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quarta-feira, 30 de julho de 2014

Vida útil de baterias de smartphones pode ser triplicada

Equipe de pesquisadores criou uma forma de usar lítio no anódo da bateria, em vez de somente no eletrólito

Divulgação
Pesquisadores da Universidade Stanford acreditam que podem triplicar a vida útil da bateria de smartphones e tablets. Entretanto, o resultado do estudo pode levar alguns anos até se converter em produtos para o consumidor final.

A pesquisa publicada no jornal científico Nature Nanotechnology detalha como a equipe de pesquisadores criou uma forma de usar lítio no anódo da bateria, em vez de somente no eletrólito. O desafio era deixar a bateria estável, algo que foi resolvido com uma pequena proteção de carbono, com apenas 20 nanômetros, ao redor do anódo.

Segundo o Phys.org, para efeito de comparação, seriam necessárias 5.000 camadas empilhadas para que a espessura fosse igual à de um fio de cabelo humano.

Como indica o Gizmodo, as baterias têm três partes básicas: um eletrólito para fornecer elétrons, um anódo para descarregá-los, e um cátodo para recebê-los. O lítio só está presente no eletrólito das baterias e não sobre o eletrodo, uma vez que, durante o carregamento, os íons de lítio no anódo e no cátodo expandem-se dramaticamente, fazendo com que os eletrodos se quebrem, dessa forma, tornando o componente instável.

As implicações desta descoberta não se limitam aos seus dispositivos móveis, mas chegam até mesmo aos carros. "Você pode ser capaz de criar um telefone celular com o dobro ou o triplo da vida útil da bateria ou um carro elétrico com um alcance de 300 milhas que seja vendido por apenas US$ 25 mil", explica Guangyuan Zheng, um dos pesquisadores.

Para que essa tecnologia seja viável em termos comerciais, é necessário que ela tenha eficiência de 99,9% ou mais. Outros projetos semelhantes tinham 96% e a eficiência caía para 50% após 50 ciclos de recarga. O projeto dos pesquisadores de Stanford atingiu a marca de 99% e conseguiu manter a carga mesmo após 150 ciclos.

terça-feira, 8 de abril de 2014

Tecnologia recarrega celular em 30 segundos

Reprodução
Quem tem smartphone já sabe: se precisa muito do aparelho, precisa levar o carregador aonde for; não à toa surgem modelos mais modestos que passam semanas ligados e até mesmo quem prometa bateria infinita. A ideia da empresa israelense StoreDot é mais modesta, mas ainda assim promissora: recarregar o aparelho rapidamente.

O que a StoreDot promete é fazer a energia voltar ao smartphone em apenas 30 segundos. A empresa mostrou a novidade hoje pela primeira vez, usando um Galaxy S4 como exemplo. O aparelho foi modificado para operar com a bateria e o carregador projetados pela empresa. A tecnologia, garante a StoreDot, possibilita milhares de ciclos de carga e descarga, prolongando consideravelmente a expectativa de vida da bateria.

Levando em conta que vários investidores da StoreDot são fabricantes asiáticas, espera-se que a tecnologia apareça no mercado. Só que isso não ocorrerá tão cedo, porque o CEO da empresa, Doron Myersdorf, disse ao The Next Web que em um ano o produto final estará pronto, com a produção em massa prevista só para 2016.


segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Moinhos de vento anexados ao celular recarregam bateria

Reprodução
Dois pesquisadores da Universidade do Texas em Arlington (UTA) desenvolveram uma solução diferente que, entre outros usos, serviria para recarregar baterias. A invenção consiste em diversos moinhos de vento minúsculos, que podem ser “anexados” a uma capa de smartphone para gerar energia eólica, da mesma forma que fazem as usinas do tipo.

Obra da dupla Smitha Rao e J.C. Chiao, o grande diferencial dela está, obviamente, no tamanho. Uma unidade do gerador em miniatura chega a no máximo 1,8 mm em sua parte mais larga, o que, segundo a UTA, permite que até dez deles sejam agrupados em um único grão de arroz. A ideia é que centenas delas sejam usadas para encher a bateria de um gadget, seja balançando-o para criar uma brisa ou colocando-o para fora de um carro em movimento, por exemplo.

O trabalho já chamou a atenção de um empresa taiwanesa, a WinMEMS Technologies, que inclusive otimizou a técnica usada para criar os moinhos. As pequenas usinas eólicas são compostas por peças bidimensionais que, explicando de forma simplificada, são capazes de se montar sozinhas para criar uma estrutura em 3D.

Em testes realizados no laboratório de Chiao, essas pequeninas composições resistiram a ventos fortes gerados artificialmente. Segundo o engenheiro, isso se deve ao fato de o corpo do moinho ser composto de uma mistura com níquel, bem durável, e ainda contar com boa aerodinâmica.

Preço e produção – Mas talvez o mais interessante disso tudo esteja na facilidade para produzir essas pequenas usinas. De acordo com a UTA, elas podem ser feitas em lotes de milhares, e tudo por um preço baixo. Essa eventual produção em massa ainda abriria um leque de outros usos, como acoplar os moinhos à parede de uma casa para gerar energia elétrica.

