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quinta-feira, 17 de julho de 2014

Google Chrome encurta a vida da bateria de notebooks

Uma falha do Google Chrome faz com que notebooks com Windows gastem até 25% mais energia do que deveriam. O bug não atinge outros sistemas operacionais

Adam Berry/Getty Images
O navegador Google Chrome pode estar gastando muita bateria de notebooks usando o sistema operacional Windows. O problema vem de um ajuste que o Google fez em seu navegador, afirma o jornalista Ian Morris em um texto na Forbes.

De acordo com ele, o problema é no chamado “system clock tick rate” (algo como "taxa de pulso do relógio do sistema"), um parâmetro interno do Windows que regula de quanto em quanto tempo o processador irá “acordar” para procurar trabalho.

“Para economizar energia, o processador dorme quando nada precisa de sua atenção, e acorda em intervalos pré-definidos”, escreve Morris.

De acordo com ele, o normal é que o processador acorde 64 vezes por segundo em uma situação corriqueira. A regulagem do Chrome, no entanto, faz com que ele o processador procure por trabalho 1.000 vezes por segundo.

Uma simples aplicação é capaz de mudar o comportamento do sistema todo. Então, enquanto o navegador estiver aberto, o computador irá fazer essa verificação mais vezes.

Em navegadores como o Internet Explorer ou o Mozilla Firefox, a taxa de verificação aumenta em meio a tarefas específicas, como assistir um vídeo no YouTube.

Durante a navegação normal, o clock fica na taxa de 64 verificações por segundo. Já no Google Chrome, esse gasto de energia é constante—esteja o usuário no YouTube ou apenas com uma página em branco aberta.

Esse aumento na taxa de verificação pode elevar o consumo de bateria em até 25%, de acordo com a Microsoft. O usuário, infelizmente, não pode ajustar isso manualmente. Está entregue, portanto, à regulagem do Google.

A única opção é deixar de usar o Google Chrome e adotar o IE ou o Firefox. Caso o gasto de bateria não seja um incomodo tão grande, basta continuar usando o Chrome normalmente.

O autor do texto ainda reforça que o problema só acontece em notebooks que usam Windows. Aparelhos da Apple ou outros rodando o sistema Linux não sofrem com o bug.

O problema vem sendo discutido num fórum oficial sobre o Chrome há algum tempo. O Google reconhece que a falha existe e diz que ela só ocorre em algumas situações. Resta esperar que a empresa resolva logo esse problema.

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Chromecast começa a ser vendido hoje no Brasil por R$ 200

Divulgação
O Google começou a vender no Brasil nesta quarta-feira, 4, o Chromecast, dispositivo para streaming de conteúdo para TVs. O aparelho, que se destaca pelo tamanho e preços reduzidos em relação à concorrência, chega ao mercado brasileiro por R$ 200.

O Chromecast vendido por aqui será localizado para o português do Brasil, tanto em interface quanto os manuais. O aparelho, no entanto, não será fabricado localmente, necessitando de importação, o que ajuda a entender a variação de preço em relação ao produto nos Estados Unidos, onde custa US$ 35 (cerca de R$ 80).

Para quem não conhece, o Chromecast foi lançado em junho do ano passado nos Estados Unidos e se conecta a televisores por meio de uma entrada HDMI. Ele permite o streaming de conteúdo da Netflix, YouTube, e vários outros serviços. Tudo isso pode ser controlado diretamente do celular ou tablet, desde que ele rode o Android ou iOS (Windows Phone não está incluso), ou computador, por meio do navegador Chrome em qualquer sistema operacional (Windows, Mac OS, Linux ou Chrome OS).

O Google diz que, no lançamento, o Chromecast será compatível com os aplicativos YouTube, Google Play Movies, Netflix, Vevo, Crackle, Rdio, Viki, Plex, RealPlayer Cloud, Avia e MLB. A empresa também aguarda projetos de desenvolvedores nacionais. O app da Galinha Pintadinha deve ser o primeiro brasileiro a abraçar o Google Cast, tecnologia que permite a compatibilidade com o dispositivo.

