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quarta-feira, 14 de maio de 2014

Viva a real experiência de um jogo com o Virtuix Omni

Por Eric Colombo

Reprodução
O assunto do momento, não poderia deixar de ser, a realidade virtual aumentada. Projetos como o Kinect e o Oculus Rift, recentemente comprado por Mark Zuckerberg, são grandes sucesso de vendas e de interesse do mundo tech. 

Agora, é a vez do Virtuix Omni. O Virtuix Omni trata-se de uma esteira, que tem como objetivo tornar a experiência do gamer o mais realista possível, visto que com ela, é possível caminhar, correr, pular e se abaixar. A Omni é uma esteira circular que permite que o jogador ande para qualquer direção, e para impedir que o usuário caia ou saia da esteira ao caminhar, existem dois meios, o primeiro são os seus sapatos especiais que se encaixam nas ranhuras da superfície da esteira e o outro meio, é um aro, localizado na altura da cintura.

Diferente do já famoso Oculus Rift, a Omni não precisa ter jogos adaptados especialmente para ela, basta que o game seja compatível com um teclado, e pronto, vale lembrar que a esteira também possui suporte a Kinect. 

O projeto foi financiado no ano passado via Kickstarter e superou quase em 10 vezes o valor estipulado pela companhia. Portanto, podemos ter certeza de que dentro em breve, nós gamers poderemos ter essa maravilha em casa. 

Veja o vídeo abaixo e conheça um pouco mais do projeto.



Ontem a empresa responsável pelo projeto do Virtuix Omni, postou um vídeo em seu canal no Youtube, em que mostra que dentro em breve, será possível viver o game

Curte FPS? Então imagine entrar dentro de Counter-Strike. Graças ao Virtuix Omni, juntamente com um Oculus Rift e um controle que simula um rifle, isso será praticamente possível.

Veja o vídeo e se imagine jogando com todo esse equipamento.


Fonte: Tecmundo e Tecnoblog

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Centr produz vídeos de 360 graus com qualidade

Divulgação
Filmar 360 graus é algo que as câmeras de ação ainda não são capazes de fazer, mesmo com objetiva com amplo campo de visão. E é exatamente aí que a Centr quer chegar. A câmera compacta pode filmar em 360 graus com resolução total de 6900 por 1080 pixels (mais do que a resolução 4K) com 30 quadros por segundo.

A Centr usa quatro câmeras de 5 megapixels, posicionadas em um eixo circular. O miolo deste eixo é oco, permitindo que você repouse a câmera sobre seu dedo ou em um suporte – compatível com acessórios da GoPro. Desta forma, você consegue filmar com facilidade seu esporte preferido, ainda que seja uma caminhada. Para posicionar no ângulo correto a câmera de ação implementou um array de LEDs na superfície que indicam se o posicionamento em relação ao eixo horizontal está correto (uma bolha de água digital).

Divulgação
É possível armazenar o vídeo na memória interna de 8 GB, em um cartão micro SD ou no iPhone, através da conexão Wi-Fi que ele suporta (802.11 b/g/n). Vale mencionar que os criadores são ex-funcionários da Apple e já tem experiência com câmeras deste tipo para uso militar ou profissional (Fox Sports).

O projeto tenta financiamento coletivo pelo Kickstarter. Eles almejam atingir 900 mil dólares. A câmera é vendida por lá por salgados 299 dólares. Posteriormente ela será comercializada por 399 dólares. Os financiadores terão que segurar a ansiedade, já que a expectativa é que a câmera fique pronta somente em 2015.

Veja um vídeo capturado com ela (um pouco ruidoso, mesmo com os três microfones internos):



segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Scanner cerebral pode ser feito em casa com impressora 3D

Divulgação
Está em processo de desenvolvimento um scanner cerebral que pode ser impresso em casa e adaptado a diversos tipos de funcionalidade.

Chamado OpenBCI, o projeto é tocado por Conor Russomanno e Joel Murphy; ele teve uma pequena ajuda da DARPA para o pontapé inicial e também está no Kickstarter (onde já conseguiu o valor pretendido).

O produto é composto de sensores e um mini-computador que é conectado a outros sensores ligados a uma espécie de capacete - a parte que pode ser feita com uma impressora 3D. Isso tudo pode ser ligado a um computador para comando de jogos, por exemplo.

Os códigos do software que alimenta o capacete foram disponibilizados para download, então qualquer um pode fazer o scanner cerebral em casa. Basta comprar o hardware da OpenBCI, baixar os projetos para imprimir o que falta e calibrar o equipamento.