A WinMEMS chegou a firmar uma parceria com a universidade americana, e atualmente mostra o projeto em seu próprio site e em algumas apresentações. A UTA ainda manterá as propriedades intelectuais da invenção, mas deu à empresa a chance de explorá-la comercialmente. Ainda assim, não se sabe quando ou se esses moinhos chegarão ao mercado, mas espera-se que não demorem. Veja abaixo um vídeo do pequeno aparelho em funcionamento e aqui uma foto em maior resolução.

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Mochila recarrega smartphones até 4 vezes

Divulgação
Por mais que os smartphones e tablets evoluam, um aspecto ainda incomoda em muitos casos: a bateria. É comum o gadget ficar sem energia, deixando o usuário na mão. Por isso, a empresa Tylt Energy criou uma mochila especial para recarregar dispositivos.

Equipada com uma bateria de 10.400 mAh, a Tylt Energy Backpack tem autonomia suficiente para recarregar até quatro vezes um smartphone ou uma vez um tablet. A mochila é equipada com NFC -- tecnologia para transmissão de dados -- e conta com três portas USB, que podem ser usadas simultaneamente. Para recarregar a bateria da mochila, basta conectá-la à tomada por sete ou oito horas.

A ideia fez sucesso no site de financiamento coletivo Kickstarter, onde a companhia criadora do projeto arrecadou mais de US$ 75 mil. A campanha já foi encerrada, mas era possível garantir uma cópia do equipamento a partir de US$ 100.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Power Gear é um boné que bloqueia câmeras e recarrega smartphones

powergear

Sempre trilhando a fina linha que separa a engenhosidade do absurdo, uma nova campanha no IndieGoGo promete revolucionar o mercado de chapéus equipados com LED. Além de ser a própria definição da haute couture geek, esse boné serve como acessório de iluminação e pode até mesmo impedir que câmeras capturem o seu rosto graças a uma luz infravermelha. Ele também recarrega seu smartphone (mas apenas se você não se importar com a presença de um cabo USB serpenteando entre seu bolso e sua cabeça).

A arma secreta do Power Gear para derrotar chapéis concorrentes são as luzes intercambiáveis. Em vez de simplesmente oferecer uma lâmpada embutida, esse boné usa uma espécie de conector TRS para suportar uma série de módulos com tipos diferentes de luz. Esses módulos incluem LEDs com vários níveis de intensidade e a já mencionada lâmpada infravermelha, cuja luz interfere nos algoritmos de reconhecimento facial utilizados pela maioria das câmeras de segurança. Não é uma má ideia, independentemente do que a sua consciência fashion possa dizer.

Para energizar as lâmpadas e recarregar aparelhos com USB, o Power Gear utiliza uma bateria recarregável de 1000 mAh. Ela é dividida em duas células costuradas na aba de tal maneira que ela pode ser flexionada. Em outras palavras, você não precisa se preocupar se o seu estilo exige bonés de aba reta.

O projeto alcançou seu objetivo de 25 mil dólares em apenas dois dias. Para garantir um modelo com bateria e luz, é preciso doar pelo menos 65 dólares.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Nova bateria de íon de lítio pode durar mais de 25 anos

Desenvolvida por um centro de pesquisa alemão, bateria é capaz de manter até 85% de sua capacidade após nada menos do que 10 mil ciclos de recarga completa


Batería de íon de lítio desenvolvida pelo centro alemão ZSW

Quantos anos dura uma bateria de carro elétrico? Essa é uma das perguntas mais levantadas por consumidores que têm interesse em comprar um carro elétrico ou híbrido. Em geral, a resposta se aproxima de algo como um “depende das condições de uso” e por “até 10 anos em média”. Durante evento anual da Sociedade Americana de Química, em abril, os cientistas chegaram a cravar um prazo ainda maior: de 5 a 20 anos. É possível ir além.

Centro alemão ZSW

Pesquisadores alemães anunciaram a criação de uma bateria que pode durar mais de 25 anos. Desenvolvida pelo Centre for Solar Energy and Hydrogen Research Baden-Württemberg (ZSW, na sigla em alemão), a bateria é capaz de manter até 85% de sua capacidade após nada menos do que 10 mil ciclos completos de recarga.

Centro alemão ZSW

De acordo com o estudo, publicado no site oficial do ZSW, essa bateria tem uma densidade de 1,1 mil watts por quilograma, cerca de quatro vezes o que possui as baterias convencionais usadas atualmente.

Centro alemão ZSW

Na ponta do lápis, um carro elétrico com essas baterias poderia não só ser recarregado diariamente ao longo de 27,4 anos, mas também manteria um bom desempenho. Atualmente, considera-se que a vida útil da bateria chega o fim quando ela perde 20% de sua potência máxima.

Centro alemão ZSW

Apesar de promissora, a tecnologia ainda está em fase de laboratório. O passo seguinte, segundo os pesquisadores e engenheiros da ZSW, é desenvolver protótipos maiores juntamente com parceiros da indústria.