O aparelho é vendido inicialmente apenas nos sites do Ponto Frio, das Casas Bahia e do Extra, mas o Google espera que outras lojas virtuais e físicas recebam o produto em breve para uma distribuição mais ampla.

Veja como funciona:


terça-feira, 18 de março de 2014

Google paga US$ 310 mil a hackers que acharam falhas no Chrome

Reprodução
Na semana passada, aconteceram os concursos Pwn2Own e Pwnium, que premiam hackers que conseguem quebrar a segurança dos principais navegadores do mercado e sugerir soluções para melhorá-la. Depois do evento, o Google já corrigiu as quatro falhas encontradas no Chrome e Chrome OS, que renderam US$ 160 mil aos hackers.

As falhas foram reveladas no blog oficial do Chrome, citando a premiação. Uma empresa de segurança francesa chamada Vupen, que é especializada em encontrar este tipo de vulnerabilidades, recebeu US$ 100 mil. Já os outros US$ 60 mil ficaram para um pesquisador anônimo.

Ambos tiveram sucesso em hackear o Chrome na última quinta-feira, durante o Pwn2Own. O Google divulgou algumas informações sobre como eles conseguiram o feito no blog, embora tenha prometido entrar em detalhes apenas em um futuro indeterminado.

As falhas são referentes a problemas no motor do navegador, o Blink, na área de transferência do Windows, corrompimento de memória e em diretório transversal. “Nós acreditamos que ambos os envios são ‘obras de arte’ e merecem mais reconhecimento e compartilhamento”, explica o Google.

O Chrome OS também foi atualizado, com sete vulnerabilidades corrigidas, quatro delas encontradas pelo hacker George Hotz, conhecido também como “geohot”, que já ficou famoso por quebrar as travas do iPhone e do Playstation 3. Pela contribuição, ele receberá US$ 150 mil. Ele também receberá um prêmio de US$ 50 mil por quebrar a segurança do Firefox.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Google levará aplicativos do Chrome para aparelhos com Android e iOS

Reprodução
O Google anunciou nesta semana que vai oferecer a opção dos desenvolvedores levarem seus aplicativos criados inicialmente para o navegador Chrome para os dispositivos móveis com sistemas Android e iOS. O processo de transformação de aplicações web para nativas será feito por meio da plataforma de código aberto Cordova. As informações são do TechCrunch.

A gigante das buscas divulgou uma prévia para desenvolvedores um kit de para a criação de aplicativos nativos usando HTML, CSS e Javascript.

Com essas ferramentas, é possível transpor o código dos aplicativos e publicá-los nas lojas virtuais App Store e Google Play.

O Google oferece diversas APIs para esse apps, incluindo formas de autenticação usando OAuth2, notificações, armazenamento e alarmes.

A empresa diz que isso “extende o alcance dos Chrome Apps para usuários de plataformas móveis”.

Para iniciar a exportação de um aplicativo, é preciso instalar o Node.js versão 0.10.0 ou superior, bem como diversas ferramentas de criação, que variam de acordo com o sistema móvel.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Google anuncia Chrome mais leve para smartphones e tablets

Nova configuração vai permitir redução do impacto do navegador nos planos de internet desses dispositivos móveis

rwentechaney/Flickr
O Chrome deve reduzir pela metade sua demanda de dados em tablets e smartphones em breve. Anunciada pelo Google, a nova configuração visa diminuir o impacto do navegador nos planos de internet desses dispositivos.

Além disso, o Chrome vai passar a contar com tradução instantânea de sites nos dispositivos com sistema operacional iOS.

Outra novidade é uma ferramenta que vai permitir a criação de atalhos para sites na versão para Android do navegador.

"Só nos EUA, mais de 20% dos usuários adultos de smartphone realizam hoje a maior parte de sua navegação na internet por meio de dispositivos móveis", afirmou o Google em nota sobre o assunto publicada ontem.

Entre as últimas notícias envolvendo o Chrome, está o anúncio de uma camada de segurança extra no navegador - incorporada em novembro.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

'Ok, Google' agora funciona em desktops

Reprodução
O Google liberou uma extensão para o Chrome que permite que o internauta converse com o navegador quando precisar fazer uma pesquisa.

