não eram muito confiáveis e não fizeram sucesso.

Segundo os relatos, a solução da Apple é diferente. “O iPhone 5s é o primeiro dispositivo digital que vejo com um leitor de impressões digitais simples e confiável, que você pode usar com confiança, sem parar para pensar, para desbloquear o dispositivo em vez de digitar uma senha”, diz Mossberg.

“Você pode até usar esse leitor de impressões digitais, chamado Touch ID, para autorizar compras nas lojas iTunes, App Store e iBook Store”, prossegue Mossberg. “Parece um truquezinho, mas é um avanço real”, conclui.

Mossberg observa que há um bug no sistema, que pede a senha desnecessariamente em algumas situações. Mas a Apple promete corrigir a falha em breve.