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sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Cientista descobre como imprimir baterias e circuitos eletrônicos

Technology review
A cientista de materiais Jennifer Lewis, de Harvard, desenvolveu uma técnica para imprimir baterias. A descoberta ainda está no estágio inicial, mas já permiti utilizar impressoras 3D para criar outros dispositivos eletrônicos, como antenas, eletrodos e fios.

A “tinta” é feita de um composto especial, que mistura nanopartículas de lítio, titânio, água deionizada e álcool. A composição se transforma em um líquido que, quando colocado sobre uma placa, seca rapidamente.

Isso tudo pode ser feito em condições normais de temperatura, dispensando equipamentos profissionais. Ou seja: as pessoas poderiam fabricar dispositivos eletrônicos em suas próprias casas. Sim, seria uma revolução.

Além disso, as baterias impressas por Lewis têm apenas um milímetro quadrado, mas funcionam como baterias comerciais. Isso porque a cientista consegue regular toda a arquitetura em escalas muito pequenas, com precisão de 100 nanômetros.

Lewis continuará a trabalhar na inovação e pretende comercializá-la "em poucos anos". A cientista e seu grupo já detém mais de oito patentes relacionadas à tecnologia.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Caneta esferográfica vem com tinta para desenhar circuitos eletrônicos

Divulgação
A proposição da empresa Electroninks Incorporated é acabar com as placas de ensaio geralmente utilizadas por entusiastas e profissionais de eletrônica. É claro que a audácia da proposição é impossível do ponto de vista elétrico, mas a caneta que eles criaram em laboratório é no mínimo interessante.

A caneta circuit scribe é feita de um material a base de água e é encapsulada em uma caneta esferográfica. Ela foi desenvolvida para conduzir eletricidade e a ideia da empresa é que você desenhe o circuito que quer testar e anexe os elementos eletrônicos direto no papel. Como é preciso um pouco paciência para posicionar os circuitos sobre o papel, a empresa também desenvolveu pequenos circuitos com imãs que aproveitam as propriedades magnéticas da nova tinta.

Vale dizer que ela tem concorrentes há tempos, inclusive na forma de tinta de parede com propriedades magnéticas (alguém já pensou em fazer um circuito de LED na parede?). O projeto está no site de financiamento coletivo Kickstarter e já ultrapassou muito seu objetivo de 85 mil dólares. Um uso interessante sugerido para a caneta é a educação de eletrônica para crianças. Veja ela em ação: