Mostrando postagens com marcador desenvolvimento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador desenvolvimento. Mostrar todas as postagens

domingo, 10 de novembro de 2013

Apple estaria trabalhando em modelos maiores e tela curva

Dois supostos iPhones que estariam em desenvolvimento, segundo informações de fontes, poderiam sair no segundo semestre de 2014

Imagem de loja da Apple em Nova York
AFP
A “moda” dos smartphones com tela curvada parece ter se espalhando rapidamente. Depois de Samsung e LG, a vez agora é da Apple: segundo uma fonte da Bloomberg, “próxima dos planos”, a fabricante do iPhone estaria trabalhando em aparelhos do tipo – e maiores que seus atuais celulares, de 4 polegadas.

De acordo com o jornal, o planejamento envolveria dois dispositivos novos, que teriam displays de 4,7’’ e 5,5’’ – sendo esse último, de longe, o maior iPhone já feito pela empresa. A ideia poderia ser se aproximar do bem sucedido Galaxy Note 3, de 5,7 polegadas, colocando a companhia em um “novo” mercado.

Os dois supostos iPhones ainda devem estar em desenvolvimento, podem sair no segundo semestre de 2014, período tradicional de anúncios da Apple. Além das mudanças na tela, eles também devem trazer sensores melhorados, inclusive no caso do Touch ID.

A fonte ouvida pela Bloomberg pediu anonimato, já que ambos os smartphones ainda não foram oficializados. Uma representante da companhia se recusou a comentar o assunto, seguindo a tradição da empresa de manter segredo.

Não dá para saber se os rumores são verdadeiros, mas eles não deixam ser possíveis. A companhia já quebrou sua tradição neste ano ao revelar dois novos aparelhos, por exemplo. Além disso, o sucessor de um iPhone S é, normalmente, um de número maior, que traz mudanças mais drásticas – vide a evolução do 3 para o 4, com uma reforma radical no design, e do 4 para o 5, com um aumento na tela.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Israel ameaça Vale do Silício como paraíso das startups

Combinação entre investimentos do governo, pesquisas do exército e excelência universitária já faz da capital israelense 2ª cidade no mundo em número de startups

Homens olham para laptops
Getty Images
Reconhecida hoje como a nação startup, Israel tem mais empresas do tipo per capita do que qualquer outro país do mundo e já ameaça o reinado absoluto do Vale do Silício, nos Estados Unidos, como lugar preferido dos empreendedores da tecnologia.

Uma pesquisa da Startup Genome, empresa que rastreia essas empresas, colocou Tel Aviv como a segunda melhor cidade para as startups.

E não é sem motivos: a metrópole tem cerca de 4.800 destas empresas, mais que qualquer outro país fora os EUA, de acordo com dados da Israel Venture Capital Research Centre.

Tudo isso fez com que Israel chegasse ao posto de segundo país estrangeiro (atrás da China) com mais empresas listadas na Nasdaq, a bolsa de valores americana para empresas de tecnologia.

Nos últimos cinco anos, a cidade viu o surgimento de uma nova geração, colocando Tel Aviv de volta nos radares da indústria de tecnologia e investidores.

Pode-se dizer "de volta" porque, nos anos 1990, Israel viveu, junto com o mundo, o boom das empresas de tecnologia, e também sofreu quando a “bolha das pontocom” levou ao desaparecimento de grande parte delas. 

Agora, a cidade compete com outros centros de empreendedorismo como Moscou, Londres, Nova York e Berlim pelo posto de novo Vale do Silício.

Diferente

O que difere Tel Aviv de seus competidores globais, como aponta o jornalista britânico Monty Munford, especalista na cobertura de startups, é a energia que exala da cidade. “Todo mundo parece ser o fundador de um novo empreendimento e eventos de networking acontecem todos os dias”, diz ele no Mashable, após uma visita à capital israelense.

O empreendedor de Tel Aviv é, em geral, jovem e recém-saído do exército – no país, o serviço militar é obrigatório por 3 anos para os homens e por 2 para as mulheres.

A passagem pelas forças armadas é, inclusive, uma das maiores responsáveis pelo interesse pela tecnologia entre os jovens.

De acordo com uma reportagem da BBC, além das unidades militares regulares, os jovens também são designados para unidades de desenvolvimento de tecnologia, em que os recrutas são estimulados a desenvolver ideias inovadoras para as áreas de segurança da informação, criptografia, comunicações e guerra eletrônica. 

Quando voltam à realidade cotidiana, parece natural a usem a experiência adquirida para se lançar no mercado das startups. 

Além disso, Israel é um dos líderes mundiais em gastos do governo com pesquisa e desenvolvimento. É também sede para muitas escolas de engenharia de primeira classe, como a Universidade Hebraica de Israel, ou institutos, como o Tecnion.