Ainda em beta (fase de testes), a novidade leva o "Ok, Google", presente em celulares com Android, para o navegador.

Basta instalar a extensão e autorizar o uso do microfone; então, sempre que quiser fazer uma pesquisa, basta dizer "OK, Google", e fazer a pergunta. O Chrome fará a ligação com o buscador.

Por enquanto a ferramenta só funciona em inglês americano. Para instalar, clique aqui.



quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Chrome é mais usado que Firefox, IE e Opera juntos, diz estudo

Reprodução
O Google reina absoluto quando o assunto são navegadores. Um estudo da Shareaholic, empresa de análise social, mostra que somando dispositivos móveis e desktop, o Chrome domina com folga o mercado.

De acordo com os dados, no mês de setembro, o Chrome foi mais usado do que o Firefox, Internet Explorer e o Opera juntos. Quando se leva em consideração também o navegador básico e nativo do Android, o uso é maior do que o Safari e o Firefox juntos.

O estudo também faz algumas revelações interessantes sobre a área de navegadores. Os quatro maiores browsers tem quase 80% do mercado. Só o Chrome tem 34,68%, enquanto o Firefox fica com o segundo lugar, com 16,6%, menos da metade do navegador do Google. Já o Safari fica em terceiro, com 16,15%, enquanto o Internet Explorer surge na quarta colocação, com 15,62%. 

Apesar de ainda ser mais popular que o Safari em desktops, o IE fica nesta posição desconfortável devido à baixa participação de mercado do Windows Phone, enquanto o iOS é o segundo sistema operacional móvel mais popular do mundo, que chega a ficar perto da primeira posição em alguns países. 

Além disso, o navegador da Microsoft teve o maior declínio de participação entre todos os navegadores pesquisados. Em um ano, o uso do Internet Explorer caiu em cerca de 23% de acordo com a métrica da Shareaholic.

Outros navegadores tiveram uma grande variação de uso. O Chrome teve uma participação 15% maior, enquanto o uso do browser nativo do Android subiu em 26%. Já o Opera perdeu 16% de mercado, e o Firefox caiu 11%.

Sistema Android vai invadir os carros da Hyundai, Kia e Tesla Motors

Kia e Hyundai pretendem integrar a Google Play aos painéis de seus carros futuros; os veículos da Tesla Motors terão o Google Chrome como navegador

Sistema Android vai invadir os carros da Hyundai, Kia e Tesla Motors
Reprodução/AutoEvolution
Carros equipados com mecanismos de navegação integrados com o sistema Android. Esse é o futuro prometido pelas montadoras Hyundai, Kia e Tesla Motors. Conforme publicado pelo site Ubergizmo logo nesta semana, modelos futuros de carros da Kia e da Hyundai vão finalmente adotar a plataforma desenvolvida pela Google. Poucos detalhes foram até o momento revelados, mas parece que ambas as companhias pretendem prover aos motoristas acesso à Google Play.

Quanto à Tesla Motors, e agora de acordo com vídeo publicado pelo canal Horst Lüning, além do suporte ao sistema Android, o navegador Google Chrome deverá chegar aos painéis de 17 polegadas dos carros elétricos. Conforme esclarece Elon Musk, CEO da Tesla Motors, desenvolvedores poderão criar apps específicos aos motoristas. O executivo não falou sobre datas de lançamento e também não especificou quais recursos estarão de fato disponíveis neste futuro sistema.

Possibilidades

Diversas especulações têm sido feitas sobre a invasão do sistema Android em carros. Não se sabe ao certo o que este OS será capaz de fazer quando integrado aos painéis de automóveis. Contudo, podemos certamente esperar relações ainda mais estreitas entre motoristas e internet. Conexão Wi-Fi, acesso à loja de aplicativos da Google, navegação via Chrome e apps específicos a quem dirige são possibilidades reais desta esperada implantação do sistema de navegação Android em veículos.