A versão básica leva cerca de sete horas para ser impressa. A mais robusta, que permite a ligação de pontos em 64 locais da cabeça (ligando no máximo 16 eletrodos por vez), demora um dia.


segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Gadget promete controlar o que você sonha

Projeto entre os mais populares do Kickstarter usará luzes e aplicativo para permitir que você controle o que sonha

Reprodução
Uma startup de San Diego, nos Estados Unidos, criou um gadget que promete controlar o que você sonha com luzes e um aplicativo para smartphone.

O projeto da iWinks, lançado no site de crowdfunding Kickstarter, está perto de se tornar realidade. Menos de um mês depois de ser lançada, a ideia é uma das mais populares do site e já arrecadou 134 mil dólares, 44 mil a mais do que seus donos julgaram necessário.

Funciona assim: antes de dormir você coloca uma faixa na cabeça que mede ondas cerebrais e detecta o sono REM (rapid eyes movement, estágio do sono em que sonhamos).

Sobre os olhos esta faixa tem uma série de luzes que se acendem em uma determinada frequência e intensidade, permitindo que você entre no que pesquisadores chamam de sonho lúcido — um estágio em que teríamos consciência que estamos sonhando e poderíamos controlar nossas aventuras oníricas.

Enquanto isso, um aplicativo no smartphone se conecta à faixa e grava sua atividade cerebral durante a noite. Se o gadget vai funcionar mesmo, só será possível saber depois de junho, quando a empresa promete entregar os primeiros aparelhos.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Novos gadgets carregam smartphone usando a chama do fogão

Equipados com geradores termoelétricos, PowerPot e FlameStower usam o fogo como fonte de energia e querem facilitar a vida dos aventureiros

Homem carrega iPhone com PowerPot
Divulgação
Novos gadgets em busca de financiamento na rede KickStarter prometem revolucionar a vida dos aventureiros: usando apenas o fogo, são capazes de recarregar dispositivos eletrônicos, como iPhone, por exemplo.

Um deles é o PowerPot, uma espécie de panela que conta com um gerador termoelétrico e produz energia quando seu dono a enche com água fria e a coloca sobre uma fonte de calor, como um fogão, por exemplo.

A diferença de temperatura entre a panela e o fogo é a responsável por gerar a energia que será então transmitida ao dispositivo, que estará ligado ao gadget via porta USB.

A boa notícia é que é possível usá-la para cozinhar o jantar da noite enquanto se carrega o aparelho desejado. Atualmente, o PowerPot está disponível em duas versões: uma que gera até 5 watts (W) de eletricidade e outra mais potente, capaz de produzir até 10 W.

O site Business Insider testou o dispositivo e constatou que ele funciona muito bem. De acordo com a crítica do veículo, recarregar um smartphone via PowerPot é até duas vezes mais rápido que através de um cabo USB conectado a um computador. “O PowerPot é perfeito para quem gosta de acampar ou para quem quer apenas ter acesso fácil à eletricidade independente das circunstâncias.”

À venda no KickStarter, o PowerPot pode ser adquirido por 125 dólares em sua versão do capaz de gerar até 5 W. Já o modelo que consegue produzir 10 W de energia custa 199 dólares.

O outro dispositivo, mais compacto, mas menos poderoso que o PowerPot , é o FlameStower. Assim como seu concorrente maior, este gadget conta com um gerador termoelétrico para a produção de energia e repassa a carga para o dispositivo também via cabo USB. Uma diferença está na sua capacidade de produção, que é de apenas 3 W. No KickStarter, o FlameStower custa a partir de 70 dólares.

África

Apesar de ambos gadgets terem sido desenvolvidos com o objetivo de facilitar a vida de quem gosta de acampar, também desejam prestar um serviço social. Os fundadores do PowerPot, por exemplo, oferecem no KickStarter uma opção para quem desejar doar uma unidade do gadget para pessoas em países em desenvolvimento que não contam com fácil acesso à energia elétrica. O valor mínimo é de 99 dólares.

Já a equipe do FlameStower irá ajudar o engenheiro queniano Alex Odundo. A ideia é auxiliá-lo no desenvolvimento de versões ainda mais baratas deste pequeno gerador de energia e que serão então vendidas em países carentes. As doações para este projeto começam em 100 dólares. 

O vídeo abaixo, em inglês e sem legendas, mostra o PowerPot em ação. Confira.