Mas os motoristas não podem acabar se distraindo em pleno trânsito? É claro que a execução de um vídeo do YouTube ou até mesmo uma rápida conferida no Facebook são ações capazes de gerar efeitos catastróficos. Haverá algum tipo de sistema de segurança integrado a essas novas interfaces?

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Android falha após chegada do horário de verão

Usuários de Android relataram problemas no acesso ao Chrome depois de mudança de horário no Brasil. Google reconheceu a falha e diz trabalhar em uma correção

Android Jelly Bean
Divulgação
A mudança de horário que aconteceu na madrugada de sábado para domingo em dez estados brasileiros fez com que um bug se manifestasse no Android. Após a chegada do horário de verão, usuários do sistema encontraram problemas para acessar o app do navegador Chrome, que, ao ser aberto, trava imediatamente, impossibilitando qualquer ação.

A empresa reconheceu o problema no último domingo e afirmou que já está desenvolvendo uma correção. Não informou, contudo, quando a atualização estará disponível. Relatos dão conta de que o bug afetou não apenas os brasileiros, mas também os chilenos.

Ainda segundo o Google, o problema foi detectado em variantes anteriores ao Android 4.3 e informou que a versão beta do Chrome não sofre com o bug. Ao que tudo indica, o problema afetou quem deixou que a mudança de horário fosse feita de forma automática e não aqueles que fizeram a modificação manualmente.

Uma forma de resolver a situação, enquanto uma solução oficial não é liberada, foi publicada no Reddit por um usuário identificado como vibrunazo. De acordo com ele, ao realizar a mudança de fuso do Brasil para a Groelândia (GMT -2), foi possível fazer com que o app voltasse a funcionar de forma correta.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Chromecast transforma TV simples em smart TV por US$ 35

O Chromecast, novo adaptador do Google vendido por 35 dólares nos Estados Unidos, leva imagens de um dispositivo móvel a um televisor pela rede sem fio



Reprodução de EXAME.com

Entre as novidades divulgadas num evento nesta tarde, na Califórnia, o Google apresentou um novo produto, o Chromecast. Com o formato de um pen drive, ele trabalha acoplado à entrada HDMI de um televisor. Pela rede sem fio, recebe áudio e vídeo de smartphones, tablets e computadores pessoais.Aplicativos compatíveis com o Chromecast, como Netflix, YouTube e o browser Chrome, terão um botão com a palavra Cast (transmitir). Bastará tocar nele para iniciar a transmissão das imagens para a TV. Isso deve funcionar com iPhone, iPad, PCs com Windows, Mac e, claro, tablets e smartphones com Android.


Embora haja outros dispositivos com a mesma finalidade nas lojas, o Chromecast é uma solução singular em vários aspectos. Para começar, ela roda o sistema Chrome OS, em vez do Android. Quando o conteúdo for transmitido de um PC, a transmissão é feita por meio do browser Chrome.

No caso dos apps que recebem conteúdo por streaming, esse conteúdo será enviado diretamente da nuvem para o Chromecast, sem passar pelo dispositivo móvel que está sendo usado para comandar a exibição.

O Google diz que isso vai evitar que a carga da bateria do smartphone ou tablet se esgote rapidamente. Além disso, o usuário poderá trabalhar em outro aplicativo enquanto a transmissão é feita.

Nos Estados Unidos, o Chromecast já pode ser encomendado por 35 dólares na loja Google Play (que não vende hardware aos brasileiros). Será comercializado também pelos varejistas Amazon e Best Buy. Quem compra ganha uma assinatura de três meses da Netflix.

O lote inicial na loja do Google parece ter se esgotado em cerca de 20 minutos. Para os primeiros compradores, o prazo de entrega era um ou dois dias. Agora, a entrega está sendo prevista para 7 de agosto.

O Google diz que a tecnologia do Chromecast poderá ser embutida, futuramente, em televisores e outros aparelhos. Junto com o adaptador, o Google anunciou uma nova geração de tablets Nexus 7, o Android 4.3 Jelly Bean e o app Google Play Games, entre outras novidades.

O vídeo abaixo mostra o Chromecast em ação: